Painel internacional

A ‘ridícula’ revisão do PIB do Japão

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O governo do Japão atingiu hoje o mercado acionário de Tóquio com uma “ridícula” revisão das estimativas anteriores para o produto interno bruto (PIB) do terceiro trimestre, admitindo que a recuperação econômica do país pode ter sido efetivamente apenas uma miragem. Os novos números revelaram uma leitura errada do investimento empresarial que, agora veio à tona, afundou mais do que o crescimento entre julho e setembro. Houve uma confusão semelhante sobre a deflação, com os novos números mostrando que o deflator do PIB caiu 0,5% no primeiro trimestre ao invés do aumento de 0,2%, conforme relatado anteriormente. Como resultado, o PIB cresceu 1,3% no terceiro trimestre, em comparação com a estimativa anterior de 4,8%. A surpreendente revisão do PIB, que enviou as ações de Tóquio para um mergulho de 1,3%, vem apenas um dia depois de o Primeiro-Ministro, Yukio Hatoyama, assinar um pacote de estímulo adicional de 7,2 trilhões de ienes (US$ 50 bilhões). É esperado que a revisão de baixa reacenda o conflito entre o Banco do Japão e o Ministério das Finanças sobre se as perspectivas para o Japão, a segunda maior economia do mundo, ainda podem ser descritas como positivas.

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China quer desacelerar ritmo de crédito em 2010

Ministro grego diz que não risco de moratória

Libra desvalorizada não impede déficit comercial britânico maior

Copenhague debate novo acordo climático


China quer desacelerar ritmo de crédito em 2010

O regulador bancário da China planeja desacelerar a concessão de novos empréstimos para 7 trilhões de yuans (US$ 1 trilhão) a 8 trilhões de yuans no próximo ano, disse uma pessoa familiarizada com o assunto. A faixa recomendada pela Comissão de Regulação Bancária da China se compara aos 8,9 trilhões de yuans de novos empréstimos em moeda local nos primeiros 10 meses deste ano. A fonte falou sob condição de anonimato, porque não está autorizada a discutir o assunto publicamente. A China está tentando garantir que o fluxo de crédito seja suficiente para sustentar a recuperação econômica, enquanto limita o risco de que o boom de crédito este ano leve a maus empréstimos e bolhas de ativos. O país vai manter “moderadamente” a política monetária frouxa para manter o crescimento econômico saído da desaceleração, segundo um comunicado da conferência anual de trabalho econômico central, que terminou em 7 de dezembro.

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Ministro grego diz que não risco de moratória

O ministro das Finanças grego, George Papaconstantinou, disse que não há “absolutamente” nenhum risco de que o país dará o calote em sua dívida, buscando aliviar as preocupações dos investidores após a Grécia ter o seu rating de crédito cortado ontem. “Estamos nos mexendo rapidamente para tranqüilizar os cidadãos e os mercados de que estamos caminhando na direção certa”, disse hoje Papaconstantinou em entrevista à Bloomberg Television. O ministro disse ainda que a Grécia não vai procurar o pacote de ajuda da União Européia. A Fitch Ratings cortou um passo da (dívida da) Grécia para BBB +, o terceiro menor grau de investimento, um dia depois de a Standard & Poor’s Rating colocar a Grécia em observação para um possível rebaixamento, sinalizando que poderá ser reduzida no prazo de dois meses. As companhias de ratings citaram a preocupação de que o país possa ter dificuldades para cumprir seus compromissos de dívida, enquanto as finanças públicas se deterioram. A Grécia tem o déficit orçamentário em mais de 27 nações da União Europeia (UE).

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Libra desvalorizada não impede déficit comercial britânico maior

The Wall Street Journal

O déficit comercial do Reino Unido aumentou inesperadamente em outubro, com a libra mais fraca não conseguindo criar um nível maior de demanda por bens de exportação, segundo dados divulgados na quarta-feira. O Instituto Nacional de Estatística informou que o déficit no comércio mundial de mercadorias do Reino Unido aumentou para 7,1 bilhões de libras (US$ 11,57 bilhões) em outubro. Esse foi o maior déficit desde janeiro e se compara ao déficit revisado de 6,9 bilhões de libras em setembro. O instituto informou inicialmente um déficit de 7,2 bilhões de libras em setembro.

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Copenhague debate novo acordo climático

Breaking News, World News and Taiwan News.

No final deste mês, os líderes de todo o globo estão agendados para convergir à capital dinamarquesa de Copenhague para uma conferência sobre mudança climática, que pode culminar em um novo tratado que substitua o acordo de Quioto de 1997. Evidentemente, a eficácia desta última tentativa para que o mundo deixe de lado suas diferenças será debatida, a fim de apresentar uma frente comum contra as alterações climáticas a serem debatidas especialmente considerando que o Tratado de Quioto não foi ratificado por um dos mais ativos emissores de carbono do planeta do primeiro mundo: os Estados Unidos. Enquanto os chefes de Estado começam as viagens para Copenhague, uma das principais razões para o encontro está sob crescente escrutínio. Os céticos do aquecimento global – a ideia de que o planeta está aquecendo devido à atividade industrial humana – estão ganhando alguma força

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