Painel internacional

Polícia do Haiti está mal equipada para lidar com crise

CNN World

Uma multidão saqueia edifícios destruídos pelo terremoto da semana passada, transportando água, comida, velas e qualquer coisa mais recuperável. De repente, um caminhão transportando meia dúzia de policiais armados guincha, para deter os excessos. A multidão dispersa, com os policiais ao estilo militar dando tiros no ar e prendendo poucos retardatários, alguns com um pontapé ou um soco. Tais cenas ocorreram com maior freqüência na segunda-feira em Port-au-Prince, capital do Haiti devastado, enquanto sobreviventes frustrados recorrem à mendicância e aos saques, devido à falta de ajuda de emergência. A crescente tensão levantou dúvidas sobre a capacidade da Polícia Nacional do Haiti para manter a ordem e as suas táticas para fazê-lo. Enquanto os Estados Unidos estão enviando milhares de soldados para ajudar nos esforços de alívio, os funcionários dizem que a polícia haitiana é responsável pela segurança nas ruas, com o apoio das tropas de paz da Organização das Nações Unidas (ONU). “A primeira linha de lei e ordem aqui é, número um, a polícia haitiana, e número dois, as forças da ONU”, disse o embaixador dos EUA, Kenneth Merten, na segunda-feira. “As forças dos EUA estão à disposição para fornecer segurança conforme a necessidade”. Essa parece ser uma tarefa árdua para a Polícia Nacional Haitiana (PNH), uma força de cerca de 9.000 guardas, naquilo que é o único aparato de segurança da empobrecida nação do Caribe.

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Desabrigados haitianos são alertados para não fugir para os EUA

Piñera vence no Chile, encerrando 20 anos de governos esquerdistas

Japan Airlines pede concordata

China e Índia pretendem acelerar investimentos bilaterais


Desabrigados haitianos são alertados para não fugir para os EUA

New York Times

A América tem uma mensagem para os milhões de haitianos desabrigados e miseráveis pelo terremoto da semana passada: não tentem vir para os Estados Unidos. Todo dia, um avião de carga da Força Aérea dos Estados Unidos, especialmente equipados com radiotransmissores voa durante cinco horas sobre o país devastado, transmitindo notícias e uma mensagem gravada de Joseph Raymond, embaixador do Haiti em Washington. “Ouçam, não se precipitem em barcos para abandonar o país”, diz Joseph em crioulo, segundo a transcrição divulgada pelo Pentágono. “Se vocês fizerem isso, todos nós teremos problemas ainda piores. Porque, eu vou ser honesto com você: Se você acha que vai atingir os EUA e todas as portas estarão abertas para você, não é absolutamente o caso. E eles irão interceptá-los bem na água e os mandarão de volta para a casa de onde veio. A Homeland Security e os funcionários do Departamento de Defesa dizem que estão adotando linha dura para evitar um êxodo em massa da ilha, que pode levar a mortes no mar ou uma crise de refugiados no sul da Flórida. A capital do Haiti, Port-au-Prince, está a cerca de 700 milhas de Miami.

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Piñera vence no Chile, encerrando 20 anos de governos esquerdistas

Em 18 de junho, o bilionário chileno Sebastián Piñera se convenceu de que ganharia a presidência do país sul-americano. O instituto de pesquisa Centro de Estudos Públicos, de Santiago, constatou que o apoio à coalizão do governo de centro-esquerda se dividiu entre dois candidatos presidenciais, roubando-lhes os votos necessários para vencer Piñera. O novo líder, eleito ontem, acumulou sua fortuna por meio da criação da primeira rede de cartões de crédito do Chile, e recuperando uma companhia aérea em dificuldades. Ele decidiu investir mais em sua própria eleição, em junho, diz José Miguel Izquierdo, diretor de operações políticas de Piñera, como relatado na edição de março da revista Bloomberg Markets. “É quando nós dissemos: ‘Podemos vencer’“, diz Izquierdo, dando um murro na mesa, na sede de campanha em uma mansão de Santiago. “É dinheiro na mesa. Quando ele (Piñera) sente que vai perder, para de investir. Até a eleição de ontem, no segundo turno, Piñera gastou pelo menos US$ 13,6 milhões na campanha, e a aposta valeu a pena. Piñera, 60, venceu a disputa contra o ex-presidente Eduardo Frei, democrata-cristão, desbancando a coligação de centro-esquerda que havia governado o Chile desde que o ditador Augusto Pinochet fora expulso do poder em 1990. A vitória marca uma mudança política no Chile, um país de 17 milhões de pessoas que atravessa 4.100 km (2.547 milhas) da Cordilheira dos Andes em sua fronteira norte com o Peru até o Cabo Horn.

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Japan Airlines pede concordata

The Wall Street Journal

A companhia aérea Japan Airlines (JAL) entrou com o pedido de reestruturação financeira na corte do Tribunal Distrital de Tóquio na terça-feira, disse uma agência semi-estatal de recuperação. A Enterprise Turnaround Initiative Corp. (ETIC) do Japão disse que havia decidido apoiar a reestruturação da JAL, transportadora aérea número 1 da Ásia em receitas. A JAL vai revitalizar suas operações rentáveis com injeção de capital da agência, e enxugando seus efetivos e rotas, disse a ETIC. Sob os planos de renovação da JAL, a operadora irá reduzir seu capital para zero e pedir renegociação da dívida no valor de 730 milhões de ienes, enquanto corta custos e reduz sua força de trabalho para 15.700 funcionários.

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China e Índia pretendem acelerar investimentos bilaterais

O ministro chinês do Comércio, Chen Deming e sua contraparte indiana, Anand Sharma, disseram na terça-feira que os dois países pretendem impulsionar os investimentos bilaterais. Há espaço para que o investimento bilateral cresça, disse Chen, durante uma conferência de imprensa depois que ele e Sharma assinaram um memorando de entendimentos para uma maior cooperação entre as duas economias de crescimento rápido da Ásia. Sharma disse ser importante para Índia estabelecer um equilíbrio entre as importações e das exportações.

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