Painel internacional

BCE injeta 442 bilhões de euros na Eurozona

Financial Times

O Banco Central Europeu (BCE) injetou um montante recorde de 442,2 bilhões de euros no sistema bancário da zona do euro, na primeira oferta de fundos de um ano com garantia ilimitada, uma vez que a Europa continental enfrenta grave recessão. Os resultados da operação, parte dos esforços do BCE para reviver a economia da zona do euro rejuvenescendo o sistema financeiro, ressalta as expectativas de que essa liquidez não estará disponível novamente em condições tão favoráveis. O maior volume injetado antes em uma única operação do BCE foi de 348,6 bilhões de euros, em dezembro de 2007. A procura por fundos de um ano – oferecidos quando a principal taxa de juro do BCE estava em apenas 1% – parece ter sido significativamente impulsionada pela crescente convicção dos mercados financeiros de que as taxas de juro do BCE não vão cair mais.

Clique aqui


Inflação ou deflação nos EUA?

CNNMoney.com

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deveria estar mais preocupado com a ameaça da inflação no horizonte de longo prazo ou a deflação, em curto prazo? Essa é uma questão importante para se perguntar, enquanto o comitê formulador de política do Fed se prepara para divulgar nesta quarta-feira uma declaração sobre a economia. Aqueles que temem a inflação argumentam que o recente aumento dos preços do petróleo, a desvalorização do dólar e o recente aumento dos rendimentos dos Treasuries (títulos de dívida pública) são todos sinais de que os consumidores poderão em breve enfrentar preços mais elevados para muitos bens e serviços. Mas outros defendem que a economia ainda está tão fraca que a deflação, ou uma queda nos preços, é a ameaça mais grave. O Índice de Preços ao Consumidor, a medida-chave de inflação do governo, registrou a maior queda em 12 meses desde maio de 1950. Esse declínio de preços na comparação anual, juntamente com o aumento do desemprego e baixa utilização fabril, podem ser sinais de que os preços provavelmente vão continuar caindo. E, embora os preços mais baixos poderiam soar como positivo para os consumidores com orçamentos apertados a ponto de ruptura, economistas geralmente estão de acordo de que a deflação é de longe mais destrutiva para a economia do que a inflação.

Clique aqui


Ásia fica menos dependente do Ocidente

TIME.com

Antes da atual recessão, alguns economistas especularam que as economias da Ásia tinham se tornado tão vibrantes e o comércio entre eles tão importante, que a região poderia se livrar da tradicional dependência dos EUA e continuar a crescer bastante bem, não importando o que acontecesse na maior economia do mundo. Esta teoria do “descolamento” foi atirada pela janela tão logo o colapso de Wall Street atingiu os gastos dos consumidores dos EUA no final de 2008, atirando a maior parte das economias da Ásia em espirais de recessão. A Ásia descobriu, consternada, que a região ainda era demasiado dependente das exportações de PCs, jeans e brinquedos de plástico para os EUA, para prosperar em face de uma desaceleração norte-americana. O descolamento ruiu como uma fantasia. Mas os entusiastas do descolamento podem rir por último. Enquanto a Ásia caminha para a recuperação, é cada vez mais claro que, em certos aspectos, a teoria do descolamento teve algum mérito, e mais importante, que a Ásia muito provavelmente se tornará mais descolada dos EUA como conseqüência da recessão. O sinal mais óbvio de que a Ásia pode gerar crescimento sem o Ocidente é o desempenho relativamente robusto das maiores economias da região. A China cresceu 6,1% no primeiro trimestre e a Indonésia, considerada uma economia não tão saudável, se expandiu 4,4%. E a Índia superou as estimativas ao avançar 5,8% no primeiro trimestre.

Clique aqui


Exportações japonesas em queda

BBC NEWS

A queda nas exportações do Japão continuou em maio, em função dos consumidores externos comprarem menos automóveis, eletrônicos e outros bens japoneses. As exportações ficaram 40,9% abaixo do mesmo mês a um ano atrás, acrescentando dúvidas sobre a possibilidade de uma rápida recuperação do país em meio à recessão mundial. O Japão viu crescer o superávit comercial para o nível mais elevado em um ano. Mas os analistas disseram que isso foi em grande parte devido às importações menores, enquanto os consumidores japoneses reduziram seus gastos na enfraquecida economia do país. “No geral, as exportações permaneceram deprimidas, o que refletiu o abrandamento econômico em curso”, disse Yu Ooki, funcionário do Ministério das Finanças, que divulgou os dados.

Clique aqui


Pior da crise passou, diz OCDE

New York Times

O pior da crise econômica parece ter passado, disse a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) nesta quarta-feira, quando revisava para cima as suas principais previsões de crescimento pela primeira vez em dois anos. “Graças a uma ação firme para estimular nossas economias, parece que escapamos do pior durante esta crise”, disse o secretário geral da OCDE, Angel Gurría. Para a área da OECD, o crescimento foi estimado em 0,7% no próximo ano, depois da estimativa de março de queda de 0,1%, e contração de 4,1% este ano, ante declínio anterior de 4,3%. Na sua perspectiva econômica semestral, a associação disse que um número de fatores contribuiu para a melhoria global, incluindo os pacotes estímulo fiscal, a estabilização dos mercados financeiros, lenta melhoria no comércio mundial e a relativamente rápida recuperação das economias emergentes. A recuperação, disse o relatório, será mais forte nos Estados Unidos do que na Europa ou Japão.

Clique aqui


Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome