Painel internacional

Rússia estuda ajuda a bancos

Financial Times

A Rússia está considerando um pacote de resgate de seus bancos, que iria além das medidas de emergência adotadas pelos EUA, entre temores crescentes de que os empréstimos ruins poderiam paralisar a economia do país. O vice-primeiro ministro Igor Shuvalov deve considerar a aquisição de participações em bancos problemáticos, quando um grupo de peritos em crise financeira se reunir nesta sexta-feira para debater formas de recapitalizar o sistema bancário da Rússia, de acordo com o esboço de proposta, visto pelo Financial Times. A proposta, uma das várias em consideração, veria o governo emitir as notas OFZ do Tesouro, um tipo de título, para impulsionar os balanços dos maiores bancos. Em contrapartida, o Estado poderia receber ações. Diferentemente do resgate aos bancos nos EUA, o regime russo teria assentos no conselho dos bancos privados e direitos de veto.

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Crédito na China atinge 1 trilhão de iuanes em junho

Os bancos chineses provavelmente devem conceder um total de 1,2 trilhões de iuanes (US$ 175,7 bilhões) em novos empréstimos em junho, apesar das advertências dos reguladores sobre empréstimos irresponsáveis, relatou a mídia oficial. O valor se compararia aos mais de 664,5 bilhões de iuanes em maio e 591,8 bilhões em abril, informou o periódico oficial China Securities Journal, citando uma fonte anônima. O regulador bancário da China tem insistido com os financiadores que garantir de novos empréstimos está ajudando a economia, depois de preocupações que os estímulos fiscais estejam sendo usados para especular com ações e imóveis, noticiou a mídia estatal no início desta semana.  Os bancos chineses concederam um total de 5,84 trilhões de iuanes em novos empréstimos nos primeiros cinco meses de 2009, incluindo uma alta mensal recorde de 1,89 trilhão em março.

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Bancos ainda estão vulneráveis, diz BC do Reino Unido

The Wall Street Journal

O Banco da Inglaterra (BOE, na sigla em inglês) afirmou na sexta-feira que o Reino Unido e os sistemas bancários globais vão permanecer vulneráveis a qualquer onda renovada de tensões econômicas e financeiras por algum tempo, apesar da melhoria das condições de mercado melhor do que o antecipado nos últimos meses. No documento semestral Relatório de Estabilidade Financeira, o BOE advertiu que a ajuda do governo para os bancos poderia chegar a um ponto em que se tornaria menos eficaz, por elevar a dívida nacional e tornar o seu refinanciamento ainda mais caro.

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UBS vende US$ 3,5 bilhões em ações

BBC NEWS

O UBS, maior banco da Suíça, vai levantar US$ 3,8 bilhões de francos suíços (US$ 3,5 bilhões) em capital, com a venda de ações (em emissão primária). O banco também disse que teria prejuízo no segundo trimestre do ano, depois de perder 2 bilhões de francos suíços nos três primeiros meses do ano. A emissão de ações irá “ajudar a reforçar a confiança no UBS e na praça financeira suíça”, disse o banco. A instituição foi duramente atingida pela subscrição de ativos tóxicos e saques dos clientes das unidades de gestão de fortunas, e pretende vender cerca de 293 milhões de novas ações a 13 francos suíços cada. O UBS perdeu 20,9 bilhões de francos em 2008, maior prejuízo de uma empresa suíça. O governo teve de ajudar o UBS no ano passado, com 6 bilhões de francos suíços, e o BC absorveu parte dos débitos ruins.

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China reitera pedido por nova moeda de reserva

O banco central da China renovou seu apelo para uma moeda mundial e disse que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deveria gerir parte das reservas em divisas dos seus membros, provocando uma diminuição no dólar norte-americano. “Para evitar deficiências na principal moeda de reserva, há necessidade de criar uma nova, que esteja desvinculada das economias emitentes”, disse o Banco Popular da China, em um anúncio de revisão da economia em 2008, divulgado hoje. O presidente do Banco Popular, Zhou Xiaochuan, instou em março que o FMI expandisse as funções da sua unidade de conta e avançou em direção a uma “moeda de reserva supra-soberana”. O presidente russo, Dmitri Medvedev, propôs em 5 de junho que as nações utilizem uma mistura de moedas de reserva regionais para reduzir a dependência em relação ao dólar.

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