Painel internacional

EUA pressionam Israel a retomar conversas de paz

washingtonpost.com

Em um esforço para trazer as negociações de paz de volta aos trilhos, a administração Obama está pressionando o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu a reverter a aprovação da semana passada de construir 1.600 unidades habitacionais em uma área em disputa de Jerusalém, fazer um gesto significativo (de aproximação) para os palestinos e declarar publicamente que todas as “questões essenciais” no conflito israelo-palestino incluindo o estatuto de Jerusalém –, sejam incluídas nas negociações futuras, disseram funcionários do governo norte-americano. As três demandas, transmitidas na sexta-feira pela Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton em um telefonema tenso com Netanyahu, não foram divulgadas publicamente pela administração. Mas espera-se que Israel uma resposta formal na terça-feira. Funcionários dos EUA estão encarando isso como uma prova do comprometimento de Netanyahu na relação entre os Estados Unidos e Israel. “Temos que ter garantias de que esse tipo de coisa não aconteça novamente”, disse uma autoridade dos EUA, falando em condição de anonimato devido à sensibilidade da questão.

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China recua e diz que criticar yuan é “contraproducente”

Eurozona reitera ajuda à Grécia, mas não detalha planos

Reino Unido descarta alerta sobre sua dívida

Crise financeira interrompe expansão bancária na Rússia


China recua e diz que criticar yuan é “contraproducente”

Financial  Times

A China recuou na terça-feira contra as crescentes críticas dos EUA sobre sua política monetária, dizendo que o superávit comercial do país não era o resultado de sua taxa de câmbio, e alertou os EUA para não “politizarem” a questão. “O desequilíbrio da balança comercial não é algo que a taxa de câmbio possa resolver, e politizar questões sobre a taxa de câmbio é contraproducente para os esforços globais para combater a crise financeira”, disse Yao Jian, porta-voz do ministério do comércio chinês em um relatório. Ele falou um dia após mais de 100 membros do Congresso dos EUA assinarem uma carta solicitando à administração Obama para rotular a China como uma manipuladora de moeda, indicando a crescente pressão para que os EUA tomem uma linha mais dura com a China. “O impacto da manipulação da moeda da China na economia dos EUA não pode ser superestimado. Manter a moeda a uma taxa de câmbio desvalorizada proporciona subsídios às empresas chinesas e desvantagens injustas aos concorrentes estrangeiros”, disse a carta. O Departamento do Tesouro dos EUA deve decidir até meados de abril se acredita que a China está manipulando sua moeda, e com o país asiático dando pouca atenção e as tensões políticas se elevando nos EUA, alguns analistas alertam que as chances de essa disputa terminar em guerra comercial estão aumentando.

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Eurozona reitera ajuda à Grécia, mas não detalha planos

SPIEGEL  ONLINE

Os ministros das Finanças dos países pertencentes à zona de moeda comum da Europa chegaram a um acordo sobre um plano de emergência para a dívida que assola a Grécia. Os 16 ministros se reuniram em Bruxelas para uma reunião que durou a tarde da noite. Antes das 22h, o chefe do Eurogrupo, o primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker, apareceu e anunciou que tinham concordado com um plano de emergência para a Grécia. “A Grécia será apoiada (financeiramente), caso necessário”, disse Juncker. Os ministros das Finanças essencialmente confirmaram o que os líderes da União Europeia (UE) indicavam há algum tempo, ou seja, que os membros da zona do euro não vão deixar a Grécia em apuros. Juncker não entrou em detalhes sobre o plano. Os ministros das Finanças concordaram em fornecer a ajuda bilateral à Grécia em uma emergência, disse, acrescentando que “há ainda uma série de questões técnicas que precisam ser resolvidas.” O âmbito do pacote de socorro foi deixado em aberto. Mas é justamente esses detalhes que são cruciais. Se os mercados financeiros estavam esperando por um valor concreto, ficaram desapontados – um fato que poderia aumentar a pressão sobre o euro, que tem sofrido uma tendência de queda para o mês.

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Reino Unido descarta alerta sobre sua dívida

Times Online

O governo britânico rejeitou hoje o alerta da Comissão Europeia de que a Grã-Bretanha deveria fazer mais para reduzir o déficit orçamentário, argumentando que cortes substanciais prejudicariam os serviços públicos. Liam Byrne, secretário-chefe do Tesouro, disse: “Achamos que a União Europeia (UE) fez um julgamento errado. Ele disse hoje no programa da BBC: “Achamos que o plano estabelecido por eles nos obrigaria a ter algo como 20 bilhões de libras a mais fora da economia em 2014-15, e pensamos que isso causaria danos irreparáveis aos serviços públicos ou aos contribuintes”. Byrne estava respondendo a um esboço que vazou da advertência da Comissão que os planos orçamentários da Grã-Bretanha não garantiam que iriam de encontro ao prazo da UE, previsto para 2014-15, de reduzir a dívida para um valor inferior ao das regras de estabilidade europeia, que estabelecem uma dívida em 3% do PIB do país. “Achamos que reduzir pela metade o déficit em mais de quatro anos é a abordagem correta”, disse. “Pensamos que não é imprudente. Não é indolor, tampouco”. Espera-se que o governo detalhe mais pormenorizadamente os planos para lidar com o déficit em seu orçamento em 24 de março.

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Crise financeira interrompe expansão bancária na Rússia

Forbes.com

A crise financeira levou ao fim da rápida expansão do setor bancário russo. As fontes de financiamento externas secaram e confiança sofrido, o apoio do Estado era necessária para estabilizar o sistema. Os bancos estatais têm sido um importante mecanismo para canalizar assistência financeira a outras instituições e manutenção do fluxo de concessão de empréstimos. O rescaldo da crise criou um novo ambiente para o setor bancário na Rússia, com possibilidades de financiamento reduzidas e diminuição das perspectivas de crescimento. Não haverá retorno imediato ao rápido desenvolvimento que caracterizou o período anterior à crise, com a duplicação dos ativos dos bancos (em percentagem do PIB) em 2000-08. No entanto, o país continua pouco bancarizado: apenas cerca de um terço das famílias têm conta bancária e 10% dos investimentos fixos são financiados por empréstimos.

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