Painel internacional

Desemprego nos EUA perde força

The Wall Street Journal

O mercado de trabalho dos EUA não está se deteriorando tanto quanto no início do ano, mas as empresas continuam a demitir trabalhadores com um só movimento. Os empregadores privados cortaram 532.000 postos de trabalho em maio, de acordo com o relatório de folha de pagamentos de quarta-feira da empresa Automatic Data Processing (ADP) e da consultoria Macroeconomic Advisers, comparados com a redução de 545.000 empregos em abril. Com os empregos públicos continuando a se expandir, o relatório, que se baseia nos dados de folha de pagamento de cerca de 24 milhões de trabalhadores, sugere que os dados do mercado de trabalho do governo na sexta-feira mostrarão uma perda de 546.000 postos de trabalho, perto dos 539.000 empregos perdidos em abril. Janeiro foi o mês mais íngreme para o emprego, com a folha diminuindo em 741.000. O mercado de trabalho “ainda está muito fraco, mas não tão fraco como antes, por isso esperamos que a dinâmica esteja mudando”, disse o economista do UBS Jim O’Sullivan.

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Islândia baixa juro, preocupando o FMI

O banco central da Islândia baixou a taxa de juros de referência em um ponto percentual, desafiando o Fundo Monetário Internacional (FMI), enquanto a economia afunda na pior recessão em 60 anos. As autoridades políticas baixaram a taxa básica de 13% para 12%, disse hoje o Sedlabanki (Banco Central da Islândia), em seu site. O corte da taxa é o quarto desde que a ilha recebeu US$ 5,1 bilhões do pacote de ajuda do FMI, em novembro. “A preocupação do FMI é que a redução das taxas de juro tenha impacto sobre a inflação, o que irá, em seguida, manter a coroa fraca”, disse Ingolfur Bender, chefe de investigação econômica do Islandsbanki, a unidade estatal do combalido banco Glitnir Bank. “No entanto, há alguns fatores domésticos que podem alimentar a inflação, ao passo em que a procura em todos os setores da economia está baixa”.

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Fim do refinanciamento não preocupa bancos nos EUA

CNNmoney

A maré do refinanciamento de casas tem baixado nos Estados Unidos, mas os lucros hipotecários dos maiores bancos não correm perigo de evaporar. A apreciação no rendimento dos títulos privados no mercado abafou o boom de refinanciamento hipotecário nesta primavera. A Associação dos Banqueiros Hipotecários disse na quarta-feira que o índice de refinanciamento caiu de 24% na semana passada para o seu menor nível desde fevereiro. É óbvio que um abrandamento da atividade hipotecária poderia machucar os bancos Wells Fargo, Bank of America e JPMorgan Chase, as três maiores instituições do setor privado e os grandes beneficiários do segmento. Mas não há problema para os três grandes bancos hipotecários. Graças à dimensão do recente boom de refinanciamento e reestruturação da indústria bancária dos últimos 18 meses, as receitas hipotecárias devem continuar este ano – ajudando essas instituições a lidar com o aprofundamento das perdas com empréstimos e mercados voláteis.

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Gordon Brown luta para reestruturar governo

Financial Times

O primeiro-ministro britânico Gordon Brown enfrentou na noite de quarta-feira uma batalha de vontades com dois dos seus mais altos ministros para a remodelação do seu gabinete, e poderá enfrentar uma revolta da bancada contra a sua liderança, se na quinta-feira as eleições locais e europeias forem tão desastrosas como espera o Partido Trabalhista. O chanceler de finanças Alistair Darling quer ficar no posto atual, esperando com seus aliados que o primeiro-ministro fique fraco demais para substituí-lo por Ed Balls, o inflamado Secretário de Escolas e Crianças do Reino Unido. David Miliband, ministro dos Negócios Estrangeiros, que lançou uma jogada mal-sucedida para liderar o Partido Trabalhista no verão passado, também anunciou publicamente que pretende permanecer no posto. Os aliados de Brown haviam sondado Peter Mandelson, secretário administrativo, para o cargo. Com pressão pela montagem (do novo gabinete) de todos os lados, Brown passou a quarta-feira planejando o contra-ataque no que os assessores previram ser uma “profunda remodelação”, com grandes mudanças no pessoal e forma de trabalho do governo.

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Companhias japonesas reduzem investimentos

BBC NEWS

As empresas japonesas reduziram os seus gastos de capital em um nível recorde no primeiro trimestre de 2009, segundo uma pesquisa. As empresas cortaram despesas em instalações e equipamentos em um quarto durante janeiro a março, de acordo com relatório divulgado pelo Ministério das Finanças do Japão. O declínio foi de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior, seguido pela queda de 17% no período de outubro a dezembro do ano passado. A economia japonesa se contraiu para uma taxa anual recorde de 15% durante o primeiro trimestre de 2009. No entanto, os analistas esperam ligeiro crescimento entre abril e maio, e de julho a setembro, quando o comércio mundial começar a se recuperar.

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