Painel internacional

Europa enfrenta crise de cartões de crédito

Financial Times

Os credores da Europa estão enfrentando uma onda crescente de inadimplência de crédito ao consumidor, enquanto a crise do cartão de crédito que causou bilhões de dólares em perdas nos bancos dos EUA se espalha por todo o Atlântico. O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que, da dívida dos consumidores nos EUA que totaliza US$ 1,914 bilhão, cerca de 14% vai azedar. Espera-se que 7% dos US$ 2,467 bilhões de dívida do consumidor na Europa será perdida, muito da queda ocorrendo no Reino Unido, a maior nação do continente com usuários de cartão de crédito. A organização britânica Linha de Dívidas Nacional disse que o número de chamadas que havia recebido dos consumidores preocupados com empréstimos, cartões de crédito e hipotecas em atraso atingiu 41 mil em maio – o dobro das 20 mil chamadas de maio de 2008. A organização acrescentou que o número de chamadas não mostra sinais de que vá diminuir. Nos EUA, a inadimplência com cartão de crédito tem aumentado ao longo dos meses, com o aumento no desemprego e a mais grave desaceleração econômica desde a Grande Depressão tendo sua porcentagem sobre os sobrecarregados consumidores.

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A dívida oculta da China

CNNMoney.com

Superficialmente, a China apresenta um estudo fiscal em contraste com os Estados Unidos, mantendo um nível de dívida notavelmente baixo, mesmo que ela tenha o seu próprio jeito de sair da crise financeira. Mas, quando os dirigentes chineses encontrarem as suas contrapartes dos EUA esta semana, deveriam parar para refletir antes de ventilar qualquer crítica, pois os passivos ocultos da China sugerem que a situação dos livros contábeis é feia – potencialmente muito mais feia – do que à primeira vista. Graças a sucessivos anos de crescimento econômico rápido e expansão mais rápida das receitas públicas, a dívida pública em relação ao PIB foi de 17,7% no final do ano passado, muito mais baixo do que quase qualquer outra grande economia. O problema é que a conta exclui os empréstimos do governo local, o surto atual de empréstimos garantidos por Pequim e os ativos ruins excluídos do sistema bancário, mas ainda em circulação.

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Mercado aguarda lucro do Deutsche Bank

O Deutsche Bank, maior banco da Alemanha, pode registrar o segundo trimestre seguido de lucro, com a retomada da negociação da dívida compensando o declínio na gestão da carteira de ativos e de crédito aos consumidores. O lucro líquido no banco de Frankfurt provavelmente aumentou 45%, de 649 milhões de euros para 944 milhões de euros (US$ 1,35 bilhão) ante um ano, de acordo com a estimativa mediana de 13 analistas consultados pela Bloomberg. O banco de investimento pode registrar um lucro antes de impostos de 1,08 bilhões de euros no segundo trimestre, impulsionados por um aumento de mais de cinco vezes da dívida e receitas comerciais.

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Aposentados britânicos estão entre os mais pobres

BBC NEWS

O Reino Unido tem o quarto mais alto nível de pobreza entre os idosos com mais de 65 anos na Europa, atrás de países como Romênia, revelaram dados da Comissão Europeia. Os números revelam que muitos aposentados britânicos estão vivendo com uma renda muito abaixo da média nacional. As organizações de caridade Age Concern e Help the Aged exortaram os ministros a agir. Mas o Ministério do Trabalho e das Pensões disse que mesmo os mais pobres aposentados do Reino Unido estavam em melhor situação do que aqueles que vivem em outros países. Um porta-voz disse: “Em 1997 a receita de nossos aposentados estava bem abaixo da média europeia. Hoje sua renda é quase 10% superior à média da UE (União Europeia). Os números da Comissão Europeia vieram um pouco antes da revisão dos esforços governamentais do Comitê de Trabalho e Pensões sobre a pobreza, publicada na quinta-feira.

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Diálogo EUA-China inclui economia e empregos

MSNBC.com

Com a economia mundial atolada em recessão, os Estados Unidos e a China iniciaram conversações nesta segunda-feira para procurar uma solução em conjunto, não obstante as tensões sobre moedas, o déficit orçamentário dos EUA e o enorme fosso de comércio dos EUA com a China. Basicamente, quão bem os esforços empreendidos dos EUA poderiam ajudar a determinar qual a rapidez com que a economia se recuperará, e quantos empregos nos EUA poderão ser criados. Outras questões, como o controle climático e as ambições nucleares da Coreia do Norte também demandarão atenção. Poucos esperam que as conversações vão estreitar as grandes diferenças entre Pequim e Washington. Mas ambos os governos querem aproveitar a ocasião para ajudar a construir uma relação menos conflituosa.

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