Painel internacional

A China contra o protecionismo

A China optou por acionar os mecanismos da Organização Mundial do Comércio para proteger seus exportadores dos casos de protecionismo comercial. O Ministério do Comércio da China previu que o país será um dos principais alvos de protecionismo comercial e, portanto, vai recorrer a mais medidas anti-dumping, anti-subvenções e proteções especiais, principalmente contra os EUA e Índia, uma vez que esses concorrentes estão tentando sobreviver à crise financeira mundial. “Os EUA estão abusando de medidas comerciais protecionistas para ajudar as próprias indústrias a enfrentar a desaceleração econômica. A perda para as empresas chinesas é enorme”, disse Zhou Xiaoyan, diretor-adjunto da Secretaria de Comércio da China para Importação e Exportação, de acordo com a agência estatal de notícias XinhuaNews nesta sexta-feira. A China continuou a registrar um grande declínio nas exportações após o início da crise financeira mundial no outono passado. Os números mais recentes mostram que as exportações chinesas tombaram 21,4% em junho, para US$ 95,5 bilhões, após queda de 26,4% em maio.
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Obama alerta para contração do PIB

Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou o país para mais notícias econômicas ruins na quinta-feira, dizendo que os números do PIB no segundo trimestre mostrarão que a economia se contraiu e a perda de postos de trabalho ainda é um “grande” problema. Obama falou aos repórteres no Salão Oval da Casa Branca, após uma reunião com a presidente filipina Gloria Macapagal Arroyo, que o crédito nos EUA e os sistemas bancários se normalizaram – um sinal de que a economia já se afastou de um buraco perigoso. Obama disse que não viu os dados do produto interno bruto, que serão anunciados na sexta-feira, mas ele se referia ao consenso entre os economistas de que os EUA estariam vendo um “abrandamento significativo da contração ao longo dos últimos meses”.

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Espanha lidera desemprego na Europa

ELPAIS.COM

O aumento do desemprego em alguns países da eurozona – especialmente na Espanha, que segue adiante de forma destacada do resto de seus parceiros com uma taxa de 18,1%, segundo o Eurostat – elevou as estatísticas no conjunto de países que partilham a moeda comum para o nível mais alto desde a criação da união monetária (2000). De acordo com o publicado hoje pelo escritório estatístico europeu Eurostat, a taxa de desemprego dos 16 países do euro subiu para 9,4% em junho, enquanto que na União Europeia (UE) a taxa foi de 8,9%, nível mais alto desde meados de 2005.

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Deflação recorde no Japão

Financial Times

O Japão registrou um novo recorde de deflação do núcleo de preços ao consumidor em junho, enquanto o desemprego atingiu a maior alta em seis anos, mostraram dados divulgados na sexta-feira. A queda de 1,7% em relação ao ano anterior, excluindo alimentos frescos e os 5,4% da taxa de desemprego destacam a continuidade dos problemas da segunda maior economia do mundo, apesar de uma forte recuperação da produção industrial nos últimos quatro meses. Enquanto a queda dos preços de energia, principal motor por trás do declínio do índice de preços ao consumidor, não ser de todo mau para o Japão país de poucos recursos – o que preocupa cada vez mais os analistas é o aprofundamento da deflação. Ela é alimentada pela insegurança do emprego e excesso de capacidade ociosa, e poderia prejudicar a recuperação econômica.

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A volta das fusões e aquisições

CNNMoney.com

Os banqueiros estão apontando para sinais precoces de uma retomada das fusões e aquisições (F&A), com ações mais valorizadas e condições mais fáceis de crédito ajudando a reconquistar a confiança dos líderes empresariais para os negócios. Os números globais de F&A totalizaram US$ 968 bilhões de janeiro a junho um pouco mais do que os 40% de volumes pré-crise em 2007 e os financiadores não esperam um súbito retorno aos intensos negócios dos melhores anos. Mas eles disseram que o feriado de agosto poderia ser seguido por uma expansão até o final do ano, com base em discussões mais ativas com os clientes e, em alguns casos, crescentes conversas sobre futuros negócios.

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