Painel internacional

Bancos britânicos divulgam resultados

BBC NEWS

Exatamente dois anos após a primeira crise de crédito abalar o mundo bancário, os bancos britânicos estão de volta à ribalta esta semana, quando eles reportam os lucros do primeiro semestre do ano. Haverá alguma euforia por causa dos ganhos na divisão de investimentos, mas o quadro não é tão cor-de-rosa em longo prazo. Empréstimos hipotecários e corporativos ruins continuam a se acumular, diminuindo as esperanças de uma rápida recuperação, dizem os especialistas. Na Europa, o chefe executivo do Deutsche Bank, Josef Ackermann, adverte que os bancos ainda não estão fora de perigo. Então, qual a expectativa para os 5 grandes do Reino Unido?

Barclays – O primeiro dos cinco grandes do Reino Unido a publicar os resultados teve lucro antes de impostos de 2,98 bilhões de libras, 8% mais que os 2,75 bilhões de libras nos primeiros seis meses de 2008.
HSBC – O grupo bancário relatou lucro antes de impostos de 2,98 bilhões de libras nos primeiros seis meses de 2009.
Northern Rock – Espera-se que o credor nacionalizado tenha prejuízo, com a permanência das condições difíceis nos mercados hipotecários e de habitação.
Lloyds Banking Group – Perdas com empréstimos provavelmente vão dominar a cobertura do primeiro conjunto de resultados provisórios do novo grupo, arrastando a empresa para uma perda estimada de 5,1 bilhões de libras.
Royal Bank os Scotland – O RBS também pode se beneficiar de ganhos das suas atividades de investimento, mas está menos centrada em negociação de ativos e ações, o que significa que o banco não terá ido tão bem quanto aqueles com grande franquia em negociação de ativos, como o Barclays.

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Mais 5 bancos fecham nos EUA

CNNMoney.com

Os reguladores fecharam cinco bancos regionais na sexta-feira, disse a Agência Federal de Seguro de Depósitos (FDIC, na sigla em inglês), elevando o número total de bancos falidos nos Estados Unidos para 69 este ano. O encerramento dos bancos na sexta-feira custará ao fundo do FDIC US$ 911,7 milhões, elevando o custo total de bancos falidos para US$ 15,13 bilhões este ano. Que se compara aos US$ 17,6 bilhões em todo 2008.

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Produção industrial aumenta na Europa

The Wall Street Journal

O setor industrial do Reino Unido subiu acentuadamente em julho com o impulso na produção e novos pedidos, que puxaram para cima o índice dos gerentes de compra do setor para acima dos 50 pontos pela primeira vez desde março de 2008, revelaram os dados desta segunda-feira. Enquanto isso, os números da eurozona mostraram queda moderada na produção da região em julho, mais do que o esperado, sustentado pelo avanço recorde na Alemanha, conforme revelado pela Markit Economics nesta segunda-feira. O índice de compras da Eurozona subiu de 42,6 em junho para 46,3 em julho.

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Produção na China em alta

A produção da China se expandiu em julho, com o recorde de empréstimos e o pacote de estímulo de 4 trilhões de iuanes (US$ 585 bilhões) alavancando a recuperação na economia que mais cresce no mundo. O índice dos gerentes de compra CLSA da China subiu de 51,8 em junho para 52,8, com ajuste sazonal, o nível mais elevado em um ano, disse hoje o CLSA para os mercados da Ásia-Pacífico, em declaração eletrônica. O índice oficial, divulgado em 1 de agosto, também aumentou. Com sinais de que a recessão mundial pode estar cedendo, os relatórios mostraram hoje que a produção no Reino Unido se expandiu pela primeira vez em mais de um ano, afundando inicialmente menos do que o estimado na Europa, e diminuiu a um ritmo mais lento na Austrália.

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China deve superar EUA como maior produtor

The Wall Street Journal

A China está no caminho para superar os EUA como o maior fabricante mundial muito mais cedo do que o esperado. A questão é, será que isso interessa? Em termos de tamanho atual, a resposta é não. Mas se tamanho identifica a dimensão relativa da saúde da indústria de cada país, a resposta é sim. Quem passeia pelo altar de uma varejista norte-americana poderia pensar que a China já é o maior fabricante mundial. Mas, na realidade, os EUA mantém essa distinção por uma larga margem. Em 2007, ano mais recente para o qual existem dados disponíveis, os EUA contabilizavam 20% da produção mundial.

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