Painel internacional

Brown quer ações coordenadas no G20

Reuters

O primeiro ministro britânico, Gordon Brown, apelou para maior coordenação internacional de forma a garantir que a economia mundial possa voltar a um crescimento sustentado na sequência da crise financeira. “O desafio de construção em Londres e Pittsburgh é atingir um nível de cooperação econômica que nos coloque em boa posição, à medida que avançamos ao longo do próximo ano”, disse Brown em uma entrevista ao Financial Times. “Precisamos ser claros sobre como iremos devolver a economia mundial ao crescimento duradouro – estou pensando particularmente nos países industrializados no que diz respeito aos níveis relacionados de crescimento, mas também obviamente aos elevados patamares de crescimento que as pessoas precisam ver em outras partes do mundo”, disse. Brown falava antes da reunião desta semana dos ministros das Finanças do Grupo dos 20 (clube de nações industrializadas e emergentes) em Londres. A reunião prepara o terreno para a cúpula de líderes do G20 na cidade de Pittsburgh, EUA, nos dias 24 e 25 de setembro.

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Mercado de moedas sofre queda recorde

O volume de negociação de moedas caiu para quase um quarto dos níveis recordes, segundo relatório publicado na terça-feira. Em uma análise dos mercados de balcão, swap futuro e à vista de divisas, o International Financial Services de Londres disse que a negociação média diária caiu de US$ 3,71 trilhões em abril de 2008 para US$ 2,86 trilhões em abril deste ano, cerca de 23%. Incluindo os derivativos não tradicionais e produtos negociados em bolsas, o volume caiu de US$ 4,08 trilhões para US$ 3,1 trilhões, queda de 24%. O declínio generalizado atingiu todas as operações casadas, instrumentos financeiros e regiões geográficas, disseram os analistas. Além disso, o enfraquecimento do comércio mundial devido à desaceleração econômica, declínio das atividades dos fundos de hedge e desalavancagem (financeira) contribuíram para a queda dos negócios.

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Indústria chinesa segue em recuperação

Financial Times

O setor industrial da China se expandiu pelo sexto mês consecutivo em agosto, e para uma alta de 16 meses, de acordo com o índice oficial de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês), uma indicação de que a economia continua a ver uma forte recuperação. A Federação de Logística e Compras da China disse na terça-feira que o índice subiu para 54 no mês passado, ante 53,3 em julho, enquanto a demanda doméstica e os gastos robustos em indústrias pesadas – alimentado por medidas de estímulo de Pequim – estimulou o crescimento. A desagregação do PMI mostra que as novas encomendas, produção, importação e emprego se expandiram, enquanto as exportações mantiveram-se estáveis.

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Retorno dos resgates nos EUA começa a aparecer

The Wall Street Journal

Os contribuintes dos EUA estão recebendo a recompensa pelos trilhões dos seus dólares que as autoridades colocaram em risco na tentativa de salvar o sistema financeiro. Mas eles continuarão tendo que enfrentar as grandes perdas potenciais do resgate, pois o dinheiro permanecerá na contabilidade do governo por muitos anos. As autoridades recolheram bilhões desde o fim do ano passado por meio dos vários esforços de resgate, incluindo os dividendos pagos pelos bancos que receberam capital público, juros de títulos lastreados em hipotecas pertencentes ao Federal Reserve (BC dos EUA) e os pagamentos à Agência Federal de Depósito de Garantias (FDIC, na sigla em inglês) pelas garantias de dívida bancária emitida. O total do retorno está em torno de US$ 30 bilhões, embora seja difícil definir os números, pois cada instituição tem a sua maneira de contar. O Federal Reserve tem mais de US$ 16 bilhões em lucro líquido no primeiro semestre do ano, mais da metade vinda dos vários esforços de resgate. O FDIC registra mais de US$ 9 bilhões em garantia de dívida, e o Tesouro possui mais de US$ 9 bilhões coletados pela receita dos resgates.

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Índice de compras britânico recua

A Grã-Bretanha, uma das primeiras das principais nações industrializadas a mostrar expansão no índice de gestores de compras, agora é a primeira a ter recuado de volta para o território da contração, segundo dados divulgados nesta terça-feira. O índice britânico CIPS/ Markit dos gerentes de compra de produção ficou abaixo da marca de 50 em agosto – marco que divide a contração da expansão – caindo do índice revisado de 50,2 em julho para 49,7 em agosto. As expectativas dos economistas eram de um aumento para 51,5.

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