Painel internacional

China não vai abandonar o dólar

CNNmoney

A China, maior detentora mundial de reservas cambiais oficiais, não tem qualquer intenção de abandonar o dólar, disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros He Yafei nesta terça-feira. Ele falou em uma coletiva de imprensa sobre a próxima visita do presidente Hu Jintao à Rússia, onde vai participar da reunião inaugural dos BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China – em Ekaterinburgo, Rússia, em 16 de junho. O presidente russo, Dmitry Medvedev, e outros disseram que a reunião busca discutir alternativas para o dólar como a principal moeda de reserva do mundo. Mas, questionado sobre o assunto, Yafei disse: “Ninguém está falando em abandonar o dólar. Penso que isso não é realista”. O presidente do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, causou celeuma no final de março, propondo que o direito de saque especial (DES), do Fundo Monetário Internacional, poderia eventualmente substituir o dólar.

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Justiça bloqueia venda da Chrysler

BBC NEWS

A Justiça dos Estados Unidos concedeu um pedido de adiamento da venda da Chrysler à Fiat, enquanto três fundos estatais de pensão da Indiana e um de construção já apelaram contra a decisão. A administração Obama, que apoiou fortemente a operação, tinha solicitado ao tribunal a rejeição do pedido (de adiamento). A montadora italiana Fiat pode legalmente desistir do negócio se ele não for feito até 15 de junho. O tribunal declarou que a venda da Chrysler “permanece dependendo de determinações adicionais“. A Chrysler entrou com o pedido de proteção contra falência em abril, na seqüência de um enorme mergulho nas vendas, trazido pela crise financeira. A Fiat controlaria 20% da Chrysler, enquanto 68% seria detido pelo sindicato, e os governos dos EUA e Canadá, 12%. No entanto, os fundos de pensão, que detêm cerca de US$ 42 milhões dos US$ 6,9 bilhões em empréstimos garantidos, se opõem à venda. Eles dizem que isso inverte a prática habitual de falência e recompensa ilegalmente os credores, como o governo, em detrimento dos credores garantidos. Anteriormente, a administração Obama disse que o bloqueio da operação teria “consequências graves”.

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Exportações na Alemanha cedem 29%

BBC NEWS

As exportações da Alemanha caíram 28,7% em abril, em comparação com abril de 2008, de acordo com o Escritório Federal de Estatísticas. As exportações caíram de 89,5 bilhões de euros no mesmo mês do ano passado, para US$ 63,8 bilhões de euros (US$ 88,5 bilhões). Já as importações caíram 22,9% para 54,4 bilhões de euros. Foi a maior queda desde que a recessão começou (setembro de 2008), sugerindo que a economia tem algum caminho a percorrer antes de se recuperar. A produção industrial caiu 21,6% em abril, em comparação com abril de 2008, segundo o ministério da Economia. Mas a declaração do ministro sublinhou que “a tendência de descida se abrandou visivelmente”. “As chances de que a produção industrial tenha atingido o seu ponto mais baixo tem melhorado devido à estabilização da demanda”, segundo a declaração. Mas analistas não estavam impressionados com os números do comércio. “Vamos ter de esperar mais tempo para uma recuperação das exportações. Os números são decepcionantes”, afirmou Marco Bargel, do Postbank.

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EUA pressionam Europa por testes mais rigorosos

The Wall Street Journal

A administração Obama quer que os europeus coloquem seus bancos no mais rigoroso teste de estresse, para ajudar a assegurar ao público que as instituições sobreviverão se a economia escorregar de mal a pior. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, provavelmente vai discutir a questão na Itália no final desta semana, durante reuniões de portas fechadas com os ministros das finanças do grupo das oito principais nações (G8). Os EUA têm um aliado no Fundo Monetário Internacional (FMI), que na segunda-feira alertou que a recuperação econômica na Zona do Euro pode ser retardada pelos bancos sobrecarregados por ativos ruins.

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Mais testes de estresse nos EUA podem ocorrer

Reuters

Os testes de estresse dos bancos dos EUA devem ser repetidos se a taxa de desemprego subir para além dos níveis assumidos pelas autoridades reguladoras na recente série de exames que proporcionou alívio aos mercados, de acordo com um relatório divulgado por um painel de ajuda na terça-feira. O Painel de Supervisão do Congresso afirmou em relatório que os testes de estresse deveriam ser repetidos periodicamente, enquanto os bancos continuarem a manter “quantidades apreciáveis” de ativos tóxicos. O relatório mensal do painel, encabeçado pela Professora Elizabeth Warren, da Escola de Direito de Harvard, disse que o teste de estresse solicitado pelo Departamento do Tesouro para os 19 maiores bancos dos EUA usou uma abordagem de modelo de risco que, no seu conjunto, era “razoável e conservador“. No entanto, o painel observou que é impossível para alguém que está de fora (do governo) replicar as projeções de perda que formam o núcleo dos testes.

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