Painel internacional

Para Banco Mundial, China deve manter programas de estímulo

Do Voice of America

Depois de se encontrar com líderes chineses, incluso o primeiro ministro Wen Jiabao, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, disse concordar que os países continuem incentivando suas economias, ao invés de procurar estratégias de abandonar os atuais programas de estímulo. Zoellick disse que a China está satisfeita com a sua recuperação, embora os lideres reconheçam que ainda há muitas incertezas. Ele disse aos repórteres em Beijing que não está preocupado com a inflação na China, e concorda que o país deveria manter o curso de suas políticas de estímulo. “As ações da China ajudaram a evitar o pior na crise global, e concordo com seus líderes que é muito cedo para reverter as medidas fiscais e monetárias”, disse Zoellick.

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Brown, Merkel e Sarkozy defendem rigor para bônus bancários

O primeiro-ministro britânico Gordon Brown se juntou à chanceler alemã Angela Merkel e ao presidente francês Nicolas Sarkozy no apelo para que o grupo de 20 líderes imponha regras globais sobre os pagamentos de bônus concedidos pelos bancos. Os líderes das três maiores economias da Europa disseram que os prêmios deveriam ter uma relação “adequada” com os salários fixos e estar ligada ao desempenho dos bancos. “O G20 deve transformar estes princípios em regras obrigatórias” e colocar no lugar “sanções” contra os bancos que se recusarem a aceitar os regulamentos, escreveram em uma carta enviada ao atual presidente da União Europeia, o primeiro-ministro sueco Fredrik Reinfeldt.

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Contração no G7 será “modesta”, diz OCDE

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) previu uma “modesta” recuperação para as principais economias industrializadas do mundo, enquanto reduz suas estimativas de recessão neste ano. A economia combinada do Grupo dos Sete países vai diminuir 3,7% este ano, inferior aos 4,1% previstos em junho, disse a OCDE em relatório publicado hoje em Paris. Isso ainda é a pior crise desde a II Guerra Mundial, e a OCDE alertou que o enfraquecimento dos lucros corporativos, das contratações, rendimentos e mercado imobiliário retardariam a posterior recuperação. “Temos claramente uma recuperação em mãos, que parece ter se materializado um pouco mais cedo do que esperávamos”, disse o economista-chefe da OCDE, Jorgen Elmeskov, em uma entrevista. “Há ainda muita cautela sobre a recuperação, pois há alguns ventos contrários bastante significativos.

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Obama quer discutir reforma da saúde no Capitólio

Financial Times

O presidente dos EUA, Barack Obama, vai convocar uma sessão conjunta do Congresso na próxima quarta-feira, para dar novo impulso em seus planos para a reforma da saúde, buscando superar as amargas disputas que têm atrapalhado o debate durante o recesso de agosto. O presidente quer “definir o rumo” para a aprovação do projeto de saúde no outono, definindo em termos claros que tipo de reforma quer ver aprovada, disseram autoridades do Partido Democrata na quarta-feira. A convocação – no segundo dia de trabalho do Congresso, depois de um verão de lobby frenético, especialmente de republicanos que se opõem aos planos do governo – marcará o retorno de Obama para o centro do debate. Será a segunda vez, desde que assumiu o cargo, que Obama abordará as duas Casas no Capitólio. O presidente havia sido criticado por desperdiçar o seu amplo capital eleitoral na reforma, dando muita autoridade ao Congresso na hora de definir a legislação. “Acho que ele percebe que ele tem que se levantar e mostrar alguma liderança aqui, porque o Congresso está paralisado”, disse Dean Baker, analista de saúde no Centre for Economic Policy Research.

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Emissário dos EUA dialoga com futuro governante japonês

Reuters

O novo líder do Japão e o enviado norte-americano se uniram em torno de um capacete de futebol americano na quinta-feira, quando tentaram dissipar as preocupações sobre a aliança nipo-americana depois da vitória eleitoral do partido de Yukio Hatoyama, que prometeu (na campanha) um caminho diplomático mais independente. A perspectiva da administração do Partido Democrático do Japão, país governado por mais de meio século pelos conservadores, que colocaram a parceria com os EUA no cerne da questão de segurança, tem suscitado preocupações em Washington sobre a inclinação do futuro governo ao distanciamento. A maioria dos analistas não prevê grandes mudanças depois que Hatoyama assumir o posto de primeiro-ministro em 16 de setembro, mas os investidores estão preocupados com um possível caminho rochoso adiante.

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