Painel internacional

Europa volta a crescer no terceiro trimestre

A economia da Europa provavelmente voltou a crescer no trimestre atual (terceiro), depois que os governos gastaram bilhões de euros para tirar a região de fora da pior recessão em mais de seis décadas, disse a União Europeia. A economia da zona do euro pode se expandir 0,2% no terceiro trimestre e 0,1% no quarto, após a redução de 0,1% nos três meses até junho, disse hoje a Comissão Europeia em Bruxelas, atualizando as previsões econômicas. Em 2009, a economia pode encolher 4%, disse a comissão, deixando inalterada a projeção de maio. Empresas européias, como a alemã ThyssenKrupp e a francesa L’Oreal relataram resultados que bateram as estimativas dos analistas, sugerindo que os esforços do governo para incentivar os gastos estão alimentando na economia. O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, mencionou em 3 de setembro um aumento dos sinais de estabilização. Os investidores ficaram mais otimistas este mês e a confiança econômica está no décimo período de alta.

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E mais:

A semana em Wall Street

Operador defende pagamento de bônus

Sarkozy quer incluir bem-estar social no cálculo do PIB

Candidatos ao governo alemão não empolgam

A semana em Wall Street

CNNmoney

Relatórios de fim do rali de alta das ações nos EUA têm sido muito exagerados, com o mês de setembro podendo ser administrado para se evitar o esperado movimento de venda. Uma torrente de notícias econômicas nesta semana pode virar a maré. No plano econômico, o consumidor continuará a frente e ao centro: relatórios da semana falam sobre inflação, vendas no varejo, habitação e pedidos de seguro-desemprego. Estes informes são cruciais para os investidores procurarem sinais de que o consumidor – atingido pelo desemprego crescente, perda de riqueza e crédito mais apertado – estaria começando a se recuperar. Os gastos do consumidor abastecem dois terços do crescimento econômico. Os estímulos do governo e o período de formação de estoques são esperados para ajudar a economia nos próximos trimestres, mas especialistas dizem que os EUA estão em risco de dupla recessão no próximo ano, se os gastos não voltarem.

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Operador defende pagamento de bônus

BBC NEWS

Um operador de Wall Street, que teria recebido o maior bônus de todos os tempos, defendeu os prêmios da indústria. Adam Levinson gerencia dois fundos de hedge no Fortress Investments. A companhia se animou tanto em mantê-lo, que supostamente lhe deu uma fatia de US$ 300 milhões da empresa. “Neste negócio, nossa missão é gerar retornos para os investidores. Se não formos bem sucedidos nesta tarefa, não recebemos pagamento”, disse à BBC World Service. “Se fazemos isso, fazemos”, disse, em seu escritório em Manhattan. Ele não tinha falado com a imprensa desde que ganhou o seu “mega-bônus” – como o jornal britânico The Mirror descreveu – obtido em agosto passado. No entanto, se recusou a abrir mão do seu pacote de remuneração pessoal.

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Sarkozy quer incluir bem-estar social no cálculo do PIB

The Wall Street Journal

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse nesta segunda-feira que a queda da economia mundial mostra que o produto interno bruto é uma forma obsoleta de medir o bem-estar social, e apelou aos países em todo o mundo a adotar as recomendações do relatório do ganhador do Prêmio Nobel Joseph Stiglitz. “Estamos vivendo em uma daquelas épocas em que as certezas desapareceram… Temos que reinventar, reconstruir tudo”, disse Sarkozy, na Universidade Sorbonne. Sarkozy encomendou o relatório no início de 2008, a um grupo liderado por Stiglitz, que incluía o ganhador do Prêmio Nobel Amartya Sen e, depois, o estatístico-chefe da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Enrico Giovannini. “Estatísticas do PIB foram introduzidas originalmente para medir a atividade do mercado econômico”, disse Stiglitz. “Mas eles estão cada vez mais sendo usados como uma medida de bem-estar social, o que eles não são… O suposto de nossa economia é aumentar o bem-estar, e não ser um fim em si mesmo.

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Candidatos ao governo alemão não empolgam

SPIEGEL ONLINE

Os eleitores alemães esperavam que o tão apregoado debate de domingo na TV, entre a chanceler Angela Merkel e seu desafiante do Partido Social-Democrata (PSD), Frank-Walter Steinmeier, daria vida a uma campanha eleitoral morna, que tem sido comparada a uma luta de algodão. As esperanças foram frustradas. Durante os 90 minutos do encontro, anunciado como um “duelo de TV” entre a desapaixonada líder alemã, apelidada de “Mutti” ou mamãe e um grisalho burocrata de carreira estava quase no fim, quando um dos quatro entrevistadores entrou em total desespero: “Vocês são como um harmonioso casal de idosos!” Os dois compartilham o poder desde 2005, com a coligação entre os conservadores de Merkel e PSD de Steinmeier. E, a julgar pela forma como ambos evitaram se atacar no domingo, é evidente que não seriam avessos a prolongar o casamento para outro mandato de quatro anos, após as eleições de 27 de setembro.

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