Painel internacional

Banco da Inglaterra quer estimular liquidez

O presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, disse que os formuladores de políticas estão considerando reduzir a taxa paga às instituições financeiras para a manutenção de reservas no banco central, para incentivar a concessão de empréstimos. “É algo que estamos observando“, disse King aos legisladores hoje em Londres. “Acima de um determinado nível, você pode alterar a taxa em que as reservas são remuneradas. Este pode ser um complemento útil, vamos pensar nisso. Mas não vai ser uma grande mudança. O Banco da Inglaterra paga atualmente 0,5% às instituições financeiras para constituição de reservas no banco central. Embora o Banco da Inglaterra aumente deliberadamente as suas reservas por meio da compra de 175 bilhões de libras (US$ 289 bilhões) de títulos através da chamada flexibilização quantitativa, King diz que não quer que ela vá longe demais. “À medida que nos envolvemos em compras de ativos, ele automaticamente coloca reservas no sistema bancário”, disse. Não queremos reservas desnecessariamente elevadas, e temos encerrado outras maneiras de injetar reservas.

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Investidor alemão mais otimista

Inflação britânica desacelera

Citi quer vender parte do capital

Mundo perde quase 12% de riqueza

Investidor alemão mais otimista

A confiança do investidor alemão subiu em setembro ao mais alto nível em três anos, após a recuperação econômica ganhar força e as ações subirem. O Centro ZEW de Pesquisas Econômicas Europeias disse que o índice de confiança dos investidores e analistas, que visa prever a evolução dos próximos seis meses, aumentou de 56,1 em julho para 57,7 em agosto. Os economistas previram que o índice subiria para 60, mostrou a mediana de 39 previsões da pesquisa da Bloomberg News. A melhora das encomendas às fábricas, exportações e confiança das empresas sugere que o crescimento está acelerando, depois de a Alemanha sair inesperadamente de sua pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, no segundo trimestre. O índice DAX se recuperou 52% desde a queda de março, e atingiu o maior nível em quase um ano na semana passada, com empresas de classe mundial que vão do banco Goldman Sachs à química Bayer registrando lucros melhores do que o esperado.

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Inflação britânica desacelera

BBC NEWS

Um dos principais índices de inflação caiu para o menor nível desde fevereiro de 2005, mostraram as estatísticas oficiais. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) caiu 1,6% em agosto na comparação anual, depois de ceder 1,8% em julho. Mas o Índice de Preços no Varejo (RPI, na sigla em inglês), que inclui os pagamentos de juros hipotecários e os custos com habitação, subiu de -1,4% para -1,3%. O Banco da Inglaterra pretende manter a inflação em 2% para manter tanto os preços como a economia estáveis.

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Citi quer vender fatia do capital

Financial Times

O banco Citigroup pediu aos banqueiros de investimentos que estudem as opções para facilitar a venda da participação do governo de 34% no problemático gigante financeiro. Pessoas próximas da situação disseram que os banqueiros do Citi estão olhando formas em que a companhia poderia levantar capital por meio de uma oferta de ações ou permitir que o governo venda parte do seu capital, adquirido como parte da injeção de ajuda para resgatar o banco.

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Mundo perde quase 12% de riqueza

Reuters

A recessão global de 2008 causou a primeira contração mundial de ativos em gestão quase uma década, de acordo com um estudo que descobriu que a riqueza caiu 11,7%, para US$ 92,4 trilhões. Um retorno aos níveis de riqueza de 2007 vai levar seis anos, segundo estudo da Boston Consulting Group, que examinou os ativos supervisionados por essa indústria. A América do Norte, especialmente os Estados Unidos, foi a região mais atingida, relatando um declínio de 21,8% da riqueza das empresas em ativos sob administração, para US$ 29,3 trilhões, principalmente por causa das perdas com investimentos norte-americanos assumidos em 2008. Os centros de riqueza com isenção de impostos também foram duramente atingidos, como a Suíça e o Caribe, onde os altivos diminuíram de US$ 7,3 trilhões em 2007 para US$ 6,7 trilhões em 2008, uma queda de 8%.

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