Painel internacional

Dólar sobe após declarações de ministro russo

CNNMoney.com

O dólar subiu amplamente nesta segunda-feira, impulsionado pelas observações do ministro das Finanças da Rússia sobre a moeda norte-americana, e de os investidores continuarem a realizar lucros em outras moedas, que se valorizaram acentuadamente desde o início da semana passada. Falando em particular no grupo dos oito ministros das Finanças (que representam o G8) na Itália, Alexei Kudrin, da Rússia, disse que é improvável que o papel do dólar como principal moeda de reserva do mundo mude no futuro próximo. Os comentários aliviaram a preocupação dos bancos centrais ao redor do mundo em terem que diversificar suas reservas cambiais para além do dólar, ao mesmo tempo em que os investidores estão à espera da reunião de líderes do Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC) na terça-feira, para quaisquer outros comentários sobre o assunto.
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Economia do Reino Unido não cresce até 2010

A economia britânica não vai começar a crescer de novo até 2010, e o Banco da Inglaterra pode necessitar expandir o seu plano de impressão de dinheiro para sustentar a recuperação, disse a Confederação da Indústria Britânica (CBI). O produto interno bruto vai cair 0,3% no segundo trimestre e 0,1% no terceiro, e parar de afundar nos três meses finais do ano, previu hoje o maior grupo lobista empresarial britânico. O grupo já previu uma contração durante todo o ano. O diretor de mercados do Banco da Inglaterra, Paul Fisher, disse na semana passada que a Grã-Bretanha não deveria ser “complacente” sobre as perspectivas de recuperação, que pode enfraquecer se os bancos continuarem incapazes para emprestar o suficiente. Os funcionários do banco reiteraram neste mês o plano para imprimir 125 bilhões de libras (US$ 206 bilhões) do total de 150 bilhões de libras autorizados para gastos no Reino Unido.
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Espanha e Grécia puxam desemprego recorde da Eurozona

ELPAIS.COM

O contínuo aumento do desemprego na Espanha e Grécia levou a Eurozona a registrar no primeiro trimestre a maior queda no emprego de todas as séries estatísticas, que começaram em 1995. Especificamente, tal como divulgado hoje pela agência de estatísticas Eurostat, o ritmo de destruição de emprego aumentou para 1,3% entre janeiro e março em relação ao mesmo período de 2008, e para 0,8% em comparação ao trimestre anterior, o que equivale a 1.220.000 de pessoas que deixaram de trabalhar durante este período. No conjunto, foram extintos 1.916.000 postos de trabalho entre janeiro e março na União Europeia, com o número de pessoas empregadas caindo para 223,8 milhões, dos quais 146,2 milhões correspondem à área da moeda única.

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FMI diz que pior está por vir

Reuters

O chefe do FMI questionou na segunda-feira o debate sobre quando voltará os estímulos aos gastos (públicos), dizendo que a economia mundial ainda tem que suportar o pior de uma recessão que cortou um número recorde de empregos europeus. Os 16 países da zona do euro perderam o volume recorde de 1,22 milhão de postos de trabalho no primeiro trimestre, mostraram os dados oficiais. O emprego durante o primeiro trimestre caiu 1,2% em relação ao ano anterior, a queda mais profunda desde que as medições anuais se iniciaram em 1995. Mesmo que alguma forma de recuperação econômica não esteja muito longe, analistas afirmam que o desemprego vai subir nos muitos meses que se avizinham. Salientando a situação frágil da economia global, um influente economista disse que a China não verá uma rápida recuperação, e o ministro das Finanças da Coreia do Sul disse que a economia do país ainda estava deslizando, embora o ritmo tenha se abrandado.

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China ameaça romper negociação com mineradoras

O secretário-geral da Associação de Ferro e Aço da China afirmou que os fabricantes domésticos de aço estão antecipando uma ruptura nas negociações contratuais de minério de ferro. Shan Shanghua disse que a China não vai fazer concessões e irá contribuir para a exigência de redução de 40% a 45% nos preços dos contratos anuais. Shan disse à China Securities Journal, que é impossível que a China permitirá a manutenção de elevados lucros das mineradoras, enquanto que as suas próprias fábricas estão perdendo dinheiro”. No caso do colapso das negociações, disse Shan, a China poderia recorrer às compras no mercado livre, dado que existe uma oferta excessiva de minério de ferro. Em um cenário de catástrofe, a China prefere cortar a produção de aço, caso o suprimento de minério seja afetado.

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