Painel internacional

RBS e Lloyds venderão filiais

BBC NEWS

O Royal Bank of Scotland (RBS) e o Lloyds Banking Group estão vendendo sucursais, em outra grande sacudida no setor bancário do Reino Unido. As vendas foram exigidas pela Comissão Europeia para salvaguardar os interesses sobre a competição após os dois terem sido socorridos pelo governo do Reino Unido. O RBS vai vender 318 filiais, enquanto o Lloyds colocará à disposição mais de 600 unidades nos próximos quatro anos. O banco também confirmou que ficará de fora do regime de seguro estatal. O Lloyds, que tem uma participação de 43,5% detida pelo governo, em vez disso vai aumentar seu capital em 21 bilhões de libras, incluindo 13,5 bilhões de libras em capitalização e 7,5 bilhões de libras em troca de dívida. Mas terá que pagar ao governo britânico 2,5 bilhões de libras para evitar a adesão ao Programa de Proteção de Ativos do Governo (GAPS, na sigla em inglês), que dispõe de seguro estatal para empréstimos tóxicos passados. O RBS, entretanto, confirmou que irá aderir ao sistema revisado – e mais caro -, disse o Tesouro. “Acredito que o que temos aqui é um negócio melhor para o contribuinte”, disse o chanceler (ministro) de finanças Alistair Darling à BBC.

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O Banco Central da Austrália (RBA, na sigla em inglês) aumentou as taxas oficiais de juros do país pela segunda vez em um mês, citando o forte crescimento na China. O RBA aumentou as taxas de juros em 25 pontos base, para 3,5%, mais um sinal de que a recuperação econômica do país continua. Pouco depois do anúncio do RBA, o banco ANZ e o Commonwealth Bank of Australia anunciaram que também elevaram suas taxas padrão de empréstimo doméstico variável em 0,25%. O presidente do RBA, Glenn Stevens, disse que o crescimento entre os principais parceiros comerciais da Austrália na região asiática estavam vivenciando condições “visivelmente melhores”. “O crescimento da China tem sido muito forte, o que está tendo um impacto significativo sobre outras economias da região e os mercados de commodities”, disse Stevens.

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União Europeia aumenta previsão do PIB para 2010

A economia da zona do euro pode se expandir 0,7% no próximo ano, disse a Comissão Europeia, elevando sua previsão mesmo com o déficit orçamentário e fileiras de desempregados inchando ainda mais. A economia dos 16 países que partilham o euro vai retomar o crescimento em 2010 e expandir 1,5% em 2011, após a contração de 4% este ano, disse hoje o comitê executivo da União Europeia em Bruxelas, em suas previsões econômicas semestrais. A estimativa anterior de contração foi de 0,1% em 2010. O déficit orçamentário médio da região aumentará para 6,9% do Produto Interno Bruto no próximo ano e cair para 6,5% em 2011, e o desemprego vai subir em 2011, atingindo 10,9%, o mais elevado desde pelo menos 1995.

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FMI vê progresso no pós-crise

The Wall Street Journal

Os líderes mundiais parecem, pelo menos agora, comprometidos com uma melhor coordenação das políticas econômicas, mas o setor financeiro está retornando muito rapidamente à “normalidade nos negócios”, disse o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional. Dominique Strauss-Kahn disse que, apesar da tentação pós-crise de retornar às políticas domésticas, sente “uma vontade de construir um novo tipo de governança para o mundo”, em que as principais nações colaborariam para o avanço de políticas tanto dos próprios interesses econômicos como os coletivos. Falando na segunda-feira para um grupo de jornalistas em Washington, o ex-ministro das Finanças francês advertiu que espera que esta nova cooperação persista, mas enfatizou que está longe da certeza. “Poderia mudar quase que de uma noite para outra”, disse, sugerindo que os próximos seis meses ou mais serão decisivos.

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Receita da BMW cai 74%

As ações da fabricante de carros alemã BMW caíram acentuadamente nesta terça-feira, recuando depois de a montadora informar um declínio de 74% no lucro líquido do terceiro trimestre, reflexo de como a recessão global dissuadiu as pessoas de comprar carros de luxo. O lucro líquido do terceiro trimestre caiu para 78 milhões de euros (US$ 115 milhões) em relação ao mesmo período um ano atrás. A receita também caiu, 6,6%, para 11,76 bilhões de euros. Analistas consultados pela FactSet Research estavam projetando um lucro trimestral de 39 milhões de euros, com vendas de 11.97 bilhões de euros. O BMW Group vendeu 324.100 carros das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce em todo o mundo durante o terceiro trimestre, 7,2% menos que no ano anterior. “O segmento premium não se beneficiou absolutamente da demanda extra criada por programas financiados pelo Estado, o que resultou principalmente no aumento de vendas de veículos de pequeno porte no segmento de não-premium”, disse a montadora de Munique em comunicado.

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