PIB do agronegócio recua 0,15% no primeiro semestre

Jornal GGN – O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro caiu 0,15% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2014 e somou R$ 1,225 trilhão, de acordo com dados divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, R$ 827,46 bilhões (67,5%) eram referentes ao ramo agrícola e R$ 397,96 bilhões (32,5%) do segmento pecuário. Enquanto a pecuária cresceu 0,53%, o setor agrícola teve queda de 0,47%.

Do lado da agricultura, o segmento da indústria foi o único a decrescer no mês (0,06%), acumulando baixa de 0,19% no semestre. Os segmentos, primário e de serviços registraram expansão no mês, de 0,05% e 0,08%, reduzindo a queda no semestre para 1,55% e 0,18%, respectivamente.

O segmento primário do agronegócio cresceu em junho 0,17%, reduzindo para 0,32% a queda acumulada no semestre. Cenários opostos marcaram os segmentos agrícola e pecuário. Para a agricultura, houve alta no mês 0,05%, mas queda no acumulado do período – 1,55%. Já para a pecuária houve alta de 0,32% no mês e de 1,38% no ano.

Segundo os dados da CNA, previsões positivas nas estimativas sobre produção impulsionaram segmento agrícola em junho. Em contrapartida, os preços seguiram tendência de baixa. Considerando-se a média de janeiro a junho de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado, a expansão no volume foi de 4,84% – em maio esta taxa era de 3,92%. Em preços, a variação anual negativa, em torno de 7%, foi mantida.

O segmento de insumos cresceu 0,22%, e compensando as baixas acumuladas nos meses anteriores, fechou o semestre com expansão de 0,26%. No balanço do ramo agrícola, o cenário foi  de alta no mês 0,04%, mas retração de 0,47% no semestre.

Na pecuária o desempenho foi de 0,53% no semestre. Entre os segmentos, o de insumos e o primário registraram alta tanto no mês quanto no ano. Os serviços cresceram em junho (0,12%), elevando para 0,23% o acumulado no semestre. Já a indústria registrou o pior desempenho, com baixa no mês (0,16%) e no acumulado dos primeiros seis meses do ano (1,38%).

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