Solução do governo só aprofunda a crise financeira do Rio, diz Esther Dweck

 
Jornal GGN – A professora do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e secretária de Orçamento Federal entre 2015 e 2016, Esther Dweck, mostrou que a tentativa do governo federal de controlar financeiramente estados e municípios, por meio de contrapartidas exigidas para oferecer o socorro fiscal só aprofundam a crise.
 
A conclusão da pesquisadora usou dados da União e da Receita Federal para comprovar que a solução proposta pela gestão de Michel Temer jogam “todo o peso” da responsabilidade das contas para a “expansão com gastos de pessoal, culpando os servidores pela crise”.
 
A tese foi defendida durante uma aula pública do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do IMS da Universidade, na última sexta-feira (10). “A Solução oficial passa por uma ampla reforma do Estado, incluindo venda de patrimônio e penalizando servidores”, analisa a professora.
 
 
Segundo ela, políticas públicas de estados, como nas áreas da saúde e da educação, são “intensivas em pessoal” e os fatores conjunturais da crise, em conjunto com a solução apresentada pelo governo, “só tem aprofundado a crise”.
 
“Ao invés de reformar a estrutura tributária extremamente regressiva, os ajustes propostos são todos pelo lado da despesa pública que é a parte com maior capacidade redistributiva”, analisa.
 
Confira a apresentação na íntegra da aula pública de Esther Dweck:
 
 

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3 comentários

  1. Exato! A solução para eles, é
    Exato! A solução para eles, é privatizar tudo para a iniciativa privada, que no final das contas são eles mesmos… Não, estas soluções não têm nada haver com o bem público… Tem haver com o bem privado… O estado é um grande empecilho para o setor privado mais inescrupuloso que sonha tomar conta do estado, ou melhor, ser o próprio estado e comandar o público. Com tudo nas mãos deles, para quê estado? Não haveria mais público, somente privado. Eles poderiam ser o próprio estado e dizer como as coisas devem funcionar para todos nós! Já fazem isso corrompendo os políticos que deveriam representar o público… Ou utilizando de seus grupos de mídia para fazer terrorismo sob a égide de um suposto mercado, que são eles mesmos, que irá nos engolir se não nos ajoelharmos perante eles. Então, na verdade, os grandes corruptos são originários do setor privado… Não do setor público… O público é sim, privatizado, destruido… Para que ele seja privado da maior parte das pessoas e usufruido por uma minoria.. Os recursos naturais.. É o maior exemplo disso… Sem eles, não temos nada… Nas mãos de poucos, eles têm o maior poder… POis como disseram em uma postagem anterior… Dinheiro é só um papel pintado! 

  2. Afinal, o que é público e o

    Afinal, o que é público e o que é privado? Nós poderiamos viver sem ar? Não, então ele deveria ser público e não privado… Nós conseguiriamos viver sem água? Não, então ela não deveria ser privada de nós, ela deveria ser pública a nós… Nós conseguimos viver sem terra aonde nós pdoemos plantar nossos alimentos natural mente e trocá-los por outros de nosso interesse? Não, então ela não deveria ser pública para poucos de nós e privada para muitos de nós, ela deveria ser privada para poucos de nós e pública para muitos de nós…

  3. Eu acho que primeiro deveria

    Eu acho que primeiro deveria haver um processo de desendividamento do estado, diminuindo os juros para um patamar aceitável… Logo depois, analisar os cartéis dos bancos brasileiros, e verificar aonde está havendo crimes de superendividamento da população… COm isso, o crédito voltaria a fluir para o mercado… O endividamento diminuiria com taxas de juros decente para todos… Seja eles pessoas físicas ou jurídicas, e com isso os bancos deixariam de comandar nosso estado e nossa economia com o intuito de aumentarem seus lucros encima do povo… Destruindo uma nação para que assim eles possam permancer como os bancos mais lucrativos do planeta.

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