Varejo ampliado tem melhora em relação a julho

Jornal GGN – O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, registrou crescimento sobre o mês imediatamente anterior, tanto para o volume de vendas (0,6%) quanto para a receita nominal (1,1%). Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, foram registradas variações de -6,8% para o volume de vendas e de 0,2% na receita nominal de vendas. As taxas acumuladas foram de -6,5%, no ano, e de -4,9%, nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de -0,3 % e 0,9 % para a receita nominal, respectivamente.

Segundo os dados divulgados, o desempenho refletiu, sobretudo, o comportamento das vendas de Veículos, motos, partes e peças, que apresentou recuo de 13,3% sobre julho de 2014. As taxas acumuladas desta atividade foram de -15,3%, em sete meses e de 13,1%, nos últimos 12 meses.

Quanto ao segmento de Material de construção, as variações para o volume de vendas foram de -7,1% sobre julho de 2014, e taxas de -5%, acumulada em sete meses, e de -3,5%, nos últimos 12 meses. Em ambos segmentos, os resultados foram influenciados pelo menor ritmo da atividade econômica, menor oferta de crédito e pelo comprometimento da renda familiar.

Na análise mensal, a variação foi positiva (0,6%), após sete taxas negativas consecutivas. Este resultado foi bastante influenciado pelo avanço de 5,1% na passagem de junho para julho de Veículos e motos, partes e peças, na medida que o grupamento de Material de construção voltou a apontar queda (-2,4%), após resultado positivo em junho último (5,3%).

Em termos regionais, a redução de 6,8% ante julho de 2014, foi acompanhada por quase a totalidade dos 27 estados da federação. Roraima, com avanço de 2,7% no varejo ampliado, foi o único que apresentou variação positiva, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho negativo de São Paulo (-5,1%), Rio Grande do Sul (-12,2%), Paraná (-12,2%) e Rio de Janeiro (-5,5%) formam os principais impactos sobre a formação da taxa global do varejo ampliado.

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