O que pensava Renato Janine em 2003

“É PRECISO COLOCAR O AFETO NA POLÍTICA” – Renato Janine Ribeiro, atual Ministro da Educação do Brasil

“Nesta palestra Renato Janine Ribeiro, gravada em 10 de outubro de 2003, ilustra a boa e a má política. Para designar a boa política comenta quatro termos: Democracia, República, Socialismo e Liberalismo. Para a má política o Racismo e o Totalitarismo. Fazendo um resgate do afeto na política, traz fatos históricos do Oriente citando o Barão de Montesquieu em seus livros ‘Cartas Persas’ e ‘O Espírito das Leis’. Neste contexto a sedução vai desempenhar um papel político muito importante. O Ocidente afirma que aqui não há capricho no governo. O governo ocidental segue as leis. O Ocidente, no momento que decide ter uma política imparcial segundo o primado da lei, segundo o império dos direitos, deporta o afeto político para o Oriente, e exclui o afeto da política. Isto vai deixar na política ocidental um déficit, uma dívida muito grande, pois como constata Renato Janine em sua linha de pensamento, nós não somos objetivos e imparciais, mas sim seres subjetivos e parciais”.

Que cada um tire suas próprias conclusões…

https://www.youtube.com/watch?v=EfCNYA7vcyY align:center
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2 comentários

  1. Atitude política já!

    Como o professor Renato assumiu um cargo político, que tal tomar atitudes políticas?

    Uma das primeiras poderia ser colocar os advogados do MEC (em associação com o Ministério dos Direitos Humanos e a Advocacia Geral da União) para defender os professores que estão sendo atacados por “colonistas” (por Paulo Henrique Amorim) de direita, como os hidrófobos Azevedo e Constantino?

    Além de ser a atitude correta nos casos citados, seria uma boa maneira de diferenciar o professor Renato da cúpula petista e seu medo atávico da velha mídia conservadora.

  2. Primeiramente, até pra não
    Primeiramente, até pra não tomar pedradas daquele pessoal que identifica qualquer comentário crítica como comentário contra o governo e cia, eu desejo que o atual ministro seja bem sucedido no cargo e consiga criar um plano de educação pro país.

    Só que, elogios à parte, eu assisti um vídeo dele longo que outro site disponibilizou e tive medo dessa mentalidade “fake hippie fake Ghandi” estar impregnando a esquerda brasileira pra valer, pois a continuar assim basta capitular de vez pra direita. E digo isso porque é o que mais vejo na esquerda, a total falta de reação às investidas da direita agindo como um bando de ovelhas com um discurso que poderia ser enquadrado em alguma seita cristã pacifista. A falta de reação vem de uma certa prepotência e ignorância em achar que esse tipo de postura “zen” se adequa a um país como Brasil ou a maioria dos países nas Américas e Europa.

    O ministro faz um discurso “zen” ignorando a natureza da luta política no país abstraindo-se do quadro em que ele também está inserido (o país). Acho uma postura kamikaze (suicida) a esquerda que prega isso. Não estou defendendo a guerra ou adotar uma postura belicosa simplesmente, mas uma postura mais dura, rígida, firme e que vise à justiça social e não termos de moda usados por certa classe média alta “zen” no Brasil.

    Um dos motivos pro avanço da direita raivosa no país é justamente esse discurso “paz e amor” vazio que é interpretado pela ala belicosa como atitude de bobalhões, panacas ou coisa parecida. Parem com isso enquanto é tempo. Nunca vi qualquer país escandinavo (já que usam tanto os países da Escandinávia como exemplo) usar esses termos vagos, “zen”, pra fazer política. Parece que estamos vivendo um inferno nesse país, com uma direita bolsonarete dum lado e uma esquerda sem norte que fica pregando Jesus, “paz e amor”, Ghandi e os flower power de Woodstock.Isso cansa.

    A atitude do Janine eu não seguirei em hipótese alguma. Dá pra entender porque o PT em SP tomou tanto ‘sacode’ dos tucanos nessas décadas, se pensam assim com esses discursos vazios, não vão tirar os tucanos do poder nunca no governo de SP.

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