Em pronunciamento, ministro da Educação defende urgência da volta às aulas presenciais

Segundo o ministro "a vacinação de toda a comunidade escolar não pode ser condição para a reabertura das escolas"

Milton Ribeiro, ministro da Educação. | Foto: Ministério da Educação

Jornal GGN – O Ministro da Educação de Jair Bolsonaro (sem partido), Milton Ribeiro, pediu o retorno “urgente” das aulas presenciais em todo o país em meio a pandemia da Covid-19, durante pronunciamento em rede nacional, na noite desta terça-feira, 20. 

“Quero neste momento conclamá-los ao retorno às aulas presenciais. O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas gerando impacto negativo nestas e nas futuras gerações”, disse.

Sem autonomia sobre a questão, já que a decisão de retorno cabe aos municípios, Ribeiro afirmou: “o ministro da Educação não pode determinar o retorno presencial das aulas. Caso contrário, eu já teria determinado”. 

A vacinação contra a Covid-19 tem avançado lentamente em todo país, mas, segundo o ministro, “a vacinação de toda a comunidade escolar não pode ser condição para a reabertura das escolas”. 

“Caros pais, estudantes e profissionais da educação não podemos mais adiar este momento. O retorno às aulas presenciais é uma necessidade urgente”, acrescentou.

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1 comentário

  1. O senhor Ministro da Educação deveria, isto sim, ter a decência de não ter feito este pronunciamento, já que a gestão de que faz parte deixou de adquirir milhões de vacinas em tempo hábil, com o que todos os estudantes e professores hoje estariam vacinados, e o retorno às salas de aula seria natural. A não ser que esclarecesse à sociedade em sua fala qual o número de já vacinados, quantos ainda esperam e qual a expectativa da chegada dessas vacinas à comunidade escolar. Que mostrasse estar à frente de uma coordenação de enfrentamento do problema na área da Educação e que estivesse organizando uma volta segura às atividades. E que respondesse quantos professores, alunos e funcionários de escolas públicas e particulares, forçados a retornar sem vacinar em todo o país, como aqui em Uberlândia, adoeceram? Quantos faleceram? São, infelizmente, muitas as mortes a lamentar, e sua conclamação não tem a necessária base científica que a sustente, como creio que seria digno se esperar de um Ministro da Educação. ¨ Cordialmente ¨
    Prof. Arquimedes Diógenes Ciloni
    UFU – Universidade Federal de Uberlândia

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