Caos na saúde não impede Manaus de reabrir serviços não essenciais

Após colapso por falta de oxigênio em janeiro, capital do Amazonas relaxa restrições e reabre academias e outras atividades

UPA José Rodrigues, avenida Camapuã, Cidade Nova, zona Norte de Manaus (Foto: Márcio James/Amazônia Real) - via fotospublicas.com

Jornal GGN – Diversas capitais brasileiras estão aumentando suas restrições para conter o avanço da covid-19, mas Manaus parece seguir o caminho inverso: depois de vivenciar o colapso do sistema de saúde por falta de oxigênio, a capital do Amazonas começa a relaxar as restrições e atividades não essenciais estão sendo reabertas.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a capital governada por David Almeida (Avante) reabriu o comércio, shoppings e restaurantes há uma semana e, na última segunda-feira, permitiu o funcionamento de academias com metade da lotação máxima e durante cinco horas diárias (de 6h às 11h).

A cidade também liberou o funcionamento de serviços de beleza em domicílio, obras de reparo e manutenção em prédios, além do funcionamento das indústrias e da construção civil – ou seja, a cidade praticamente voltou à rotina de aglomerações, congestionamentos e descumprimento dos protocolos sanitários.

Depois de ver seu sistema de saúde entrar em colapso por falta de oxigênio no mês de janeiro, a cidade de Manaus registra uma taxa de ocupação de 88% dos leitos de UTI exclusivos para covid-19, e cem pacientes aguardam por uma vaga nos hospitais públicos, enquanto outros pacientes foram levados para outros Estados em busca de tratamento.

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