Assassinatos em massa

Por Claudia

Nassif

Uma TV israelense transmitiu ao vivo o desespero de um médico palestino, Dr. Abu El-Aish, pacifista que trabalhou em Israel e acabara de ter sua casa bombardeada. Era comum sua participação pelo telefone contando a situação em Gaza. Suas três filhas morreram e outras duas foram feridas.

Clique aqui.

O vídeo está no you tube, em hebraico com legendas em inglês:

Por Sofia

O nível de crueldade já passou todo e qualquer limite à chacina promovida pelos governantes de Israel.

Uma guerra é promovida por uma única pessoa que ordena e amedronta. Por conivência os demais seguem por falta de coragem de dizer não.

Ataques a localidades onde 700 refugiados estavam, levaram oficiais da ONU correrem para salvar sacos de alimentos em meio às chamas, ataques a antenas de transmissão de mídias, pacientes em hospitais forçados a saírem em fuga de ataques a estes prédios!, denúncia de que os soldados estão usando armas proibidas, fazendo ataques indiscriminados demonstram desespero: não adianta ter armas poderosas contra pessoas apaixonadas pela defesa de sua vida e autonomia, dignidade.

É isto que Israel não está entendendo: o povo de Gaza vai morrer por dignidade e autonomia. Uma cultura inteira vai se estinguir lutando para dizer que se reconhece como cultura, que não aceita ser outra coisa que não ela mesma. Está sendo negado o direito de existir.

Aliás, historicamente, nenhuma luta em que alguém tinha uma idéia e o outro um sentimento de ódio contra esta idéia, fez florescer algo mais do que violência profunda.

A ação da comunidade internacional é quase inócua porque, equivocadamente, todos estão se mobilizando para defender Gaza como país, território, localidade: “genocídio, crime de guerra” etc. quando na realidade a mobilização deveria ser por Autonomia humana, Dignidade Humana, Respeito Humano. Esta questão toca a toda a humanidade como tal.

Cada vez que se mata uma cultura, toda a humanidade fica mais pobre.

A questão em Israel e Gaza é que Israel foi tomada por governantes ignorantes do profundo significado de vida e civilização e, com isto, pretenderam criar uma nova lógica de entender o significado da palavra civilização. Como se trata de uma lógica invertida da própria vida, o que estes governantes conseguiram foi levar Israel como povo e país à criação de bactérias e vírus dentro de uma sociedade mundial de fraternos, que deveriam buscar meios de conviver dentro de um mesmo espaço. Assim como Gandhi mencionou: os judeus deveriam ficar felizes por terem um lugar para se referenciar e ao mesmo tempo outra para dizer que nasceram ali. Assim, aos que tivessem nascido na França seriam também franceses.
http://www.kamat.com/mmgandhi/mideast.htm

Esta idéia de posse, de que tudo é mercado e pode ou ser comprado ou vendido, é abominável e deve ser extinta. E isto somente vai ocorrer quando cada um de nós disser não à Barbárie.
http://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/outrage-as-israel-bombs-un-1380407.html
http://www.boston.com/bigpicture/
http://www.informationclearinghouse.info/article21778.htm

Por Andre Araujo

Um acordo assinado ontem em Washington entre as Chanceleres dos EUA e de Israel, Condy e Tpizi, poderá levar ao cessar fogo unilateral em Gaza. A base do acordo é o controle conjunto do contrabando de armas para o Hamas na fronteira egipcia, o que causou o grande drama do conflito, a morte de dez israelenses.

Quanto à morte de 1.1.50 palestinos e à existencia de 5.000 feridos, nada foi mencionado no acordo, tampouco como remover os entulhos do que restou de Gaza.

Por outro lado está havendo um grande debate em Israel sobre os gastos da ofensiva de Gaza, algo como 700 milhões de dolares, o que está irritando particularmente a opinião publica israelense. Gastar tanto no meio de uma crise mundial merece justificadas criticas.

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31 comentários

  1. Nassif,

    É com imensa
    Nassif,

    É com imensa tristeza que vejo os orgãos de imprensa assitirem a esse mssacre como se fosse uma guerra. Nassif isso é pior do que o massacre aos judeus na 2a guerra. Esse massacre é ao vivo, tratar isso como uma guerra é no mínimo patético. Uma potência militar praticando tiro ao alvo, fazendo treinamento real contra uma multidão de pobres num corredor “polonês”. Garanto que as pessoas de lá preferiam um bomba atômica para acabar com o sofrimento de uma vez e não ficar humilhando e matando aos poucos. Enquanto isso o mundo assiste de braços cruzados. Que tristeza!!!

  2. Palavras de David Ben-Gurion
    Palavras de David Ben-Gurion – Primeiro chefe de governo de Israel, de 1948 a 1953.

    “Há agora a necessidade de uma reação forte e brutal. Precisamos ser precisos quanto ao tempo, lugar e quanto àqueles que atingimos. Se acusamos uma família, temos que atingí-la sem piedade, mulheres e crianças incluídas. De outra forma, não será uma reação efetiva. Durante a operação não há necessidade de distinção entre culpados e não-culpados”.

    Do livro “Limpeza étnica na palestina”, página 69.

  3. Albert Einstein uma vez foi
    Albert Einstein uma vez foi convidado para ser presidente do Estado de Israel. Cargo ocupado atualmente por um carniceiro que ganhou o prêmio nobel da paz.

  4. Noticia sucinta, economica e
    Noticia sucinta, economica e muito aquém do genocídio que o povo palestino está vivendo neste momento.

    Esperava mais contundência. Mais inconfomidade. Menos distração.

    Saudações!

    Manda bala!

  5. Agora multipliquemos o
    Agora multipliquemos o sofrimento desse médico por mil (talvez um pouco mais, talvez um pouco menos), e teremos uma leve noção da dimensão do horror em Gaza.

    É muito fácil criticar “terroristas” e “homens-bomba” (não os estou defendendo), mas devemos lembrar que a maioria deles (se não todos) tem sua gênese nesse tipo de episódio a que estamos assistindo. Coloquemo-nos no lugar dos palestinos de Gaza. Como crescer e viver sem ódio quando aqueles que mais amamos são assassinados impiedosamente? Como crescer e viver sem ódio se passamos a VIDA INTEIRA vendo o próprio povo sofrer todo tipo de privações, humilhações, preconceitos e ataques?

  6. Se você é contra o massacre
    Se você é contra o massacre que o governo assassino de Israel perpetra no campo de concentração de Gaza e discorda do tratamento que a ONU dá ao problema, pressione a ONU. Site da ONU: http://www.un.org.

    Você também pode aderir ao movimento pela cessação das “hostilidades” (massacre) no campo de concentração de Gaza indo ao site http://www.avaaz.org/po/gaza_time_for_peace/97.php?cl_tf_sign=1. Mais de 522.000 pessoas já aderiram.

  7. O medo de morrer causa mais
    O medo de morrer causa mais consequência do que a morte em si.Ou tbm o falecimento de entes queridos.

    Quem morre se liberta.Quem sobrevive carregará o trauma pra toda a eternidade.

    Guerras sempre deixam vítimas.

    E a pior delas, são as que sobrevivem.

    Portanto, contabilizar mortos é uma ignorância.Contabilizemos as vítimas ”vivas”

  8. Nassif
    Recebi este e-mail de
    Nassif
    Recebi este e-mail de uma amiga de mais 40 anos de Pôrto Alegre
    Se todos pensassem assim não haveria tantas guerras, tanto preconceito e tanto ódio.:
    ZERO HORA – 16 Janeiro 2009
    CONFLITO NO ORIENTE MÉDIO
    Braços dados pela paz

    Diálogo e compreensão foram os principais ingredientes da inciativa que reuniu ontem na Capital líderes da comunidade judaica e palestina do Estado. O encontro ocorreu no Sindicato dos Metalúrgicos e foi promovido pelo Grupo Hospitalar Conceição, que já vinha desenvolvendo um projeto com a temática da paz.

    O presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, Henry Chmelnitsky, e o representante da Federação Árabe-Palestina do Brasil, Sami El Jundi, fizeram os primeiros traços da pintura da Pomba de Picasso, em mais um pedido pela paz no Oriente Médio. O desenho fará parte de uma grande colcha de retalhos – cuja produção está a cargo de um grupo de crocheteiras do serviço de saúde comunitária do Conceição – que será levada ao Fórum Social Mundial.

    Entre os presentes na cerimônia, também estavam a superintendente do Grupo Hospitalar Conceição, Jussara Cony, o secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura, Célio Turino, e o deputado estadual Adão Villaverde (PT).
    Beijo
    Marise

  9. Extraido do jornal Haaretz
    Extraido do jornal Haaretz (http://www.haaretz.com/hasen/spages/1055574.html) de Israel.
    Texto do jornalista judeu Gideon Davi
    Título do Artigo> AS IFD NÃO TEM PIEDADE DAS CRIANÇAS EM GAZA
    (IFD – Forças de Defesa Israelense, Exército de Israel)
    “As crianças palestinas que sobreviverem vão lembrar-se desta guerra. É suficiente assistir o filme maravilhoso de Juliano Mer Khamis, nascido em Nazaré, As crianças de Arna, para entender o que estamos deixando para os que vivem no meio do sangue e da ruína. O filme mostra os filhos de Jenin – que viram menos horror do que o de Gaza – que crescem e se tornam homens bomba suicidas.

    Uma criança que viu sua casa destruída, matarem seu irmão e seu pai, não vai perdoar ser humilhado. A última vez que fui autorizado a visitar a Gaza, em novembro de 2006, fui para a escola infantil Indira Gandhi em Beit Lahia. Os alunos me contaram o que tinham visto no dia anterior, um míssil das forças israelense que atingiu o ônibus da escola e matou sua professora, Najwa Halif, na frente dos seus olhos. Eles estavam em choque.

    É possível que alguns deles, agora, tem sido feridos ou mortos.

    Gideon Davi

  10. Em Gaza-Auschwitz, só faltam
    Em Gaza-Auschwitz, só faltam as cercas de arame farpado(acho que nem são necessárias, pois o exército judeu controla todas as entradas-saídas) e os fornos crematórios. Os dirigentes judeus simplesmente enlouqueceram.

  11. Pelo menos um navio com
    Pelo menos um navio com centenas de toneladas de armas norte-americanas está viajando da Grécia para abastecer Israel.
    Espero que a carga de fósforo branco e outras armas químicas proibidas internacionalmente seja menor. Não era Saddam quem tinha armas químicas e biológicas: é Bush e o governo de Israel. Que as usam sobre populações civis, grande parte crianças.
    O fósforo branco em contato com a pele causa queimaduras incontroláveis. A pessoa vai queimando até os ossos.
    Altamente civilizado…

  12. O sangue dos inocente reclama
    O sangue dos inocente reclama por justiça. E, com efeito, como disse o Mestre: “.. de lá não sairás até que pagues o último ceitil”, porque a justiça dos homens falha, mas a de Deus, sequer tarda.

  13. “Interesses comuns poderiam
    “Interesses comuns poderiam existir, com vistas a uma nova ordem na Europa, em conformidade com as concessões da Alemanha e as reais aspirações nacionais do povo judeu”. Este, o argumento da organização terrorista judaica Lehi, em proposta de 1940 à Alemanha de Hitler. Em troca de apoio alemão para expulsar os ingleses da Palestina e do reconhecimento de um estado judeu, os sionistas ofereciam cooperação irrestrita no tocante a sabotagem e espionagem das forças britânicas no Oriente Médio. Vale dizer que a proposta da Lehi, recebida a 11 de Janeiro de 1941 pelo vice-almirante von der Marwitz, adido naval em Ankara, e encaminhada a Berlim posteriormente, sequer recebeu resposta. Nem nazistas compactuariam em sionistas, sionistas estes encarnados hoje em Israel nas pessoas de Ehud Olmert, Ehud Barack e Tzipi Livni. Hezbollah, Hamas e Fatah são as consequências lógicas do horror sionista hádécadas imposto aos palestinos.

  14. “Interesses comuns poderiam
    “Interesses comuns poderiam existir, com vistas a uma nova ordem na Europa, em conformidade com as concessões da Alemanha e as reais aspirações nacionais do povo judeu”. Este, o argumento da organização terrorista judaica Lehi, em proposta de 1940 à Alemanha de Hitler. Em troca de apoio alemão para expulsar os ingleses da Palestina e do reconhecimento de um estado judeu, os sionistas ofereciam cooperação irrestrita no tocante a sabotagem e espionagem das forças britânicas no Oriente Médio. Vale dizer que a proposta da Lehi, recebida a 11 de Janeiro de 1941 pelo vice-almirante von der Marwitz, adido naval em Ankara, e encaminhada a Berlim posteriormente, sequer recebeu resposta. Nem nazistas compactuariam com sionistas, sionistas estes encarnados hoje em Israel nas pessoas de Ehud Olmert, Ehud Barack e Tzipi Livni. Hezbollah, Hamas e Fatah são as consequências lógicas do horror sionista há mais décadas imposto aos palestinos.

  15. Menachem Begin – responsável
    Menachem Begin – responsável pelo atentado ao hotel King David de Jerusalém, em 1946. Tornou-se primeiro-ministro de Israel em 1977. Yitzhak Shamir – mandante do assassinato do conde Bernadotte, enviado da ONU para a Palestina, em 1948. Primeiro-ministro de Israel em 1983 e 1986. Ariel Sharon – comandante no massacre de Qybia, em 1953. Primeiro-ministro de Israel em 2001. Os israelenses só são contrários ao terrorismo não-israelense, a mim me parece.

  16. Camilo Junqueira,

    Já existe,
    Camilo Junqueira,

    Já existe, é pior do que cerca de arame farpado que você ainda vê o outro lado, eles construiram muros que impedem a visão e assim, criam uma sensação de aprisionamento maior ainda
    Sallam Aleikum – Que a Paz esteja com você

  17. No dia 6 de Novembro de 1944,
    No dia 6 de Novembro de 1944, foi morto no Cairo Walter Edward Guinness, lorde Moyne, que desempenhava na administração britânica as funções de ministro residente para o Oriente Médio, sob cuja responsabilidade estava a Palestina. Yitzhak Shamir, futuro primeiro-ministro de Israel, era na época o chefe operacional do Stern e foi quem planejou e ordenou o assassínio de lorde Moyne. Os executores, dois terroristas judeus, Eliahu Bet-Tsouri e Eliahu Hakim, foram condenados à morte e executados. Anos mais tarde, em 1975, por ocasião da troca de prisioneiros entre Israel e o Egito, os dois países concordaram na troca de 20 prisioneiros egípcios pelos restos mortais dos assassinos Bet-Tsouri e Hakim. Realizaram-se então em Israel funerais de Estado, com todas as honras militares, e os dois foram sepultados no Monte Herzl, o cemitério israelita reservado aos heróis e às grandes figuras nacionais, sendo as cerimónias presididas pelo então primeiro-ministro Yitzhak Rabin. O deputado ao Knesset Yitzhak Shamir, mandante do ato terrorista, se encarregou do elogio fúnebre. Nesta altura os diplomatas britânicos deram conta das suas objeções ao reconhecimento oficial prestado por Israel aos assassinos de lorde Moyne, tendo o embaixador britânico em Israel, sir Bernard Ledwidge, declarado que a Grã-Bretanha “very much regretted that an act of terrorism should be honoured in this way”. Israel tomou posição respondendo oficialmente que rejeitava os protestos britânicos e reiterando a sua caracterização dos dois jovens extremistas como “heroic freedom fighters”. Terroristas ontem, terroristas hoje, terroristas sempre. VIDA LONGA A CAUSA PALESTINA!!!

  18. “Os judeus usaram
    “Os judeus usaram metralhadoras, depois granadas e, por fim, facas. Cerca de 250 pessoas foram mortas a sangue frio. Destas, 25 mulheres grávidas tiveram seus ventres abertos e seus bebês massacrados. 52 crianças foram mutiladas sob os olhos de suas mães, mortas e decapitadas em seguida”. Este é um dos relatos do massacre de Deir Yassin, indefeso povoado palestino, perpetrado pelos judeus em 1948. Yawheh, Senhor do Exércitos, deus criado pelos judeus à sua imagem e semelhança, bem que poderia ter dito que a terra a eles reservada se encontrava em Andrômeda ou em outra galáxia ainda mais distante da Humanidade, não?

  19. Nassif e malungos.

    Palavras
    Nassif e malungos.

    Palavras são desnecessárias.

    Basta ver o constrangimento do jornalista.

    É dose.

    Malditos covardes. Tão assassinos quanto o Hamas, ou Bin Laden.

    P.S.: Estou tendendo a passar a chamar o Anarquista de “Sionista”.
    Ou, com licença ao Jabor, de Gardenal.

  20. http://www.haaretz.com/hasen/
    http://www.haaretz.com/hasen/spages/1056185.html

    Na coletiva de imprensa, jornalistas questionam fortemente ministro Livni em Washington como terrorista. Do lado de fora o Code Pink gritava “há um criminoso de guerra neste prédio”

    No site do Code Pink uma mensagem “vamos jogar a guerra na lixeira da história) (http://www.codepinkalert.org//article.php?list=type&type=391)

    Journalist calls Livni ‘terrorist’ during press conference on Gaza operation
    By Natasha Mozgovaya, Haaretz Correspondent and The Associated Press
    Tags: Gaza Strip, Israel News

    Foreign Minister Tzipi Livni had a testy press conference Friday in Washington, D.C., moments after she signed an agreement with U.S. Secretary of State Condoleezza Rice meant to combat arms smuggling to Gaza.

    From the starting moments of the press conference, Livni was beset by a less-than friendly barrage of questions, with a number of journalists asserting that Israel’s military operations in Gaza will only make Middle East peace more distant.

    Some journalists went so far as to compare the Israeli government to that of dictator Robert Mugabe’s Zimbabwe, due to Israel’s decision to bar journalists from Gaza.
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    One of the more tense moments came when one journalist began to quote at length a Human Rights report on the situation in Gaza, before asking Livni to comment on “the murder of innocent civilians in the Strip.”

    When the man was asked to finish his question, he yelled out that Livni had been speaking for an hour and that the journalists weren’t being allowed to ask questions. He then asked since when the U.S. has been hosting “terrorists”.

    To her credit, Livni managed to keep her cool, and expressed her desire to answer the question. When he finished, she answered that Israel “did not want to get involved in the internal matters of the Palestinian Authority, that’s why we left the Gaza Strip unilaterally, but we got terror in return. We try all we can to avoid harming civilians, but it happens.”

    A number of other journalists asked questions that included quotes from the human rights report, asking if Israel needs to be held responsible for the failure of the cease-fire due to the decision to enact a blockade on the Gaza Strip.

    While she was speaking inside, a protest was being held outside the building by an anti-war group calling themselves “Code Pink”, who repeatedly chanted “there is a war criminal in this building.”

  21. A tragédia palestina é
    A tragédia palestina é inevitável a luz dos dados da realidade presente. As ações para que ela deixe de existir são de impossivel realização nos termos da politica internacional atual, frente a duas dezenas de resoluções da ONU sobre o conflito..
    1.Criação de Um Estado palestino, com soberania absoluta sobre seu territorio, sem colonias, bloqueios ou tutleas de Israel ou dos EUA.Entrega a esse Estado dos territorios ilegalmente tomados por Israel após 1948,, basta usar um mapa.

    2.Transformação de Jerusalem em cidade internacional sob administração da ONU, para servir de capital (em areas distintas) aos dois Estados, Israel e Palestina, nos termos da Res.252 da ONU.
    3.Retirada do apoio automatico e incondicional dos EUA a qualquer ação ofensiva do Estado de Israel, bem como do auxilio militar anual de cerca de US$12 bilhões, a fundo perdido ou pelo menos sua condicionalidade.
    4.Retirada das chamadas “colonias”, cerca de uma centena e meia de assentamentos de judeus novaiorquinos em territorio que o proprio Israel reconhece que é palestino.Essas colonias jamais deveriam ter sido autorizadas, não serevem para nada, Israel e os EUA deram todo apoio para que isso ocorresse. Ligando uma colonia a outra existem estradas vedadas a palestinos e que por serem muradas isolam aldeias palestinas e suas populações, isto tudo em territorio legalmente palestino.
    5.Restabelecimento da lei internacional no territorio palestino. Em termos de violações da lei internacional, Israel tem um numero de violações infinitamente maior do que os palestinos, não obedece às Resoluções da ONU ou de qualquer convenção internacional sobre crimes de guerra, prisioneiros, proteção a civis, direitos humanos, direitos territoriais, etc.É um Estado acima da lei mas faz um escandalo quando cai uma pedra em seu telhado.
    6.União dos paises arabes sobre o tema palestino. É uma das maiores fraquezas que prejudicam os palestinos. Jordania, Egito, Emirados, Kuwait, Arabia Saudita foram incapazes de qualquer gesto mais concreto sobre o massacre de Gaza. Particularmente omissos o Rei Abdulla da Jordania, descendente direto de Maomé, casado com uma palestina culta e lutadora e o Presidente do Egito, Hossni Mubarak, um e outro comensais do auxilio americano e que tem relações diplomáticas com Israel. Nem chamaram os embaixadores para consultras, com medo de perder a mesada.
    Mas o fator central cuja mudança seria decisiva e que não haverá é a atitude dos EUA sobre a questão. Eunquanto houver carta branca para Israel nada mudará e tudo indica que assim permanecerá com Obama e Hillary. Mudar isso é obra para um Roosevelt ou um Eisenhower, que tinham um um poder natural, quase imperial, e não para quem caiu de paraquedas na Casa Branca, já está bom demais e não vamos exagerar.
    Hillary e Emmanuel Rabin, ao lado de Obama, totalmentes pró-Israel, já são a sinalização de mudanças apenas retóricas, na pratica fica tudo como está, com um pouco mais de charme.

  22. João Saboia Jr: concordo com
    João Saboia Jr: concordo com você e obrigado por me lembrar do muro. Que a Paz esteja também com você e que Deus tenha piedade de todos nós.

  23. Nassif
    No Estadão de amanhã
    Nassif
    No Estadão de amanhã (18.01) tem uma pequena notícia em pé de página, onde se lê: “Rebeldes Ugandenses do Exercito de Resistência do Senhor (LRA) massacraram 620 pessoas e sequestraram 160 crianças nas últimas 3 semanas, na República Democrática do Congo, denunciaram a Human Rights (HRW) a Ong Justiceplus. Os massacres seriam uma resposta aos recentes ataques do Exercito às bases rebeldes”. Alguem por acaso se interessa por isso? Alguem tem algum link que mostre algum video?
    Eu sei que vai ser difícil, pois os mortos são negros e os genocidas são muçulmanos e não judeus!!!
    Mas, se alguem tiver, mande por favor.

  24. ” Quem morre se liberta…
    ” Quem morre se liberta… Guerras sempre deixam vítimas. E a pior delas, são as que sobrevivem.”

    Pois é anarquista, os Nazi-Fascistas e seus aliados Japoneses afirmavam a mesma coisa: Qdo matavam, na verdade (deles) Não estavam matando Etíopes, Judeus, Ciganos, Eslavos, Chineses etc. Na verdade (deles) estavam “fazendo o favor de libertá-los”. Definitivamente…

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