Irlanda, o ex-tigre europeu

Coluna Econômica – 08/02/2009

Até meados do ano passado, a Irlanda era apontada como o grande exemplo a ser seguido pelo Brasil. Nos anos 80, procedeu a um forte ajuste fiscal. Depois, a um estudo sobre os novos setores da economia. Identificou os mais promissores e montou uma plataforma de exportação para toda a Europa.

Durante anos seu PIB teve crescimento asiático.

Agora, o país naufraga. Grandes multinacionais estão transferindo suas unidades para países do Leste Europeu. Seu sistema bancário está em pandarecos; o desemprego pode chegar a 12% até o final do ano. Primeiro país da Europa a ser considerado AAA (a melhor classificação) pelas agências de risco, agora começa a ser rebaixado. O déficit público poderá chegar a 9,5% em 2009.

***

O modelo irlandês de exportações começou a ser moldado nos anos 60. Em 1986, a relação dívida/PIB era de 116% e o déficit público nominal de 7% do PIB. Eleito primeiro-ministro, Charles Laughey deu início a um forte ajuste fiscal, com a eliminação de 10 mil empregos públicos e corte de 16% nos gastos da conta capital. Em 1987 o país já tinha superávit primário (sem contar os juros) e dez anos depois superávit nominal.

A partir de 2.000, houve redução significativa na tributação de pessoas físicas e jurídicas. A Irlanda passou a ostentar uma das menores cargas tributárias da Europa. Parecia que se tinha chegado ao desenvolvimento.

***

Em outubro do ano passado, o economista Glauco Arbix (ex-presidente do IPEA) terminou um trabalho analisando o modelo tecnológico de sete países – para servir de subsídio a futuras políticas tecnológicas brasileiras.

***

Além do ajuste fiscal, Irlanda fechou um pacto de desenvolvimento de todas as forças políticas do país, em torno do National Economic and Social Forum, o National Competitiveness Council e o National Economic and Social Council.

O modelo foi muito bem sucedido, até que os custos de produção interno se tornassem excessivamente elevados, quando comparados aos da China e do Leste Europeu.

Aí começaram a aparecer as fragilidades do período anterior, conforme mapeado pelos estudos conduzidos por Arbix:

1. As multinacionais transformaram a Irlanda numa plataforma exportadora. Mas as empresas irlandesas continuam pequenas, têm produtividade baixa e são pouco internacionalizadas.

2. A mão-de-obra irlandesa é educada. Mas a tradição de pesquisa básica em ciência e tecnologia é muito pequena e recente. As universidades irlandesas, mesmo contando com a ajuda de Institutos de Tecnologia enfrentam sérias dificuldades para orientar suas atividades para cursos de pós-graduação modernos, capazes de enfatizar o empreendedorismo e a interação com as empresas.

3. As multinacionais fazem P&D, ainda que timidamente. Os programas governamentais de atração de centros de pesquisa dessas grandes empresas ainda não deram os frutos esperados.

***

O que mostra que ajuste fiscal pode ser condição necessária, mas não suficiente para levar ao desenvolvimento sustentado.

Aqui, três trabalhos para entender essa discussão.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

25 comentários

  1. Uma coisa é uma coisa e outra
    Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

    A matriz da multinacional SERASA fica na IRLANDA. A SERASA vende

    serviços de trancamentos nos cadastros de brasileiros, em conjunto com

    o SPC (que seria do Banco do Brasil).

    Alguns desses trancamentos provêm de erros crassos, mas em geral a

    SERASA se livra de pagar por esses erros.

    Antes, a clientela da SERASA era constituida de empresas privadas,

    mas de uns tempos para cá deram de sair notícias nos jornais dizendo

    que dívidas a governos também vão cair na malha dessas trancadoras de

    cadastros. O mais engraçado é que ninguém chia.

    Se o governo não consegue cobrar de quem deve, significa que pode

    fechar suas portas, porque então não é governo. Não tem poder – e o

    poder é inerente a qualquer governo.

    Imagino que lobistas devem estar trabalhando duro, suando a camisa,

    para que a SERASA venha a fazer o que todo órgão público já pode

    fazer por si mesmo, que é atezanar a vida do contribuinte, seja ele

    devedor, ou não. Definitivamente, o Brasil não é um país sério.

  2. A renda per capita deles está
    A renda per capita deles está em US$64.000; digamos que caia drasticamente para US$30.000. Pobrezinhos. Os nossos jornalistas às vezes esquecem onde moram.

    A Irlanda tem 4 milhões de habitantes. A Islândia 200 mil. É natural que suas economias sejam mais afetadas e estejam mais sujeitas a variações. Talvez tenha faltado a seus governos o bom-senso de pensar como pequenos.

  3. Vivemos anos de festa dos
    Vivemos anos de festa dos privatistas, cada republiqueta que alçava vôo durante o boom era festejada como mais um exemplo para os “atrasados”, “caipiras”, “viúvas do comunismo” e outros epítetos desqualificadores serem esquecidos e embarcarmos de vez na “irreversível” globalização, agora na ressaca desta grande esbórnia os arautos ficam calados enquanto um a um seus antigos exemplos vão se desmanchando na insignificância que sempre representaram. Enquanto o modelo neo liberal naufraga nos grandes centros, aqui no ES o governador Paulo Hartung anuncia a venda do BANESTES para o BB, tal qual o seu colega Serra de SP tenta disfarçar uma privatização como venda para uma empresa estatal, não adianta mudar de partido esta no DNA tucano o vicio em torrar patrimônio público, o irritante é se fazer isso sem se discutir com a sociedade, a simples eleição para o governo não é uma “licença para matar”, o patrimônio público foi construído ao longo de décadas não é possível que um simples representante temporário tenha o poder para detonar em minutos o que toda uma coletividade levou tanto tempo para construir.

  4. Irlanda o tigre europeu está
    Irlanda o tigre europeu está se transformando numa jaguatirica, o mesma coisa
    o FHC quis fazer com o nosso Brasil, apoiado em peso pelos jornalões e a
    classe empresarial entreguista.
    Lembra-se da Petrobrax, exemplo mais recente, foi a compra pela monsanto
    de uma empresa de biotecnologia brasileira que criou a cana transgenica cujas ações, pertenciam parte ao grupo votorantim e parte o BNDES,

  5. “Primeiro país da Europa a
    “Primeiro país da Europa a ser considerado AAA (a melhor classificação) pelas agências de risco, agora começa a ser rebaixado.”

    Quanto mais eu leio sobre as agências de risco, mais fico revoltado.

    Eles são incapazes de prever um risco real — agem apenas reativamente — e ainda assim têm o poder de conduzir a economia mundial.

    Os EUA, o epicentro da crise, ainda merecem o AAA?

    http://www.knoxnews.com/news/2009/Jan/25/does-us-deserve-its-aaa-credit-rating/

  6. “Grandes multinacionais estão
    “Grandes multinacionais estão transferindo suas unidades para países do Leste Europeu.”

    “O modelo foi muito bem sucedido, até que os custos de produção interno se tornassem excessivamente elevados, quando comparados aos da China e do Leste Europeu.”

    Estatais fortes, como existem no Brasil, não seriam um bom freio a esse processo? Também não ajudariam no sentido de desenvolver pesquisa?

  7. Francamente, essas agências
    Francamente, essas agências de risco também deveriam sofrer análise e classificação.
    Impressionante como o chamado neoliberalismo hipnotizou os supostos especialistas.
    O maior exemplo é o caso dos EUA que, hoje vemos, tinha sua imagem baseada em pelo menos uma mentira, uma gigantesca bolha especulativa. Sobre isso, há um video humorístico ótimo que pode ser visto em http://governancaefinancas.blogspot.com/2009/02/mercado.html

  8. Creio que é uma questão de
    Creio que é uma questão de gestão da modelo escolhido, tudo é assim.
    Há momentos em que é necessário fazer a inversão, principalmente quando não se tem controle de fatores determinantes.

    No Brasil estamos passando por um problema de gestão com o COPOM não sabendo se adaptar a nova realidade econômica e ter desprezados os riscos da crise financeira no mercado fianceiro americano.

    No momento o COPOM está muito lento no processo de derrubar os juros da selic, o que pode levar o Brasil para uma profunda depressão econômica, apesar de ter todas as condições de ficar ainda mais forte nesta crise econômica interncional.

    O COPOM está conduzindo a Política Monetária como se nada estivesse acontecendo, mantendo um polítca de ajuste gradual dos juros da Selic.
    Tudo depende da gestão, de adaptar a Politca Monetária e restante da Política Econômica a crise econômica internacional.

    E tudo indica que o fundamental é deixar de lado a ordotoxia moentária, para ajustar a constas públicas interna e externa a nova realidade da liquidez internacional.

  9. Creio que a correção cambial
    Creio que a correção cambial ocorrida após a quebra do Lehman Brothers melhorou as condições da empresas instaladas no Brasil.

    É necessário defender o atual patamar de câmbio, para evitar problemas nas contas externas e viabilizar a recuperação do equilíbrio nas contas correntes com aumentos do superávit comercial.

    O BACEN precisa deixar claro que abandonou definitivamente a loucura de querer financiar o déficit em conta corrente com investimentos estrangeiro direto e com empréstimos no mercado internacional.

  10. Nassif,

    como é que tem
    Nassif,

    como é que tem idiotas nesse mundo que tentam comparar Irlanda com o Brasil ?

    Ora, comparar o Brasil com a Irlanda ou mesmo com a Nova Zelândia (que na década de 90 era a menina dos olhos dos privatistas) , é como comparar um continente com um bairro. Isso, Irlanda e Nova Zelândia são reles bairros de alguma cidadezinha do Brasil.

    O mesmo vale para aquela carnificina Israel x Palestina: 5 milhões de covardões atacando 1,9 milhões de favelados. Só. Essa turma tem é jornalista demais sem serviços.

    Isto é o mesmo que comparar uma bicicleta com uma carreta: ambas podem levar alguma carga, a bicicleta alguns quilinhos e a carreta algumas toneladinhas …

    É óbvio que uma Irlanda ou uma Nova Zelândia pode tomar determinadas medidas que revertem rapidamente uma recessão para o progresso. Já no Brasil, medidas assim podem estragar o progresso em outros bairros / cidades / estados e por isso tem que ser bastante sensatas e bem pensadas.

    Parece que esses comentaristas não sabem fazer contas .

  11. Há um outro ponto que deve
    Há um outro ponto que deve ser lembrado : a Irlanda só não derreteu de vez porque pertence à zona euro, ao contrário da Islândia, também avaliada AAA e agora estatelada no chão. Leia-se a matéria desta semana na Economist http://www.economist.com/world/europe/displayStory.cfm?story_id=13059781

    Aproveito a deixa para festejar os 10 anos do euro, o qual, foi copiosamente ridicularizado quando entrou em circulação pela mídia brasileira que só ouve os gringos e por grandes economistas tucanos que ainda gozam de grande credibilidade em Pindorama. Leia-se as tacanhas considerações de Gustavo Franco na Veja de 11/10/2000 : « O euro e o esperanto », http://veja.abril.com.br/111000/em_foco.html e os artigos patéticos de Luiz Carlos Mendonça de Barras na Folha, na mesma época, proclamando o irremediável « o fiasco do euro ».

  12. Um país minúsculo e ainda
    Um país minúsculo e ainda dividido em 2.

    Seus 5 milões de habitantes estão DIVIDIDOS uns 3 500 milhões pra cá, e uns 1 500 milhões´pra lá,serve de parâmetro pra que?

    Em primeiro lugar:

    Qual das Irlandas faliu? Foram as duas?

    Em segundo lugar:

    Passa mais gente na rua direita em SP, do que TODOS os habitantes das duas Irlandas.

    Adnimistrar uma rua é muito mais fácil que administrar um país.E um país dividido em dois( inclusive com capitais diferentes)São duas Irlandas mesmo.

    E aí tbm leio que a Islândia queboru.Deve ter umas 5 pessoas que moram lá. E entre essas 5, temos um lésbica que assumiu o poder( ?)Aí sim é notícia.Porque até então tinhamos vários homens gays mandatários.E agora temos uma gay mandatária( parece que é a primeira no mundo)

    Qualquer dia iremos falar de Chipre.Aliás, como anda a economia desse GIGANTESCO país?

    Eu fico abismado com essas comparações inúteis.Deve ser falta de assunto.

    Afinal, o que representa Irlanda,islandia e Chipre somados, pro mundo?

    Zero a esquerda? Não.

    TROCENTOS ZEROS A ESQUERDA.

  13. A questão é que essa crise
    A questão é que essa crise se originou no paradigma que vigorou e adubou as mentes de muitos economistas por aí : de que o que era bom para uma empresa, e seus preços, era bom para o país onde ela estava. O que importava eram os custos. Nessa onda, conveceram muita gente de que o Estado era perdulário. Que não sabia gerir nada com eficiência. Os EUA – maior importador do mundo – foram os grandes patrocinadores desse sofisma. Mercado livre, controlado pelos pseudo-eficientes foi a sua própria ruína. Agora apela para o Estado para que salvem suas peles.
    Como é que fica agora? Esqueceram do Consenso de Washington? As empresas americanas foram procurar custos mais baixos na China e deu uma banana para os empregos no seu próprio país de origem. A escassez de trabalho corroeu lentamente a solidez americana.
    Graças a Deus Lula equilibrou bem mercado interno e externo. E eliminou a privataria. Quem é o gestor temerário agora? Se empresa pública fosse perdulária a Petrobras não seria uma das maiores e mais eficientes do mundo.

  14. Mania de quem gosta de ser
    Mania de quem gosta de ser colonizado,querer comparar o Brasil com outros países. Personal trainer que agora é mais “chic” chamar de body designer é um dos vários exemplos.Como tenho curso de formação em inglês,certa feita fui corrigir a pronuncia de um locutor que pronunciava a palavra all (todo)errada,o anunciante bateu pé que queria daquele jeito.Argumentei que quem ouviria acharia que o erro era do locutor e da empresa que não teria ninguém capacitado para corrigi-lo.Claro,como anunciante,acabou prevalecendo a vontade dele.Um professor meu amigo ligou para “tirar sarro” com a minha cara.Contei o ocorrido e disse que se a empresa fosse minha,eu não contribuiria para ignorância do ouvinte,contornaria a situação.Lembro que rimos muito.Termos técnicos por ser o inglês o idioma universal tudo bem,mas palavras corriqueiras?É muita babaquice,ou melhor,macaquice.

  15. É sempre assim, dorme tigre e
    É sempre assim, dorme tigre e acorda tartaruga.
    Com o casino financeiro internacional o que importa é o “aqui e agora”.
    Caso as coisas piorarem faço as malas e vou embora, sempre procurando um lucro fácil, cheio de subsídios.
    No Brasil temos um tigre chamado Manaus, viraria pó se o governo tirasse os incentivos.

    Tudo isso nos leva a crer que ,uma política de crescimento sustentável certamente não passaria por parceria com o capital “oportunista”.
    Ter apenas indústria “maquiadoras” é sempre um grande risco. O México quem diga, a qualquer hora pode-se transformar na próxima tartaruga.

    Desenvolver uma indústria de tecnologia de ponta é a única maneira do Brasil crescer com sustentabilidade, e em pé de igualdade poder criar um “salão” de maquiagem no quintal dos “outros”.

  16. A condição de ex-tigre, se é
    A condição de ex-tigre, se é que a Irlanda possa ser assim denominada, não é algo que nenhum país deva se envergonhar. A Irlanda era tradionalmente conhecida até meados dos anos 80 como um dos rincões mais atrasados da Europa. Cresceu rapidamente e proporcionou aos seus cidadãos uma qualidade de vida extraordinária, ao ponto de liderar uma lista mundial sobre qualidade vida em 2005 feito pela Economist. Se já não cresce tanto como antes, talvez isso deva ao fato que o PIB per capita da Irlanda já se encontrar entre os mais altos do mundo.

    Não li o estudo feito pelo Glauco Arbix, mas as supostas “fragilidades” sublinhadas por você não parecem ser derivadas do ajuste fiscal que tanto parece lhe perturbar, aliás muito pelo contrário.

    Mas é evidente que nada tem a ver com o ajuste fiscal. A coluna diz que o ajuste fiscal é condição necessária mas não suficiente para projetos de desenvolvimento. Ou seja, quando se pensa um país tem que ser de forma ampla, e não focando apenas as contas públicas. Dizer isso não significa afirmar que o equilíbrio das contas públicas não seja relevante.

  17. Até concordo com você. Só que
    Até concordo com você. Só que falar que o país tem que ser pensado de forma ampla é uma declaração tão genérica e óbvia que dificilmente alguém seria contra. O que interessa é saber o que você entende por “pensar de forma ampla”. Por exemplo, nesta linha de pensamento você acha que o Banco Central deva ser independente ou não? Aliás, por falar em banco central, na página do Banco Central da Irlanda você irá encontrar a seguinte frase:

    “The Central Bank became part of the Economic and Monetary Union (EMU) in Europe in 1999. The national central banks of the euro area together with the European Central Bank (ECB) form the Eurosystem. The primary objective of the Eurosystem is to maintain price stability in the euro area. This is the most effective means by which Eurosystem monetary policy can support economic growth in the national economies of the member states.”

    Me parece muito razoável como parte de um projeto de desenvolvimento, concorda?

    Cumpre lembrar que o projeto de desenvolvimento tem sido extraordinariamente bem sucedido, já que a Irlanda encontra-se inequivocamente entre as nações mais desenvolvidas do mundo. Um longo caminho percorrido pela ilha esmeralda.

  18. Nassif,dá uma olhada no
    Nassif,dá uma olhada no Chile,o” Anel da Coroa”do Neoliberalismo,”Cheque Ouro” do consenso de Washington da America do sul;quebrada na emenda.Faça uma análise do CÁOS que ali se instalou.

  19. Matamba: o mesmo euro que
    Matamba: o mesmo euro que anda salvando a Irlanda é o que está afundando ainda mais a Espanha, país afetadíssimo pela implosão da bolha imobiliária. Definitivamente nada é simples na crise atual.

  20. Luis, Matamba,

    Li o “artigo”
    Luis, Matamba,

    Li o “artigo” do G. Franco na Veja sobre a criação do Euro. Achei magnífico comparar a União Europeia á federação carioca de futebol. Quanta ciência e conhecimento!

    Acho que precisamos procurar mais dessas pérolas do financistas tucanos!

    Abraços,

    Lionel

  21. 08/02/2009 – 17:22

    Enviado
    08/02/2009 – 17:22

    Enviado por: lionel

    Acho que precisamos procurar mais dessas pérolas do financistas tucanos!

    Respondo:

    ”OS finacistas tucanos”’ devem ser campeões.

    porque Lula segue a risca.

    Segue a risca a política ecômica.

    Mas sobre a cartilha da cultura( e aqui não cabe discussão o que é bom ou ruim pro Brasil) Lula teria que renascer umas trocentas vidas pra chegar na sombra dos tucanos.

    E já que é pra chutar o pau da barraca:

    E a dona MARISA( esposa de Lula) precisaria viver umas…umas…umas… acho que ultrapassa ZILHÕES de vidas pra chegar ao dedo mindinho da esposa de FHC( esqueci o nome dela)

    Essa sra. sempre lutou pelo Brasil.com unhas e dentes.

    E a dona Marisa se preocupou com a cidadania italiana.

    seria cômico de não fosse trágico.

  22. É, o anaquista parece que tem
    É, o anaquista parece que tem uma unha encravada com o presidente Lula. Na desavensa sobra até pra Dona Marisa.
    Que picuinha desgraçada.

    A falecida Dona Rute coitada, não pode ser comparada à esposa do Lula, primeiro D. Marisa é casada com um grande homem, falo grande, no sentido pleno da palavra, trata-se de uma pessoa simples, sem sofisticação intelectual, mas, nem por isso, deve ser achincalhada.

    Enquanto a indigitada senhora Rute, era casada com um sujeito arrogante e presunçoso, um personagem simulado, enganoso. Quem sabe, ela não foi antes do dia por desgosto?

    Concordo que a madame Rute era uma paulistana(?) de fino trato, uma intelectual, todavia posso lhe assegurar que Dona Marisa quando partir, irá para o mesmo lugar em que repousa a Dr. Rute Cardoso.

    Abraços. Orlando

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome