O lançamento das bombas atômicas sobre o Japão era dispensável

Enviado por Jns

Do Washington’s Blog

O lançamento das bombas atômicas sobre o Japão era dispensável

A tomada de decisão dos EUA para lançar bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, foi concebida, não para acabar com a Segunda Guerra Mundial, mas para dar o pontapé inicial na Guerra Fria.

As Forças Armadas assinaram um plano para explodir aviões americanos, usando um elaborado plano que envolvia a troca de aviões para colocar a culpa sobre os cubanos e justificar uma invasão em Cuba.

Dick Cheney é o ideólogo e patrocinador da ideologia geopolítica de dominação global e Obama está seguindo fielmente a sua cartilha para intervir na Ucrânia.

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Acreditamos que o comunismo soviético era uma abominação. Stalin, certamente, um tirano, matou ou jogou inúmeros inimigos políticos em manicômios e temos, também, tolerância menor ainda para idiotas úteis que defendem o comunismo como uma força para o bem.

Em suma, odiamos o comunismo da era soviética e Putin dirige a Rússia como se fosse seu brinquedo, com pouca atenção para os desejos do seu povo.

Mas os belicistas americanos também exageram a ameaça russa com mentiras, cometem atrocidades e continuam contando mentiras por cerca de sete décadas.

A América iniciou a Guerra Fria antes do Final da 2ª Guerra Mundial

Joseph Stalin e os soviéticos – mais de 20 milhões russos morreram lutando contra os nazistas na 2ª Guerra Mundial – foram a chave auxiliar para os EUA vencer a guerra contra os nazistas alemães.

No entanto, os EUA começou a investirr contra Stalin – e tratá-lo como inimigo – antes que a Segunda Guerra Mundial tivesse efetivamente chegado ao fim.

As bombas atômicas sobre o Japão foram lançadas com um objetivo: derrotar os japoneses e enviar uma mensagem a Stalin que os EUA estavam no comando.

“Desde que as duas bombas atômicas foram lançadas sobre o Japão, alguns historiadores têm sugerido que as armas tinham um objetivo em duas frentes e que o segundo objetivo foi demonstrar a nova arma de destruição em massa para a União Soviética. Em agosto de 1945, as relações entre a União Soviética e os Estados Unidos se deterioraram gravemente. A Conferência de Potsdam entre o presidente dos EUA, Harry S. Truman, o líder russo Joseph Stalin e Winston Churchill (antes de ser substituído por Clement Attlee) terminou apenas quatro dias antes do bombardeio de Hiroshima. O encontro foi marcado por recriminações e suspeita entre norte-americanos e soviéticos. Exércitos russos ocupavam a maior parte da Europa OrientalTruman e muitos de seus conselheiros esperavam que o monopólio atômico dos EUA oferecesse alavancagem diplomática contra os soviéticos. Desta forma, o lançamento da bomba atômica sobre o Japão pode ser visto como o primeiro tiro da guerra fria” – History.com

 “A decisão dos EUA de lançar bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945 foi concebida para dar o pontapé inicial da Guerra Fria, em vez de acabar com a Segunda Guerra Mundial, de acordo com dois historiadores especializados na área nuclear que dizem ter nova evidência apoiando a controversa teoria.

A morte mais de 200.000 pessoas há 60 anos, através da reação de fissão entre urânio e plutônio, foi feita mais para impressionar a União Soviética do que o Japão. E o culpado foi Harry Truman, o presidente dos EUA, quem tomou a decisão.” – New Scientist 

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A explicação convencional – usar bombas para acabar com a guerra e salvar vidas – não é aceita por Kuznick e Mark Selden, historiadores da Universidade de Cornell em Ithaca, Nova York, EUA.

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Novos estudos lançados sobre arquivos diplomáticos japoneses, soviéticos e americanos sugerem que o principal motivo de Truman era limitar a expansão soviética na Ásia, segundo Kuznick. O Japão se rendeu porque a União Soviética começou a invasão alguns dias após o bombardeio de Hiroshima e não por causa das próprias bombas atômicas, diz ele.

De acordo com Walter Brown, assistente do então secretário de Estado James Byrnes, Truman havia acordado, em uma reunião realizada três dias antes do lançamento da bomba sobre Hiroshima que o mote seria “a procura da paz”. Truman havia sido informado pelos seus generais do exército, Douglas MacArthur e Dwight Eisenhower, e o chefe naval, William Leahy, que não havia nenhuma necessidade militar de usar a bomba atômica sobre o Japão.

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“Impressionar a Rússia era mais importante do que finalizar a guerra no Japão”, afirma Selden.

O secretário dos EUA durante a guerra, Henry Stimson, disse ao presidente Truman que estava “receoso” que o bombardeio aéreo dos EUA sobre o Japão, talvez, não fosse capaz de, plenamente, “mostrar a força da nova arma”. Mais tarde, ele admitiu que “nenhum esforço foi feito e nenhum foi considerado seriamente, para alcançar a rendição sem ter que usar a bomba”. Os seus parceiros de política externa estavam tão ansiosos “para amedrontar os russos com a bomba que o ataque foi realizado espalhafatosamente” . O General Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan que fez a bomba, testemunhou: “Nunca houve qualquer ilusão da minha parte de que a Rússia era o nosso principal inimigo e que o projeto foi realizado com base nisso” – John Pilger.

O professor de Economia Política da Universidade de Maryland, ex Diretor Legislativo na Câmara dos Representantes do Senado dos EUA e assessor especial do Departamento de Estado, Gar Alperovitz, disse:

“Um número crescente de historiadores reconhecem agora que os Estados Unidos não precisavam usar a bomba atômica para acabar com a guerra contra o Japão em 1945. Além disso, este juízo essencial foi expresso pela grande maioria dos principais líderes militares norte-americanos do Exército, Marinha e Força Aérea do Exército nos anos posteriores ao fim da guerra. E isso não foi o julgamento de “liberais”, como às vezes se pensa hoje. Na verdade, os líderes conservadores eram muito mais francos em impugnar a decisão como injustificada e imoral do que os liberais americanos, nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial.”

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“Em vez de permitir o uso de outras opções para acabar com a guerra – como deixar os soviéticos atacarem o Japão com as forças terrestres –  os Estados Unidos apressaram para usar duas bombas atômicas em quase exatamente ao mesmo tempo que um ataque soviético tinha sido originalmente programado para o dia 8 de agosto: Hiroshima foi bombardeada em 6 de Agosto e Nagasaki em 9 de agosto. O momento em si tem, obviamente, levantado dúvidas entre muitos historiadores. As evidências disponíveis, embora não conclusivas, sugerem fortemente que as bombas atômicas podem muito bem ter sido utilizadas em parte porque os líderes americanos PREFERIRAM colocar o fim da guerra com as bombas em vez de aguardar o ataque soviético, segundo o historiador Martin Sherwin, ganhador do prêmio Pulitzer. Impressionando antecipadamente os soviéticos, durante a disputa diplomática, parece provável que tenha sido um fator significativo para o início do que se tornou a Guerra Fria.”

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A perspectiva mais esclarecedora, no entanto, vem de líderes militares americanos da Segunda Guerra Mundial. A sabedoria convencional de que a bomba atômica salvou um milhão de vidas é tão difundida que a maioria dos americanos não fez uma pausa para refletir sobre algo tão impressionante para qualquer pessoa seriamente preocupada com a questão: não só mais os principais líderes militares norte-americanos que pensam que os bombardeios foram desnecessários e injustificados; muitos ficaram moralmente ofendidos com o que eles consideravam como a destruição desnecessária de cidades japonesas e da população essencialmente não combatente. Além disso, eles falaram sobre isso de forma aberta e publicamente.

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Pouco antes da sua morte, o general George C. Marshall defendeu a decisão de bombardeio atômico sobre o Japão, mas na maior parte dos registros arquivados ele aparece repetidamente dizendo que ela não foi uma decisão militar, mas sim um ato político.

O General Dwight Eisenhower disse que “o Japão já estava derrotado e o lançamento da bomba era completamente desnecessário, porque os japoneses estavam prontos para se renderem e não era necessário atingi-los com aquela coisa terrível.”

O chefe de gabinete de Truman, o almirante William Leahy, que presidiu as reuniões da hierarquia das Forças Armadas, afirmou:

“O uso desta arma bárbara em Hiroshima e Nagasaki não foi de nenhuma ajuda material em nossa guerra contra o Japão. Os japoneses já estavam derrotados e prontos para se renderem por causa do bloqueio marítimo eficaz e o sucesso do bombardeio com armas convencionais.”

Americanos fazem campanhas com truques sujos e brutais por mais de 70 anos

Logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, os EUA apoiaram os combatentes nazistas na Ucrânia, numa tentativa de desalojar o controle soviético daquele país.

Além disso:

No final de setembro de 1947, George Kennan pediu a Forrestal para estabelecer um “corpo de guerrilha” – uma sugestão que ele aprovou com entusiasmo – embora os comandantes das Forças Armadas tenham se posicionado contra o estabelecimento de uma “guerra de guerrilha em separado”. Em dezembro, Truman aprovou o anexo secreto NSC 4-A, autorizando a CIA a realizar operações encobertas. Ele havia desmantelado os recursos do Office of Strategic Services – OSS para as práticas de operações secretas paramilitares em setembro de 1945, mas, naquele momento, Truman trouxe de volta a utilização dos serviços mercenários financiados pelos EUA. No verão de 1948, ele aprovou o NSC 10/2, que foi registrado como “medidas de propaganda, guerra econômica, ação direta preventiva, incluindo sabotagem e anti-sabotagem, demolição e evacuação; subversão contra estados hostis, incluindo assistência aos movimentos subterrâneos, guerrilheiros e grupos de libertação de refugiados, e apoio a elementos anticomunistas indígenas dos países ameaçados do mundo livre”. Essas atividades eram para serem realizadas sem comprometer o governo dos EUA para que sempre pudessem fazer uma negação plausível. Em agosto de 1948, Truman aprovou o NSC 20, autorizando operações de guerrilha na União Soviética e na Europa Oriental.

***

Nos primeiros dias de Truman no governo foram aprovadas as orientações sobre a linha-dura anticomunista, a negação dos acordos estabelecidos entre Roosevelt e Stalin, o lançamento provocativo e desnecessário das bombas atômicas e a propagação de uma rede de bases militares ao redor do mundo. Em discurso em Fulton, Churchill aconselhou Truman para combater o comunismo na Grécia, fazer a divisão e a remilitarização da Alemanha, realizar testes continuados cada vez maiores de bombas atômicas e de hidrogênio, para ameaçar a União Soviética, e solicitou que Truman exagerasse propositalmente a ameaça comunista, tanto no exterior como em casa, além de perseguir e silenciar quem desafiasse essas recomendações. Em todas essas questões, com poucas exceções, os Estados Unidos, depois de liberar com sucesso na Europa Ocidental do domínio nazista, passou a sinalizar a agressão de conhecimento geral e provocar o medo entre as nações.

Os EUA também admite que os EUA e a OTAN também usaram falsas bandeiras terroristas em ataques para desacreditar os soviéticos. 

Por exemplo:

  • A CIA admite que contratou iranianos em 1950 para posar como comunistas e fazer atentados no Irã, a fim de colocar o povo contra o seu primeiro-ministro democraticamente eleito.
  • Um ex-primeiro-ministro italiano, um juiz italiano, e o ex-chefe da contra-espionagem italiana admitem que a OTAN, com a ajuda do Pentágono e da CIA, realizou atentados terroristas na Itália e outros países europeus na década de 1950, culpando os comunistas, a fim de conseguir apoio do povo para os governo aliados na luta contra o comunismo no continente.

Um participante neste programa, anteriormente ultra secreto, declarou:

“Civis – homens, mulheres, crianças, pessoas inocentes e desconhecidas, distantes de qualquer jogo político –  tinham que ser atacados. A razão era muito simples: forçar o público italiano a recorrer ao Estado para pedir maior segurança.”

 [ A Itália e outros países europeus, submetidos à campanha de terror americano, haviam se juntado à OTAN antes dos atentados ocorrerem ] – veja este especial da BBC.

  • Como admitido pelo governo dos EUA, em documentos recentemente desclassificados, na década de 1960, os comandantes americanos das Forças Armadas assinaram um plano para explodir aviões americanos (usando um elaborado sistema que envolvia a troca de aviões), para cometer atos de terrorismo em solo americano e, em seguida, colocar a culpa sobre os cubanos, a fim de justificar uma invasão em Cuba. Veja a seguinte reportagem da ABCdocumentos oficiais e a entrevista com o ex-produtor do Peter Jennings, do Washington Investigative para ABC World News Tonight.

Os EUA e a OTAN estão tentando cercar militarmente a Rússia desde 1991

O Presidente George HW Bush prometeu ao líder soviético Mikhail Gorbachev que, se os russos se separassem da União Soviética e dissolvessem o Pacto de Varsóvia, a OTAN não colocaria as suas bases em ex países soviéticos, garantindo aos soviéticos que a OTAN não iria cercar a Rússia.

Da mesma forma, a Alemanha prometeu a Gorbachev que a OTAN não expandiria “uma polegada para o leste”, como explica Andrew Gavin Marshall:

“A queda do Muro de Berlim, em 1989, forçou a retirada negociada da União Soviética da Europa Oriental. A ‘velha ordem’ da Europa estava no fim, e uma ‘nova ordem’ precisava ser estabelecida rapidamente, observou Maria Elise Sarotte no New York Times. Esta ‘nova ordem’ estava programada para promover a ‘rápida reunificação da Alemanha’. As negociações tiveram lugar, em 1990, entre o presidente soviético Gorbachev, o chanceler alemão Helmut Kohl e o secretário de Estado, James A. Baker 3 º, no governo Bush. As negociações procuraram fazer com que os soviéticos retirassem os seus 380 mil soldados da Alemanha Oriental e, em troca, tanto James Baker como Helmut Kohl prometeram a Gorbachev que a aliança militar ocidental da OTAN não se expandiria para o leste. O Ministro das Relações Exteriores da Alemanha Ocidental, Hans-Dietrich Genscher, prometeu a Gorbachev que ‘a OTAN não iria ser expandida para o Leste’ . Gorbachev concordou, embora tenha pedido – mas não recebeu – a promessa por escrito, mantendo-se então um ’ acordo de cavalheiros’.

Bill Clinton quebrou a promessa da América e os EUA continuam perseguido uma campanha intensa para cercar a Rússia desde então.

Em 1997 – como parte da estratégia de cerco – o ex conselheiro de segurança nacional dos EUA e assessor de política de Obama, Zbigniew Brzezinski, convocou os EUA para retirar a Ucrânia para fora da influência da Rússia.

Cheney orientou a política externa dos EUA para a Rússia como uma estratégia de dominação global que é continuada até hoje.

Os EUA também tem exagerado, desde sempre, a “ameaça russa”, a fim de justificar os gastos militares e asua  geopolítica para expandir a influência americana global.

Dick Cheney fazia alegações falsas e exageradas sobre a ameaça representada pelas armas da Rússia até medos da ‘guerra fria’ para justificar os exagerados aumentos nos gastos militares.

Os casos subsequentes de provocação de medo alimentados por Cheney e seus subordinados incluiram:

  • New York Times 1992: “Nosso primeiro objetivo é impedir o ressurgimento de um novo rival, seja no território da antiga União Soviética ou em outro lugar. Nós não desclassificamos os riscos para a estabilidade da Europa a partir de um governo nacionalista na Rússia que possa concentrar esforços para reincorporar as antigas repúblicas que se tornaram independentes como a Ucrânia, Bielorússia e possivelmente outras.”
  • Toledo Blade 2006: “O vice-presidente Dick Cheney acusou a Rússia de prosseguir as políticas antidemocráticas, usando os seus vastos suprimentos de energia para chantagear os países vizinhos.”
  • Wall Street Journal 2008: “O vice-presidente Dick Cheney acusou a Rússia de tentar reinventar a esfera de influência da antiga União Soviética e colocar para trás o avanço da democracia na Europa Oriental. Vamos deixar claro que a expansão da OTAN vai continuar como e onde os aliados decidirem. Os aliados concordaram que essas nações serão membros da OTAN e o tempo para iniciar os seus planos para a ação de adesão chegou.”
  • Telegraph 2008: “Nós acreditamos no direito de homens e mulheres viverem sem a ameaça da tirania, da chantagem econômica, a invasão militar ou a intimidação. Os ucranianos têm o direito de escolher se desejam aderir à OTAN e a OTAN tem o direito de convidar a Ucrânia para se juntar à aliança quando acreditarmos que eles estão prontos e que seja a hora certa.”

Todd E. Pierce – Major aposentado do Exército dos EUA e juiz publicou algumas notas em um artigo de leitura obrigatória: “Cheneyism” has driven U.S. policy towards Russia for decades.

A ideologia de Dick Cheney – dominação global dos EUA – tornou-se um princípio permanente da governança americana, independentemente de quem está sentado no Salão Oval; uma realidade refletida no recente golpe de Estado na Ucrânia.

A formatação final dessa ideologia foi concluida em 1991, com o colapso da União Soviética, quando o mundo foi, então, submetido à eterna dominação militar dos EUA, como foi revelado no vazamento do documento ” Projecto Defense Planning Guidance ” – DPG, desenvolvida por subordinados de Cheney quando ele ainda era o secretário de Defesa no governo do presidente George HW Bush.

Desde então, Cheney foi tão bem sucedido na propagação dessa ideologia de dominação permanente dos EUA no exterior, que ela tornou-se a ‘regra executiva padronizada’ que já sobreviveu em grande parte intacta a várias mudanças de presidentes americanos. É muito mais apropriado atribuir a Dick Cheney o mérito da doutrina e, por isso, ela é conhecida como Cheneyismo.

O Cheneyismo é tão sem precedentes – a maioria dos conquistadores e poderosos conhecidos da história nunca imaginaram nada parecido como o ‘Domínio de Espectro Total’ – que o presidente Obama tem cimentado o legado ideológico de Cheney, ao dar continuidade ao seu unilateralismo e até mesmo expandindo-o.

A ideologia Cheney combina o militarismo em um estado de guerra permanente com um anticonstitucional autoritarismo americano. Também engloba uma agressividade contra adversários do passado, do presente, do futuro e, especialmente, contra a Rússia.

Robert Gates, que foi diretor da CIA, em 1991, escreveu em seu livro de memórias Duty that with the collapse of the U.S.S.R, que “Cheney queria ver o desmantelamento não apenas da União Soviética e do Império Russo, mas da própria Rússia, de modo que nunca poderia voltar a ser uma ameaça para o resto do mundo”

Não surpreende que o presidente russo, Vladimir Putin, concluiu que negar o acesso aos portos russos da Criméia, através do golpe de Estado na Ucrânia, era apenas uma etapa de um plano maior dos EUA para negar à Rússia um meio de defesa naval, assim como ele pode ter visto a Guerra do Kosovo no final dos anos 1990 como um movimento específico contra um aliado russo.

***

Não há praticamente nenhum desvio do núcleo da ideologia de Cheney, ou seja, a busca incessante da total dominação militar global dos EUA, conforme descrito no ‘Defense Planning Guidance’.

O sucesso subversivo de fevereiro exercido sobre o governo democraticamente eleito da Ucrânia, pela secretária adjunta de Estado para Assuntos Europeus, Victoria Nuland, é apenas o exemplo mais recente da política dos EUA que foram primeiramente concebidas e promovidas por Cheney e ideólogos afinados, incluindo o marido de Nuland, o conhecido neoconservador Robert Kagan, cofundador do ‘Projeto para o Novo Século Americano’.

Se havia alguma dúvida sobre a continuação do Cheneyismo sob Obama, as atividades de Nuland – um resquício de 43 anos do governo Bush que foi promovido pela secretária de Estado Hillary Clinton e o então Secretário de Estado John Kerry – mostra que não houve ruptura na política externa com a mudança da administração em 2009.

Conforme revelado por Nuland, não houve um ‘reset’  na política russa por parte dos EUA. O alardeado fim da guerra fria revelou-se um mero subterfúgio e, como Putin assimilou, qualquer objeção ao expansionismo estratégico dos EUA é tratado como ‘terrorismo’ ou ‘agressão’ e torna-se um pretexto para a supressão diplomática, econômica e militar
à ‘ameaça’ aos EUA.

Em 1991, tal como concebido por Cheney e outros ideólogos do Pentágono, a estratégia de constantemente violar a soberania de outras nações tem sido travada tanto por meios militares como políticos, de acordo com Paul Wolfowitz e David Addington.

***

Para Cheney, era como se ele visse a Guerra Fria como tendo sido um jogo para sair como vencedor do concurso para a dominação global. Quando os EUA ‘ganhassem’, todo os países do mundo seriam submetidos à sua dominação global. Como indicado na revista Harper, os Estados Unidos passariam da ação de ‘contrariar as tentativas soviéticas de domínio para garantir a sua própria dominação’.

***

Clinton também preservou as linhas gerais da estrutura e da estratégia que havia sido bem elaborada por Cheney e Wolfowitz. A ideologia de Cheney, de dominação permanente dos EUA, alcançou a sua forma mais pura no governo do presidente George W. Bush, com Cheney atuando como seu influente vice-presidente. Mas o Cheneyismo também manteve uma forte presença nos cinco anos do governo Obama.

***

Os ideais geopolíticos de Cheney tornaram-se o consenso de republicanos e democratas e assumiram um lugar permanente no pensamento político americano ‘mainstream’ e na governança sob Obama.

***

Para um governo estrangeiro antecipar como os EUA vão agir, os seus analistas precisam entender o Cheneyismo como uma ideologia de controle da política dos EUA, assim como os analistas de inteligência americanos estavam mergulhados nas teorias do marxismo e do stalinismo durante a Guerra Fria. Os cidadãos norte-americanos devem compreender os princípios do Cheneysmo como uma ideologia arrogante que tem vasto potencial para consequências desastrosas.

***

A história mosta que, de fato, há um precedente alemão para a ideologia de Cheney que não foi criada pelo nazismo. Os filósofos militaristas, tais como Ernst Junger e filósofos dos direitos autoritários como Carl Schmitt reuniram os seus ideais no ‘Movimento Revolucionário Conservador’, que foi publicado após o fracasso do Exército Imperial Alemão na Primeira Guerra Mundial.

Celebrando a guerra e o autoritarismo, eles acreditavam que a Alemanha era uma ‘excepcional nação da Europa’, destinada a fazer a expansão militar, tanto na Europa oriental como na ocidental. Os revolucionários eram conservadores alemães e não todos se tornaram nazistas, mas eles criaram uma cultura muito favorável ao nazismo. Em retrospecto, eles poderiam ter sido chamado proto-Cheneyitas.

Não são apenas Cheney e Neocons que estão de volta, eles nunca, realmente, partiram.

Os neoconservadores planejaram as campanhas de desestabilização em todo o mundo há 20 anos e Obama está implementando os mesmos projetos atualmente.

Putin não é anjo, mas os americanos precisam alcançar um pouco de perspectiva

Putin não é nenhum anjo e Stalin realmente era um tirano assassino, mas os americanos precisam entender que os EUA e a OTAN têm procurado a dominação do planeta, mesmo antes do término da Segunda Guerra Mundial.

A América precisa ganhar um pouco de perspectiva em relação à doutrina Cheney, que domina a política dos EUA para a Rússia por décadas, e é seguida por Obama com muita aplicação.

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33 comentários

  1. Vikings , Russos , Ucranianos , Americanos

     WashingtonsBlog

    Os Vikings fundaram a Rússia (e daí partiram para outras invasões ). Eles montaram a sua capital em Kiev … a atual capital da Ucrânia. (Vikings bebiam imoderadamente  e esta tradição continuou : “Beber é a alegria do Rus e nós não podemos viver sem este prazer”. Engraçado, mas é verdade que a citação tenha sido feita pelo governante do povo Rus em 987 dC ao  explicar por ue eles não seguiam o Islamismo, que proíbe álcool (no ano seguinte , eles adotaram o Cristianismo … que permitia a continuidade da bebedeira irrefreada).O presidente George HW Bush prometeu ao líder soviético Mikhail Gorbachev que, se os soviéticos se separassem da União Soviética e dissolvessem o Pacto de Varsóvia, a OTAN não instalaria bases militares nos ex-países soviéticos. Isso garantiria que os soviéticos não seriam cercados pela OTAN, mas Bill Clinton quebrou a promessa da América e os EUA têm perseguido uma campanha para cercar a Rússia desde então.O altamente influente conselheiro de Segurança Nacional de Jimmy Carter, Zbigniew Brzezinski – o arquiteto do plano para armar os Mujahadin e atrair a Rússia para o Afeganistão , e depois emissário especial de Bill Clinton para o Azerbaijão e conselheiro dos negócios estrangeiros de Barack Obama -, foi fundamental na mudança das bases de mísseis da OTAN para as nações do Pacto de Varsóvia, argumentando em 1997 que a Rússia não deve ser autorizada a retomar o controle da Ucrânia A Ucrânia é atravessada por dutos de gás natural e muito da geopolítica do mundo é realmente impulsionada pelo gás natural. O ex-presidente da Ucrânia era um idiota corrupto, mas ele foi eleito democraticamente  e as novas caras da política são grandes idiotas também.A Criméia fez parte da Rússia por 250 anos . Os líderes soviéticos não pediram ao povo da Crimeia, da Ucrânia e da Rússia se a Criméia deveria ser transferida para a Ucrânia. Eles fizeram isso através ordens autoritárias e agora, a maioria esmagadora de Crimeanos decidiu – muito mais do que em qualquer eleição presidencial norte-americana moderna – e votou 97% a favor de retornar para a influência da RússiaOs EUA gastaram mais de $ 5 bilhões de dólares para empurrar a Ucrânia para o Ocidente e longe da Rússia.O chefe de segurança da Ucrânia, na época dos motins que derrubou o presidente ucraniano, alega que o novo governo ucraniano estava por trás dos tiros de franco-atiradores, que foram o estopim defintivo para a escalada dramática da violência no país. Por outro lado, a nova coalizão do governo ucraniano acusa a Rússia de implantar os franco atiradores. Não sabemos quem estava por trás dos ataques, mas a violência de atiradores de elite tem sido muito utilizada como uma tática para interromper protestos pacíficos ou para criar uma dinâmica de “mudança de regime”, e ninguém ainda provou de uma forma ou de outra quem foi o culpado. A Rússia pediu uma investigação sobre quem estava por trás da violência porque ela não estava interessada em remover da presidência o seu aliado Víktor Yanukovich.

    • O novo “governo” ucraniano é tudo menos idiota…

      … na gang de Yats & The Rats se não for subalterno ao capital especulativo é corrupto ou neonazista… não se salva ninguém… começando pelo próprio… um Armínio Fraga com cara raspada… autêntico vagabundo desqualificado.

  2. Duvido que os japoneses se

    Duvido que os japoneses se rendessem sem que o Imperador fosse obrigado a se curvar ante uma certeza absoluta de derrota

    O orgulho japones só poderia ser superado pela determinaçao do imperador tido na epoca com um Deus

    Um dos motivos que pesaram tambem no uso da arma nuclear é que a Russia deixou para declarar guerra ao Japão as 45 do segundo tempo ( agosto de 45 !!!! rs ) com o objetivo claro de a partir disso tentar barganhar territorio como fez no leste Europeu.

    O uso da arma atomica no Japão é obviametne uma coisa horrenda mas a guerra é uma coisa horrenda

    E no meu ver ( e muitos acompanham esse raciocinio ) por mais terrivel que possa parecer serviu para poupar um numero ainda maior de vitimas civis do que as que morreram ou sofreram atrocidades derivadas do uso da arma nuclear.

    E horrivel de admitir mas no meu ver um fato …

    • O Imperador não se “curvou”,

      O Imperador não se “curvou”, a manutenção do Imperador, condição japonesa, foi aceita pelos americnaos, mesmo com com bomba. E a participaçã da Rússia na guerra contra o Japão foi acertada com os americanos, burrão.

      • Não…rs
        estou chocado!!!
        A

        Não…rs

        estou chocado!!!

        A participaçao russa foi acertada com os americanos e por isso eles nao iriam considerar a ideia de deixar claro que a Russia nao deveria ousar barganhar territorio japones…

        E isso mesmo?

        E depois de toda essa INOCENCIA voce ainda se acha em condiçoes de chamar alguem de burro…

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        • Foi acertada(até mesmo a data

          Foi acertada(até mesmo a data da entrada soviética na guerra contra o Japão) na Conferência de Potsdam:

          “In June, when preparations for the Potsdam Conference were being made, President Truman asked for a review of these plans. As a result of this review, which produced no new information and a reaffirmation of the importance of Soviet assistance”

          “Thus, when the American delegation left for Potsdam in July 1945, three things seemed clear: (1) Japan could not be brought to unconditional surrender by blockade and bombardment alone. (2) Invasion of the home islands-Kyushu in November 1945 and Honshu the following March-would be necessary. (3) The entry of Russia would facilitate the invasion and was therefore to be encouraged.”

          http://www.foreignaffairs.com/articles/23435/louis-morton/soviet-intervention-in-the-war-with-japan

          Agora pode voltar comer seu capim, burrão.

  3. VIKINGS

    A partir do século VIII ao século XI os Vikings, compreendendo principalmente dinamarqueses e noruegueses, lançaram-se sobre todo o Hemisfério Norte, saqueando vastas áreas com a conhecida voracidade de Genghis Khan.

    [video:http://youtu.be/saaFe2zZYbo%5D

    Os escandinavos invadiram territórios ao longo das Ilhas Britânicas, atacaram o império franco e visitaram até mesmo o Norte de África.

    Eles também se dirigiram para o oeste invadindo a Islândia, a Groenlândia e o que é agora o Canadá, tornando-se os primeiros europeus a pisar na América.

    Os Vikings viajaram para o leste e para o norte da Rússia e, em última análise, emprestaram o seu próprio nome RUS –  nome dos eslavos para eles – a esse grande país.

    A galera Viking não fazia rolezinhos despretensiosos em shoppings, certamente.

    Os traços físicos e sociais permaneceram, apesar da passagem como um raio dos Vikings por locais que se estendem do norte da Terra Nova até a Rússia.

    Clique sobre o mapa interativo para visitar regiões nórdicas e compreender a amplitude das invasões Vikings:

    http://www.pbs.org/wgbh/nova/vikings/diaspora.html

    As imagens foram vikingadas do http://www.superamiches.com/vikings-a-serie-por-sir-vinnie/

  4. Leste da Ucrânia Agora

    Urnas abertas para o referendo em Donetsk e Luhansk

    Ucranianos votam em massa em todas as regiões do leste para referendar a separação da Ucrânia, em 11 de maio de 2014.

    [video:http://youtu.be/ZPRkoZyAmfg%5D

    Luhansk  e Donetsk abriram as urnas pararealizar os  referendos para a votação da independência nas duas regiões. O país, que conta as feridas dos confrontos sangrentos nos últimos dias, ouviu fortes explosões na cidade Slaviansk, há poucas horas antes da abertura das urnas.

    As assembléias, que abriram para a votação em mais de uma dúzia de cidades nas duas áreas, vão fechar às 20h00 (horário local).

    Os habitantes das duas regiões estão comparecendo para votar,  passando por barricadas erguidas nas últimas semanas.

    A questão mostrada nas cédulas é simples: “Aprovar a independência da República Democrática de Donetsk?” e “Aprovar a independência da República Democrática de Luhansk?”

    Perguntado sobre o que acredita que possa acontecer depois do referendo, um estudante de 20 anos disse: “Acredito em até mesmo na guerra.”

    O Ocidente e a Ucrânia estão com receio que, se o resultado for a favor da independência, o país vai passar por uma guerra civil total e será confrontado com a possibilidade de desmembramento.

    As províncias de Donetsk e Luhansk, que estão sob o controle de separatistas, não reconhecem o governo provisório de Kiev que assumiu o poder após a derrubada do ex-presidente Viktor Yanukovych, no final de fevereiro.

    Durante a noite de sábado para domingo, poucas horas antes da abertura das urnas foram ouvidas potentes explosões na cidade  de Slaviansk, que pertence à província de Donetsk e é considerada como um reduto da facção pró-Rússia.

    De acordo com fontes da AFP, por uma hora, aprocimadamente, foram ouvidos  tiros provenientes de armas automáticas em toda a região, incluindo o centro da cidade.

    Pouco antes, ocorreram conflitos na “linha de frente” em Antriifka, na entrada ao sul de Slaviansk que está cercada pelas forças da Ucrânia desde o dia 2 de maio, quando foi lançada uma grande “operação anti-terrorista” contra os separatistas.

    No sábado, o presidente provisório Oleksandr Tourtsinof advertiu que, se avanço pró-russo para a independência ocorrer, em seguida, será dado um passo “para o abismo”, acrescentando que a medida vai destruir a economia da região.

    Os pró-russos decidiram fazer o referendo, apesar de apelo de Vladimir Putin para o seu adiamento.

    Moscou acusa  Kiev de fabricar a crise e o Ocidente acusa a Rússia de dar suporte aos separatistas e enviar forças especiais para o território da Ucrânia.

    EUA: referendos ilegais

    Os Estados Unidos reiterou que não vai reconhecer o resultado do referendo organizado por separatistas pró-russos no leste da Ucrânia.

    Os referendos “são ilegais de acordo com a legislação ucraniana e são uma tentativa de causar divisão e agitação”, disse, em um comunicado, a porta-voz do Departamento de Estado Jen Psaki.

    http://www.tovima.gr/world/article/?aid=594718

  5. Tio Sam

    Jns,

    Bomba atômica é um a aberração, a estratégia geoplítica de dominação global mantida por Tio Sam é outra aberração.

    Repito, estão querendo envergar a Síria, um paiseco, há mais de dois anos e nada, e acreditam que vão conseguir envergar a Rússia. O Pentágono precisa, e com urgência, da presença permanente de psiquiatras, psicólogos,psicoterapeutas, etc…, porque aquilo lá é uma concentração de doido varridos. 

    Depois do recente massacre em Odessa, os estrategistas jênios em guerra resolveram dar uma parada prá arrumar o time, vamos ver quanto tempo durará este intervalo..

  6. 1,2,3… testando!!

    Claro que era dispensável. Mas onde e quando os USA teriam outra chance de testar seu novo brinquedinho bélico?

    Na época eles não tinham o Vietnan. Nem o Iraque, nem o Afeganistão como campo de provas que tem hoje.

     

  7. Acredito que a grande questão histórica do sec. XX …

    …seja os ataques atômicos contra Hiroshima e Nagasaki…

    A) Uma explosão em área desabitada forçariam o alto comando japonês se render? (Hiroito era um “burattino”)

    B) Sem uma rendição quantos americanos morreriam num convencional às principais ilhas do Japão?

    C) 200.000 civis japoneses exterminados (velhos, mulheres e crianças) em troca de uma ameaça velada aos soviéticos atinge qual grau na escala de crueldade? 

    D) Era necessário um ataque ao território japonês ou um bloqueio bastaria?

    E) Na escala de maldade um ataque com bombas incendiárias (Dresden, Hamburgo, etc.) e menor que um atômico?

     

  8. o imperador se curvou, pois

    o imperador se curvou, pois falou e determinou a rendição, seu cargo se tornou honorario e foi mantido no cargo porque McArthur era muito esperto, e manteve ele para acalmar o povo!  uma mudança radical demais elimina-lo!

     

    • A resistência japonesa estava

      A resistência japonesa estava na possibilidade do Imperador ser julgado por crimes de guerra, essa era a principal condição, que foi conseguida mesmo com o lançamento da bomba.

  9.  
     
    Os que ainda acreditam

     

     

    Os que ainda acreditam que as bombas foram usadas para apressar o fim da guerra e poupar vidas tambem devem acreditar em fadas, duendes e outras lendas, o Japão já sinalizava diplomaticamente através de contato com os soviéticos que desejava por fim ao conflito que até então só os antagonizava com os estado unidenses e britânicos, sua única condição era a manutenção do imperador, mas como o artigo bem coloca uma nova guerra já estava em andamento e Hiroshima e Nagazaki foram os primeiros alvos desse novo conflito.

  10. Tipico comentario sem logica.

    Tipico comentario sem logica. As bpmbas já foram lançadas há 69 anos, qual a utilidade de dizer que eram dispensaveiss?

    A origem dos comentarios é alguma fonte das incontaveis usinas de´propaganda anti-americana no mundo, em aos milhares, simplesmente criticam sem indagar porque os fatos aconteceram dessa maneira, o impressionante é que ainda existam esses tipos pelas mesas de bares do mundo, simplificam tudo para um unico denominador, precisamos pichar os EUA sempre, essa turma não se manca e não se cansa, é impressionante.

    • Um desses propagandistas de

      Um desses propagandistas de bar é o prof. Moniz Bandeira, um dos maiores intelectuais do mundo, frequentemente acusado de anti-americanismo por historiadores de botequim, como o senhor Motta Araújo, ignorante de conceitos básicos de finanças que se dedica a escrever livros financeiros.

      • 1.Você é quem está dizendo

        1.Você é quem está dizendo que o Prof.Moniz Bandeira é propagandista de bar, eu jamais diria isso,  tenho todos os livros dele, comprei o ultimo ontem na Livraria Cultura onde está exposto com destaque, o livro sobre o Brasil e o milagre economico alemão é um dos meus preferidos, tenho Moniz Bandeira como um dos melhores historiadores modernos brasileiros, nada tem a ver se ele é ou não anti-americano com sua qualidade de historiador, Hobsbawn é marxista e o considero como o melhor historiador inglês do Seculo XX.

        2.Nunca me apresentei como historiador, sou mero curioso de historia.

        3.Tampouco escrevi livros financeiros, meus livros são apenas observações sobre formação do pensamento economico brasileiro, são livros de politica com minha visão pessoal, não são livros com qualidade academica e nunca pretendi isso.

    • pombas e bombas

      Pré-histórico Historiador

      Respeito os vossos sapientes comentários porque a V.S.ª deve ser a única e profunda conhecedora da História mundial neste espaço.

      Enquanto a V.S.ª – emérito herdeiro de Heródoto e Sículo – revela-se grande pensador e retira toda a verdade universal da própria cachola, eu não pretendo passar de mero e desavergonhado copiador e colador de textos sem moderação.

      Sabemos que, pelas suas perspicazes e recorrentes críticas mordazes, apenas as suas grandes colaborações abrilhantam o blog e, apesar de se levar muita à sério, as suas postagens devem tornar este espaço mais humorado, dinâmico, interessante, culto, vibrante, colaborativo e – logicamente – um poço de Histórias para serem garimpadas à exaustão pelos demais frequentadores.

      Quero parabenizá-lo por todas as suas brilhantes intervenções que sempre convergem para elevar o nível do trepidante GGN.

      Não vou discutir o conteúdo das informações postadas porque foram publicadas por pessoas muitíssimo mais gabaritadas que eu e as fontes pesquisadas estão disponíveis prá russos, gregos, cossacos, baianos, freiras e pais de santos analisarem a bel-prazer.

      Fico por aqui por não ter nenhum saco para desconstruir posts de outros parceiros neste latifúndio.

      Continue nesta batida da lata, Velho, se todos concordarem com tudo a engrenagem não anda – a contradição é o que importa.

      Vá pela sombra Bacana, que eu vou voando pro buteco discutir a marvada geopolítica americana com outros pinguços  nazistões e comunistas juramentados que entornam mais que o bagual biriteiro Gengis Khan.

      Sem perder a ternura, segue um enferrujado míssil soviético transportando um  sonoro ‘parabéns pra você!’

      Brinde!

      Abs!

  11. Um “11 de setembro” antes de 11 de setembro de 2001

    O trecho retirado da matéria acima (entre aspas e abaixo) é bastante esclarecedor a respeito do que eu penso sobre o 11 de setembro de 2001. Eu só não conheço os detalhes de como o Pentágono planejou e executou a destruição do Word Trade Center. Está tudo aí, só não vê quem não quer. A diferença é que logo depois do 11 de setembro a invasão foi a do Iraque. E temporariamente eles deixaram Cuba de lado.

    “Como admitido pelo governo dos EUA, em documentos recentemente desclassificados, na década de 1960, os comandantes americanos das Forças Armadas assinaram um plano para explodir aviões americanos (usando um elaborado sistema que envolvia a troca de aviões), para cometer atos de terrorismo em solo americano e, em seguida, colocar a culpa sobre os cubanos, a fim de justificar uma invasão em Cuba”.

     

  12. HITLER

    Mein Kampf

    Klara e Alois Hitler.

     Hitler em 1889, em Braunau, na Áustria

    Hitler é o terceiro a partir da esquerda, na parte inferior da foto

    Na escola em 1901.

    Em 1904.

    Hitler no meio da multidão no Odeonplatz na mobilização do Exército alemão durante a 1ª Guerra Mundial, em Munique, 2 de agosto de 1914.

    Voluntário Hitler (direita) no 2º Regimento de Infantaria do Exército da Baviera durante a Primeira Guerra Mundial, 1916.

    Hitler (segundo a partir da direita, na última fila, ao fundo) em um hospital militar, 1918.

    A estrela da política alemã em ascensão, em 1921.

    Durante a campanha eleitoral em 1923.

    Llibertado da prisão de Landsberg, onde ele escreveu “Mein Kampf”, em dezembro de 1924.

    Hitler vestindo bermuda, em 1924.

    “Apocalíptico, visionário e persuasivo”, 1925.

    Retratado em 1932.

    No assentamento de um novo edifício Reichsbank’a, maio de 1932.

    Discurso no Tribunal de Leipzig, em 1933.

    Visita à cela onde ficou preso em Landsberg sovey, onde escreveu “Mein Kampf”, há dez anos, 1934.

    Em um comício em Byukkenburge, em 1934.

    Hitler e Goebbels dando autógrafos durante os Jogos Olímpicos de 1936.

    A despedida ao deixar o banquete de Ano Novo, em Berlim, 1936.

    Em um casamento.

    Na construção de uma rodovia.

    Ovação do Reichstag ao anunciar a anexação “pacífica” da Áustria, em 1938.

    Papudo.

    Hitler usa uniforme nazista marrom durante um discurso ao ar livre, na Áustria, em 1938.

    Visita à região ocupada dos Sudetos em Graslits, 1938.

    Reunião em estádio no dia 1 º de maio, em 1939, no “Dia  Nacional do Trabalho”.

    Em um comício nazista.

    No teatro, em Charlottenburg, em maio de 1939.

    Em um comício em homenagem pelo retoro da Legião Condor da Espanha, em 6 de junho de 1939.

    A bordo do navio Robert Ley na sua viagem inaugural.

    Com Com convidados à mesa em  sua residência em Obersalzberg, 1939.

    Almoço na linha de frente da batalha, em 1940.

    Amiguinho das crianças.

    Amiguinho das crianças.

    Amigão das crianças.

    Amigão das crianças.

    Hitler, Emmy e Edda Goring, em 1940 [ Emmy Göring, atriz alemã, foi a segunda esposa de Hermann Goering ].

    Amiguinho dos animais.

    Com um pastor alemão.

    Hitler e Eva Braun.

    Hitler e Eva Braun, em 1943.

    A mídia maldita.

    Hitler, Goering e Guderian discutindo a operação Ardenas, em outubro de 1944.

    Visita a um dos oficiais que, assim como ele, foi vítima de um atentado frustado em 20 de julho de 1944. O sequelado Hitler ordenou a execução dos conspiradores em um castigo humilhante, para  ser filmado e fotografado – mais tarde, ele assistiu ao filme.

    Hitler e o ministro da Propaganda Joseph Goebbels, na Polônia, em 25 de julho de 1944.

    Reich Marechal Goering presenteia Hitler com a pintura de Hans Makart “Senhora com um Falcão” (1880). Hitler e Goering eram apaixonados colecionadores de arte (Hitler, em 1945, havia colecionado 6.755 pinturase a coleção de Goering contava com1.375peças que foram adquiridas (a preços baixos sob ameaças) por agentes, trabalhando para os dois colecionadores.

    O Fuhrer, em uma das últimas fotos, no jardim da Chancelaria do Reich, premiando os jovens membros da Brigada Jovem de Hitler, que foram mobilizados para defender Berlim.

    De acordo com a versão oficial, Hitler e sua esposa Eva Braun cometeram suicídio em 30 de abril, depois de matar o estimado cão Blondi.

    Na foto abaixo, o cadáver calcinado de Hitler é submetido à perícia realizada por especialistas soviéticos.

    De acordo com testemunhas, entre os funcionários, mesmo antes de Hitler dar a ordem para trazer as latas de gasolina (para a destruição dos corpos), em 30 de abril, depois do jantar, ele disse adeus às pessoas de sua comitiva e, depois de apertar as mãos de todos, junto com Eva Braun retirou-se para seu apartamento, onde logo ouviu-se o som do tiro. Pouco depois das 15 horas e 15 minutos, o criado Heinz Linge, acompanhado por seu ajudante, Otto Gyunshe, Goebbels, Bormann e Axman, entraram no apartamento do Fuhrer.

    Morto, Hitler estava sentado no sofá, com uma mancha de sangue nas têmporas. Perto estava o corpo de Eva Braun, sem danos exteriores visíveis. Gyunshe e Linge envolveram os corpos com cobertores do Exército e, depois de ter levado o corpo de Eva, depositou o corpo de Hitler no jardim da Chancelaria do Reich. Os cadáveres queimados, colocados perto da entrada do bunker, estavam encharcados com gasolina. 

    ACERVO FOTOGRÁFICO:

    Entertainment Blog Pictures

  13. E hoje, tal como ontem,

    E hoje, tal como ontem, continuam as mentiras do Tio Sam.  É só pensar no que está contecendo na Ucrânia, na Venezuela, e o que aconteceu no Iraque, Líbia e por aí vai… Imagino se Dilma vencer e não der a eles o petróleo.  Será o mesmo  que  acontece hoje na Venezuela.  Milhões de dólares da CIA no caixa de nossa isenta imprensa.  Agora se vencer a oposição, bem aí teremos paz pois  já acertaram com Tio Sam esses pequenos  detalhes.  Viva nós.

    • A Venezuela está indo para o

      A Venezuela está indo para o abismo pelo seu completo desgoverno, onde está a culpa dos EUA nesse desgoverno inventado exclusivamente pelo chavismo? A Venezuela vende petroleo aos EUA diretamente para suas refinarias no Texas que distribui nos postos da CITGO, que pertencem à Venezuela.  O petroleo exportado pela Venezuela aos EUA não é exprssivo, corresponde a 4% do consumo americano, a m…. que está ocorrendo na Venezuela, com falta de tudo, é de autoria nacional.

  14. Memória

    O Museu do Cerco de Leningrado

    Lu Russa | 04/01/12

    O relato de uma garota brasileira que morou em St Petersburgo, na Rússia.

    Um lugar que nunca tinha visitado em St Petersburgo é o Museu do Cerco de Leningrado – fui ontem. 

    Vocês sabem a história do Cerco de Leningrado ? é uma das histórias de guerra mais tristes do mundo, na verdade aconteceu na Segunda Guerra Mundial.

    Vou contar aqui para vocês novamente, vou tirar o texto que eu fiz há mais de 6 anos atrás, quando eu ainda morava aqui em St Petersburgo.

    Só para lembra – Hitler e Stalin tinham um acordo durante a Segunda Guerra Mundial – Hitler havia prometido que jamais atacaria a União Soviética.

    9:00 da manhã, 22 de janeiro de 1941 – o exército de Hitler chega à cidade de St.Petersburg ( na época Leningrado) e faz um cerco, um círculo em torno da cidade inteira.

    Esse círculo durou 900 dias, 3 anos, até 1944, quase final da Segunda Guerra Mundial.

    Bom, esse círculo de fogo em torno da cidade, ou seja, um anel, não deixava ninguém e NADA da cidade sair ou entrar em nenhuma hipótese. St. Petersburgo tinha a população de 2 milhões de habitantes no começo do bloqueio.

    A cidade onde eu moro ficou 3 anos sem eletricidade , sem água e sem comida. Como sobreviver a esses 3 anos de terror?

    O inverno de 1942 foi o mais rigoroso, com 40 graus abaixo de zero, sem comida e sem água, muito menos água quente. A população que ainda tentava sobreviver, trazia gelo das ruas e derretia em casa. Os cachorros e gatos da cidade já haviam desaparecido; era a única comida que restava na cidade. E ainda tinham que trabalhar para o exército russo, Faziam armas e tanques e ganhavam 125 gramas de pão por SEMANA. Nunca desistiam e nunca se entregavam para o inimigo alemão.
    Uma pessoa que sobreviveu conta que chegaram a ficar acostumados com os tanques alemães em volta da cidade e com as bombas, mas nunca se acostumaram com a fome e nunca se acostumaram em ver pessoas devorando corpos pelas ruas.
    Um pai de família conta que chegava a esconder o pedacinho de pão debaixo do seu colchão, para que suas crianças não o comessem de uma só vez.
    Uma senhora tinha um cachorro que ela adorava, mas seus vizinhos estavam morrendo de fome, estavam praticamente secos, somente osso; então ela deu o seu cachorro para que eles pudessem comer, pois ela jamais conseguiria comer o seu próprio cão, que era como se fosse da família. Com o cachorro, ela lembra que salvou a vida de seus vizinhos e eles sobreviveram ao bloqueio nazista.
    Um senhor conta que seu amigo colocava um colar em volta do pescoço com um pedaço de pão, para ele ir cheirando durante o dia todo e assim , matar um pouco a fome. Ele acabou morrendo de fome com o pedacinho de pão pendurado no pescoço.
    As pessoas não trancavam mais as portas de seus apartamentos -, sabem por que? – por que tinham medo de não conseguirem abrir a porta por estarem tão fracas de fome.

    As pessoas queimavam seus guarda-roupas e armários e faziam geléia desse material para poder comer.

    2000 casos de canibalismo formam constatados por DIA.

    10.000 corpos eram encontrados nas ruas de St.Petersburg por DIA.

    Uma vizinha conta a história que as crianças começaram a desaparecer também, junto com os cachorros e gatos, e a carne humana era vendida na rua principal, na “Nevskiy Prospekt”, rua onde fica minha escola… que hoje em dia o McDonald’s, Pizza Hut, Benneton, Christian Dior e Clinique tomam conta.

    800 MIL pessoas morreram SECAS de fome, vários esqueletos eram encontrados pelas ruas de St.Petersburg a todo o momento.

    As pessoas pegavam esses ossos humanos e levavam pra casa, para cozinhar e depois comê-los.

    Pertences encontrados das pessoas achadas mortas em seus apartamentos.

    Tem uma senhora aqui no meu prédio que me disse que lembra da mãe dela cozinhar cinto de couro e fazer um tipo de geléia do cinto para eles comerem.

    Com o cinto de couro eles também cortavam em tirinhas para fazer como espaguete, e cozinhavam.

    Eles cozinhavam tudo, roupas de couro, comiam móveis, madeira, papel, etc.

    Depois de comer esses couros, as pessoas ficavam com muita sede, mas nunca tomvam agua, nem quando havia agua, pois queriam que o gosto ficasse na boca por algum tempo, impedindo que sentissem fome novamente.

    Essa história de St.Petersburg foi ‘abafada’ por muito tempo, enquanto nesses 3 anos St.Petersburg passava por isso, em outras cidades como Moscow ( onde Stalin estava), nada acontecia e o mundo nem imaginava que uma coisa dessa estava acontecendo, pois os cerco era fechado e somente as pessoas dentro da cidade sabiam da cruel realidade.

    Como as pessoas viviam naquela época , como eram os apartamentos delas :

    Novamente a pergunta : Como essas pessoas conseguiam sobrevier a tudo isso?

    E vocês acreditam, que , durante esses três anos, os teatros e circos da cidade funcionavam ? sim, os russos iam se divertir nos teatros para esquecer do terror que viviam, e o mais importante, esquecer a fome.

    Muitos deles morriam de fome dentro desses lugares.

    Por isso St.Petersburg é uma cidade muito histórica aqui da Rússia.

    Na rua principal, nos prédios nós ainda vemos as placas de metal tudo escrito em alemão, que o exército alemão tinha colocado nessa época do Bloqueio.

    Bom, em 1944 os russos venceram os alemães e o bloqueio chegou ao fim.

    A festa foi grande.

    Aí os alimentos começaram a entrar na cidade e as pessoas morriam por que começaram a comer muito, de tanta fome.

    Durante a reconstrução de St.Petersburg, no ano do fim do bloqueio, mais de 100 MIL pessoas morreram por comerem.

    Tem histórias que os estômagos de muitas pessoas começaram a explodir.

    Contam também que como os gatos não existiam mais na cidade, os ratos começaram a tomar conta de tudo e foi preciso importar gatos e cachorros de países vizinhos.

    Aqui, gatos e cachorros são sagrados, todos tem em casa e fazem parte da família… é uma forma de agradecimento.

    Outra forma de agradecimento é um memorial que está sendo feito, dedicado aos gatos e aos cachorros que salvaram tantas vidas na época do Bloqueio.

    Quando falam da Segunda Guerra Mundial, todos se lembram dos judeus mortos no holocausto.

    Mas as estatísticas comprovam que morreram muito mais russos que judeus.

    Ao todo, foram 30 milhões de soviéticos mortos.

    Onde o pão era pesado…: (vejam o tamanho do pão dado para 1 semana…)

    Os estudiosos do assunto (obviamente anti-Stalin) dizem que era mais uma tática de Stalin… deixar seu povo morrer de fome, com esses 3 anos de terror e depois bancar o vitorioso, fazendo do exército russo o herói que colocou fim na Segunda Guerra Mundial.

    Essa semana que passou foi de festa e contemplação às pessoas que morreram e sobreviveram aos anos de terror.

    Todo visitaram o maior cemitério da cidade, onde esses milhões de corpos foram queimados em 1944.

    O presidente Vladimir Putin esteve aqui, em sua cidade natal, onde seus parentes morreram durante o Bloqueio e seus pais sobreviveram.

    Entre mortos e sobreviventes, em nenhum momento desses três anos de terror o povo russo de St.Petersburg se rendeu, eles nunca desistiram de lutar pela sua cidade.

    Agora, caminhando pelo centro de St.Petersburg, não tem como não imaginar as cenas da época do “Bloqueio” ou Cerco…e pensar : Tenho muita sorte de estar aqui.

    Parabéns Leningrado ! Tenho orgulho dessa cidade !!

    Algumas fotos tiradas na época..:

    http://garotinharuiva.wordpress.com/2012/01/04/o-museu-do-cerco-de-leningrado/

  15. Pra mim é certo que o

    Pra mim é certo que o componente “testar o brinquedo” pesou; e muito!

    A mão coçou, sobretudo depois de tanto investimento e suspeita de inferioridade tecnológica diante dos alemães (importaram os cientistas de lá e tudo mais).

    Foi, sim, uma demonstração de “superioridade”.

    Creio que os meios diplomáticos, se fossem usados, não deixariam “pra debaixo do tapete” um montão de broncas que estão aí até hoje entre japão, china, e, até mesmo, coreia, filipinas, etc.

  16. Retaliação

    Foi apenas um ato de vingança por Pearl Harbour. Faz parte do modo de agir dos EUA. A guerra fria surge perante a doutrina comunista se espalhando pelo mundo ocidental.

  17. Avaliar uma decisão como

    Avaliar uma decisão como errada após anos e anos parece muito simplista,  sempre haverá a dúvida, mesmo após a primeira bomba atômica os Japoneses não se renderam o que revela que realmente teria sido mais complicado uma invasão por terra, vão dizer que os Estados Unidos tinham que abrandar nas condições de rendição, mas e os Alemães?  Os Russos abrandaram as condições de rendição? Não fazia Sentido, Os Japoneses se renderiam em condições piores para os Russos e ainda assim estavam postergando a rendição, e seria um erro absolutamente idiota, esperar que os Russos Chegassem as portas de Tóquio para cair a ficha e os Japoneses em fim se renderem aos americanos.   Os Alemães tiveram tempo suficiente para saber que iriam cair ou pela mão dos Russos ou pela Mão dos Aliados, a indecisão levou os Russos a chegar primeiro a Berlin e de lá só sair 45 anos depois! Teria ocorrido o mesmo no Japão os Russos não iriam sair de lá tão cedo

  18. Não há duvidas que as bombas

    Não há duvidas que as bombas “garotinho” e “homem gordo” abreviaram a guerra evitando pelos menos mais cinco anos de matanças no pacifico e território japones…A guerra fria existiria de qualquer modo, COM ou SEM AS BOMBAS.

    Vamos hipotetizar: Os EUA NÃO lamçam as bombas e ocorrem mais cinco anos de guerra com mais, pelo menos 1 milhão de mortos entre civis, e soldados dos dois lados (EUA x Jãpão) Em 1950 começa a guerra fria…

                                      Os EUA lançaram AS BOMBAS ABREVIARAM A GUERRA E COMEÇOU IMEDIATAMENTE (1945) A GUERRA FRIA…  Não teria jeito.

     

                   

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