Cresce suspeita de corrupção em pagamento a escritório da esposa de Witzel

Na busca e apreensão da operação Placebo, investigadores descobrir que empresário que contratou Helena Witzel sequer tinha seu número de telefone

Jornal GGN – É destaque no Painel da Folha desta sexta (5) uma informação que infla as suspeitas de corrupção em pagamento feito por um empresário investigado ao escritório de advocacia da primeira-dama do Rio de Janeiro, Helena Witzel.

Segundo a coluna, os investigadores descobriram, a partir da busca e apreensão da operação Placebo, no final de maio, que o empresário Alessandro Duarte contratou consultou de Helena por mais de meio milhão de reais, mas sequer tem os contatos da esposa do governador Wilson Witzel em suas agendas.

Duarte é sócio do empresário Mário Peixoto, que também é investigado na Operação Placebo. Há suspeitas de que as empresas de Peixoto tenham sido beneficiadas na contratação de obras dos hospitais de campanha contra coronavírus, cuja entrega está toda atrasada.

Nos pertences de Duarte, a polícia encontrou o contato de Lucas Tristão, advogado, ex-aluno, ex-sócio e ex-secretário de Witzel.

Tristão advogou para Peixoto durante a campanha eleitoral de 2018. Naquele mesmo ano, o escritório de Tristão repassou mais de R$ 200 mil a Witzel.

Até agora, os investigadores não encontraram provas de que Helena, de fato, prestou serviços para o sócio de Peixoto.

Peixoto é investigado por fraudes na saúde do Rio desde os governos Pezão e Cabral. Suas empresas estavam proibidas de trabalhar para o poder público, mas Witzel, em pessoa, suspendeu o embargo.

A defesa de Helena Witzel afirma que ela prestou “consultorias verbais” à empresa de Duarte.

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