Diretor da CPTM nega acusações

Do Estadão

‘Não fiz nada daquilo de que sou acusado’, diz diretor da CPTM

O engenheiro José Luiz Lavorente desafiou quem o acusa. “Estou à disposição do Ministério Público e da Polícia Federal para quantas acareações forem necessárias, a qualquer tempo, em qualquer lugar. Tudo indica que seja ele (Everton Rheinheimer) o autor das acusações, mas não posso afirmar peremptoriamente que seja.”

Lavorente, desde 1999 na CPTM, hoje diretor de operações e manutenção da companhia, demonstra preocupação com sua imagem. “Uma vida inteira dedicada ao trabalho não pode ser jogada na lama. Não fiz nada daquilo de que sou acusado. Sou vítima de uma denúncia falsa, da qual não tenho ideia da origem e desconheço a motivação. Não posso admitir que atinjam minha honra. A área jurídica da CPTM acompanha o caso. Fui informado que por falta de qualquer indício a Polícia Federal me excluiu da investigação.”

“Prestei os esclarecimentos em todos os órgãos que me chamaram”, ressalta. “Abro espontaneamente meu sigilo bancário. Eu não devo, eu não tenho o que temer. Só tenho medo da mácula da honra”, pondera.

Ele disse que conhece Rheinheimer. “Eu o encontrei meia dúzia de vezes, se tanto, em eventos sociais, como no aniversário de 100 anos da empresa na Sala São Paulo. Algumas vezes em reuniões de trabalho na execução de objeto contratual.”

Disse que conhece Arthur Teixeira. “Eu o conheci quando do fornecimento do Expresso Leste, anos 2000. Ele vinha junto com as empresas do consórcio que forneceu o trem. Era um contratado das empresas e as representava.”

O criminalista José Luís Oliveira Lima disse que Ronaldo Moriyama sempre pautou sua conduta pela correção. “Jamais efetuou ou autorizou pagamento de valores ilegais. Tão logo tenha acesso formal a documentos e depoimentos com ilação a seu respeito tomará medidas judiciais cabíveis.”

O engenheiro Nelson Scaglione disse que é funcionário do Metrô desde 1974, quando foi coordenador de montagem. Estava exercendo o cargo de gerente de implantação de sistemas. “Por ser um cargo de confiança acabei sendo exonerado para que a administração pudesse ter total liberdade de promover as apurações necessárias e também para que eu pudesse apresentar minha defesa. Conheci Rheinheimer e com ele mantive pouquíssimos contatos, exclusivamente profissionais. Nunca recebi propinas de quem quer que seja. Não sei por qual razão esse sujeito faz afirmações falsas. Não tive nenhuma participação no processo de contratação de reforma dos trens. Levo uma vida condizente com a carreira profissional que construí.” F.M., F.G. e R.C.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

8 Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Zanchetta

- 2013-12-19 18:23:01

Parece o Zé Dirceu...

Parece o Zé Dirceu...

Gilson Raslan

- 2013-12-19 17:55:40

ANJO INJUSTIÇADO

Se todo meliante nega seu crime, não sei a razão deste post. Será para fazer propaganda do Estadão?

Claudio.SJ

- 2013-12-19 15:32:09

Tucano nunca rouba!

O PSDB é um partido só de anjinhos, que nunca roubam! Eu acredito.....

RACS

- 2013-12-19 14:27:40

KKK, Ó B V I O !  O alguém

KKK, Ó B V I O !  O alguém acha que o meliante iria confessar alguma coisa???

André LB

- 2013-12-19 14:24:16

  Engraçado, há um roubo

  Engraçado, há um roubo bilionário por trás disso e ninguém é culpado.

  Mais um pouco e vou ser forçado a concluir que o culpado sou eu, usuário do sistema.

Geraldo Costa

- 2013-12-19 14:09:04

Conversa...

Lavorente, já havia sido acusado de corrupção e sofria processo antes de voltar pela segunda vez a Diretoria de Operações da CPTM.

Agarwaen

- 2013-12-19 12:43:02

Estão procurando um boi de

Estão procurando um boi de piranha pra sacrificar.

Marco Santo

- 2013-12-19 12:12:31

Já está decidido, a "CULPA"

Já está decidido, a "CULPA"  é da legislação que deixa "brechas".............Tal qual o helicoptero foi acusado de ser o dono do pó........e ter voado para o país errado. 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Seja um apoiador