Juiz dos carros de Eike é condenado com perda de cargo e aposentadoria

Foto – Jornal Extra

Jornal GGN – O titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, juiz Marcelo Bretas, condenou o juiz federal Flávio Roberto de Souza a sete anos de reclusão por crime de peculato em regime semiaberto e 70 dias de multa por apropriação de dois carros e um piano de Eike Batista. Além disso, o juiz determinou um ano de detenção pelo crime de fraude processual. Ainda cabe recurso à decisão.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), entre fevereiro e março de 2015, como juiz federal da 3ª Vara Federal Criminal do Rio, o juiz Flavio de Souza ficou com a custódia ilegal de valores apreendidos em ação penal que tramitava contra Eike e se apropriou de parte dos bens custodiados. Ele determinou que os bens ficassem guardados no condomínio onde morava e chegou, inclusive, a circular com carro de Eike Batista.

O juiz Marcelo Bretas determinou, ainda, a perda do cargo de juiz federal de Flavio Roberto de Souza e posterior suspensão da aposentadoria, após trânsito em julgado da ação.

Bretas argumentou que o acusado tinha plena consciência dos fatos e de suas consequências, pois que era magistrado federal com jurisdição criminal, o que lhe dava conhecimento muito acima da média sobre a gravidade dos delitos. Considera a conduta do acusado altamente reprovável e sua “culpabilidade intensa”, isso porque ele traiu valores que julgou obedecer quando assumiu a magistratura.

Disse, ainda, que o fato macula a imagem do Poder Judiciário nacional como um todo, “ferindo o sentimento de civilidade de grande parte dos cidadãos brasileiros que confiam e esperam lisura das autoridades constituídas”.

Com informações da Agência Brasil

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14 comentários

  1. Não chame o juiz, chame o ladrão

    E não esqueça a escova, o sabonete e o violão.

     

    Então, Xico, cadê você, rapaz?

    Estaria passando no subúrbio, muito bem, vindo de trem de lugar nenhum?

    Porque você não dá um sinal?

    Eu não vou chamar o ladrão, vou chamar o juizeco.

  2. Quando o Judiciário de

    Quando o Judiciário de verdade chegará em Curitiba ? Até quando seremos obrigados a ver juiz de primeira instãncia conspirar contra a Presidencia da República ?

  3. Ainda cabe recurso à decisão.

    Ainda cabe recurso à decisão.

    Nos próximos ele ganha, reparte os atrasados e indenização por ofensa moral do Estado com quem lhe deu “ajuda” porque é assim que funciona a Justiça brasileira.

    • Vixe Da.Vera,se o recurso
      Vixe Da.Vera,se o recurso cair nas maos de Benta Carneiro,ele vai receber todo atrasado e ainda sera promovido.O Juiz Lalau ja entrou com o recurso dele.Onde um Juiz for vilenpendiado,eu estarei presente.Com aquela capa preta,e ares vampirescos eu nao pagaria para ver.

  4. Sérgio Moro também tomou

    Sérgio Moro também tomou indebitamente o apartamento do Guarujá. Ok, deu à Petrobras e não guardou para si mas tomou o que não era nem seu nem do réu…

    Além disso essa condenação serve como desculpa:

    “Tá vendo? E depois dizem que a justiça não está funcionando, que juiz não é punido nunca. Se Moro – Mendes, Rosa Weber etc. –  estivesse cometendo algum crime já estaria condenado.”

  5.   Há a possibilidade de essa

      Há a possibilidade de essa condenação ser mantida, e isso por um motivo muito simples: esse cara sofreu de juizite contra o cabra ERRADO. Alguém acha mesmo que Eike ficou pobre ou coisa que o valha? 

  6. Naturalmente tal condenação é

    Naturalmente tal condenação é bem vista, particularmente pelo aspecto de não aplicarem a típica “punição” da aposentadoria compulsória e integral. Porém cabe uma pergunta…

    Se o dono dos carros fosse um desconhecido e o caso não tivesse vindo a público, a história seria a mesma?… Ou, quantos “Flávios Robertos” há por ai que não sabemos?

  7. Injustiça contra o juiz Flávio Roberto!

    Enquanto o meritíssimo Flávio Roberto é condenado por se apropriar de dois carros e um piano, e também por fraude processual, tem um tal de Michel soltinho por aí, que se apropriou dos votos de todo um país e também de suas riquezas (das quais vem se desfazendo de um modo nada “pianinho”), mediante fraude…

     

  8. E é a previdência que quebra

    E é a previdência que quebra o país,não este togados vagabundos que,quando são pegos com a mão na massa ainda recebem como punição a aposentadoria de seu grande salário.

  9. Quando o juiz é o bandido

    Quando o juiz é o bandido: o sequestro dos cofres públicos pelo Sistema de Justiça

    Por “Dom Cesar” & Romulus

    “Jabuticaba”: doce para uns (poucos) e amarga para outros (tantos). Os números evidenciam com clareza, numa análise comparativa com outros países ocidentais, que os custos do Judiciário e do Ministério Público brasileiros são anômalos.

    Consumindo ambos, juntos, 1,62% do PIB (!) …

    (atenção: nessa conta ainda não entram nem a Polícia Federal, nem as defensorias públicas!)

    – … a “escolha” institucional-orçamentária em favor do Judiciário/ MP foi longe demais.

    – Num contexto de desequilíbrio fiscal relevante, com queda de receitas e compressão dos investimentos públicos, tão necessários num quadro de depressão econômica, isso está perdido em algum lugar entre o escândalo e o…

    – … escárnio!

    Inexiste incentivo para o Poder Judiciário/ MP controlarem as suas próprias despesas. Como resultado, há um claro descasamento entre as despesas com o Sistema de Justiça, hipertrofiado, e as demais variáveis do gasto público.

    Diante desse quadro, cabe à sociedade realizar esse trade-off.

    No Estado democrático de direito, ela o faz por meio de mandato (“procuração”) conferido aos Poderes políticos do Estado para tanto.

    (como todos sabemos, é após a iniciativa do Executivo que o Legislativo elabora e, finalmente, aprova o orçamento geral do Estado)

    Ocorre que, no presente, os Poderes políticos foram virtualmente sequestrados pelos atores do Sistema de Justiça. Seja no nível de atores individuais, seja em nível corporativo. Não só na cúpula (STF/ PGR) como também na base (e.g., Moro/ Dallagnol/ ANPR/ AJUFE).

    Arrancam seus (crescentes!) privilégios por vezes com “doçura”, por vezes com…

    – … “chibata”!

    Fãs (em demasia…) da cultura pop americana, não hesitam em adotar a tática do “good cop, bad cop” no “diálogo” (??) institucional.

    A “cenoura e o porrete”:

    – De um lado os velhos laços do compadrio oligárquico;

    e, do outro…

    – As chantagens (mais ou menos explícitas) contra a classe política…

    – … “corrupta” (!)

     

    LEIA MAIS »

    http://bit.ly/JuizBandido

     

  10. O juizeco apropriou-se de

    O juizeco apropriou-se de parte dos bens custodiados. Portanto, é um ladrão. Muito bem.

    E o funcinário público se apropriar do trabalho intelectual, produto de uma Operação bancada com largos recursos financeiros do Tesouro Nacional e, sob a égide e responsabilidade legal das Instituições Públicas, tais como: Judiciário, Ministério Público Federal, Polícia Federal e PGR, dentre outros Orgãos Públicos.

    A indagação se refere à recorente utilização por notórios e carimbados funcionários “estrelas,” das Instituições acima. Quando estes indivíduos, se apropriam e fazem uso privado do trabalho da “Operação Lavajato,” em palestras-eventos de cunho comercial. Mesmo quando sob disfarces diversos.

    Estes cabras não estariam fazendo uso ilegal de bens públicos sob sua custódia?

    Como são ligados aos tucanos. Desconheço, mas, é provável que tenham isenção. Franquia pra delinquir livremente. Como de resto, gozam os tucanos do grupo FHC.

    Orlando  

  11. Aposto…

    um fusca fafa 80(em bom estado……), que no ano que vem, esta em casa(na dele…) ,tranquilão,  curtindo a meretissima e estratosferica aposentadoria………. ou em Lisboa/Miami……..Sabe como é…….no Brasil tem taaaaannnnnnta violeeeeeennnnncia…………

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