Justiça questiona ação do Coaf contra Frederick Wassef

Ex-advogado da família Bolsonaro se diz vítima de perseguição; TRF-1 determinou investigação para apurar supostas irregularidades

Jornal GGN – O juiz federal Ney Bello, do TRF-1 (Tribunal Federal da 1ª Região), apontou duas irregularidades cometidas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) em episódio que envolveu o advogado Frederick Wassef, ligado à família do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, Bello escrevem em acórdão do mês de dezembro que o Coaf usou seu aparato para um desvio nítido de finalidade, e determinou a abertura de um inquérito na Polícia Federal para identificar os responsáveis pelas supostas irregularidades cometidas.

As suspeitas apontadas pelo TRF-1 foram “quebra indevida de sigilo bancário e fiscal” e vazamento dos dados para a imprensa, em “clara violação aos deveres de custódia e de responsabilidade que são atribuídos aos gestores de informações confidencialistas”.

De forma unânime, a 3ª Turma do tribunal considerou ilegal um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) que o órgão elaborou sobre o advogado e trancou uma investigação em que ele era alvo no Distrito Federal. O caso está sob sigilo.

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