Lava Jato não tem noção de limite quando quer delação, apontou advogado de Palocci

 
Jornal GGN – A colunista Mônica Bergamo publicou, na Folha desta sábado (13), que o “ex-ministro Antonio Palocci recebeu conselhos e recados de que, para efetivar acordo de delação premiada, seria melhor desacelerar em relação ao habeas corpus em que pede ao STF (Supremo Tribunal Federal) para ser libertado”.
 
Segundo Bergamo, “réus que fazem acordo de delação concordam em desistir de seguir disputando contra investigadores na Justiça, já que concordam em confessar seus crimes. Antes de fechar negociação, no entanto, dificilmente abrem mão desses instrumentos de defesa.”
 
Quem encabeça a negociação de Palocci com a Lava Jato por um acordo de delação premiada é o escritório do advogado Adriano Bretas, que já cuidou das delações de Delcídio do Amaral e Alberto Youssef.
 
Pela experiência que já acumula por causa da Lava Jato, Bretas costuma dar palestras sobre delação premiada. Em um desses episódios, o advogado relatou que alguns procuradores perdem a “noção de limites” quando pressionam para que a defesa do delator abra mão de recursos como habeas corpus contra prisões, ou até mesmo que evitem apontar irregularidades na investigação que possam levar toda a ação à nulidade.
 
O vídeo foi publicado no post abaixo, do GGN.
 

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