MP cobra R$ 900 milhões de acusadas de cartel na CPTM

Jornal GGN – O Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação na Justiça pedindo a devolução de R$ 918,4 milhões de empresas acusadas de envolvimento em cartel na prestação de serviços na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). O MP também pede a dissolução das empresas, que não estariam mais cumprindo sua função social em razão dos atividades ilícitas cometidas.

Na ação são citadas empresas estrangeiras como a Alstom (França), Bombardier (Canadá), CAF (Espanha) e Siemens (Alemanha). MGE, MPE, Tejofran, Temoinsa e Trans Sistemas de Transporte também são acusadas de integrar o cartel.

De acordo com a promotoria, o cartel atuou no contrato de manutenção de 88 trens da CPTM, serviço contratado em 2007, na gestão José Serra, e sofreram aditamento em 2012, na gestão Geraldo Alckmin. Não há acusações contra executivos da CPTM ou do governo estadual.

Do Valor

Promotoria cobra R$ 918 milhões de acusadas de cartel de trens em SP

O Ministério Público de São Paulo ingressou nesta quinta com uma ação na Justiça na qual pede a devolução de R$ 918,4 milhões de nove empresas que são acusadas de atuar como cartel na prestação de serviços para a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Os promotores solicitam também que as empresas sejam dissolvidas, já que não estariam mais cumprindo a sua função social por conta das atividades ilícitas que teriam praticado.

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