Nas coincidências do judiciário todos os rios deságuam no Gilmar

Ministro suspendeu nomeação de Lula na Casa Civil; mandado de segurança foi peticionado  por uma velha conhecida

Jornal GGN – Em 18 de março, no dia seguinte à posse, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, suspendeu a nomeação de Lula na Casa Civil.

Chegou até ele um mandado de segurança coletivo – impetrado pelo Partido Popular Socialista (PPS) e peticionado pela advogada Marilda de Paula Silveira – solicitando o impedimento do ex-presidente de assumir o cargo por “desvio de finalidade”.

Gilmar deferiu a liminar, interrompendo a eficácia da nomeação de Lula.

O caso traz algumas coincidências. A advogada Marilda de Paula Silveira faz parte da Direção Acadêmica da Escola de Direito de Brasília (EDB), entidade que faz parte do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

O ministro Gilmar Mendes, por sua vez, é dono do IDP. Ou seja, julgou mandado de segurança peticionado por uma funcionária, sem declarar suspeição.

Além disso, até a tarde de sexta-feira (19), Gilmar havia dito a repórteres de Brasília que não iria apreciar o caso de Lula naquele dia. Mudou de ideia depois de tomar conhecimento da extensão das manifestações de apoio ao governo.

Coincidências: depois de ser fotografado almoçando com o senador oposicionista José Serra, o ministro Gilmar Mendes julga uma ação peticionada por uma funcionária, contra a nomeação de um ministro assinada pela presidente da República.

Serra, Gilmar Mendes e Armínio Fraga almoçam juntos em Brasília

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76 comentários

  1. Gilmar deveria apostar na

    Gilmar deveria apostar na loteria sempre! Iria ficar bilionário! Quando é coisa do PT é sempre ele o “sorteado”! 

    Há de se verificar se esses dadinhos não estão viciados!

  2. Fatos e versões

    Se fosse uma foto da Rosa Weber almoçando com o ex-ministro chefe da Casa Civil, Jaques Vagner, o que diriam?

    Mas “coincidência” mesmo são dez distribuições de processos relacionados a pedido de suspensão da nomeação de Lula terem caído justamente no colo do GM.

    Em termos de probabilidades, é mais fácil acertar as seis dezenas da megasena.

    Nunca vi tanta desfaçatez e abuso de autoridade na figura de um ministro da mais alta Corte.

    Por que ninguém toma providências?

      • NO TJ de São Paulo foi

        NO TJ de São Paulo foi recentemente aposentado como punição um Desembargador que soltava traficantes e a distribuição era por ele manipulada para os processos cairem para ele.. Se ele manipulava e isso foi comprovado outros podem manipular. A” distribuição eletronica” dos Tribunais em geral há muito tempo está sob suspeição.

        Seria preciso que o CNJ contratasse uma consultoria estrangeira insuspeita tipo Price Waterhouse para checar os sistemas de distribuição eletronica dos tribunais e esses sistemas deveriam ter AUDITORIA PERMANENTE de firmas internacionais.

        • E ainda, logo a seguir,

          uma lavajato para escorraçar a corrupção do Judiciário…

          Se acontecesse ia ser muito esquisito. Ou trágico, sei lá. Quantos juízes sobrariam depois da lavada?

  3. Um pouco fora de pauta, mas

    Um pouco fora de pauta, mas dentro do mesmo contexto golpista atual.

    Há cerca de 12 anos, mais ou menos, conversei com um conhecido meu que na época trabalhava numa empresa norte-americana que fabricava e vendia equipamentos de segurança para a PF e para os governos brasileiros.  Ele me explicou que os grampos, por exemplo, eram feitos de uma maneira generalizada. A empresa grampeia um número qualquer e todas as pessoas que ligassem para este número automaticamente ficariam grampeadas, e as que ligassem para aquelas, também. Ou seja, se isso naquela época, 12 anos atrás, já funcionava assim, imagina agora, com o avanço tecnológico, sobretudo de uma PF e um juiz e procuradores que estão a serviço da CIA?  Ele me falou também do grampo dos e-mails, que era ainda mais sofisticado, não havendo necessidade de qualquer autorização: bastava digitar um e-mail no sistema e todas as mensagens enviadas e recebidas seriam colhidas pelo programa. Certamente que o complô golpista, dado ao que está em jogo, está usando até serviço de satélite para localizar as pessoas em tempo real. Nada me tira da cabeça que essa operação lava-jato foi montada de fora, num esquema envolvendo burocratas da justiça brasileira, como Moro e Gilmar Dantas, procuradores e delegados da PF,  com total cobertura da mídia, sobretudo da Globo, todos eles ideologicamente comprometidos com o golpe.  Ou seja, o Brasil foi (já era, convenhamos!) vítima de um golpe orquestrado por um estado-maior e colocado em prática em muitas frentes: no judiciário, no MP, na PF, na frente de massa e, claro, na mídia, que é quem age abertamente dia e noite para legitimar e chantagear as autoridades que se oponham ao golpe. É muita coisa em jogo, repito, desde o pré-sal até as conquistas sociais e trabalhistas que vão evaporar nos próximos meses e anos. Infelizmente, o governo federal agiu de forma ingênua, acreditando na boa fé das pessoas e no normal funcionamento das instituições. O governo não conta sequer com um serviço de inteligência para desvendar o golpe com detalhes e fazer uma denúncia internacional e tomar as medidas coercitivas cabíveis em caso de ameaça à segurança nacional e aos crimes lesa-pátria, que é o que se trata no momento.  Desta vez, o povo brasileiro será derrotado não por uma quartelada militar com articulação da mídia e de grupos civis de direita, financiados por banqueiros e latifundiários. Não. O golpe de toga, como está sendo chamado, usa a arma da justiça para cometer injustiça; da ilegalidade, em nome da legalidade; do autoritarismo, em nome da democracia; da extorsão e da chantagem, em nome do combate à corrupção. É o exato oposto do que diz ser, e por isso mesmo mais difícil de combater.  Muitos desavisados pela mídia só perceberão a canoa furada na qual embarcaram talvez daqui a alguns anos, quando perceberem os resultados práticos do golpe: o corte de direitos civis, das conquistas trabalhistas e sociais; a troca da participação popular pelas decisões burocráticas por guetos fechados, sempre em benefício de minorias. Tal como os torturadores da época da ditadura, terão vergonha de dizerem para seus filhos e netos que ajudaram a derrubar uma presidenta legitimamente eleita e destruir a democracia duramente conquistada. Talvez, como parte de uma utopia que não morre, se possa imaginar que o revés desse golpe, ainda que tardio, represente o ressurgimento de um outro tipo de movimento social, muito mais radical do que aquele liderado por Lula. Certamente muitos destes que estão encabeçando o golpe atual sentirão saudades da forma conciliadora que caracterizou os governos Lula e Dilma. Pois, nenhum povo aceitará a escravização prolongada sem luta. E o resultado dessa luta não cabe nas narrativas estreitas e seletivas e canalhas da Globo e de seus agentes. Só o povo brasileiro, despertado da lobotomização a que está submetido, dará a última palavra. Que pode não caber nas contas daqueles que vão ganhar muito com o golpe. Oxalá, haja tempo – e sujeitos conscientes – para salvar o que resta da democracia brasileira.

  4. Acho que nossa indignação tem

    Acho que nossa indignação tem que passar dessa “coisa” inqualificável. O mais adequado é cobrarmos do Supremo Tribunal Federal, do CNJ, e de quem mais for necessário, as providências para esse descarada parcialidade do mesmo. 

    Até quando, até quando a consciência juridica e ética deste país continuará, covardemente, engolindo tudo da lavra desse pústula?

  5. Sorte muita é suspeita


    Está parecendo aquele deputado da época do escandalo dos anões do orçamento que tinha ganho 272 vezes na loteria… só rindo, apesar de ser muioto sem graça.

  6. Pois é…

    Tomo a liberdade de colar aqui uma pertinente observação da comentarista gabi_liboa, no post “O xadrez da batalha de Stalingrado do impeachment“:

     

    Nassif, uma coisa que chama a minha atenção é o papel do Serra nessa história. É muito estranho que na delação do delcídio ninguém perguntou sobre o Preciato. Todos os outros golpistas principais, Temer, Cunha, Aécio, têm sido envolvidos constantemente em denúncias. Será que o Serra é que é o grande mentor por trás e está usando vazamentos seletivos para manter todo mundo chantageado? O Serra e o Armínio Fraga tem fortes vínculos com os EUA.

     

    • De que vive o Serra? Talvez

      De que vive o Serra? Talvez pudéssemos saber se tivéssemos acesso àquela planilha do FHSBC Suíço que passou pelas mãos do guardião do UOL e desapareceu na rede globo. 

  7. Coincidências ou ….????

    É muita coincidência mesmo esse computador de distribuição do TSE e STF distribuirem os processos contra o PT ao Gilmar Mendes, será coincidência ou outra coisa, que tal indagar isso STF e verificar quem fez  e de que forma é feita a distribuição dos processos, pois de 10 processos protocolados contra a posse de Lula 7 foram distribuídos para o Gilmar Mendes, 2 para o Teori e 1 para o Marco Aurélio. O STF tem 11 ministros e os outros não receberam nenhum processo? estranho!!!

    Att.

    Marques

  8. SURREALISMO JUDICIÁRIO

    As armações do GILMAR como sempre, beiram as raias do ridículo.

    Nesse caso tudo foi feito de forma consciente com o objetivo único de enviar o processo de LULA,  para o Moro  ordenar a sua prisão.

    O que ele, inflado como está, pode fazer desrespeitando os trâmites legais, com está acostumado a fazer. Mesmo sem a avaliação do pleno.

    Ele já fez isso antes quando sequestou LULA, passando por cima da Rosa Werb na avaliação do conflito de competência e ficou tudo por isso mesmo.

    Resta saber até onde vai a coragem e a loucura do Moro.

  9. É fácil entender a corrupção

    É fácil entender a corrupção no sistema judiciário… É só entendermos que, enquanto os políticos têm mandatos com um tempo linear fixo; os juízes concursados têm mandato vitalício… mas um político sem mandato não significa um político não corrempedor… Daí poderia se explicar o caso da merenda ou dos trens que ainda não foram solucionados com o PSDB a mais de uma década governando o estado e o caso do Lula sendo investigados a todo vapor no MP-SP e MP-PR… Um juiz concursado poderia pensar… a vida é uma só… estão oferencendo essa grana preta e eu aqui cansado de ficar julgando estas centenas de processos que não andam para lugar nenhum… Vou aceitar um suborno e ter uma vida mais confortável ainda..! Ou o juiz tem amor a profissão ou aceitaria facilmente um suborno para confortar a vida…. A saída seria um sistema judiciário não-fixo… assim como é a política… evitaria a corrupção e traria novos ares… Como é o caso do Gilmar… pela foto verificamos que possui relacionamento próximo a pessoas de um determinado partido… Juntando isso a suas verbalizações recentes… seria um motivo para afásta-lo da justiça… pois ficaria claro sua ideologia política e anti-democrática… o que é totalmente contrária a alguém que represente a justiça e a democracia.

  10. Distribuições de processos no STF…

    Tem que se perguntar ao Diretor do Setor de Distribuição do STF quem cadastrou e fez as distribuições dos processos que pediam a suspensão da posse do Lula e qual a explicação legal (normas internas ou outro tipo legal)  pelo motivo de 10 processos protocolados e distribuidos 7 foram distribuídos para o Gilmar Mendes, 2 para o Teori e 1 para o Marco Aurélio e para os demais Ministros nenhum, pessoal é necessário verificar nos andamentos dos processos para  se ter a resposta de que foram distribuídos livrementes ou por dependência ao Gilmar, alguém poderia fazer isso? .

    Att.

    Marques

  11. Caso Donadon
    Durante

    Caso Donadon

    Durante julgamento dos embargos na ap 470 ele falou do caso do Donadon. (que nada tinha ver com os embargos discutidos e com a ação que estava ali sendo discutida). 

     

     

     

     

     

     

    _______________________________________________________________________________________________

    Apenas esqueceu um detalhe: de dizer que o Donadon  foi acusado com outros membros de sua familia e quem fazia a defesa ( no TSE. Não sei se em outros tribunais) era(não são sei se ainda é, pois me chamou a atenção no dia) sua comandada no IDP.

  12. liminar deferida por gilmar dantas em mandado de segurança

    Alguem que tem o direito como profissão pode responder a seguinte questão: onde a ilegalidade e a ofensa de direito individual ou coletivo, liquido e certo, no ato da presidenta em nomear Lula ministro?

    • direito líquido e certo no ms do gilmar

      A pergunta é uma resposta. Claro que não cabe ms. Tudo aí é forçado, a competência de gilmar (tanto objetiva, pois há conexão e prevenção, quanto subjetiva, pois há suspeição). Neste contexto, não existe nenhum direito, individual ou coletivo a amparar.

      A gente se pergunta, para que serviu tanto tempo de estudo dos clássicos do Direito, tanto tempo de reflexão……para nada, hoje em dia. O Direito escorregou para a tolda de feira, para a sarjeta.

  13. Exemplo  de isenção do sr

    Exemplo  de isenção do sr gilmar mendes(letra minúscila p gente pequena) qdo no TST, contra Trabalhadores(milhões) que laboram em ambiente insalubre.

    SÚMULA Nº 228 TST – ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. BASE DE CÁLCULO: “A partir de 9 de maio de 2008, data da publicação da Súmula Vinculante nº 4 do Supremo Tribunal Federal, o adicional de insalubridade será calculado sobre o salário básico, salvo critério mais vantajoso fixado em instrumento coletivo.”

    Com a nova redação, a Súmula do TST permite a substituição do salário mínimo pelo salário básico no cálculo do adicional de insalubridade, salvo se houver critério mais vantajoso fixado por meio de convenção coletiva.

    Tendo em vista a aprovação da nova redação da Súmula 228, a Confederação Nacional das Indústrias – CNI, no dia 11.07.2008, interpôs uma AÇÃO de RECLAMAÇÃO com pedido LIMINAR junto ao Supremo Tribunal Federal com o objetivo de suspender liminarmente a eficácia da Súmula 228 do TST.

    A CNI alegou que a súmula do TST afronta a Súmula Vinculante nº 4, editada pelo STF. Para o Ministro Gilmar Mendes, a argumentação “afigura-se plausível”. A confederação contesta o dispositivo em uma Reclamação (RCL 6266), instrumento jurídico próprio para preservar decisões da Suprema Corte e impedir desrespeito às súmulas vinculantes.

    No dia 15.07.2008 o Supremo Tribunal Federal DEFERIU A LIMINAR, suspendendo a aplicação da Súmula 228 do TST na parte em que permite a utilização do salário básico para calcular o adicional de insalubridade.

    A síntese da decisão em liminar proferida pelo Ministro Gilmar Mendes foi a seguinte:

    “….. com base no que ficou decidido no RE 565.714/SP e fixado na Súmula Vinculante nº 4, este Tribunal entendeu que não é possível a substituição do salário mínimo, seja como base de cálculo, seja como indexador, antes da edição de lei ou celebração de convenção coletiva que regule o adicional de insalubridade. Logo, à primeira vista, a nova redação estabelecida para Súmula nº 228/TST revela aplicação indevida da Súmula Vinculante nº 4, porquanto permite a substituição do salário mínimo pelo salário básico no cálculo adicional de insalubridade sem base normativa”.

    Com esta liminar suspendendo a aplicação da Súmula 228 do TST, entendemos que as empresas devem se abster da mudança da base de cálculo do salário mínimo para o salário básico, haja vista que se a empresa calcular o adicional de insalubridade com base no salário básico, isto acarretará aumento salarial para o empregado, o que tornará irredutível posteriormente.

     

    Portanto, até que se tenha base normativa regulamentando a situação, entendemos ser prudente que as empresas continuem a usar o salário mínimo ou salário normativo (desde que previsto em convenção) como base de cálculo do adicional de insalubridade.

     

  14. Muito me espanta que partido

    Muito me espanta que partido algum tenha procurado auditar essa distribuição do STF e TSE até hoje. Todos deveriam ter interesse nisso. É uma chance em 10 disso acontecer, porque o presidente do STF não recebe processos. Esse azar todo pode acontecer, mas chega a ser mais importante ter conhecimento sobre o sorteio da distribuição na Corte Constitucional do que aprovar algumas PEC-fogo-de-palha que se vê por aí.

  15. Na distribuição de ação

    Na distribuição de ação contra a posse de Lula para Gilmar há dois vicios:

    1.A conexão é preventa para o Ministro Teori Zvaskis e portanto NÃO deveria estar sujeitas à distribuição.

    O Ministro Teori tem prevenção para TODAS as ações vinculadas à Lava Jato e este caso do Lula está DIRETAMENTE relacionado à Lava Jato, tanto que a Juiza da 4ª Vara Criminal de São Paulo mandou o processo do Lula para Curitiba

    por causa da vinculação das investigações. Dentro do mesmo racicionio, só o Ministro Teori pode julgar ações vinculaas à Lava Jato e a posse do Lula está sendo CONTESTADA por causa da Lava Jato, então é o Ministro Teori quem tem que

    julgar, não cabe distribuição eletronica por há PREVENÇÃO clara e  definida do Ministro Teori.

    2. O Ministro Gilmar deu seguidas entrevistas e declarações contra a indicação de Lula como Ministro, tornou-se suspeito, não pode julgar, este é um caso classico de suspeição.

  16. Tudo indica que há fraude no

    Tudo indica que há fraude no sistema de distribuição do STF, ações contra o PT na maioria das vezes caem no colo de Gilmar Mendes, no caso, a ação de sua subordinada foi dada a Mendes, sempre ele.

    Sugiro uma auditoria urgente há indícios fortes de que tem direcionamento.  

    • Gaúcho, acontece que gilmar

      Gaúcho, acontece que gilmar moro mendes é um sortudo. Tem sorte, mas tanta sorte que, se jogasse nas loterias, semopre seria premiado…

  17. Marco Aurélio Mello

    Do Brasil 247

    20 DE MARÇO DE 2016 ÀS 14:53

    Por Marco Weissheimer, do Sul 21

    Nas últimas semanas, Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, tem erguido a voz contra o que considera ser um perigoso movimento de atropelo da ordem jurídica no país. Em recentes manifestações, Marco Aurélio criticou a flexibilização do princípio da não culpabilidade, e a liberação para a Receita Federal do acesso direto aos dados bancários de qualquer cidadão brasileiro. Na semana passada, o ministro criticou a conduta do juiz Sérgio Moro, no episódio do vazamento do conteúdo das interceptações telefônicas, envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff.

    Em entrevista concedida por telefone ao Sul21, Marco Aurélio fala sobre esses episódios e critica a conduta de Sérgio Moro: “Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz. Agora, houve essa divulgação por terceiro de sigilo telefônico. Isso é crime, está na lei. Ele simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado. Não se avança culturalmente, atropelando a ordem jurídica, principalmente a constitucional”, adverte.

    Sul21: Considerando os acontecimentos dos últimos dias, como o senhor definiria a atual situação política do Brasil? Na sua avaliação, há uma ameaça de ruptura constitucional ou de ruptura social?

    Marco Aurélio Mello: A situação chegou a um patamar inimaginável. Eu penso que nós precisamos deixar as instituições funcionarem segundo o figurino legal, porque fora da lei não há salvação. Aí vigora o critério de plantão e teremos só insegurança jurídica. As instituições vêm funcionando, com alguns pecadilhos, mas vêm funcionando. Não vejo uma ameaça de ruptura. O que eu receio é o problema das manifestações de rua. Mas aí nós contamos com uma polícia repressiva, que é a polícia militar, no caso de conflitos entre os segmentos que defendem o impeachment e os segmentos que apoiam o governo. Só receio a eclosão de conflitos de rua.

    Sul21: Algumas decisões do juiz Sérgio Moro vêm sendo objeto de polêmica, como esta mais recente das interceptações telefônicas envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff. Como o senhor avalia estas decisões?

    Marco Aurélio Mello: Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz. Agora, houve essa divulgação por terceiros de sigilo telefônico. Isso é crime, está na lei. Ele simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado e foi objeto, inclusive, de reportagem no exterior. Não se avança culturalmente, atropelando a ordem jurídica, principalmente a constitucional. O avanço pressupõe a observância irrestrita do que está escrito na lei de regência da matéria. Dizer que interessa ao público em geral conhecer o teor de gravações sigilosas não se sustenta. O público também está submetido à legislação.

    Sul21: Na sua opinião, essas pressões midiáticas e de setores da chamada opinião pública vêm de certo modo contaminando algumas decisões judiciais?

    Marco Aurélio Mello: Os fatos foram se acumulando. Nós tivemos a divulgação, para mim imprópria, do objeto da delação do senador Delcídio Amaral e agora, por último, tivemos a divulgação também da interceptação telefônica, com vários diálogos da presidente, do ex-presidente Lula, do presidente do Partido dos Trabalhadores com o ministro Jacques Wagner. Isso é muito ruim pois implica colocar lenha na fogueira e não se avança assim, de cambulhada.

    Sul21: Os ministros do Supremo, para além do que é debatido durante as sessões no plenário, têm conversado entre si sobre a situação política do país?

    Marco Aurélio Mello: Não. Nós temos uma tradição de não comentar sobre processos, nem de processos que está sob a relatoria de um dos integrantes nem a situação política do país. Cada qual tem a sua concepção e aguarda o momento de seu pronunciar, se houver um conflito de posições. Já se disse que o Supremo é composto por onze ilhas. Acho bom que seja assim, que guardemos no nosso convívio uma certa cerimônia. O sistema americano é diferente. Lá, quando chega uma controvérsia, os juízes trocam memorandos entre si. Aqui nós atuamos em sessão pública, que inclusive é veiculada pela TV Justiça, de uma forma totalmente diferente.

    Sul21: A Constituição de 1988 incorporou um espírito garantista de direitos. Na sua avaliação, esse espírito estaria sob ameaça no Brasil?

    Marco Aurélio Mello: Toda vez que se atropela o que está previsto em uma norma, nós temos a colocação em plano secundário de liberdades constitucionais. Isso ocorreu, continuo dizendo, com a flexibilização do princípio da não culpabilidade e ocorreu também quando se admitiu, depois de decisão tomada há cerca de cinco antes, que a Receita Federal, que é parte na relação jurídica tributária, pode ter acesso direto aos dados bancários.

    Sul21: A expressão “ativismo jurídico” vem circulando muito na mídia brasileira e nos debates sobre a conjuntura atual. Qual sua opinião sobre essa expressão?

    Marco Aurélio Mello: A atuação do Judiciário brasileiro é vinculada ao direito positivo, que é o direito aprovado pela casa legislativa ou pelas casas legislativas. Não cabe atuar à margem da lei. À margem da lei não há salvação. Se for assim, vinga que critério? Não o critério normativo, da norma a qual estamos submetidos pelo princípio da legalidade. Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Se o que vale é o critério subjetivo do julgador, isso gera uma insegurança muito grande.

    Sul21: Esse ativismo jurídico vem acontecendo em um nível preocupante, na sua opinião?

    Marco Aurélio Mello: Há um afã muito grande de se buscar correção de rumos. Mas a correção de rumos pressupõe a observância das regras jurídicas. Eu, por exemplo, nunca vi tanta delação premiada, essa postura de co-réu querendo colaborar com o Judiciário. Eu nunca vi tanta prisão preventiva como nós temos no Brasil em geral. A população carcerária provisória chegou praticamente ao mesmo patamar da definitiva, em que pese a existência do princípio da não culpabilidade. Tem alguma coisa errada. Não é por aí que nós avançaremos e chegaremos ao Brasil sonhado.

    Sul21: Como deve ser o encaminhamento da série de ações enviadas ao Supremo contestando a posse do ex-presidente Lula como ministro?

    Marco Aurélio Mello: Eu recebi uma ação cautelar e neguei seguimento, pois havia um defeito instrumental. Nem cheguei a entrar no mérito. Nós temos agora pendentes no Supremo seis mandados de segurança com o ministro Gilmar Mendes e duas ações de descumprimento de preceito fundamental com o ministro Teori Zavaski, além de outras ações que tem se veiculado que existem e que estariam aguardando distribuição. Como também temos cerca de 20 ações populares em andamento.

    No tocante aos mandados de segurança, a competência quanto à medida de urgência liminar é do relator. Não é julgamento definitivo. Quanto à arguição de descumprimento de preceito fundamental, muito embora a atribuição seja do pleno, este não estando reunido – só teremos sessão agora no dia 28 de março – o relator é quem atua ad referendum do plenário.

    Temos que esperar as próximas horas. A situação se agravou muito com os últimos episódios envolvendo a delação do senador Delcídio e a divulgação das interceptações telefônicas. Não podemos incendiar o país.

    Sul21: O STF deverá ter um papel fundamental para que isso não ocorra…

    Marco Aurélio Mello: Sim. É a última trincheira da cidadania. Quando o Supremo falha, você não tem a quem recorrer. Por isso é que precisamos ter uma compenetração maior, recebendo não só a legislação e as regras da Constituição Federal, que precisam ser um pouco mais amadas pelos brasileiros, como também os fatos envolvidos.

    • Prezado MMCassio;
      Alem de não

      Prezado MMCassio;

      Alem de não respeitar as leis o supremo e o tse não respetam as Leis da Probabilidade.

      Isto deve ser denunciado para o mundo científico matemático. Nossos “ministros”  são uns gênios.

      Genaro

  18. Peraí, agora caiu a ficha. A

    Peraí, agora caiu a ficha. A petição de sua subordinada e pupila chegou a ele através de SORTEIO, agora fiquei sabendo pela Veja. Entenderam? Ufa, então é legal, está explicado! Me disseram também que quando Gilmar Mendes foi almoçar naquele mesmo dia a única mesa vaga era uma em que por acaso já estava sentado o José Serra e o Armínio Fraga. Coitado, teve que ficar ali fazendo hora, falando do tempo enquanto não vinha o prato predileto dele: fritada de lula acompanhado de um Romanée-Conti…

  19. Gilmar terceirizando a

    Gilmar terceirizando a fraude, o embuste, o logro. Pela rapidez do primeiro e o vacilo do último, parece que todas as petições estavam prontas, de acordo com o script.

  20. distribuição eletrônica…

    se demorar muito para recuperação dos dados, “limpeza”, a competência se dará pela prevenção passada

    acredito que basta trabalhar os dados existentes por repetição, fazer pesos coincidirem repetidamente, que fica parecendo que tudo acontece automaticamente

  21. A DITADURA DOJUDICIÁRIO.
    O

    A DITADURA DOJUDICIÁRIO.

    O Judiciário se apoderou do poder executivo, em confronto com a posição do Ministro Celso de Melo, sobre a atuação das instituições atuantes do sistema judiciário brasileiro.

    Hoje qualquer juiz em qualquer lugar e em qualquer tempo pode, a revelia da democracia e das atribuições dos 3 poderes, sisplesmente paralisar qualquer decisão normativa gerada pela presidencia do País..

    É um descalabro isso.. QUando o STF, guardião da lei e da constituição, permite que seus ministros conspirem contra a nação e contra a lei..

     

    É caso de Ditadura.. que hoje vivemos ! 

     

     

  22. Nassif;
    1- O “coiso” é muito

    Nassif;

    1- O “coiso” é muito sortudo, todas as distribuições de processos contra Lula, Dilma ou PT sempre caem para ele. Tanto no supremo quanto no TSE. No caso do TSE se não cai para ele vai para o tal do Noronha que é a própria  “voz do coiso”.

    Estas distribuições confrontam todos os princípios probabilísticos.

    Faltam para mim condições e capacidade, mas qualquer blogueiro que se dispuser fazer uma pesquísa poderá comprovar minha afirmação acima.

    2- O coiso por mais de uma vez utilizou a cadeira de ministro para gratuitamente ofender o Lula e o PT através de longos e raivosos votos. 

    No jantar da Katia Abreu o “coiso” em público e para quem quisesse ouvir lançou as mais infames injurias contra o Lula.

    Em nenhuma destas situações o “decano” celso mello e nem o decepcionante lewandowiski usaram a tribuna para passar um corretivo no coiso.

    Em outra oportunidade o coiso acusou diretamente todos os ministros indicados pelo Lula e pala Dilma : lewandowski, barroso, rosa weber, teori, carmem lucia, peluso, o poeta de Sergipe, CABrito  bem como o traíra do toffoli de formarem um poder bolivariano. Ninguem dos ilustres ministros não abriram a boca.

    Agora uma única frase do Lula, dita em particular e ilegalmente gravada é motivo para os dois ministros acima citados, melo e lewandowiski usarem o tempo e a cadeira do supremos, pagos por nós povo brasileiro,  para voziferarem  contra o Lula defendendo aquela impoluta corte suprema.

    3- O coiso está juntamente com o moro,  cada vez mais botando lenha na fogueira, para criar uma situação de caos em nosso Brasil e o corajosissimo lewandowaski presidente do CNJ não abre a boca.

    A quem iremos nós?????

    Qualquer trajédia que possa a vir a ocorrer eu acuso como culpados o lewandowiski e seus aulicos. A honrosa exceção está sendo o Marco Antonio Melo.

    Genaro

    • Pois é, o coiso ficou até

      Pois é, o coiso ficou até meia noite para dar um hc ilegal para soltar o banqueiro, e ainda quem foi exonerado foi o delegado que o prendeu, já o “festejado” presidente do stf, se não fosse o que Lula disse, teria feito o mesmo, ainda mais sabendo como se originou toda essa patranha, aliás, onde está ele???

    • Não, meu caro…
       
      Gilmar

      Não, meu caro…

       

      Gilmar participou da banca de defesa de tese da aluna Marilda, mas não foi orientador dela. Está no currículo Lattes dele: “6.

      ARAUJO, F. D.; Mendes, Gilmar Ferreira; FERRAZ, L.; BATISTA, O.; CAMMAROSANO, M.; FERRAZ, L. A.. Participação em banca de Marilda da Silveira. Segurança jurídica e ato administrativo: por um regime de transição de avaliação cogente. 2013. Tese (Doutorado em Direito) – Universidade Federal de Minas Gerais.”

      Aliás, ele parece ter sido sempre professor na UnB, e não professor da UFMG.

      De qualquer forma, é impressionamente como a cara do sujeito não queima, e ele não se sente impedido de acatar tal petição da Marilda.

       

  23. Os pares de Gilmar no STF JÁ

    Os pares de Gilmar no STF JÁ ESTÃO POR AQUÍ COM ELE!!

    Com esse escândalo agora de sua funcionária assinar a petição contra a nomeação do Lula

    é a PÁ DE CAL PARA ENTERRÁ-LO visto que é a deixa para tudo se normalizar no STF e calar a Globo!!

     Aquela foto do almoço com Serra é estarrecedor,AGORA ACREDITO EM TD EM SE TRATANDO DO JUDICIÁRIO!!!

    HOMENS DE BEM DO PAÍS NOS AJUDEM POR FAVOOOR!!

    • Acredito que se for contar

      Acredito que se for contar com o STF o PT e o Lula esão fodidos.

      o STF já demonstrou que tem lado na Ap 470. E não é o lado do PT.

      Vejam que o Ministro Celso de Mello critica a fala do Lula em vez de condenar o crime cometido pelo pseudo juiz Moro, como se o Lula tivesse dito alguma mentira.

      Você vai esperar o que desta gente?

  24. Liminar do Gilmar

    O Brasil é o país que consegue ter um Ministro do Supremo Tribunal Federal empresário e político. Ou seja somos donos da teoria do absurdo.

    A pergunta é mais complicada ainda. Porque esta esculhambação perdura e ninguém toma uma providência?

  25. Muito preocupante um juiz com

    Muito preocupante um juiz com estas atitudes completamente enviezadas, que afronta a própria legalidade, conduzindo uma escola de direito. 

  26. O Sistema eletrônico dos

    O Sistema eletrônico dos sorteios dos processo no STF que faz a maioria dos processos que envolve o governo cair nas mãos do GM, deveria ter seu modelo copiado pelas casas de jogos de Las Vegas, a banca ficaria bilionária rapidamente.

  27. Pergunta ao Presidente do STF…

    A indagação de como é realizada as distribuições no STF deve ser dirigida ao Presidente do STF que tem obrigação de informar de que forma é realizada as distribuições no âmbito daquela Corte, pois pela Lei e Regimentos Internos as distribuições de processos são pùblicas, com a palavra o Presidente do STF para responder para que não tenha nenhuma dúvida sobre o sistema de distribuição do STF.

    Att.

    Marques.

  28. Esse judiciário  com Gilmar

    Esse judiciário  com Gilmar Mendes e Moro é uma afronta ao país… Esse ministro merece um pedido de impeachmen pelo senado, cadê os sendaores?

  29. Falando em coincidências,

    Falando em coincidências, Cattapreta não era o sobrenome do marido/ex-marido da advogada “especialista” em delações premiadas, que se mandou pra Miami?

  30. Crime contra a segurança

    Crime contra a segurança nacional? O que pode ser feito? As evidências estão muito claras, não é possível que tudo fique assim.

  31. relaçao promíscua entre o judiciário e os poderosos FEBRABAN

    Por Carlos Alberto Etcheverry,
    Desembargador, integrante da 13ª Câmara Cível do TJRS.

    Uma vez mais, a Federação Brasileira dos Bancos
    (Febraban) abriu o “saco de bondades” que mantém à
    disposição dos magistrados brasileiros: financiou o
    transporte de ministros do TST e 44 juízes
    trabalhistas e sua hospedagem no Hotel Serhs, o mais
    luxuoso de Natal (RN), onde se realizou, de 28 de
    abril a 1º de maio, o “14º Ciclo de Estudos de Direito
    do Trabalho”.

    O pacote inclui – suprema bondade! – também o
    transporte e hospedagem de familiares, como informa a
    Folha de São Paulo. (1)

    Em entrevista, o ministro Milton de Moura França,
    vice-presidente do TST, afirmou não existir problema
    em magistrados trabalhistas comparecerem a evento
    financiado por setor econômico dos mais interessados
    nas decisões proferidas pela justiça trabalhista: “os
    médicos vão a congressos patrocinados por grandes
    laboratórios, mas nem por isso eu acredito que o meu
    médico vá me receitar um remédio que não seja
    compatível com o que eu preciso, só para agradar um
    laboratório.”

    Mais interessante – digamos assim – foi a explicação
    que deu para achar razoável o financiamento do
    transporte e da estada de familiares dos juízes:
    “minha mulher não veio por uma série de
    circunstâncias, mas, se o colega trouxe, não vejo mal,
    até para evitar maledicências, porque muitas pessoas,
    às vezes, pensam erradamente que um congresso desses
    pode ter um sentido menos nobre.”

    É declaração, a primeiramente referida, de uma
    profunda inocência, que em muito diminuiria se o seu
    autor acompanhasse o noticiário sobre os problemas
    decorrentes do relacionamento dos laboratórios
    farmacêuticos com a classe médica, graves ao ponto de,
    por exemplo, vários centros médicos de universidades
    americanas terem restringido as interações com a
    indústria da saúde, diante da crescente constatação de
    que elas influenciam, freqüentemente, a prescrição de
    remédios.

    E trata-se de uma inocência que se mostra ainda mais
    inconveniente no atual momento histórico. O povo
    brasileiro, já chocado com as investigações que
    aparentemente implicam magistrados na prática de venda
    de decisões, certamente apreciaria que os integrantes
    do Poder Judiciário, além de serem, em sua imensa
    maioria, de fato imparciais, também o sejam do ponto
    de vista das aparências.

    E não é esta a impressão que deram os magistrados
    participantes desse evento, ao menos a julgar pelo que
    foi divulgado pela imprensa. Afinal, não só receberam
    auxílio financeiramente significativo de entidade
    privada, como aceitaram participar de um ciclo de
    estudos cujo objetivo era tratar de temas complexos do
    interesse de toda a sociedade, como alegou o
    presidente da Febraban,(2) mas para o qual não foram
    convidados e tratados de igual forma os representantes
    dos trabalhadores.

    A sociedade brasileira, com inteira razão, não suporta
    mais comportamentos desta natureza.

    Se suportasse, acabaria por condescender com a
    concessão de benefícios patrimoniais de outra ordem,
    como, por exemplo, empréstimos a juros negativos,
    financiamentos imobiliários com taxas muito menores do
    que as cobradas dos cidadãos comuns e, até, com a
    caracterização da venda de decisões judiciais por
    preço irrisório como “crime de bagatela”…

    • Isso foi em 2007.  Há nove

      Isso foi em 2007.  Há nove anos.

      Qual a necessidade de “requentar” notícias como se fossem atuais?

      Não tem nada mais recente que você possa dizer sobre o judiciário?

  32. Não tenho absoluta certeza
    Não tenho absoluta certeza nem lembro onde li a respeito, mas essa foto foi tirada em 2010.
    Não que não seja possível fazer outra igual em qualquer momento de 2016 mas mesmo assim deve ser apurado mrlhor.

  33. superslarios dos “guardiâes do Brasil”

    Será por isto que o gm está jogando sujo COM O PAÍS(não aprenas com a presidente) e ainda queriam aumento de 56 %  negado pela DILMA…………..

    Os supersalários não são exclusividade do Poder Executivo, da Câmara e do Senado. Valendo-se de regras que excepcionalizam diversas situações, ministros, desembargadores e juízes Brasil afora extrapolam o valor do teto constitucional, hoje de R$ 26.723,13 por mês, alguns chegando à beira dos R$ 59 mil mensais. Mas é tudo legal, porque, apesar de o texto da Constituição ser rigoroso na determinação de que ninguém pode receber mais que essa cifra, normas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) excluem várias verbas do cálculo do teto. Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, a sociedade e a Constituição são desrespeitadas pelo grande número de exceções previstas nessas normas interpretativas. O presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, Cézar Peluso, preferiu não comentar o assunto. O Supremo defende no Congresso um projeto que eleva o atual teto para mais de R$ 30 mil mensais, ao custo de R$ 464 milhões por ano, apesar das resistências do governo de Dilma Rousseff. O próprio CNJ tem um conselheiro que ganhou R$ 27.757,99 em julho. É o que mostra levantamento do Congresso em Foco a partir das folhas de pagamento de tribunais superiores e federais em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília. As folhas contêm os valores e os cargos dos beneficiados, mas não seus nomes. De 976 magistrados pesquisados, a reportagem identificou 69 com salários acima do teto entre maio e agosto, mesmo após retirar da conta ganhos como 13º e férias. Considerando que até seis ministros do Supremo podem ganhar mais que seus subsídios, pelas informações obtidas pela reportagem, esse contingente pode chegar a 75 magistrados, ou 8% do total. Ao todo, esses 75 magistrados receberam mais de R$ 2 milhões em salários por mês. Se todas essas remunerações acima do teto fossem comprovadamente ilegais, os pagamentos irregulares somariam pelo menos R$ 32 mil. Veja a lista com os supersalários dos magistrados O Conselho Nacional de Justiça diz que o conselheiro que recebeu R$ 27.757,99 em julho “certamente” está embasado em exceções ao teto. O CNJ não informa quem é ele, cuja remuneração não é paga pelo conselho, mas por seu órgão de origem – que pode ser o Supremo Tribunal Federal (STF) ou até o Ministério Público da União, por exemplo. A assessoria de Cézar Peluso, presidente do Supremo e do CNJ, afirma que ele não é o conselheiro com salário de R$ 27.757,99. No Supremo Tribunal Federal, os seis ministros efetivos e substitutos que exercem trabalhos no Tribunal Superior Eleitoral – Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Dias Toffolli e Luiz Fux – também têm condições de receberem mais que o subsídio. Eles acumulam a remuneração no STF com jetons do TSE, de R$ 801,69 por sessão, verba limitada a oito sessões por mês ou 16 em período eleitoral. Com isso,a remuneração desses seis ministros pode chegar a R$ 33.136,68 ou até R$ R$ 39.550,23. Mas o valor é legal. Além de resolução do CNJ, um julgamento do próprio Supremo excluiu esses jetons do cálculo do teto. Ao contrário dos outros tribunais, o Supremo não está obrigado a publicar suas folhas de pagamento na internet. Uma resolução do CNJ isentou a corte máxima do Brasil dessa medida de transparência.

  34. salário do herói de plantão

    Paraná – Idolatrado pelos brasileiros que exigem o fim da corrupção no país, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, é um dos muitos magistrados beneficiados por uma prática legal, mas questionável do ponto de vista moral: a dos supersalários pagos aos servidores da Justiça no Brasil. Graças a uma generosa cesta de auxílios e adicionais eventuais, Moro tem recebido no contracheque muito acima do teto, que é limitado ao salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje em R$ 33,7 mil.

    Em abril, Sérgio Moro recebeu R$ 48 mil em auxílios e gratificações diversasFoto:  Gil Ferreira

    O artifício muito utilizado pelos tribunais fez com que o salário do magistrado chegasse a R$ 77.423,66, no mês de abril. Desse total, R$ 43.299,38 foram referentes a pagamentos de férias, 13º salário, atrasados e outros. No valor bruto, estavam incluídos ainda R$ 5.176,73 de auxílios para ajudar nas despesas com alimentação, transporte, moradia e saúde. O levantamento, feito pelo DIA no portal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (PR, SC e RS), mostra que, de janeiro a julho deste ano, Moro recebeu, por quatro vezes, rendimentos superiores a R$ 63 mil. Nos meses sem gratificação (março, maio e junho), o salário do magistrado, que é lotado na 13ª Vara Federal de Curitiba, não passou de R$ 36 mil. Além dele, há juízes cujos vencimentos ultrapassam R$ 100 mil por mês.

    O expediente de criação de penduricalhos foi criticado pelo deputado federal Wadih Damous (PT-RJ). “A limpeza deveria começar pela remuneração desses juízes e desembargadores que recebem acima do teto constitucional, em manobras que não fazem bem à democracia e à moralidade”, disse. As informações sobre o descumprimento do teto salarial na magistratura foram publicadas, na última semana, no site Consultor Jurídico. A análise foi feita pelo procurador federal Carlos André Studart Pereira, a pedido da Associação Nacional dos Procuradores Federais (Anpaf), e enviada a parlamentares. De acordo com a reportagem, o teto que deveria limitar o aumento de salário, na verdade, se tornou piso para magistrados.

  35. finanças, economia, justiça, política, negócios, mídia

     

      Nesta atual fase do capitalismo totalmente selvagem em que estamos vivendo no Brasil e no mundo, a qual começou principalmente a partir dos anos 80/90 do século passado (depois da quebra do lastro entre ouro e dólar ou moedas em geral, da crise do petróleo e do fim do comunismo soviético), o poder do dinheiro da elite compra praticamente tudo ou quase tudo. Com isso, todas as áreas estão cada vez mais envolvidas/integradas como estiveram desde sempre: finanças, economia, justiça, política, geopolítica, negócios, mídia, artes, jogos em geral, drogas, contrabando, prostituição, corrupção, lavagem de dinheiro, etc., etc..  Favor ler principalmente na frase final do Warren Buffett no jornal “Folha de São Paulo”, na versão traduzida em português: “Quem disse que não há luta de classe? Claro que há, e nós estamos vencendo”. Folha de São Paulo – Caderno Opinião 22/04/2014 VLADIMIR SAFATLE Como não pagar IPVAhttp://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/162401-como-nao-pagar-ipva.shtml Todos os anos você precisa pagar o IPVA do seu carro. Como o nome diz, trata-se de um Imposto de Propriedade sobre Veículos Automotores. Bem, um veículo automotor é, pasmem vocês, “aquele dotado de motor próprio”. Por exemplo, um carro de boi não pagará IPVA por não ter motor próprio: o motor é o boi, a saber, uma entidade ontologicamente a parte do aparato técnico de motricidade desenvolvido pelo saber humano. A bicicleta não pagará o imposto pela mesma razão, assim como o helicóptero do banqueiro, o jato particular do escroque e o iate do Naji Nahas. “Assim como o helicóptero, o jato particular e o iate”? Sim. Você poderá procurar todos os meandros do saber jurídico, encontrar explicações surreais, como aquela que afirma que o atual IPVA substituiu a antiga TRU (Taxa Rodoviária Única), logo os veículos automotores que pagarão impostos são apenas aqueles colados no chão. No entanto, a verdade é uma só: helicópteros, jatos particulares e iates não pagam IPVA porque, no Brasil, os ricos definem as leis que protegerão seus rendimentos e desejos de ostentação. Bem-vindo àquilo que economistas como o francês Thomas Piketty chamam de “capitalismo patrimonial”: um capitalismo construído para quem ganha mais continuar a ganhar mais, a não precisar devolver nada para a sociedade, enquanto quem ganha menos é continuamente espoliado e recebe cada vez menos serviços do Estado. Se os 20 mil jatos particulares e os 2.000 helicópteros que voam livremente no Brasil pagassem IPVA, teríamos algo em torno de mais R$ 8 bilhões. Esse valor é o equivalente a, por exemplo, dois orçamentos da USP. Ou seja, se aqueles que têm mais capacidade de contribuição simplesmente pagassem para ter seu singelo helicóptero o mesmo que você paga para ter seu carro, poderíamos financiar mais duas universidades com 90 mil alunos estudando gratuitamente. Esse é apenas um dentro vários exemplos de como o Brasil se organizou para ser um país onde ser rico é um ótimo negócio. Um país que, só em 2014, deverá ter mais 17 mil milionários e nenhum deles pagando aquilo que você paga. Porque, aqui, quanto mais você sobe (de preferência de jato ou helicóptero), mais você é protegido. Isso pode parecer uma explicação primária, mas muitas vezes o óbvio é o que há de mais difícil a enxergar. Como disse, não um esquerdista de centro acadêmico, mas o megainvestidor norte-americano Warren Buffett: “Quem disse que não há luta de classe? Claro que há, e nós estamos vencendo”. VLADIMIR SAFATLE escreve às terças-feiras nesta coluna.    Favor ler principalmente na parte falada pelo Warren Buffett no jornal “The New York Times”, na versão original em inglês: It turned out that Mr. Buffett, with immense income from dividends and capital gains, paid far, far less as a fraction of his income than the secretaries or the clerks or anyone else in his office. Further, in conversation it came up that Mr. Buffett doesn’t use any tax planning at all. He just pays as the Internal Revenue Code requires. “How can this be fair?” he asked of how little he pays relative to his employees. “How can this be right?” Even though I agreed with him, I warned that whenever someone tried to raise the issue, he or she was accused of fomenting class warfare. “There’s class warfare, all right,” Mr. Buffett said, “but it’s my class, the rich class, that’s making war, and we’re winning.”  The New York Times – Your Money EVERYBODY’S BUSINESS In Class Warfare, Guess Which Class Is Winninghttp://www.nytimes.com/2006/11/26/business/yourmoney/26every.html?_r=0http://www.nytimes.com/2006/11/26/business/yourmoney/26every.html?_r=0&pagewanted=print By BEN STEIN Published: November 26, 2006 NOT long ago, I had the pleasure of a lengthy meeting with one of the smartest men on the planet, Warren E. Buffett, the chief executive of Berkshire Hathaway, in his unpretentious offices in Omaha. We talked of many things that, I hope, will inspire me for years to come. But one of the main subjects was taxes. Mr. Buffett, who probably does not feel sick when he sees his MasterCard bill in his mailbox the way I do, is at least as exercised about the tax system as I am. Put simply, the rich pay a lot of taxes as a total percentage of taxes collected, but they don’t pay a lot of taxes as a percentage of what they can afford to pay, or as a percentage of what the government needs to close the deficit gap. Mr. Buffett compiled a data sheet of the men and women who work in his office. He had each of them make a fraction; the numerator was how much they paid in federal income tax and in payroll taxes for Social Security and Medicare, and the denominator was their taxable income. The people in his office were mostly secretaries and clerks, though not all. It turned out that Mr. Buffett, with immense income from dividends and capital gains, paid far, far less as a fraction of his income than the secretaries or the clerks or anyone else in his office. Further, in conversation it came up that Mr. Buffett doesn’t use any tax planning at all. He just pays as the Internal Revenue Code requires. “How can this be fair?” he asked of how little he pays relative to his employees. “How can this be right?” Even though I agreed with him, I warned that whenever someone tried to raise the issue, he or she was accused of fomenting class warfare. “There’s class warfare, all right,” Mr. Buffett said, “but it’s my class, the rich class, that’s making war, and we’re winning.” This conversation keeps coming back to mind because, in the last couple of weeks, I have been on one television panel after another, talking about how questionable it is that the country is enjoying what economists call full employment while we are still running a federal budget deficit of roughly $434 billion for fiscal 2006 (not counting off-budget items like Social Security) and economists forecast that it will grow to $567 billion in fiscal 2010. When I mentioned on these panels that we should consider all options for closing this gap — including raising taxes, particularly for the wealthiest people — I was met with several arguments by people who call themselves conservatives and free marketers. One argument was that the mere suggestion constituted class warfare. I think Mr. Buffett answered that one. Another argument was that raising taxes actually lowers total revenue, and that only cutting taxes stimulates federal revenue. This is supposedly proved by the history of tax receipts since my friend George W. Bush became president. In fact, the federal government collected roughly $1.004 trillion in income taxes from individuals in fiscal 2000, the last full year of President Bill Clinton’s merry rule. It fell to a low of $794 billion in 2003 after Mr. Bush’s tax cuts (but not, you understand, because of them, his supporters like to say). Only by the end of fiscal 2006 did income tax revenue surpass the $1 trillion level again. By this time, we Republicans had added a mere $2.7 trillion to the national debt. So much for tax cuts adding to revenue. To be fair, corporate profits taxes have increased greatly, as corporate profits have increased stupendously. This may be because of the cut in corporate tax rates. Anything is possible. The third argument that kind, well-meaning people made in response to the idea of rolling back the tax cuts was this: “Don’t raise taxes. Cut spending.” The sad fact is that spending rises every year, no matter what people want or say they want. Every president and every member of Congress promises to cut “needless” spending. But spending has risen every year since 1940 except for a few years after World War II and a brief period after the Korean War. The imperatives for spending are built into the system, and now, with entitlements expanding rapidly, increased spending is locked in. Medicare, Social Security, interest on the debt — all are growing like mad, and how they will ever be stopped or slowed is beyond imagining. Gross interest on Treasury debt is approaching $350 billion a year. And none of this counts major deferred maintenance for the military. The fourth argument in response to my suggestion was that “deficits don’t matter.” There is something to this. One would think that big deficits would be highly inflationary, according to Keynesian economics. But we have modest inflation (except in New York City, where a martini at a good bar is now $22). On the other hand, we have all that interest to pay, soon roughly $7 billion a week, a lot of it to overseas owners of our debt. This, to me, seems to matter. Besides, if it doesn’t matter, why bother to even discuss balancing the budget? Why have taxes at all? Why not just print money the way Weimar Germany did? Why not abolish taxes and add trillions to the deficit each year? Why don’t we all just drop acid, turn on, tune in and drop out of responsibility in the fiscal area? If deficits don’t matter, why not spend as much as we want, on anything we want? The final argument is the one I really love. People ask how I can be a conservative and still want higher taxes. It makes my head spin, and I guess it shows how old I am. But I thought that conservatives were supposed to like balanced budgets. I thought it was the conservative position to not leave heavy indebtedness to our grandchildren. I thought it was the conservative view that there should be some balance between income and outflow. When did this change? Oh, now, now, now I recall. It changed when we figured that we could cut taxes and generate so much revenue that we would balance the budget. But isn’t that what doctors call magical thinking? Haven’t the facts proved that this theory, though charming and beguiling, was wrong? THIS brings me back to Mr. Buffett. If, in fact, it’s all just a giveaway to the rich masquerading as a new way of stimulating the economy and balancing the budget, please, Mr. Bush, let’s rethink it. I don’t like paying $7 billion a week in interest on the debt. I don’t like the idea that Mr. Buffett pays a lot less in tax as a percentage of his income than my housekeeper does or than I do. Can we really say that we’re showing fiscal prudence? Are we doing our best? If not, why not? I don’t want class warfare from any direction, through the tax system or any other way. Ben Stein is a lawyer, writer, actor and economist. E-mail: [email protected].    Favor ler principalmente as partes em que o Thomas A. Stewart fala sobre “eles” em várias partes do seu artigo (“eles” significando quatro grupos: judeus, maçons, banqueiros, e políticos comprados) e a riqueza do Brasil (Manaus, Amazonas e Região Amazônica/Bacia Amazônica) … mas “eles”, sem dúvida, são conluio habitual dos teóricos da conspiração – judeus, maçons, banqueiros, e políticos comprados – até seus truques sinistros habituais.  Knowledge, the Appreciating Commodity Nations’ real wealth doesn’t reside in forests of rubber trees or acres of diamond mines, but in the techniques and technologies for exploiting them. http://archive.fortune.com/magazines/fortune/fortune_archive/1998/10/12/249274/index.htm    Favor ler principalmente as páginas 193, 209 e 210 da “Senhoriagem ou soberania?” do Randall Wray Senhoriagem ou soberania? L. Randall Wray http://www.eco.unicamp.br/docprod/downarq.php?id=541&tp=a file:///C:/Users/Usuario/Downloads/01-wray.pdf http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:ek4dAYH9j8wJ:www.eco.unicamp.br/docprod/downarq.php%3Fid%3D541%26tp%3Da+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br   Sistema Monetário e Financeiro Internacional http://www.santiagodantassp.locaweb.com.br/novo/grade-curricular/sistema-monetario-e-financeiro-internacional.html   Anotações sobre o dólar e o Sistema Monetário Internacional http://www.vermelho.org.br/noticia_print.php?id_noticia=17647&id_secao=2   

  36. Isso que estão fazendo não é
    Isso que estão fazendo não é CONSPIRAÇÃO CONTRA O ESTADO?
    O pior é que ainda querem tirar a DILMA,só pela sacanagem
    tô quase virando petista roxo!

  37. conspiração e golpe…
    quatro

    conspiração e golpe…

    quatro pesoas discutem num jantar os rumos da república….

    isso é que é representatividade popular, legitimidade eleitoral…

    com a boa gorjeta, só o garçom deve estar convencido…

  38. Quem propôs a ação redigida

    Quem propôs a ação redigida por empregada de  Gilmar Mendes e julgada pelo próprio Mendes foi o PPS, partido de propriedade de Roberto Feire, linha auxiliar do PSDB e do golpe.

    Apenas para refrescar a memória: quem é  Roberto Feire?

    Sebastião Nery responde.

    “Para Roberto Freire, “desconstruir”, destruir, eliminar o principal candidato da oposição e das esquerdas (com 42% nas pesquisas) é um “serviço à democracia”.

    “Gama e Silva nunca teve coragem de dizer isso.
    Armando Falcão também não.
    Nem mesmo Newton Cruz.
    Só o delegado Fleury.
    Ninguém entendeu.
    Porque não conhecem a história de Roberto Freire.

    “Em 1970, no horror do AI-5, quando tantos de nós mal havíamos saído da cadeia ou ainda lá estavam, muitos sendo torturados e assassinados, o general Médici, o mais feroz dos ditadores de 64, nomeou procurador (sic) do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) o jovem advogado pernambucano Roberto João Pereira Freire, de 28 anos.

    “Não era um cargozinho qualquer, nem ele um qualquer. “Militante do Partido Comunista desde o tempo de estudante, formado em Direito em 66 pela Universidade Federal de Pernambuco, participou da organização das primeiras Ligas Camponesas na Zona da Mata” (segundo o “Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro”, da Fundação Getulio Vargas-Cpdoc).

    “Será que os comandantes do IV Exército e os generais Golbery (governo Castelo), Médici (governo Costa e Silva) e Fontoura (governo Médici), que chefiaram o SNI de 64 a 74, eram tão debilóides a ponto de nomearem procurador do Incra, o órgão nacional encarregado de impedir a reforma agrária, exatamente um conhecido dirigente universitário comunista e aliado do heróico Francisco Julião nas revolucionárias Ligas Camponesas?

    “Os mesmos que, em 64, na primeira hora, cassaram Celso Furtado por haver criado a Sudene, cataram e prenderam Julião, e desfilaram pelas ruas de Recife com o valente Gregório Bezerra puxado por uma corda no pescoço, puseram, em 70, o jovem líder comunista para “fazer” a reforma agrária.”

    Mais em https://goo.gl/ajr5ll

    Perguntamos: de que lado Mr. Bob Freire está?

    Do lado do Brasil é que não é.

     

    Bob Freire e Blá-blá.

    Bob Freire e José Cerra: um caso de amor.

    http://goo.gl/H5JKTb

    https://goo.gl/m2IkEz

  39. Manipulação da Globo

    Caros(as), convido-lhes a ler uma análise, ISENTA E IMPARCIAL, sobre como a Globo age para MANIPULAR as pessoas em nosso país, a partir da observação de “uma série de reportagens” sobre a Fome no Brasil na Era FHC, como gosta de jactar-se a Globo, uma das séries mais premiadas da emissora .

     

    Caso gostem da análise, deixem comentários, compartilhem e divulguem. Abraços, Fábio Brito.

     

    DO QUE A GLOBO TEM FOME??? A narrativa construída que faz você odiar os oprimidos e amar os opressores.

     

    OS 50 TONS DE GOLPE DA GLOBO E PORQUE SUA CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO TEM QUE SER CASSADA JÁ!!!

     

    “A proposta era apresentar aos brasileiros que se alimentam, quem são os brasileiros que não tem o que comer e como “os famintos” podem ser ajudados.” Wiliam Bonner.

     

    https://rebeldesilente.wordpress.com/2016/03/20/os-50-tons-de-golpe-da-globo-e-porque-sua-concessao-de-transmissao-tem-que-ser-cassada-ja/

  40. Manipulação da Globo

    Caros(as), convido-lhes a ler uma análise, ISENTA E IMPARCIAL, sobre como a Globo age para MANIPULAR as pessoas em nosso país, a partir da observação de “uma série de reportagens” sobre a Fome no Brasil na Era FHC, como gosta de jactar-se a Globo, uma das séries mais premiadas da emissora .

     

    Caso gostem da análise, deixem comentários, compartilhem e divulguem. Abraços, Fábio Brito.

     

    DO QUE A GLOBO TEM FOME??? A narrativa construída que faz você odiar os oprimidos e amar os opressores.

     

    OS 50 TONS DE GOLPE DA GLOBO E PORQUE SUA CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO TEM QUE SER CASSADA JÁ!!!

     

    “A proposta era apresentar aos brasileiros que se alimentam, quem são os brasileiros que não tem o que comer e como “os famintos” podem ser ajudados.” Wiliam Bonner.

     

    https://rebeldesilente.wordpress.com/2016/03/20/os-50-tons-de-golpe-da-globo-e-porque-sua-concessao-de-transmissao-tem-que-ser-cassada-ja/

  41. Suspeição?

    “…(Gilmas Mendes) julgou mandado de segurança peticionado por uma funcionária, sem declarar suspeição”

    Claro que GM não declarou suspeição. O mandado foi expedido a mando dele.

  42. Vamos parar de retórica

    Vamos parar de retórica jurídica e metáforas de jogos. Isso é golpe! O STF está no golpe. Não é só o gmendes. É a própria estrutura daquela casa, sob o comando (ou à revelia, o que é tão grave quanto) do presidente, o levandowsk. Seria coincidência as ações mais importantes para o governo pousarem faceiramente quase sempre no colo do gmendes ou do seu lacaio, o tofoli? E o silêncio vergonhoso dos outros ministros, todos acoelhados diante de tantos desmandos do judiciário? Acho a postura deles até pior do que a do coronel gmendes. Esse pelo menos assume e corre riscos para defender seus imundos ideais. Já os outros ficam caladinhos pra ver se a poeira baixa e eles possam voltar para suas vidas mediocres. Não têm envergadora moral e coragem para serem os guardiões da república e da constituição. Por enquanto, a grata e honrosa excessão é o Marco Aurélio Mello…espero que além de denunciar publicamente, ele esteja articulando com outros em favor da democracia e do estado de direito. Não é bem o papel de um ministro do stf, mas a essa altura os papeis formais já não importam. Estamos em guerra. Por enquanto, guerra ideológica e de informações.

  43. Impeachment para Gilmar Mendes
    O cargo de ministro do Supremo requer, se não imparcialidade, ao menos isenção diante dos fatos para que a balança da justiça não penda para. lado algum. As atitudes de Gilmar Mendes demonstram não apenas falta do espírito de isenção, mas ainda desprezo para com a investidura de seu cargo. Demonstra ainda desprezo com os valores republicanos. Quem o julgará? Qual tribunal é apto a fazê-lo? Se nenhum tribunal p fizer, as ruas o fará!

  44. A foto é altamente reveladora

    Na linguagem corporal, quando se leva a mão à boca é porque se está mentindo. 

    Na mesa só haviam quatro comensais, o Fraga e o Serra estavam com a mão na boca, mentiam para quem?

    O quarto homem não identificado é o único que está sem paletó, à vontade, os outros três estão a “trabalho”, prestação de contas?

    A foto foi tirada por quem? Apesar disto conta a história como fotografia de fotógrafos profissionais, é para coação e chantagem, figuras públicas devem explicação.

    Tudo muito suspeito.

    • O Ciro também acha estranho esta falta de prestação de contas

      CIRO VÊ “SINDICATO DE LADRÕES” NO IMPEACHMENT

       

      Ex-ministro do governo Lula e presidenciável pelo PDT, Ciro Gomes, voltou a classificar como golpe o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; Ciro chamou de “sindicato de ladrões” os líderes do PSDB e PMDB que estão se alinhando para garantir a aprovação do processo na Câmara; “O sindicato de ladrões agora é uma coalizão PMDB/PSDB, acertada em jantares em Brasília. Com detalhes de como vão repartir o governo, como o Michel Temer tem que assumir anunciando que não é candidato à reeleição. Como vão desarmar a bomba da Lava Jato, porque começou a sair do controle. Porque os políticos começaram a ver que pode sobrar para o lado deles. Isso é o que tá apalavrado, num jantar em Brasília, pelos cleptocratas do Brasil”, disparou

       

      20 DE MARÇO DE 2016 ÀS 13:10

       

       

      Ceará 247 – O ex-ministro do governo Lula e presidenciável pelo PDT, Ciro Gomes, voltou a classificar como golpe o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

      Ciro chamou de “sindicato de ladrões” os líderes do PSDB e PMDB que estão se alinhando para garantir a aprovação do processo na Câmara.

      “O sindicato de ladrões agora é uma coalizão PMDB/PSDB, acertada em jantares em Brasília. Com detalhes de como vão repartir o governo, como o Michel Temer tem que assumir anunciando que não é candidato à reeleição. Como vão desarmar a bomba da Lava Jato, porque começou a sair do controle. Porque os políticos começaram a ver que pode sobrar para o lado deles. Isso é o que tá apalavrado, num jantar em Brasília, pelos cleptocratas do Brasil”, disparou, em entrevista ao jornal O Dia.

      Ciro disse ainda que foi um erro a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil. “Ainda que não seja, parecerá que o Lula estava querendo fugir de um juiz ‘severo’ (entre aspas, frisa Ciro) para presumindo impunidade se abrigar na jurisdição do Supremo. Tudo isso foi agravado pelas gravações divulgadas. E o Supremo tem se comportado muito bem, salvo um ou outro ministro. Não vamos esquecer que o Tribunal prendeu a cúpula do PT inteira”, afirmou.

      Ciro Gomes criticou ainda a estratégia da oposição em abandonar o processo de cassação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Se o TSE cassar a chapa, tem eleições gerais. E aí vem alguém. Acho que eles estavam com medo da Marina. Por isso, resolveram restaurar a tese do impeachment. Não estão vendo que é um golpe no país?”, afirmou.

       

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