Veja os momentos da sessão do STF em que Barbosa rejeita recurso de Pizzolato

No dia 17 de dezembro passado, na sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que discutia a “dosimetria” das penas dos condenados na Ação Penal 470, o chamado caso do Mensalão, o presidente e relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, interrompeu a sessão 1:25:57s depois de iniciada para expor “alguns probleminhas” ao plenário. Puxou um papel e fez uma referência a “um agravo regimental do réu Henrique Pizzolato”. Diz, então, que é um agravo da semana anterior, já resolvido pelo plenário, e passa a palavra para a ministra Carmen Lúcia.

Pequenos problemas………….

 

 

Passados 1:59:49s da sessão, Barbosa expõe o agravo de instrumento que era, de fato, a novidade, feito pelo advogado de Henrique Pizzolato, Marthius Sávio Cavalcante Lobato. O ministro Marco Aurélio Mello tenta obter informações mais precisas sobre o processo da 12a. Vara de Brasília, ao qual o advogado pede acesso, mas Barbosa tergiversa. É socorrido em dado momento pelo ministro Dias Toffoli, mas Marco Aurélio volta ao assunto com um “Vossa Excelência veja bem”. Barbosa interrompe com um ríspido

“Decidi monocraticamente, ministro Marco Aurélio”

 

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4 comentários

  1. Decisão monocrática do ministro Joaquim Barbosa

    Não temos como avaliar os comentários do ministro Joaquim Barbosa sem conhecer o contexto em que o fato se deu. A mídia pode derrubar qualquer um que ela quiser, dependendo dos interesses de cada veículo de imprensa, e não nos cabe tão somente aceitar ou não determinados comentários que são divulgados de acordo com pré-julgamentos com objetivos plenamente determinados que não nos são dados a conhecer. Passamos a ser o que desejam todos os detentores de poder: o inocente-útil! Não quero vestir esse uniforme! Antes de mais nada, é preciso que levemos em conta que se esse ministro ficar desacreditado não teremos mais quem possa dizer o que pensa e o que deseja o povo, nem teremos mais quem nos defenda. É preciso refletir, não apenas parabenizá-lo ou condená-lo! O dia em que o povo perder esse ministro, será o dia da suprema glória para os detentores do poder que estão a se lixar para o que o povo diz ou pensa!

    • Sem conhecer o contexto?

      Sem conhecer o contexto?  Estamos todos CARECAS de conhecer o contexto. E O POVO que conheço não está dizendo nada do que o Silvério dos Reis Barbosa diz, não. Só os leitores da Veja e outras variedades de me-engana-que-eu-gosto.

  2. Crime do ministro Joaquim Barbosa

    Jorge Oliveira

    A informação de fontes confiáveis são de que o  ministro Joaquim Barbosa e o PGR Antionio Fernando esconderam provas que inocentavam Henrique Pizolatto e levaram os demais ministros do STF a aceitarem a denúncia de crime.

    Não é preciso ser um jurista para identificar que ambos (Joaquim e Antonio) cometeram um crime.

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