A Estratégia Nacional de Defesa

O programa Brasilianas.org recebeu o ministro da Defesa Celso Amorim, o diretor titular do Comitê de Defesa da FIESP, Jairo Cândido, e o conselheiro da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Claudio Moreira. O debate, que mediado por Luis Nassif, avaliou a importância da indústria da defesa e segurança do Brasil.

A estratégia nacional de defesa está baseada na Constituição Federal, com premissas de buscar, sempre que possível, soluções pacíficas e o fortalecimento da paz e segurança internacionais. Entretanto, o aumento da relevância social e econômica do Brasil no cenário mundial lhe obrigou a aumentar os investimentos no setor nos últimos anos. Segundo dados do Panorama sobre a indústria da defesa e segurança no Brasil, divulgado em 2013 pelo BNDES, de 2003 até 2012 as despesas com investimentos neste nicho aumentaram 568% em território nacional, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 10,1 bilhões.

Os gastos com investimentos referem-se à aquisição de recursos necessários ao aparelhamento das Forças Armadas como aviões, helicópteros, navios, embarcações, carros de combate, instalações de grande porte, armamentos pesados e suas munições. O relatório também destaca a importância do setor bélico para o desenvolvimento de tecnologias de ponta, lembrando que grande parte dos inventos nesta área tem aplicação dual, ou seja, tanto militar como civil, a exemplo da criação da internet, do telefone celular e do GPS.

O orçamento da defesa no Brasil abrange o Ministério da Defesa e as Forças Armadas. As principais empresas de defesa brasileiras atuam de maneira diversificada, ou seja, atendendo também ao mercado civil fornecendo produtos e soluções de segurança. Ainda, segundo relatório do BNDES, os países que mais investem em defesa e segurança desenvolvem os produtos a serem utilizados pela defesa nacional em cooperação com entidades de pesquisa e desenvolvimento militares e civis. Nesta edição, o programa faz um balanço da estratégia nacional de defesa, do fomento à tecnologia e aos institutos limitares, e também da experiência de contratação dos caças Gripen. 

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