Ao Exército, Pazuello nega transgressão e fala em “honra pessoal”

O Comandante do Exército, general Paulo Sérgio, terá oito dias para decisão sobre uma punição. A pressão é para que, além de Pazuello ir para a reserva, haja uma punição exemplar

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Jornal GGN – O ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, enviou documento ao Comando do Exército nesta quinta-feira, 27, em que nega ter cometido transgressão disciplinar ao participar de ato político de Jair Bolsonaro (sem partido), no Rio de Janeiro. As informações são do jornalista Caio Junqueira, na CNN Brasil.

Em resposta ao protocolo do procedimento disciplinar que foi aberto pelo Exército contra ele, Pazuello alegou que agiu de acordo com a “honra pessoal”, ao citar o artigo 06 do Regimento Disciplinar do Exército.

O trecho em questão diz que a aplicação do regimento do Exército deve considerar a “honra pessoal: sentimento de dignidade própria, como o apreço e o respeito de que é objeto ou se torna merecedor o militar, perante seus superiores, pares e subordinados”.

O regimento proíbe, no entanto, “manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária”. 

Mas, Pazuello argumenta que deve-se considerar o apreço que seu superior, Jair Bolsonaro (sem partido), tem por ele. 

Agora, o Comandante do Exército, general Paulo Sérgio, terá oito dias para decisão sobre uma punição. A pressão é para que, além de Pazuello ir para a reserva, haja uma punição exemplar. 

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