Ao presidente mais popular da história do Brasil

Certa vez Lula declarou para um documentário sobre os presidentes da América Latina que ele e Evo Morales não poderiam se dar o direito de errar no exercício do poder.
Disse isso para ilustrar que, em uma região do mundo em que as elites sempre governaram e cansaram de errar, para um povo carente da ação do Estado que necessita de políticas públicas para ter melhores oportunidades de vida, estes mesmos filhos do andar de cima da sociedade (ricos empresários, intelectuais consagrados ou celebridades), sempre puderam retornar ao poder, sem discriminação ou condenação histórica pelos repetidos erros de seus iguais quando governantes.  Mas que, tanto para ele quanto para Evo Morales, não haveria outra chance, em décadas, para novamente um operário sem diploma universitário ou  um indígena voltar a governar seus países.

O erro (ou mau governo) significaria o trancamento das portas do poder, a consolidação do complexo de inferioridade para aqueles que, vindos do povo, não poderiam ter nova chance de governar, criando o ambiente para a aceitação de uma incapacidade histórica dos mais pobres poderem escolher para governar seus destinos um dos seus.

“…Se algum mérito tive, foi o de haver semeado sonho e esperança.  Meu sonho e esperança vem das profundezas da alma popular, do berço pobre que tive e da certeza de que com luta, coragem e trabalho a gente supera qualquer dificuldade” Lula.

  
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