Assessores investigados continuam empregados no gabinete de Carlos Bolsonaro

Suspeitos de participarem de esquema de “rachadinha” tem salários acima dos R$10 mil e tiveram sigilo quebrado pela Justiça

Reprodução Redes Sociais

Jornal GGN – Alvo de uma investigação do Ministério Público do Rio sobre esquema de rachadinha em seu gabinete, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) mantém em sua equipe três assessores suspeitos de atuarem como funcionários fantasmas e devolverem parte de seus salários.

De acordo com o Estadão, o casal Jorge Luiz Fernandes, chefe de gabinete do parlamentar, e Regina Célia Sobral, além de Edir Barbosa Góes, recebem salários acima de R$ 10 mil  e tiveram os sigilos bancário e fiscal quebrados pela Justiça em maio.

Indícios apontam que Regina nunca trabalhou para Carlos e foi nomeada apenas para fazer parte do esquema.

Já Goés, coordenava um núcleo integrado por sua própria família, que desde 2001 comandava demandas da população em Santa Cruz, na zona oeste do Rio. Ele, no entanto, só foi nomeado em 2008.

Além das duas famílias, o MP identificou no suposto esquema outros sobrenomes com mais de um integrante das mesmas famílias. São seis no total, os Fernandes e os Góes, além dos Gerbatim, Martins, Duarte e, em maior número, os Valle, de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-madrasta de Carlos.

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