Decisão de não punir Pazuello foi pensada, afirma Luiz Eduardo Ramos

Em entrevista, chefe da Casa Civil diz que ‘história de vida’ do ex-ministro pesou, e questionou atuação de prefeitos e governadores

O ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Jornal GGN – A decisão do Exército de não punir o ex-ministro Eduardo Pazuello por participar de ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro foi “extremamente pensada”, segundo declarações do ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos.

Ramos concedeu entrevista ao jornal O Globo, onde afirmou que o passado pesou na decisão – segundo o ministro, diversas condicionantes são analisadas em qualquer transgressão, de soldado a general. No caso de Pazuello, o comandante considerou que a presença do ex-ministro em ato a favor do presidente não foi uma transgressão.

Na visão do ministro, Pazuello esteve no evento como civil e Bolsonaro é o comandante supremo das Forças Armadas. Questionado sobre sua participação em manifestações pró-Bolsonaro, Ramos disse que só esteve presente em uma, na da rampa do Planalto, o que o levou a ir para a reserva.

Sobre o trabalho de Pazuello como ministro, Luiz Eduardo Ramos questionou os trabalhos de prefeitos, governadores e secretários de saúde, afirmando que o trabalho do ex-ministro foi feito dentro das condições apresentadas.

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