Depois do vice decorativo, o filho decorativo

Jornal GGN – Alguém olhou as pesquisas de opinião que mostram a alta rejeição da população a Michel Temer e alertou o interino: é melhor ir buscar Michelzinho na escola para ganhar alguma simpatia. E Temer foi, mas não sem antes convocar a imprensa para registrar a ação de pai dedicado. Para Bernardo Mello Franco, Michelzinho é um fenômeno que já deu ao pai ao menos três manchetes desde que Dilma Rousseff foi afastada. Mas talvez nem Michelzinho seja capaz de resolver o problema de imagem de Temer.

Por Bernardo Mello Franco

Michelzinho é um fenômeno

Na Folha

Michelzinho é um fenômeno. Aos 7 anos, o caçula do presidente interino já produziu três manchetes desde que o pai assumiu o poder. A primeira revelou sua vocação para as artes gráficas. Com o dedinho em riste, o menino escolheu a nova logomarca do governo federal.

“Ele olhou e falou ‘que lindo!’, com uma expressão de criança mesmo, verdadeira e emocional”, contou o marqueteiro Elsinho Mouco ao repórter Silas Martí. Designers de verdade criticaram a marca, tão retrô quanto o lema “Ordem e progresso”.

Duas semanas depois, Michelzinho demonstrou seu talento precoce para os investimentos. O jornal “O Estado de S. Paulo” noticiou que ele é proprietário de dois imóveis comerciais no Itaim Bibi. Somado, o valor dos conjuntos ultrapassa a cifra de R$ 2 milhões.

O colunista José Simão observou que, aos 7 anos, só era dono de um punhado de bolas de gude. Temer informou que doou as posses ao herdeiro. Em 2014, ele declarou ter um patrimônio de R$ 7,5 milhões. Os números reais devem ser bem maiores, entre outros motivos, porque a lei eleitoral não obriga os políticos a atualizarem o valor de imóveis.

Nesta terça (26), Michelzinho voltou ao noticiário na condição de filho decorativo.

Acompanhado da mulher, que é 43 anos mais nova, Temer foi buscá-lo numa escola particular de Brasília. Não foi uma mera atividade familiar. A assessoria do Palácio do Planalto montou a cena e convocou a imprensa para registrá-la. Um cinegrafista da Presidência chegou a entrar no colégio. Pais de outros alunos reclamaram da presença dos repórteres.

Segundo auxiliares, a ideia era suavizar a imagem do interino. Pesquisas indicam que o estilo dele, excessivamente formal e quase sempre soturno, não atrai a simpatia dos eleitores. Temer tem manifestado o desejo de se tornar mais popular. Apesar de seus talentos, é possível que nem o fenômeno Michelzinho consiga operar este milagre.
 

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40 comentários

  1. A assessoria do Palácio do

    A assessoria do Palácio do Planalto montou a cena e convocou a imprensa para registrá-la.

    Foi coisa do Villa, que demitido da revista inVeja, no momento faz o papel de Goelbbels do ladrão de votos do povo brasileiro. Dias trás o pseudo-historiador disse que Temer teria que falar ao povo. Grande bosta.

  2. Quando o sujeito precisa

    Quando o sujeito precisa vender a imagem de que ele é “um cara normal como qualquer outro”,  é porque a coisa tá feia, muito feia.

    Clima de campanha em meio à baixíssima popularidade, um ficha suja que nem pode ser candidato a nada.  

  3. Caro Luis Nassif e demais

    Caro Luis Nassif e demais membros do Jornal GGN, boa noite.

    Domingo (31) terão manifestações contra o golpe por todo o país, assim como uma grande manifestação no Rio de Janeiro no dia 05/08. Por que não colocar amanhã e no sábado isso na capa do blog? Segue a agenda abaixo. Isso precisa ser divulgado ao máximo.

     Todo o campo progressista brasileiro precisa dar destaque a isso, pois o PiG é que não vai dar… Saudações, a agenda segue abaixo. #ForaTemer  … “Manifestações programadas para domingo (31) no Brasil e na Europa” São Paulo – Largo da Batata – 14hhttps://www.facebook.com/events/869480496518847/ Fortaleza – Praça Cristo Redentor – 15hhttps://www.facebook.com/events/1176671975737650/ João Pessoa- Lagoa do Parque Solon de Lucena – 14shttps://www.facebook.com/events/258411337874263/  Curitiba – Praça da Mulher Nua – 15hhttps://www.facebook.com/events/1045314202189359/ Goiânia – Estacionamento do IFG – 9hhttps://www.facebook.com/events/1127834183940490/ Recife – Praça Derby – 15hhttps://www.facebook.com/events/164431293965920/ Belo Horizonte – Praça 7 – 10 h.https://www.facebook.com/events/801735819930197/ Salvador – Campo Grande – 14h Brasilia – Feira Central de Planaltina – 9h Uberlandia – Feira do Luizote – 9h Porto Alegre – Parque da Redenção – 15h A confirmar: Vitória (ES) / Juiz de Fora /Florianópolis (SC) (No Rio de Janeiro, grande marcha no dia 05/08, na Abertura das Olimpíadas). Atos no exterior Madri (Espanha)https://www.facebook.com/events/629625727202724/ Barcelona (Espanha)https://www.facebook.com/events/1649804565346733/ Amsterdã (Holanda)https://www.facebook.com/events/1509775445708408/ Leipzig (Alemanha)https://www.facebook.com/events/1636196436709075/  Berlim (Alemanha)https://www.facebook.com/events/1774527232818637/ Lisboa (Portugal)https://www.facebook.com/events/1723150184614439/ Washington DChttps://www.facebook.com/events/849596538503580/

  4. Por falar no diabo, digo, no
    Por falar no diabo, digo, no interino presidente, uma historinha que lembra o atual momento do país:

    A Igreja do Diabo – Machado de Assis
    Conta um velho manuscrito beneditino que o Diabo, em certo dia, teve a idéia de fundar uma igreja. Embora os seus lucros fossem contínuos e grandes, sentia-se humilhado com o papel avulso que exercia desde séculos, sem organização, sem regras, sem cânones, sem ritual, sem nada. Vivia, por assim dizer, dos remanescentes divinos, dos descuidos e obséquios humanos. Nada fixo, nada regular (…) Há muitos modos de afirmar; há só um de negar tudo. Dizendo isto, o Diabo sacudiu a cabeça e estendeu os braços, com um gesto magnífico e varonil. Em seguida, lembrou-se de ir ter com Deus para comunicar-lhe a idéia, e desafiá-lo; (…)
    — Que me queres tu? perguntou este.
    (…) — Vou edificar uma hospedaria barata; em duas palavras, vou fundar uma igreja. Estou cansado da minha desorganização, do meu reinado casual e adventício. É tempo de obter a vitória final e completa. E então vim dizer-vos isto, com lealdade, para que me não acuseis de dissimulação… Boa idéia, não vos parece?
    — Vieste dizê-la, não legitimá-la, advertiu o Senhor (…)
    — Quereis que venha anunciar-vos o remate da obra?
    — Não é preciso; basta que me digas desde já por que motivo, cansado há tanto da tua desorganização, só agora pensaste em fundar uma igreja?
    O Diabo sorriu com certo ar de escárnio e triunfo. (…) Mas recolheu o riso, e disse:
    — Só agora concluí uma observação, começada desde alguns séculos, e é que as virtudes, filhas do céu, são em grande número comparáveis a rainhas, cujo manto de veludo rematasse em franjas de algodão. Ora, eu proponho-me a puxá-las por essa franja, e trazê-las todas para minha igreja; atrás delas virão as de seda pura. (…) Mas não quero parecer que me detenho em coisas miúdas; não falo, por exemplo, da placidez com que este juiz de irmandade, nas procissões, carrega piedosamente ao peito o vosso amor e uma comenda (…). Vou a negócios mais altos. (… )
    Deus interrompeu o Diabo.
    — Tu és vulgar, que é o pior que pode acontecer a um espírito da tua espécie, replicou-lhe o Senhor. Tudo o que dizes ou digas está dito e redito pelos moralistas do mundo. É assunto gasto; e se não tens força, nem originalidade para renovar um assunto gasto, melhor é que te cales e te retires. (…)
    Uma vez na terra, o Diabo não perdeu um minuto. Deu-se pressa em enfiar a cogula beneditina, como hábito de boa fama, e entrou a espalhar uma doutrina nova e extraordinária, com uma voz que reboava nas entranhas do século. Ele prometia aos seus discípulos e fiéis as delícias da terra, todas as glórias, os deleites mais íntimos. Confessava que era o Diabo; mas confessava-o para retificar a noção que os homens tinham dele e desmentir as histórias que a seu respeito contavam as velhas beatas.
    — Sim, sou o Diabo, repetia ele; não o Diabo das noites sulfúreas, dos contos soníferos, terror das crianças, mas o Diabo verdadeiro e único, o próprio gênio da natureza, a que se deu aquele nome para arredá-lo do coração dos homens. Vede-me gentil a airoso. Sou o vosso verdadeiro pai. Vamos lá: tomai daquele nome, inventado para meu desdouro, fazei dele um troféu e um lábaro, e eu vos darei tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo…
    Era assim que falava, a princípio, para excitar o entusiasmo, espertar os indiferentes, congregar, em suma, as multidões ao pé de si. E elas vieram; e logo que vieram, o Diabo passou a definir a doutrina. A doutrina era a que podia ser na boca de um espírito de negação. Isso quanto à substância, porque, acerca da forma, era umas vezes sutil, outras cínica e deslavada.

    Clamava ele que as virtudes aceitas deviam ser substituídas por outras, que eram as naturais e legítimas. A soberba, a luxúria, a preguiça foram reabilitadas, e assim também a avareza, que declarou não ser mais do que a mãe da economia, com a diferença que a mãe era robusta, e a filha uma esgalgada. A ira tinha a melhor defesa na existência de Homero; sem o furor de Aquiles, não haveria a Ilíada: “Musa, canta a cólera de Aquiles, filho de Peleu”… O mesmo disse da gula, que produziu as melhores páginas de Rabelais, e muitos bons versos do Hissope; virtude tão superior, que ninguém se lembra das batalhas de Luculo, mas das suas ceias; foi a gula que realmente o fez imortal. Mas, ainda pondo de lado essas razões de ordem literária ou histórica, para só mostrar o valor intrínseco daquela virtude, quem negaria que era muito melhor sentir na boca e no ventre os bons manjares, em grande cópia, do que os maus bocados, ou a saliva do jejum? Pela sua parte o Diabo prometia substituir a vinha do Senhor, expressão metafórica, pela vinha do Diabo, locução direta e verdadeira, pois não faltaria nunca aos seus com o fruto das mais belas cepas do mundo. Quanto à inveja, pregou friamente que era a virtude principal, origem de prosperidades infinitas; virtude preciosa, que chegava a suprir todas as outras, e ao próprio talento.
    As turbas corriam atrás dele entusiasmadas. O Diabo incutia-lhes, a grandes golpes de eloqüência, toda a nova ordem de coisas, trocando a noção delas, fazendo amar as perversas e detestar as sãs.
    Nada mais curioso, por exemplo, do que a definição que ele dava da fraude. Chamava-lhe o braço esquerdo do homem; o braço direito era a força; e concluía: muitos homens são canhotos, eis tudo. Ora, ele não exigia que todos fossem canhotos; não era exclusivista. Que uns fossem canhotos, outros destros; aceitava a todos, menos os que não fossem nada. A demonstração, porém, mais rigorosa e profunda, foi a da venalidade. Um casuísta do tempo chegou a confessar que era um monumento de lógica. A venalidade, disse o Diabo, era o exercício de um direito superior a todos os direitos. Se tu podes vender a tua casa, o teu boi, o teu sapato, o teu chapéu, coisas que são tuas por uma razão jurídica e legal, mas que, em todo caso, estão fora de ti, como é que não podes vender a tua opinião, o teu voto, a tua palavra, a tua fé, coisas que são mais do que tuas, porque são a tua própria consciência, isto é, tu mesmo? Negá-lo é cair no absurdo e no contraditório. Pois não há mulheres que vendem os cabelos? não pode um homem vender uma parte do seu sangue para transfundi-lo a outro homem anêmico? e o sangue e os cabelos, partes físicas, terão um privilégio que se nega ao caráter, à porção moral do homem? Demonstrando assim o princípio, o Diabo não se demorou em expor as vantagens de ordem temporal ou pecuniária; depois, mostrou ainda que, à vista do preconceito social, conviria dissimular o exercício de um direito tão legítimo, o que era exercer ao mesmo tempo a venalidade e a hipocrisia, isto é, merecer duplicadamente.

    E descia, e subia, examinava tudo, retificava tudo. Está claro que combateu o perdão das injúrias e outras máximas de brandura e cordialidade. Não proibiu formalmente a calúnia gratuita, mas induziu a exercê-la mediante retribuição, ou pecuniária, ou de outra espécie; nos casos, porém, em que ela fosse uma expansão imperiosa da força imaginativa, e nada mais, proibia receber nenhum salário, pois equivalia a fazer pagar a transpiração. Todas as formas de respeito foram condenadas por ele, como elementos possíveis de um certo decoro social e pessoal; salva, todavia, a única exceção do interesse. Mas essa mesma exceção foi logo eliminada, pela consideração de que o interesse, convertendo o respeito em simples adulação, era este o sentimento aplicado e não aquele.

    Para rematar a obra, entendeu o Diabo que lhe cumpria cortar por toda a solidariedade humana. Com efeito, o amor do próximo era um obstáculo grave à nova instituição. Ele mostrou que essa regra era uma simples invenção de parasitas e negociantes insolváveis; não se devia dar ao próximo senão indiferença; em alguns casos, ódio ou desprezo…
    A previsão do Diabo verificou-se. Todas as virtudes cuja capa de veludo acabava em franja de algodão, uma vez puxadas pela franja, deitavam a capa às urtigas e vinham alistar-se na igreja nova. Atrás foram chegando as outras, e o tempo abençoou a instituição. A igreja fundara-se; a doutrina propagava-se; não havia uma região do globo que não a conhecesse, uma língua que não a traduzisse, uma raça que não a amasse. O Diabo alçou brados de triunfo.
    Um dia, porém, longos anos depois notou o Diabo que muitos dos seus fiéis, às escondidas, praticavam as antigas virtudes. (… ) A descoberta assombrou o Diabo. Meteu-se a conhecer mais diretamente o mal, e viu que lavrava muito. Alguns casos eram até incompreensíveis, como o de um droguista do Levante, que envenenara longamente uma geração inteira, e, com o produto das drogas, socorria os filhos das vítimas. No Cairo achou um perfeito ladrão de camelos, que tapava a cara para ir às mesquitas. O Diabo deu com ele à entrada de uma, lançou-lhe em rosto o procedimento; ele negou, dizendo que ia ali roubar o camelo de um drogman; roubou-o, com efeito, à vista do Diabo e foi dá-lo de presente a um muezim, que rezou por ele a Alá. O manuscrito beneditino cita muitas outras descobertas extraordinárias, entre elas esta, que desorientou completamente o Diabo. Um dos seus melhores apóstolos era um calabrês, varão de cinqüenta anos, insigne falsificador de documentos, que possuía uma bela casa na campanha romana, telas, estátuas, biblioteca, etc. Era a fraude em pessoa; chegava a meter-se na cama para não confessar que estava são. Pois esse homem, não só não furtava ao jogo, como ainda dava gratificações aos criados. Tendo angariado a amizade de um cônego, ia todas as semanas confessar-se com ele, numa capela solitária; e, conquanto não lhe desvendasse nenhuma das suas ações secretas, benzia-se duas vezes, ao ajoelhar-se, e ao levantar-se. O Diabo mal pôde crer tamanha aleivosia. Mas não havia duvidar; o caso era verdadeiro.
    Não se deteve um instante. O pasmo não lhe deu tempo de refletir, comparar e concluir do espetáculo presente alguma coisa análoga ao passado. Voou de novo ao céu, trêmulo de raiva, ansioso de conhecer a causa secreta de tão singular fenômeno. Deus ouviu-o com infinita complacência; não o interrompeu, não o repreendeu, não triunfou, sequer, daquela agonia satânica. Pôs os olhos nele, e disse:
    — Que queres tu, meu pobre Diabo? As capas de algodão têm agora franjas de seda, como as de veludo tiveram franjas de algodão. Que queres tu? É a eterna contradição humana.

    http://leianatela.blogspot.com.br/2011/06/igreja-do-diabo-machado-de-assis.html

    • também notei…

      o que há de mais encantador em toda criança,

      é ela não se preocupar em esconder nada e não fazer questão de ficar ou agir conforme manda o figurino

  5. .

    Se ele não fosse “interino e, muito ocupado”, pareceria, até, normal, como ocorre a muitos pais, no dia a dia, por aí.

    O ruim desse fato é a “escandalização e as consequências” para uma criança que começa numa “nova” escola ou “escola” nova.

    Haverá ambiente “normal/formal” para o aluno “importante”, depois disso?

    E os outros, os demais, “quase” normais, como irão se sentir?

    Alguns pais/mães, irão “adorar” que seus filhos estejam acompanhados de “ilustre figura”.

    A vaidade de alguns pais/mães de alunos irá subir às alturas.

    Post’s, comentários, mudanças de hábitos…

    – O meu filho/minha filha, estuda com o “michelzinho”!

    e vida que segue…

  6. Despropositada e censurável

    Despropositada e censurável se valer de que deveria ser um ato normal no dia-a-dia de uma família para lustrar a imagem política. Isso é mesquinheza. 

    Como também são mesquinhas certas ênfases absolutamente dispensáveis por parte de alguns críticos a exemplo da diferença de idade entre ele e sua esposa. 

  7. Acho que muita gente, por

    Acho que muita gente, por amor às boas maneiras, está se reprimindo a uma observação: o decote. É daquele tipo de decote que faria moleques mais saidinhos pedirem beijinhos para a mãe do coleguinha, só pra ela dar uma abaixadinha na  hora de oferecer a bochecha ao guri.

    • E falando noutra coisa

      De uma só vez o idiota do Temer deu a foto do próprio filho com o uniforme da escola, o endereço da escola e horário de saída para o mundo. Expôs o próprio filho, as demais crianças, pais, professores, e funcionários da escola toda, só pra elevar seu ibope.

      Medidas elementares de segurança foram para o espaço umas quinhentas trilhões de vezes nesse caso…

  8. Cada um pensa como pode (M.Quintana)

    Também com aquela “equipe voluntária” de marketing – incluindo o Marco Antonio Villa – montada pelo Torquato-nã-sei-quem só poderia dar nisso !!  Devem ter se reunido e tido a brilhante ideia de exaltar a paternidade do Temer !

    Aliás, só mais uma bola fora para a coleção do interino, entre várias… Quem esquece daquela “carta-desabafo” ??

  9.  
    Lembrou-me uma cena do

     

    Lembrou-me uma cena do filme A hora da zona morta com Martin Sheen o qual é baseado num romance de Stephen King, não sei por quê…

     

    O sujeito usa o próprio filho, uma criança, para se autopromover politicamente, sem se importar com mais nada. O que dizer disso?

  10. Será que o filho é dele mesmo? Viagra: tem pai que fica cego

    Homens que tomavam Viagra perderam a visão, revela pesquisa

    da Reuters, em Nova York

    Cinco homens que tomavam Viagra (sildenafil), medicamento contra a impotência sexual, apresentaram perda permanente de visão, informaram pesquisadores.

    Embora os casos não comprovem que o Viagra tenha provocado a perda de visão, as pessoas que apresentarem problemas para enxergar após tomar a droga devem consultar um oftalmologista o mais rápido possível, disse Howard D. Pomeranz, chefe da equipe da Universidade de Minnesota, em Minneapolis.
     

    Folha ImagemO comprimido Viagra

    Representantes da Pfizer, empresa que tem sede em Nova York e que fabrica o medicamento, afirmaram que o Viagra é seguro. Para eles, o mais provável é que a ocorrência de problemas oculares entre os usuários do remédio seja uma coincidência.

    Sabe-se que o Viagra afeta a visão de alguns pacientes e provoca uma alteração temporária. Com isso, a pessoa passa a enxergar os objetos na cor azul ou na cor verde. A bula da droga também lista uma série de outros possíveis efeitos colaterais como visão borrada, dor e hemorragia ocular, olhos secos e perda temporária de visão.

    Em artigo publicado na revista “Ophthalmology” deste mês, a equipe de Pomeranz relatou os casos de cinco homens com idades entre 42 e 69 anos que tomavam Viagra e desenvolveram um problema chamado neuropatia óptica isquêmica anterior não-arterítica (Naion, na sigla em inglês).

    O distúrbio ocorre quando há interrupção do suprimento de sangue para a porção anterior do nervo óptico. O problema pode provocar perda súbita de visão, geralmente permanente, embora seja possível haver recuperação nas primeiras semanas ou meses.

    Quatro dos cinco pacientes apresentaram a perda de visão em um período que variou de alguns minutos a várias horas após tomar Viagra. O quinto homem havia ingerido o medicamento durante um ano e a perda de visão foi gradual.

    Quatro pacientes não tinham hipertensão, diabete nem outro fator de risco para doença vascular que pudesse aumentar a probabilidade de ocorrência de Naion. Um dos doentes apresentava a mesma neuropatia no outro olho antes de começar a usar o remédio, fato que aumentou o risco para o distúrbio. O quinto paciente tinha diabete, doença arterial coronariana e era fumante, fatores que elevam a chance de desenvolver a enfermidade ocular.

    Os cinco homens apresentavam um outro conhecido fator de risco para Naion -disco óptico com uma pequena “relação cúpula-disco”. Os médicos usam essa relação para identificar o ponto em que o nervo óptico e o globo ocular se encontram. 

    Nas pessoas em que essa relação apresenta um valor baixo, os vasos sanguíneos e os nervos no fundo do olho estão muito unidos.

    “O Viagra pode provocar perda de visão irreversível em determinadas pessoas suscetíveis”, disse Pomeranz. Os pacientes que tomam o medicamento deveriam ir ao oftalmologista para verificar se têm essa razão cúpula-disco pequena -o que pode colocá-los sob risco de desenvolver Naion.

    Segundo Pomeranz, quem usa Viagra e apresenta alterações visuais que não se resolvem em uma hora “deve consultar um oftalmologista o mais rápido possível.” O pesquisador também aconselhou os usuários a informarem que tomam Viagra a todos os seus médicos, inclusive ao oculista.

    Apesar dos registros, o remédio continua sendo uma droga segura, informou Geoff Cook, porta-voz da Pfizer.

    “Não acreditamos que exista razão para preocupação”, disse Cook. O porta-voz da empresa lembrou que o Viagra foi avaliado amplamente em estudos clínicos e que não houve um único exemplo de Naion em qualquer um desses trabalhos.

    O representante da Pfizer lembrou que a disfunção erétil e a Naion são decorrentes de vários fatores de risco em comum, como hipertensão e diabete. “Há algumas superposições entre esses dois problemas”, disse o especialista. Fazendo referência à ocorrência de Naion entre usuários de Viagra, Cook disse: “Acreditamos que seja uma coincidência, e não uma relação de causa e consequência.”

    Procurar um oftalmologista caso os sintomas que afetam a visão persistam mais de uma hora pode ser precipitado, afirmou um médico que trabalha para a Pfizer. Ao lembrar que os efeitos colaterais do Viagra, como a visão azulada, podem durar de alguns minutos a várias horas, Richard Siegel, coordenador da equipe da Pfizer que trabalha com o Viagra, recomendou que as pessoas pensem em procurar um médico se os problemas de visão não desaparecerem após três ou quatro horas.

  11. Mundo cão

    A foto publicada acaba com toda a mise en scène que acaso o governo viperino tenha tentado mostrar de sua familia. O menino é o unico verdadeiro na cena e deixa muito claro seu desconforto com o uso de sua vida privada.

  12. Temer diz que vai comprar o peru, mas investe no Michelzinho

    Temer é o tipo do político capaz de vender a mãe na antevéspera de Natal dizendo que o dinheiro é  para comprar o peru do dia seguinte. Só que ele não compra o peru e prefere investir no patrimônio do Michelzinho, uma das crianças mais ricas do Brasil. 

  13. Pobre Menino Rico

    Michelzinho foi lembrado uma vez na condição de proprietário precoce dos imóveis de 2 milhões (reais/dolar?) e é lembrado agora para que o povo esqueça que o pai, golpista, é dono de milhões de reais cuja procedência se encontra sob investigação.

  14. Depois do país, o menino é a

    Depois do país, o menino é a maior vítima desse teatro trash. Não há a menor chance de que venha a ser uma pessoa equilibrada, um cidadão decente quando adulto. É assim que se prodizem os Aécios Neves da vida.

    PS: A não ser que os hormônios rebeldes da adolescência o transformem num punk anarquista. Legal, e com um complexo de édipo latente em máxima potência. Matar o decrépito e velhaco pai e casar com a bela e “mais ou menos” recatada mãe. Taí um teatro bem mais interessante 

  15. Não tem vocacação mesmo…

    …se tivesse boa atuação/encenação ao menos pegaria na mão da criança e não nessa postura de siga-me ó séquito…Nisso o Collor era melhor….

  16. Renuncie

    Sr. Temer renuncie imediatamente!

    Não suje sua família por toda eternidade, renuncie.

    Sr. está no último quarto de sua vida, faça algo ter valido apena, renuncie.

    Deixe de ser um eterno suvenir de loja de um-e-noventa-e-nove, renuncie.

    Não espere a cartase chegar, salve a moral do teu filho, renuncie.

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