Flashback de direita 2


FHC, Fujimori e Meném: os baluartes da “nova velha direita sulamericana”, náufragos de suas próprias políticas irresponsáveis e entreguistas

As recentes declarações de Serra sobre as relações internacionais do governo brasileiro e sobre os governos populares da América do Sul, em especial os ataques a Evo Morales e Chávez, descortinam definitivamente o ideário político que norteia a candidatura oposicionista. Passada a fase pós-Lula, que a imprensa conservadora tentou rotular a candidatura de Serra e que não ecoou na opinião pública e a queda nas pesquisas, os empreendedores da chapa da oposição resolveram recrudescer o discurso, escancarar a real posição que mantinham escondida, dissimuladas nos afagos pouco sinceros e crédulos que faziam ao governo, na tentativa de atrair eleitores desavisados.

O ataque a política de integração do bloco sulamericano e do fortalecimento do Mercosul tiram do armário as idéias udenistas de tucanos e democratas, não se pode falar o mesmo do PPS, pois este partido não parece ter idéia alguma que não seja a dos chefes da coligação. O tom dos ataques vem subindo ao passo que Serra vem caindo nas pesquisas, passam a assumir posicionamento totalmente descolado do momento social e econômico que o país experimenta, pois o que lhes resta é consolidar discurso diferente da chapa governista. Criar o mote do “pode mais”, costurado com idéias neoliberais, já ultrapassadas pelo povo brasileiro e sulamericano, como a defesa do Consenso de Washington, a redução da participação do Estado na economia, sintetizados em uma só frase: “Choque de gestão”!

A direita mostrou a sua cara de vez na campanha, é a velha UDN no espírito político da oposição e da arcaica e tendenciosa imprensa conservadora, o que confirma que o presidente Lula tinha razão ao defender uma eleição plebiscitária em 2010: eles seriam obrigados a assumir certos posicionamentos impopulares que custaram muito alto ao povo brasileiro.

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