Qual o custo (a ser cobrado) da desinformação e partidarização da cobertura jornalística da imprensa conservadora?

O preço da parcialidade da imprensa conservadora: o descrédito

TerraO senhor identifica um tratamento desigual entre os dois candidatos na imprensa?

Cardozo – Não vou nem comentar, tá certo? Eu acho que os eleitores estão vendo os órgãos de imprensa que tratam tudo com imparcialidade e aqueles que constroem manchetes, constroem matérias beneficiando claramente um candidato. Eu acho que a população está madura para perceber quem age com parcialidade, criando factoides, tentando induzir o leitor com manchetes para serem utilizadas no dia seguinte no programa eleitoral de um candidato… Seguramente estes pagarão com preço de seu descrédito perante a opinião pública. Confira a íntegra aqui.
  
Este trecho encerra uma entrevista do deputado e um dos coordenadores da campanha de Dilma Roussef, José Eduardo Cardozo.  Cardozo sintetiza muito bem sua fala e acerta em cheio no recado: todos tem percebido o tratamento diferenciado que setores da imprensa dispensam aos candidatos.  A primeira rodada de entrevistas da Globo com os presidenciáveis, na bancada do JN do casal Bonner e Fátima Bernardes, foi um dos exemplos mais cristalinos da partidarização dos gigantes da comunicação.
 
Mas os exemplos vão muito além da Globo.  A Folha de São Paulo – FSP (apelidada por alguns como Força Serra Presidente), também contribuiu com este espetáculo grotesco de parcialidade e falta de compromisso com a missão máxima de órgão de comunicação: informar à sociedade. 
O debate na internet promovido pela FSP e o Portal UOL, teve entre os internautas escolhidos para fazer perguntas a candidata Dilma Roussef, assessores de parlamentares e pessoas do staff do PSDB…Coincidência impressionante, em um portal que recebe milhares de visitas diariamente, escolher mais de uma pessoa ligada ao partido líder da oposição para formular perguntas a candidata do governo, é algo sem precedentes. Sem contar a canalice de publicar na capa de uma edição dominical de 2009, uma falsa ficha de Dilma Roussef, do período da ditadura militar, fato que a própria publicação teve que se explicar depois.
A Veja se especializou em criar capas apenas para atacar, embalagens sem conteúdo sustentável e confiável, que duram cerca de 24 horas até sofrer o desmentido.  Sem citar O Globo e o Estadão…

Leia a íntegra aqui>>>

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