Marcelo Queiroga é o novo ministro da Saúde

O anúncio foi feito por Bolsonaro no cercadinho, em conversa com apoiadores, na porta do Palácio do Alvorada.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Jornal GGN – O médico Marcelo Queiroga foi nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro como novo ministro da Saúde. A troca do general Pazuello pelo médico, se deu após longa conversa de Bolsonaro com o escolhido. O anúncio foi feito por Bolsonaro no cercadinho, em conversa com apoiadores, na porta do Palácio do Alvorada.

“Foi decidido agora a tarde a indicação do médico Marcelo Queiroga para o Ministério da Saúde. Ele é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. A conversa foi excelente, já o conhecia há alguns anos então não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias, e tem, no meu entender, tudo para fazer um bom trabalho dando prosseguimento em tudo que Pazuello fez até hoje”, afirmou Bolsonaro na conversa transmitida pelo site Foco do Brasil, mantido por apoiadores do presidente.

Algumas horas antes, Eduardo Pazuello, em coletiva de imprensa, dissera que o presidente estava conversando com alguns candidatos à sua pasta. Falou que não estava demissionário mas que sairia caso o presidente assim o quisesse. De fato, o presidente solicitou o cargo algumas horas depois.

O processo de transição no ministério deve durar entre uma e duas semanas, disse o presidente.

Marcelo Queiroga é natural de João Pessoal e se formou em medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele fez especialização em cardiologia no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Sua área de atuação é em hemodinâmica e cardiologia intervencionista e atualmente Queiroga é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Queiroga será o quarto ministro da Saúde do governo Bolsonaro. Por ali já passaram os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, e o general Pazuello.

O médico tem em mãos a questão da vacinação no país que, até agora, só viu 4,59% de sua população imunizada com a primeira dose. O Brasil carrega, até agora, mais de 279 mil mortes por covid-19.

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