O sofisma sobre os sobreviventes do coronavirus

Uma pesquisa sobre o segundo grupo, sem acesso a hospitais, indicará um percentual massacrante de óbitos. É por aí que se entende a lógica do isolamento social e do achatamento da curva.

Há um sofisma na celebração dos sobreviventes do coronavirus.

Grosso modo, há dois tipos de infectados: os que têm acesso a atendimento, respiradores e UTIs; e a rapa, sem acesso.

Os casos de sobrevivência ao coronavirus são fundamentalmente do primeiro grupo. Uma pesquisa sobre o segundo grupo indicará um percentual massacrante de óbitos. É por aí que se entende a lógica do isolamento social e do achatamento da curva.

Permitir a ocupação da rede hospitalar, das UTIs e respiradores significará condenar à morte a maioria absoluta da população excedente. É por isso que os maiores índices de moralidade aparecerão em regiões sem atendimento hospitalar.

 

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