Os grupos de mídia não estão à altura do país

A Copa do Mundo desnudou um dos maiores e mais relevantes problemas do país: o déficit de informação.

Talvez tenha sido o maior desastre jornalístico da história, mais do que o episódio das Cartas de Bernardes, o Plano Cohen ou a manipulação inicial sobre o movimento da diretas. Isso porque revelou métodos anti-jornalísticos não apenas para o público mais politizado e bem informado, mas em cima de um tema nacional  – o futebol. E no momento em que as redes sociais já haviam acabado com a exclusividade que a mídia detinha na disseminação de notícias.

O episódio abriu uma enorme brecha na credibilidade dos grupos de mídia, em cima de pontos centrais:

  1. A não confiabilidade das informações.

  2. O fato dos grupos colocarem seus objetivos políticos acima do próprio interesse do país.

A informação correta é elemento central não apenas para a democracia como para o mercado.

Milhares de comerciantes, hotéis, pontos turísticos foram prejudicados pela redução do fluxo internacional provocada pelo terrorismo praticado pelos grupos de mídia em cima de informações falsas.

***

E, fora da Copa, quais os critérios de análise de políticas públicas?

A política econômica é a de maior visibilidade devido aos indicadores existentes: PIB, contas externas, investimentos públicos e privados, emprego, questões fiscais etc. E nesse item o governo Dilma vai mal.

***

Mas o governo Dilma não é apenas isso.

Há uma frente social importante, com o Bolsa Família, Brasil Sem Miséria, Luz Para Todos, Brasil Sorriso, Pronatec etc. Nesse campo, as informações são escondidas.

***

E nos investimentos públicos? Tome-se o caso do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). É um programa bem sucedido ou não?

Há duas fontes de informação: os grupos de mídia e o governo.

Do lado dos grupos de mídia, a fiscalização do PAC segue a receita padrão Copa do Mundo. Se uma obra está 90% completa, a reportagem é sobre os 10% que faltam. Como o PAC engloba centenas de obras, basta selecionar algumas que não deram certo para passar ao leitor a sensação de que nada deu certo.

Ontem caiu um viaduto em Belo Horizonte. A obra era de responsabilidade da Prefeitura. As manchetes online dos grupos de mídia debitavam a queda ao PAC. Dá para confiar?

***

Do lado do governo, é o oposto. Basta selecionar uma dúzia de obras que deram certo, para supor que o conjunto deu certo.

Depois, esse caos de informação é potencializado pelas disputas nas redes sociais.

***

O próprio PAC tem um balanço bem feito, financeiro e físico. Mas não  há um balanço qualitativo nem o peso das obras em relação às necessidades totais do país.

Por exemplo, o PAC divulga todas as obras rodoviárias que estão sendo feito ou já foram completadas. O que significam dentro da malha total brasileira? São significativas ou atendem a apenas um percentual ínfimo das necessidades?

O mesmo em relação as obras ferroviárias, à transposição das águas do rio São Francisco, às hidrovias.

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Em suma, tem-se um país moderno e um país anacrônico. Gestão pública consegue avanços mas grupos de mídia, até agora, não conseguiram atravessar o Rubicão da modernidade.

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112 comentários

      • Não liga

        Deixa isso prá lá Gerson, pois este blog é monitorado por “inimigos” 24 horas por dia. Se você prestar atenção, não só textos do Nassif, mas até o Fora de Pauta inicia com apenas uma estrela em muitos dias. A marcação é cerrada! 

        Um abraço.

  1. Grupos de midia e oposição

    Grupos de midia e oposição (esse conluio nefasto) estão á altura do país que eles querem para nós, do atraso, dos desamparo social, do desemprego, do arrocho salarial, do país entregue às aves de rapina do mercado financeiro e aos grandes conglomerados industriais; quanto mais as eleições estiverem mais perto mais o desespero vai aumentar  e mais factóides vão aparecer, vai ser uma das eleições mais sujas da Historia, aliás, mais uma.

  2. Na parte econômica, realmente

    Na parte econômica, realmente o governo está mal. Todo o mês o país está tendo prejuízos nas contas. O lado positivo do governo é o investimento na área social. Só que, se, reeleita, Dilma seguir nesse caminho na economia, o país pode quebrar – e aí a primeira coisa que vai ter que restringir é a área social. 

    Estamos num momento parecido entre o primeiro e segundo mandato de FHC. Os analistas mostravam o naquele caminho, com câmbio fixo, o país ia ser presa fácil da crise. FHC, para vencer a reeleição, nada fez. Assim que reeleito, a economia estourou e o FHC 2 já começou enfraquecido – chegando ao fundo do poço com o desemprego e o apagão. 

    Que o PT evite que esse roteiro se cumpra – não por nós, mas por amor ao poder. Afinal, o desastre de FHC 2 vai custar ao PSDB 16 anos de jejum do planalto. 

     

    • Respeito a opinião do Nassif,

      Respeito a opinião do Nassif, o maior analista econômico da mídia brasileira. Mas até mesmo um leigo como eu vejo que existe uma diferença enorme entre manter, até o limite, uma paridade de 1 para 1 com o dollar e manter uma valorização cambial menos iresponsável, que é de 1 para 2,50.

      Então não dá para comparar o governo Dilma com o do FHC. Vejo como o maior defeito do atual governo, a incapacidade da presidenta de fomentar o investimento privado. Aí no caso, creio eu, é inabilidade política. Isso força a inflação, pelo desequilibrio entre oferta e demanda. E também o câmbio, por causa da necessidade das importações. Mas estamos longe da quebradeira tucana

       

  3. Dilma como deusa grega na cabeça da mídia nativa

    Incrível como a informação é empacotada no Brasil e como o fluxo de manchetes são colocados de acordo com pesquisas eleitorais.

    Veja que o resultado datafolha primeiramente levou a relatórios PARCIAIS do TCU vazados para prejudicar a imagem da Dilma requentando o caso Pasadena foi notícia em todo lugar. Ninguém disculte a legalidade de tais vazamentos que mais se baseiam e situações de analise de mercado em 2005-6 do que ocorrera depois. Hora bolas, se apontam erros em previsões futuras dadas a condições daquele momento como se fosse um crime, e se crime fosse todo o mercado financeiro estaria na prisão devido a crise que poucos previram e que ninguém está isento de falhar no futuro.

    O segundo ponto é colocar a queda do viaduto na conta da Dilma, como ‘criadora’ do PAC. Veja bem, a manchete dos jornais transmitem a idéia de que é responsabilidade da presidenta da republica o que ocorrera, como se vc apenas parar pra pensar se verá que é um absurdo que os jornais responsabilizem a presidenta da republica de desenhar projetos urbanos, licitá-los, execultá-los e fiscalizá-los em pessoa em cada processo e todos os lugares do país. Ou seja, as manchetes pressupõem atribuições grego-divinas a Dilma, como se ela tivesse de ser onicisciente, onipresente e onipotente para fazer tudo em todos os lugares sabendo de cada passo do processo. Isso beira o absurdo lógico e faz fumaça sobre os verdadeiros responsáveis pela obra.

    O que eu quero saber: quem são os grandes grupos nas duas pontas de financiamentos em papéis atrelados em dólares através de paraísos fiscais no país que apostaram em carry trade após o QE2 do FED, pegando no short e emprestando e apostando no long, e que preparam um tulmuto em 2011-12 quando o BC baixou a Selic e começou a desvalorizar o dólar? Porque estes grupos jogaram os preços pra cima em 2012 e quão concentrada é a economia em suas mãos? Até quando os leilões futuros que o BC tem de fazer para proteger estes grupos colocando o país em risco quando um grupo do exterior apostar contra estas manobras no mercado (como houve com a Inglaterra em 92)? O aumento da energia em estados como São Paulo, Paraná, Minas abastece a que grupos neste momento? Quais estados estão aumentando os preços de energia e quais as operadoras que estão colocando os preços pra cima? Como estes preços estão acima dos descontos financiados pelo tesouro brasileiro? Quem precificou o mercado de preços da energia nestes 2 últimos anos jogando a inflação da energia pra cima de forma desproporcional? Isso é pra forçar a inflação em período de eleicões? É pra formar caixa 2 através de envio de dividendos abusivos para o exterior e serem canalizados de volta ao país através de paraísos fiscais? 

    Se um dia a mídia responder estas perguntas sobre o tempo atual do Brasil eu deixo de fazer análise textual em grego de textos de 2000 anos pra encontrar fontes de infomações mais confiáveis e menos especulativos.

     

  4. .

    O Brasil é um país vocacionado para a diversificação, a começar pelo fato de que somos formados por várias raças, várias cores, vários climas e um só canal de TV: A Globo. Digo um só pq os demais canais são meros repetidores do que sai na tela  dos irmãos Marinho. E aí de quem pisar fora da linha! 

    • Fulgurante e fulminante

      Fulgurante e fulminante está sendo a diversidade na construção de uma America Latina, berço de uma nova civilização. Menos que gotas no oceano são nossos comentariosa nos blogs mas vão engrossando a realização daquela profecia.

      Sim temos um inimigo – a midia 

    • Como?

      Muito bonito seu comentário. Mas ele é apenas mentiroso. Há vários canais no Brasil que “não repetem a Globo”. Inclusive há a  TV do Bispo Macedo que é claramente “hostil” à Globo.

      A tese de “monopólio da mídia” é ridícula e só cola para quem é desonesto intelectualmente ou não sabe o que é um monopólio. Há concentração? Claro que há, como há em qualquer atividade econômica. Mas falar que “todos seguem a Globo” ou que a Globo o”monopoliza” o mercado é dose.

      E sempre existe a opção de desligar a porcaria da TV e ir fazer outra coisa ou se informar em outra fonte. Eu, por exemplo, só ligo televisão pra jogar videogame.

  5. O viaduto da Copa aiaiai

    Nassif,

    A manchete principal da “grande” mídia de hoje é dedicada ao desabamento de parte de um viaduto em BH, obra construída com recursos do PAC e fiscalizada pela prefeitura de BH.

    Em letras garrafais, viaduto INACABADO DA COPA,o que significa isto ?  Onde entra o governo federal nesta história da carochinha, já que a responsabilidade de execução é, como sempre ocorre, do governo estadual ou municipal?

    Ao governo federal cabe, para quem não sabe, a liberação do $$$ recurso referente à etapa de serviço atestada (pela fiscalização estadual ou municipal ) como concluída, o resto é delírio, delírio tropical daqueles. Quanto à expressão viaduto /obra inacabada, favor trocar por obra em andamento, conceitos parecidos mas totalmente diferentes.

    Se a imprensa nativa tem a coragem de manchetar uma imbecilidade como esta, é porque tem 110% de certeza que não terá o enorme time de imbecis ao seu lado, para reverberar a asneira impressionante a plenos pulmões.

    Por outro lado, este triste e raríssimo episódio se encaixa como uma luva para o perfeito entendimento da mídia internacional,a respeito dos princípios sobre os quais a mídia brazuca funciona, Todos eles aqui, sem precisar se apoiar em nienhum opinião brazuca, logo identificarão o baixíssimo padrão de qualidade que a camarilha esfrega diariamente no naris de seus leitores e telespectadores, pois ligar desabamento de viaduto a Copa 2014, só mesmo um doido varrido é capaz de assimilar.

    Há três dias, li que DRousseff ,no seu mais que provável segundo mandato, não pretende levar adiante a mais do que necessária reforma do marco regulatório de Comunicação-  se a notícia ficar confirmada, vou largar o teclado e procurar outra coisa prá fazer. Posso ser um palhaço prá muitos, mas não gosto de me sentir como palhaço.  

    • opa!
      Seu raciocínio vale para as obras que deram certo também. Os governistas do blog estão se vangloriando de que então? O governo só liberou o $$$$…

      • Quazzi

        Ozzy,

        Não tem opa!, 

        Situação se vangloria do êxito que os efeitos da determinada intervenção provocam, doentes recalcados se vangloriam de um desastre inesperado. Apaluda a queda.

        A propósito de desastre, um esperado, já que anunciado – o da P-36 da PetrobraX, no governo do lesa pátria. Não duvido que você não soubesse que foi tragédia anunciada.  

         

        • Responsabilidades

          Estou falando de responsabilidades: se o Governo é o grande responsável pelas obras que dão certo, como já cansei de ler aqui, então tem que ser responsável quando elas dão errado. Agora, correr aqui pra dizer que o Governo não tem nada a ver com isso pq apenas liberou o dinheiro, é canalhice. O Governo tem, sim, responsabilidade na fiscalização da utilização de recursos públicos nas obras que financia.

          Obviamente não é o caso de gritas “vamos prender a Dilma, assassina!” como alguns malucos devem querer fazer. Mas não dá pra isentar a responsabilidade do Governo no caso. Aqui nesse blog, por exemplo, se responsabiliza o Governo do FHC pelo naufrágio da P36 (como vc bem citou) e se responsabilizou o governo de SP pela cratera do Metrô. Em todos os casos, a responsabilização é devida. Mas isso vale pro tal “viaduto da copa (?!)” também.

           

          • Um pouco de racionalidade não

            Um pouco de racionalidade não lhe faria mal e ajudaria a arejar a discussão.

            Quem contrata, faz o projeto e fiscaliza a obra é quem recebe o financiamento – não quem concede. Dá para imaginar um banco sendo responsabilizado pela explosão de uma caldeira em uma fábrica financiada por ele?

            Estados e prefeituras são entes autônomos. Já a Petrobras é uma empresa controlado pela União, que indica o gestor. Dá para perceber a diferença?

            Tenho o maior prazer de sua presença combatendo o pensamento único. Mas não desmoralize o contraponto.

          • Opa 2
            Nassif, vc precisa se informar melhor. Bancos podem, por exemplo, ser apontados como co-responsáveis por danos ambientais em projetos por eles financiados.

            Essa discussão sobre a pretensa “inocência” do órgão financiador já está superada.

          • Insistência descabida

            Ozzy,

            Como começou por meu comentário,

            Esta discussão a respeito da “inocência” do órgão financiador está realmente superada, pois SEMPRE FOI ASSIM.

            Consulte algum conhecido seu ou algum advogado que conheça este assunto e pronto. Depois disto, eventual insistência se apoiará apenas no  “eu acho”.

             

          • A discussão sobre a autonomia

            A discussão sobre a autonomia federativa não está superada. O banco pode ser responsabilizado por projetos que impliquem em danos ambientais, em problemas penais, em exploração de mão de obra escrava e outros crimes previstos no Código Penal e nas leis ambientais. Mas não por problemas do projeto em si e de acidentes de construção.

          • Responsabilidades

            Ozzy,

            Você não compreende ou não quer compreender.

            Como disse o blogueiro, a responsabilidade jurídica de obra cujos recursos foram repassados a outra instância, não pode ser do governo federal.

            Se o prédio de um programa habitacional federal desaba, a responsabilidade é do governo que fiscalizou a obra, isto é, aquele cuja fiscalização atestou os serviços de engenharia, esponsabilidade solidária com o construtor CONTRATADO, tenha a obra sido terceirizada ou não.

            Portanto, juridica e administrativamente, não é canalhice afirmar que o financiador não tem qualquer tipo de responsabilidade sobre desastres como o de ontem.

            No caso do metrô de SP, a questão principal está nas cláusulas do contrato imoral de PPP que você nunca deve ter visto, que chega ao ponto de somente autorizar a presença da equipe de fiscalização no dia de medição de serviços, ou seja, ela não tem qualquer condição de acompanhar a qualidade técnica dos serviços de construção civil – tal contrato foi assinado pelo governo estadual de SP, o real responsável ao lado do Consórcio, e se o evento recebeu recursos do governo federal, este NÃO TEM  qualquer responsabiilidade pelo sinistro. 

            Não cabe nenhuma observação com viés político, pois os responsáveis em casos semelhantes, contratante e contratado para a execução do objeto pretendido, são perfeitamente identificados. 

      • Esse tipo de raciocínio é o

        Esse tipo de raciocínio é o que irrita o Nassif. Ele frisou para quem sabe ler, com muita clareza: As obras do PAC, que não são obras da Copa, mas que aproveitaram o evento, são uma parceria entre governos federal, estadual e municipal. Cada um com suas responsabilidades. O da prefeitura de BH, no caso, era de fiscalizar a obra do tal viaduto. 

        Se e quando houver falha na parte federal em alguma obra do PAC, o Nassif, que não gosta de Fla-Flu, será o primeiro a apontar. O resto é má-fé do pig e obtusidade dos coxinhas

         

    • “Em letras garrafais, viaduto

      “Em letras garrafais, viaduto INACABADO DA COPA,o que significa isto ?  Onde entra o governo federal nesta história da carochinha”:

      No complexo de inferioridade dos governos estadual e municipal.

  6. Quem está construindo o viaduto que caiu?

    Até agora não consegui ficar sabendo quem é a construtora do viaduto.

    Até onde sei, existe uma norma chamada  Responsabilidade Civil do Construtor.

  7. Os Grupos de Mídia Acima do País

    Nassif, junto com criticar a política econômica (depois de tudo ele é economista), coloca o problema da mídia principalmente como um assunto de “versão” de imprensa perante fatos ou a omissão deles; ou seja, a visão da metade vazia do copo meio cheio. Da leitura do texto conclui-se em jornalistas de má fé, manipuladores e gente conspiradora, como se o problema do PIG com o restante do país fosse apenas a maneira como as coisas são contadas.

    O problema real é econômico, mas não da “política econômica” do país, e sim a gestão econômica dos grupos privados que dirigem e aqueles grupos que patrocinam a mídia, através de anúncios.

    A imprensa, como toda atividade econômica importante (inclusive o futebol – cujo negócio não está mais nas arquibancadas nem no gramado, mas sim na TV, nos patrocínios, nos cartolas, etc.) sublimou-se do terreno jornalístico e do relacionamento informativo com os seus “leitores”, para as esferas comerciais nebulosas, bem acima da mera atividade técnica de comunicar e informar.

    Os grupos de mídia possuem investidores, que querem lucros e não necessariamente gente informada. O grosso do poder econômico privado do Brasil quer a derrubada do PT e a volta do jeito tucano com a subordinação dos interesses nacionais ao grande capital global.

    Na mineração, por exemplo, o sujeito de macacão e capacete esta por baixo de supervisores com MBA; enquanto estes se reportam a administradores de empresa, seguindo com economistas, até chegar a quem manda mesmo, os banqueiros. A jazida fica comunicada funcionalmente com a bolsa de valores. Jornalista é como os mineradores, há bons e há ruins, mas todos eles estão distante da esfera das decisões do “negócio”, de modo que erramos ao colocar o PIG como se um conjunto de colunistas ou jornalistas fosse.

    Quem se lembra do William Bonner falando: “…e o Bin Laden…” (quando recebe um sinal pelo seu ponto eletrônico, e repete) “perdão…..o milionário Bin Laden…”

    O universo de leitores vai caindo, por conta da entrada da mídia eletrônica, mais popular e abrangente. Junto com a subida de milhões de pessoas para a classe média, esse novo potencial mercado de “clientes” não é olhado assim pela grande mídia, mas apenas como novos inimigos a serem destruídos em termos de “informação”, mantendo-se fiel apenas ao leitor do andar de cima, cada vez mais acima, que ainda assina e lê.

    Na mídia acontece como no futebol, onde uma atitude no campo está muito distante das negociatas na Suíça. O jornalista defende o seu emprego e apenas segue a linha editorial.

    Os grupos de mídia estão á altura do andar até onde querem chegar, apenas que estão cada vez mais distantes da base e do Brasil. O país cresce de baixo para cima, os grupos de poder vão sendo extintos de cima para baixo, fugindo para Miami (o Alfaville do Brasil).

    Em breve, não seria estranho uma edição da FdeSP em Miami, com maior tiragem que aqui, pois, depois de tudo, apenas 20 mil desses sujeitos pouco brasileiros e de bico longo possuem mais de 520 bilhões de dólares depositados no exterior. Com isso, não existe uma política econômica nacional tão bacana como Nassif gostaria, mas apenas as obras do PAC, que um país como Brasil, de economia nacional e planejada, pode direcionar como investimento em favor do desenvolvimento, com base na nossa pequena poupança e dinheirinho interno de salário mínimo.

     

  8. Ué, o Brasil vai mal no

    Ué, o Brasil vai mal no quesito emprego? Então porque papagaiam todo dia que estamos no pleno emprego?

    Imvestimento públicos e privados vão mal? Só se for o investimento privado, visto que empresários brasileiros preferem viver de juros do que investir em produção. Afinal investimento é também risco. Quanto a investimento público, o autor poderia explicar para nós porque o governo Dilma vai mal.

  9. Nassif.

    Na questão de emprego o Brasil vai bem. Na questão do PAC, o problema é todo da mídia. O governo tem um plano de investimento o PAC, ele sustenta que está cumprindo o plano. Essas questões que coloca de balanço qualitativo é pedir muito no país da mídia que virou oposição, não só ao governo como também ao país.

  10. Facebook

    Já a publicação desse viaduto no face. Respondi ontem a um amigo que culpar a Dilma por isso é ridículo. E usar uma tragédia para fazer política é coisa baixa. Disse ainda que isso acontece no mundo todo, ano passado mesmo caiu uma ponte no estado de Washington nos Estados Unidos. É um erro de engenharia. Perguntei pra ele se o esgoto aqui de casa que é obra do PAC( Dourados MS), se  vazasse se seria culpa da Dilma também. Vivemos em momento insano!

  11. Os erros de avaliaçåo da oposição PSDB

    Creio que em função da penetração do tema futebol, infinitamente maior dos que os temas de economia e política, é muito provável que haverá uma significativa redução do poder de influência da maior parte grande mídia, principalmente nas próximas eleições. Pode ter sido um erro fatal de avaliação. 

    A oposição PSDB e seus representantes na maior parte da grande mídia, subestimaram demasiadamente a capacidade do Governo e das empresas envolvidas de organizar a realização da copa do mundo de futebol.

    Creio que na frente social, além dos já citados ainda temos o Pronaf, o Programa Minha Casa Minha Vida, o PróUni, o Fies e Pronatec.

    Na economia, apesar de estarmos enfrentando a maior crise estrutural do capitalismo, está havendo uma redução significativa do desemprego, um aumento espetacular do emprego com carteira assinada, além de uma recuperação  do poder de compra das famílias, e uma recuperação ainda mais espetacular  do poder de compra do Salário Mínimo, apesar dos erros monumentais do Copom em 2008 e em 2013.

    Além disso as Reservas Cambiais estão em quase US$ 400 bilhões, e está ocorrendo um aumento espetacular da produção de petróleo e gás das reservas localizadas no pré-sal, o que vai proporcionar o fim da dependência do petróleo e derivados importados, e uma nova e inédita perspectiva para a economia brasileira.

  12. Apostas de alto risco.

    Aprendi com meus pais que o hábito do caximbo faz a boca torta . Também já ouvi a expressão “dar corda para enforcado”. Não há duvida que a micro eletrônica foi um cavalo de troia para a mídia, que passou despercebida até pelos nossos “empresários da mídia”, que minha memória capta como delinquentes desde a época de Chateaubriand e seus Diários Associados. Flagrados em chantagens, complôs, mentiras, calúnias, e injúrias. Dilma propôs o uso do controle remoto como defesa do cidadão contra a desinformação e outras más praticas dos noticiários. Foi uma aposta de alto risco, mas não foi inócua.  Estimulados pelo que entenderam como inação governamental os elementos do PiG ( de Ferro e Amorim) exageraram, já no momento que não detinham o oligopólio da informação. Com muito menos recursos nossos blogueiros estão desnudando ridículos malfeitos destes delinquentes como o não vai ter copa, vai faltar energia elétrica, a inflçao descontrolada do tomate e outros boimates da vida . Atingiram seu próprio negócio já em processo de declínio. Aposta frustrada, tiro no pé.

  13. Chato

    Se está ficando chato questionar a postura do crime organizado disfarçado de mídia. Esse grupo mafioso, digo, a grande mídia está no papel dela. Nada de anormal. É como o comportamento do Gilmar Mendes no STF, comportamento condizente com o caráter dele. Anormal é comportamento do governo que não se comunica e, quando se comunica, comunica por meio de hieroglíficos e com um a velocidade de uma tartaruga. Pobre Brasil.

  14. Os donos da imprensa livre e independente

    Os donos da imprensa livre e independente.

    O nó górdio a ser desatado neste post, jamais o será, se misturarmos campos de atuação totalmente distintos.

    O que se está a perquirir é a privatização da informação por meia dúzia de famílias.

    Novamente neste texto, o Nassif coloca em pé de igualdade dois agentes distintos, um agente público, o Estado e suas obras e no outro um ente privado, “dono” de uma concessão pública, destinada a informar e não para ser aparelhada e utilizada de forma privada em benefício de interesses particulares.

    A questão não é a disputa, nem os contendores, mas o campo onde se dá esta disputa.

    Por uma questão didática, o texto deveria abordar a contraposição, grande mídia (folha sp, estadão, globo, veja) e mídia alternativa (blogs).

    Esta sim uma distinção pertinente, pois compara a mídia real, em seu campo de atuação, o qual não se confunde com a ação governamental.  

    A democracia liberal proclama uma liberdade de imprensa que não existe, existe uma luta desproporcional, o poder imenso de divulgação da grande mídia frente ao contraponto dos blogs.

    Tal questão mostra-se de forma aberrante, pois inserta numa discussão levada a cabo, surpresa, num blog.

    A grande mídia não existe como setor independente e livre, mas sim foi objeto de apropriação pessoal por seus donos. A voz do dono se ouviu na Copa e novamente se faz ouvir até mesmo num fato trágico, e, via de regra, para distorcer a realidade politica.

    Um direito fundamental, a liberdade de expressão e por via correlata a de imprensa, vivem seus dias de ditadura.  

    Ditadura é um dos regimes não democráticos ou antidemocráticos, ou seja, governos onde não há participação popular, ou em que essa participação ocorre de maneira muito restrita.

    Transposto tal conceito para o campo da liberdade de expressão, pode-se dizer, repito, que  efetivamente vivemos sob uma ditadura neste campo.

    Há duas fontes de informação: os grupos de mídia e o governo.

    Do lado dos grupos de mídia, a fiscalização do PAC segue a receita padrão Copa do Mundo. Se uma obra está 90% completa, a reportagem é sobre os 10% que faltam. Como o PAC engloba centenas de obras, basta selecionar algumas que não deram certo para passar ao leitor a sensação de que nada deu certo.

    Ontem caiu um viaduto em Belo Horizonte. A obra era de responsabilidade da Prefeitura. As manchetes online dos grupos de mídia debitavam a queda ao PAC. Dá para confiar?

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    Do lado do governo, é o oposto. Basta selecionar uma dúzia de obras que deram certo, para supor que o conjunto deu certo.

    Depois, esse caos de informação é potencializado pelas disputas nas redes sociais.

  15. Acho que há um certo

    Acho que há um certo histerismo no tocante ao papel da midia e ele é movido pela simpatia ao governo.

    Digo isso pois todos sabemos ( e nao é de hoje ) que a midia adora ” causar “, que é mal assessorada, coloca jornalistas para discorrer sobre assuntos sobre os quais pouco ou quase nada sabe ou ao menos teve oportunidade de se inteirar.

    De modo que a midia sempre foi inconsequente, um exemplo CHOCANTE  disso foi seu papel CRIMINOSO no linchamento publico deliberado e REITERADO da pessoa do promotor Thales Ferri Schoedl.

    Linchamento esse AMPLAMENTE aplaudido , e apoiado pela esquerda  que nunca deve pudor ou vergonha na cara para saber separar seus infames interesses da verdade dos fatos quando lhe interessa.

    O mesmo para o suposto estupro cometido por policiais da Rota durante a desocupaçao no local conhecido como Pinheirinho , que foi AMPLAMENTTE falado e noticiado em blogs progressistas e ate hoje nao ví ninguem provar nada, nem sequer vi os tais movimentos sociais divulgar o nome das vitimas e pedir em publico investigaçao para o caso.

    Logo fica claro que essa indignaçao ( justa quando isenta ) tem como razao de ser apenas a simpatia dos progressistas ao governo, uma solidariedade , pois se o problema fosse falta de isençao nos teriamos visto estes mesmos movimentos sociais que tanto falam da midia , acusando esses comportamentos quando os governos vitimas fossem de outros partidos por exempllo.

    Não é o que ocorre e nem há por parte dos progressistas condenação a chamada midia alternativa ( 90% chapa branca ) e seus notorios exageros e absoluto comprometimento em defender governos de linha esquerdistas à revelia da realidade que se apresente.

    • Frequento regularmente vários

      Frequento regularmente vários blogs progressistas e nunca vi nada disto que vc falou.

      Um caso exagerado ali ou outro aqui ocorre e vc bem sabe que são reações de defesa de uma mídia em minoria frente à mídia de grandes massas que avassalam as mentes com fatos deturpados e crimes contra a honra desde sempre.

      E deixe de ser ingênuo. Os blogs mais “comprometidos” são claros e honestos em afirmar e confirmar suas posições partidárias, o que não ocorre com a grande mídia, que se diz hipocritamente apartidária.

  16. Nassif, o órgão responsável

    Nassif, o órgão responsável pela obra do viaduto que desabou em Bh é o Ministério das Cidades e a executor é a Prefeitura de BH. Isso quer dizer que quem fiscaliza é o órgão responsável.

    • E impossivel. Imagine o

      E impossivel. Imagine o MInisterio das CIdades com estrutura de fiscalizacao de obras me todo o pais. Isso nao existe.

      Quem fiscaliza obras sao orgaos municipais e o Conselho Regional de Engenharia. O Ministerio apenas recebe os projetos, analisa e autoriza a liberacao dos recursos.

      • “Apesar de ter recebido pouco

        “Apesar de ter recebido pouco mais R$ 311 milhões de recursos federais, provenientes do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), a obra era de responsabilidade da Superintendência de Desenvolvimento da Capital, uma autarquia da prefeitura de Belo Horizonte. A empreiteira responsável pela obra é a Cowan Investimentos em Infraestrutura S.A. Ao todo, foram investidos R$ 713,4 milhões, R$ 5,1 milhões deles apenas para o projeto, realizado pela prefeitura da capital mineira.” Rede Brasil Atual

        “O prefeito afirmou que não é possível saber se houve falha do projeto ou de construção. Ele declarou que a obra não era de responsabilidade da prefeitura, mas de uma empresa “renomada, de grande porte e de muita tradição”. – O viaduto não estava ainda entregue à Prefeitura.” O Globo

         

  17. Quem não se responsabiliza não pode querer Governar um País

    Governo demo-tucanalha do Fernando Henrique: Afundamento da Plataforma P-36.

    Governo Demo-tucanalha do José Serra: BURACO DO METRÕ e Queda de vigas do RODOANEL.

    Governo do Márcio Lacerda , aliado do Aécio, reponsável em tocar a obra do Viaduto que caiu.

    Detalhes: A cbn citou o Prefeito mas não citou o nome do seu Partido e se fosse do PT!

    Manchete dos Principais Jornais:Cai obra inacabada da Copa !

    Obra inacabada é diferente ! eles sabem disso mas apostam na nossa ignorância .

    Todo desprezo pra essa Porca-Mídia !

  18. “A política econômica é a de

    “A política econômica é a de maior visibilidade devido aos indicadores existentes: PIB, contas externas, investimentos públicos e privados, emprego, questões fiscais etc. E nesse item o governo Dilma vai mal.”

    A economia independente perde seu modo natural por causa dessa representação da realidade sem mostrar que é um projeto consequente do aumento das taxas de juros: os indicadores existentes vão estar mal com o viés sequencial dos juros convergirem para os resultados fiscais ficarem deficitários, e vemos claramente que as pesquisas manipuladas pelo mercado são divulgadas de forma a dar visibilidade negativa; e assim conduzidas pode dar a impressão de um julgamento militante contra o governo.

  19. Depois disso,

    e dessas manotas da imprensa, cabe perguntar: 

    o que a imprensa, de um modo geral ganha, em dinheiro, com a proliferação dessas inverdades? 

    Esses órgãos de imprensa citados deveriam ter uma preocupação muitíssimo maior a resolver, do que tentar repor o passado no poder – afinal a Internet, a cada dia que passa está tomando seus leitores, um por um. 

    A meu ver, o maior “inimigo” dessa imprensa passadista não é governo do PT, mas é, por exemplo, o Google, que já é o segundo maior anunciante no país, e em marcha acelerada para ser o primeiro, destronando os Sea Brothers. E os caras nada fazem para impedir isso!! Ou então só comem as sobras.

    Certamente, depois de algum tempo os grandes anunciantes, quando descobrirem que 40 a 50% das  famílias no Brasil já possuem banda lerda, ops, larga, e assim, podendo acessar um público imensamente mais segmentado do que leitores de jornal ou mesmo telespectadores, vão abandonar essa imprensa antiga. 

    No linguajar de investidores, esta mudança de paradigmas se chama “disrupting technologies”, pela qual os fabricantes de carroças com os automóveis, as emissoras de rádio, os teatros, os cinemas, as locadoras de filmes com o Netflix, os fabricantes de máquinas fotográficas com filmes, os correios, com seus telégrafos, as operadoras de telefonia com os Whatsapps da vida e até bancos, com o Skype já passaram. 

    Quem não soube se adaptar a estes novos tempos sucumbiu. Um exemplo é a Kodak. A própria até desenvolveu a fotografia digital, mas não soube aproveitá-la. 

    Não vai ser nenhum partido do passado que vai frear essa modernização da sociedade. 
     

     

      • simples assim!

        Querem – e tem sido, até aqui – ser o PRIMEIRO PODER, à revelia dos desejos do povo nas urnas.

        Dinheiro eles ganham muito de todos os jeitos, de todas esferas de governo, etc…

        Cada dia mais NOJO desta #MidiaBandida e Terrorista!

  20. Perguntinhas idiotas ao

    Perguntinhas idiotas ao Nassif e aos leitores do espaço:

    Quando do buraco do metrô em Sampa, onde 7 vidas (se eu estiver enganado me corrijam) se foram, ouve tanto alarido no PIG? O Cantareira a beira de um colapso, o que e a Folha e O Globo falam a respeito?

    Não Mouro, o que falta na mídia não é altura não, é vergonha na cara mesmo; medo de se assumirem como são desde Janeiro de 2003: o braço armado em letras e vídeos da direita brasileira.

    Quando qualquer um tiver alguma dúvida disso, basta passar uns 15 minutos (tempo mais que suficiente pra o estômago não embrulhar) acompanhando a programação da Globo, em qualquer intervalo do dia.

    • discordo

      joao meu xara eu so discordo de vc quando diz, q a midia tem medo de se assumir desde 2003. se vc buscar o hstorico em 2003 ja tinha 502 anos que midia e poderosos ja eram da direita, pois sempre que alguem levantou contra eles eles tentaram calar. agora pouco vi na rede social um policial de minas agredir uma mocinha deu uma cacetada que lhe quebrou o braço e num tiveram nem o cuidado de socorrer.

      quando caiu o viaduto eu disse no twiter na hora que vi se o PT nao correr e se pronunciar que a obra e custo federal mas de responsabilidade do estado e municipio ele vai pagar a conta num deu outra, hj os jornais estao debitando na conta da Dilma. hj faz 514 anos e 184 dias que a midia e de direita 

  21. equívocos á direita e à esquerda

    Há mais de 20 anos, como integrante ativa do movimento sindical da minha categoria,  ouvi uma fala que me causou estranhamento: “nós somos a locomotiva, nós puxamos o movimento e a massa vem atrás”. Pareceu-me que havia alí um misto de onipotência e prepotência, desqualificando o que  se chamava de massa e que, a meu ver,  não se prestava a manobras  tão docilmente como se dizia à época.

    É verdade que “a massa” segue a liderança, porém, apenas,  quando esta se mantém em sintonia com  com seus desejos. O caso da Copa 2014 é exemplar. As lideranças partidárias à direita e à esquerda quiseram capitalizá-la como um plebiscito sobre o governo Dilma. O povo de todas as classes sociais só se deixou levar por essa manobra até certo ponto. Depois foi o que se viu: a paixão do futebol retomou o seu espaço no coração dos brasileiros e as exageradas previsões negativas viraram um  tiro no pé dos  que  alardearam o caos. Se os oportunistas de plantão,  não mudarem  a tática,  vão se transformar em cabo eleitoral do governo que combatem.

  22. Obra rápida e sem

    Obra rápida e sem superfaturamento era no tempo do FHC. A transposição do Rio São Francisco, por exemplo. Promessa de campanha. Foi finalizada com custo zero e em 5 segundos pelo FHC em pessoa: “Agora não dá pra fazer!”

  23. O pior coronelismo é este, modenizado pela mídia
    Antes o coronelismo atuava através das necessidades básicas das pessoas: dava-lhes comida e/ou roupas (sim, para aquele extremamente pobre, a camiseta com propaganda de alguém não era uma material de campanha política. Era ROUPA, que ele continuava usando mesmo após o fim da campanha). Agora o mais nocivo, malino, malfeitor e diabólico coronelismo é este feito por aqueles que acessam as mentes e corações dos outros. A notícia vista aqui esta semana acerca do facebook ter feito um experimento, para observar sobre o quanto as pessoas são afetáveis em seu humor através do que leem ou vêem, deveria ser verificado com muita atenção. Hoje, os mídias tem acesso a pesquisas sobre desejos, carências e utilizam-se geralmente de maneira maldosa, mesmo quando é com uso “puramente de mercado”: para vender o que não se precisa, pois na carência ele apenas quer completar-se. Mas o que queremos mesmo, eles não o tem. Já notou como as propagandas de automóveis, hoje em dia, na sua totalidade, não apresenta o objeto ao que se serve: viver num engarrafamento? Não, automóvel exprime liberdade, liberação – é você e os ocupantes, livres nas estradas e ruas. Iludem e mentem para vender. Distorcem e mentem para noticiar. Você realmente acredita que leis vão parar esta gente? Claro que não, são apenas para não deixar piorar demais, não desequilibrar tanto assim o chamado jogo democrático, já que democracia é algo muito mais ligado à poder dispor igualmente de suas idéias. Se há algo que não se tem no Brasil, hoje é democracia, se o parâmetro for este. Democracia não é poder reclamar, é ser respeitado. Democracia não é poder se indignar é ter esperança de que é real a possibilidade de transformar. Indignação é um “direito” do ignorante, do miserável. O viralatismo surje daí. Como disse bem Fernando Morais, no post que foi colocado aqui, hoje: a mídia é um partido. E de direita. É assim que tem de ser vista e entendida e principalmente, combatida. O bom combate, sem a apelação deles, que muitas vezes vemos em comentários mesmo aqui (vingar-se de quem age mal, é usar da mesma mentalidade). Precisamos todos os apoiadores das mídias alternativas criar juntos uma campanha – séria, constante, frequente – de esclarecimento. Que não pequemos pelo mal da acomodação, quando de fato enfrentamos uma batalha contra um inimigo que não adormece, que com suas muitas garras se utiliza do que pode e do que não deveria. Só reclamar é continuar dando combustível para eles e seus apoiadores. É o que precisam: continuarem subjugando os que se conformam com suas fraquezas. E assim mantem-se o coronelismo.

  24. Então, o governo tem que

    Então, o governo tem que aproveitar a baixíssima credibilidade do pig, e contrapor essa desinformação velhaca, mais uma. Use as redes sociais ou os veículos tradicionais para esclarecer essa história do viaduto.

    Já sei que um conhecido meu, coxinha típico, vai usar esse triste episódio como prova de que todas as “obras da Copa” vão desabar em algum momento. Ele afirmou com uma convicção de leitor da Veja. Haja paciência

  25. Sem contraponto

    A mídia vem fazendo esse jogo sujo desde sempre. Foi baixando cada vez mais o nível do jogo porque não há, de parte do gov. Dilma, nenhum contraponto à sua obra tenaz e cotidiana de desconstrução do gov. via desconstrução dos fatos. Não havendo contraponto, não havendo resposta de uma estrutura eficiente de comunicação pública governamental, a mídia sentiu-se à vontade para propagar os maiores despautérios. E assim continua. E, se Dilma não corrigir esse ponto fundamental — a comunicação –, entendendo finalmente que é uma obrigação de qualquer governo informar e esclarecer os cidadãos, se não se emendar, vai continuar apanhando no 2º mandato, e a mídia se amarronzando cada vez mais.

    A mídia não está à altura do país. E este governo também não. Pelo menos no campo em que a mídia vem jogando sozinha: o da comunicação.

  26. A fragilidade do governo

    Mas neste ponto, Nassif, é necessário martelar na capitulação do segundo pelo primeiro, ou seja, do governo pelos grupos de mídia.

    Tivesse o governo uma política clara de comunicação, levando ao debate inclusive suas próprias deficiências, como as que você apontou em relação à efetividade do PAC, ele teria assumido um protagonismo maior na divulgação das informações. Ao invés disso, preferiu ficar a reboque da grande mídia, torcendo para que esta falasse bem de suas ações e não distorcesse todo e qualquer fato, como sempre faz. O governo errou ao ter medo demais de enfrentar um monopólio já desgastado. Preferiu torcer para ser bem quisto. Ora, se quer ser bem quisto por eles, vira logo a casaca, põe o tucaninho na lapela, mete o pau no PT e muda de projeto. Não parece ser esse o caso.

    O que o governo deveria, desde o começo, era ter uma espécie de política de comunicação participativa, divulgando os fatos, os números e os colocando à discussão social. O pau ia quebrar, mas o monopólio das versões não estaria nas mãos de 3 ou 4 famiglias. Num primeiro momento, as pechas de bolivarianismo, Cuba e tudo o que as marotices jaborianas o permitem. Num segundo momento, teríamos ampliaçãpo da participação e geração de contra informações amplamente divulgadas e que rebateriam com mais rapidez e efetividade as tosquices de nossa grande mídia. Qual o trunfo do governo? A certeza de que a mídia brasileira tradicioonal não tem o menor interesse em informar e a certeza de que cada vez mais pessoas estão percebendo isso.

    Qual a solução? Ampliar os blogs temáticos: cada ação do PAC, cada Ministério, Secretaria, uma política de comunicação própria. Uma ampliação do conceito “Fatos e Dados”, mas com um diferencial: a convergência/correlação de temas mais amplos, estabelecendo um link entre o fato, o mundo real, a percepção das pessoas e, inclusive, o que sai na grande mídia. O elo? O próprio cidadão, movimentos sociais, entidades empresariais, associações de classe, etc. 

    Para iso, o governo precisa reprojetar toda sua estratéguia de Ministério das Comunicações: como transformar as classes C, D e E em sujeitos ativos na participação digital? Mais que acessar páginas do Facebook, as pessoas precisam efetivamente participar, exercer o controle, se informar. O atual plano nacional de banda larga é uma piada. Uma bandeira hoje, de qualquer governo de um país que aspira ser grande, deve promover a massificação de verdade da banda larga a todos os rincões. Senão teremos a participação de um grupo seleto de cidadãos, que não reflete o extrato real. Na outra ponta, uma revolução educativa, algo como um Pronatec intensivo ou algo assim com intuito de inserir os jovens no debate político digital. A internet tem que ser, para a sociedade, mais que um meio mais fácil de se tornar consumidor: tem que ser um meio efetivo de participação social e política. As pessoas precisam ser treinadas para isso. 

    Somente com a ampliação da paticipação, com o enfrentamento do que está notoriamente velho e, principalmente, com coragem de ousar para o que será inevitável em 3 ou 4 anos, é que teremos um pouco mais de equidade nas informações.

     

    • pois é…

      quando Lula, ao final do 2º mandato tentou reviver a EMBRATEL, o canalha P Bernardo desfez e mandou pra rua as pessoas competentes que já estavam lá a elaborar o plano de redenção.

      quando começou o governo d. Dilma curtiu os convescotes com a cansada Ana Ma Brega, festa de  Octavinhus Frias… depois o denuncismo canalha da midiaterrorista a derrubar com garbo e gargalhadas, multiplos ministros, com denuncias vazias ou não… e da. Dilma acatando a ordem unida do Millenium/SIP/CIA-NED…

      Deu neste monstro contra nós e nosso país…

      Passou da Hora do Contraponto à #MidiaBandida.

      Basta de terrorismo!!!

  27. Bom, faltou uma informação

    Bom, faltou uma informação relevante nesse contexto ai. Vejam no quadrinho da notícia linkada o que o PT queria e como ficou a redação do programa de governo no tema mídia.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/07/1479586-programa-de-dilma-exclui-propostas-polemicas-do-pt.shtml

    No texto aprovado há dois meses, os petistas sugeriam que, num segundo mandato, o governo discutisse ações para impedir “práticas monopolistas” da mídia, “sem que isso implique qualquer forma de censura, limitação ou controle de conteúdo”. O trecho também foi cortado.

    Segundo relato de participantes da reunião de segunda, apesar de defendido pelos petistas, o tema não é consenso entre os demais partidos que compõem a coligação e, por isso, não foi incorporado.

    E de recuo em recuo tático não se faz nenhum progresso. Vão acabar levando um gol de tanto jogarem recuados.

  28. O ideal seria o governo ter

    O ideal seria o governo ter seus proprios jornais, ou então terceirizar a produção dos mesmos, aproveitando o farto material produzido pelos blogs. Há tambem que se considerar tambem que a Imprensa Nacional – DOU, encontra-se subutilizada e como sugestão,  o governo poderia incluir no PAC a implantação de parques gráficos em todas as capitais do país. Tería (o governo) o controle da informação que fluiria para todas as camadas da população. Seria a extinção do PIG.

  29. Na televisão aberta só tem

    Na televisão aberta só tem propaganda do governo e colaboradores, fica sem sentido acusar a midia de anti governo. esta mais para chapa branca.

    Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade de George Orwell.

  30. Sobre a Copa e comunicação

    Existem dezenas de sites do governo falando sobre a Copa, as obras realizadas, gastos, e em vários tipos de linguagem.

    A imprensa, aqui incluído os blogs alternativos, é que se acomodam em buscar informações. Talvez estejam acostumados aos tapinhas nas costas e informações privilegiadas.

    Será que o governo terá que distribuir folhetos das suas obras?

    Quem tiver interesse entre nos sites abaixo e veja as excelentes formas de comunicação:

    http://www.copa2014.gov.br/wp-content/uploads/cartilha_copa_por.pdf

    http://www.copa2014.gov.br/

    http://www.copatransparente.gov.br/homecopa

    http://www.copa2014.df.gov.br/infraestrutura

    http://www.copa2014.df.gov.br/

    Cada sede tem o link da SECOPA:

    http://www.secopa.ba.gov.br/projetos

    • o xis do problema

      O problema, Assis, não é a existência ou não de informação. é a necessidade de divulgá-la, de modo que o cidadão não precise tomar a iniciativa de procurar como v. fez todos esses sites. No mínimo, o gov. devia centralizá-las num portal bem organizado, em que elas fossem facilmente encontradas. E entrar na batalha, como fez a Petrobrás com seu blog na época do Gabrielli. Além disso, a equipe de comunicação devia responder a todas as notícias e denúncias falsas, caso necessário exigindona justiça o direito de resposta.

      • Concordo plenamente

        É isso que está faltando.  E talvez seja mesmo necessário até distribuir folhetos, porque nem todos os brasileiros estão em condições de buscar  essas inforações por iniciativa própria nos sites.

  31. Pois é. Se nossas

    Pois é. Se nossas instituições funcionassem corretamente a mídia não teria uma atuação tão desavergonhada e mentirosa. A última realidade virtual criada pela mídia e que teve grandes implicações na nossa democracia foi a AP 470. Neste caso a mídia criou um roteiro e covardemente o Poder Judiciário, um dos pilares da nossa República, não só coonestou com a mentira como procurou instrumentos jurídicos exóticos para legaliza-la além de esconder provas que desmontaria o roteiro criado.

    Mas o erro não está somente no Poder Judiciário, os Poderes Legislativo e Executivo, atendendo interesses políticos e pessoais ou por covardia mesmo, também contribuem  para que a mídia brasileira tenha esse poder que se sobrepõe a República e aos interesses da nação.

    E viva Neymar e a intrepidez da juventude que, nos últimos dois dias, por três vezes colocou a mídia e seus jornalistas poderosos contra a parede. Recomendou tratamento psicológico para  o Juca Kfouri, contestou o outro jornalista que reclamou da falta de alegria em campo e ontem, criticou a Folha “que quer vender jornal em cima da mentira” citando , sem provas, o nome do seu pai como envolvido no escândalo da venda ilegal de ingressos. Um garoto conseguiu ver tudo isso, e nossas autoridades constituidas se submetem a esta licenciosidade destinando  fortunas para patrocinar esses meios de comunicação que não tem um mínimo de respeito pelo país.

    Um outro capítulo em que não se toca é  a Lei do Meios, que regularia este setor.  E neste caso a covardia e submissão do Estado Brasileiro é vergonhosa.

     

  32. Concordo e digo mais. Ontem o

    Concordo e digo mais. Ontem o comentarista de economia do Jornal da Gazeta, que costumo chamar de Paulo Fancis genérico, pois ele é um cretino querendo imitar outro cretino, noticiou a queda na produção de carros, fato que creditou ao desanimo dos consumidores que não querem comprar carros em razão da situação econômica do país.

     

    Do jeito que ele falou parece que estamos à beira do colapso. Nem ocorre ao tal que o colapso pode decorrer do excesso de produção e da redução das importações de veículos brasileiros. Além disto, para um jornalista supostamente especializado em economia, o Paulo Fancis genérico se mostra sempre muito ignorante, pois é incapaz de ver os benefícios econômicos marginais da redução da produção de carros: em razão das férias coletivas dadas pelas montadoras aos seus empregados haverá mais energia elétrica e água à disposição dos outros industriais; o não aumento do número de carros rodando nas ruas significará uma não piora do trânsito e a diminuição do ritmo de crescimento da poluição atmosférica (fenômeno que beneficiará a saúde até dos idiotas que fazem comentários econômicos nos telejornais, levando o SUS gastar  menos dinheiro com cuidados médicos das vítimas da poluição),  etc…

     

    Estou realmente farto de ser tratado como um imbecil por estes cretinos que ficam arrotando desânimo e crise nos telejornais. Fará bem à saúde dos jornalistas não cruzarem comigo hoje. 

     

    • represamento

      O motivo real da queda nas vendas é o represamento de financiamento os bancos estão pedindo 40% ou mais de entrada para analisar as fichas,notem que o mesmo acontece com motocicletas e veiculos comerciais alem de imoveis .

      Esse é o tipo de noticia que não e noticiada .

  33. No mundo da internet, todas as informações estão lá

    BELO HORIZONTE – BRT ANTÔNIO CARLOS – Meta 2 – Obras – Edital 106/10

    Tipo:

    Obras / Serviços de engenharia

    Função de governo:

    Mobilidade Urbana

    Forma de intervenção:

    Ente executor:

    Município

    Órgão/Entidade responsável pela execução:

    Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

    Responsável pelo Contrato (Dados do responsável são obrigatórios):

    Nome   Data Início Resp.              Área de Responsabilidade          Data Fim Resp.

    Murilo de Campos Valadares (CPF: 216.984.226-87 – Cargo: Secretário Municipal – Órgão: Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura)                            

    GESTOR DO CONTRATO              

    José Lauro Nogueira Terror (CPF: 506.605.947-49 – Cargo: Secretário Municipal – Órgão: Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura)                

    (…)

    Forma de administração do legado:

    Pública Municipal

    http://www.copatransparente.gov.br/acoes/belo-horizonte-brt-antonio-carlos-meta-2-obras-edital-106-10

  34. Cuidado!!!

    Depois do não vai ter copa e a copa um sucesso, o ódio dessa gente é tão grande que se são capazes de mandar destruírem qualquer coisa para chegarem ao poder. São capazes de fazer até sabotagens para derrubar o governo. Essas mesmas mídias deram apoio aos militares em 64. Alguém duvida???

  35. Entendo pouco do assunto, mas

    Entendo pouco do assunto, mas acho que leis e regulações pouco irão contribuir para elevar o nível dos produtos que a grande mídia vende. Cortar a grana fácil do governo, numa espécie de quarentena, talvez fosse mais efetivo.

    Governo, incluindo emrpesas onde é majoritário (Petrobras, Correios) é cliente rico. Põe dinheiro de publicidade no veículo que quiser, desde que assegure a transparência.

    As velhas organizações de mídia são privilegiadas porque acessam recursos públicos em escala industrial, disputando inclusive as migalhas para pequenos produtores de comunicação. Precisam sofrer um choque de capitalismo.

    Seu acesso às verbas públicas deveria ser fortemente restringido por um período mais ou menos longo. Por exemplo, o governo poderia definir um teto máximo de 0 a 5% do total que é praticado hoje, pelos próximos 4 anos.

    O restante seria pulverizado em veículos regionais ou de micro e pequeno porte, como jornais e rádios locais, blogs e redes sociais. Isso ajudaria a  profissionalizar esses pequenos pontos de comunicação e estimularia a diversidade de pontos de vista e opinião.

    Os grandes grupos que aprendam a se financiar e sobreviver com recursos privados, como os pequenos o fazem.

    • cede de verbas públicas

       

      A mídia brasileira além de representar os intereses da elite defende também o próprio interese agindo de forma tão política, assim o faz em vista do volume de verbas de publicidade de orgãos do Estado. Há muito tempo sou de opinião que se deveria extinguir a Secom e deixar que cada ministério, estadal ou autarquia tivesse a autonomia de administrar sua verba de publicidade com uma grande redução, claro. Fixar por lei um percentual do orçamento para a comunicação da instituição sendo o mais básico possível.

       

      O Estado tem que deixar de ser uma “teta” para a grande Imprensa, somente assim a mídia seria obrigada a mudar por força da lei competitividade, representar de forma convincente segmentos da sociedade e lutar pelo dinheiro do setor privado, como deve ser.

       

      Acredito piamente que cortes drásticos na publicidade estatal fará a mídia correr atrás do dinheiro privado e de mais leitores/audiência, serão obrigados a serem competentes e de confiança.

  36. o feitiço virou contra o feiticeiro

    Nassif e correligionários

     

    Quem afirmou que NAO VAI TER COPA  não foi a midia tradicional.

    Foi os grupos de pressão   estimulados pelo governo federal.

    Foi uma forma de reprimir  as manifestações populares que surgiram em Junho 13.

    Agora, vir afirmando que a midia tradicional quebrou a cara  é insultar minha capacidade de discernir.

    tudo isso  faz parte da politica de manipulação das massas.

    o resto é resto.

    voce pode dizer o que quizer.

    outros podem comentar o que quizerem.

    Agora, a verdade é que o feitiço virou contra o feiticeiro.

    Não confunda a paixao futebolistica com  interesse politico.

    Até em 1970, no auge da ditadura, o povo saiu as ruas, como hoje.

    Portanto, voce tem direito de falar o que quizer. Eu tambem.

  37. O estado de demência de O

    O estado de demência de O Globo é provado na manchete “Após um dia de trabalho, Dirceu terá folga por causa do jogo do Brasil”.

  38. Imprensa

    Imprensa Vira-Latas.

    Colunistas vira-latas, não preciso nominá-los e nominá-las.

    Que se faça aqui, para começo de conversa, uma lei  de imprensa copiada ipsis letteris daquela lei inglesa que acabou de ser implementada.

    Depois que se vá exertando artigos das leis das tão hipocritamente exaltadas grandes democracias ocidentais.

    E aí, vão argumentar o quê?

    • Ele ta mais certo do que ele

      Ele ta mais certo do que ele acha que ta:  uma vitoria do Brasil na copa arrazaria a media brasileira permanentemente.

  39. Que discutir, o pig é criminoso.

    O pig é criminoso e a vergonha do jornalismo. Que discutir? O pig é de bandido fazendo banditismo todo dia. Trabalha com a desinformação e a deformação dos fatos. Constrange a todos e a justiça do país. É crime. e a luz do dia e prticado com todas as caracteisticas de quadrilha. E tem os vassalos também.

  40. Instituições

    Por mim, o governo deveria assumir sua vocação histórica e parar com essa deferência às instituições burguesas. É impossível fazer transformações profundas com o desenho institucional liberal, cujo propósito é cercear a atuação do Executivo. O PT precisa parar de querer agradar àqueles que nunca agradará. Sem dobrar o Legislativo, a Imprensa e o Judiciário, nunca conseguirá ter o país que almeja. Quem se interessa por atestados de democracia formal? Para alcançar democracia de fato, é preciso tirar de uns para dar para outros. Para isso, precisam-se de novas leis. Chávez mostrou o caminho. É preciso coragem para segui-lo.

    • Vale pensar dentro do mundo real, com pés no chão

      Se o PT tiver maioria no congresso para votar leis que não contrariem a Constituição, pode administrar como quiser. O método de Chávez não funciona no Brasil, pois um País não é igual ao outro, Chávez tinha maioria de seu partido dentro da Assembleia, o PT tem uma maioria de coalisão, que se sustenta por fisiologismo, não possui maioria de fato, qualquer texto é amplamente discutido antes de ser votado e muitas vezes não passa pelos próprios aliados. Bom, para ser enfático e breve, sou a favor de seguir as regras do jogo conhecida por todos, fora isto só existe revolução armada e uso da força. O PT não pode querer agir como um baiacu o tempo todo, se pensando muito maior do que realmente é, o PT é um partido, uma parte da sociedade, não são sinônimo de “Povo”, pois povo é gigantesco e algo muito complexo. Sair dessa racionalidade é simplesmente jogar para uma guerra civil, o PT não é unanimidade e o Brasil é e continuará sendo uma “democracia burguesa” ou como queira chamar, isto só muda com golpe ou matando metade da população que não apoia o PT. Tem que pensar com pés no chão, ou não sai do lugar. Qualquer tentativa de usar a força, tanto da direita ou da esquerda, será amplamente rechaçada pela população e esmagada num piscar de olhos, com a mesma velocidade da internet. 

      • Um Partido que se apresenta

        Um Partido que se apresenta como força de transformação histórica não pode se submeter ao teatro vazio imposto por instituições liberais. Se o PT realmente tivesse coragem, a próxima eleição seria a última. Nenhuma das reformas que querem as bases do PT — da reforma agrária à habitacional, passando pela política e pela administrativa — é compatível com a ordem constitucional vigente. O PT pode até implementá-las, mas serão invariavelmente cassadas: não porque o judiciário é burguês, mas porque o desenho do nosso Estado é assim. Constituição e leis servem para proteger o povo de um governo que não se identifica com ele. Quando o governo é controlado pelo povo, as leis se tornariam, no limite, desnecessárias.

      • Um Partido que se apresenta

        Um Partido que se apresenta como força de transformação histórica não pode se submeter ao teatro vazio imposto por instituições liberais. Se o PT realmente tivesse coragem, a próxima eleição seria a última. Nenhuma das reformas que querem as bases do PT — da reforma agrária à habitacional, passando pela política e pela administrativa — é compatível com a ordem constitucional vigente. O PT pode até implementá-las, mas serão invariavelmente cassadas: não porque o judiciário é burguês, mas porque o desenho do nosso Estado é assim. Constituição e leis servem para proteger o povo de um governo que não se identifica com ele. Quando o governo é controlado pelo povo, as leis se tornariam, no limite, desnecessárias.

  41. RIBAMAR FONSECA:

    RIBAMAR FONSECA: COMPORTAMENTO VERGONHOSO DA GRANDE MÍDIA

     

    A Grande Imprensa, que se transformou num partido político para derrubar a presidenta Dilma Rousseff, usa agora, de modo desumano, a queda de um viaduto em Belo Horizonte, que matou duas pessoas, para atacar o governo.

    (…)

     lembrar, no entanto, que o povo já não se deixa influenciar tanto por essa falácia sem consistência, o que pode fazer o tiro sair pela culatra.

    De qualquer modo, a atitude passional da Grande Imprensa no noticiário sobre a tragédia vem confirmar, mais uma vez, o seu comportamento vergonhoso como partido político, o que vem ampliando o seu descrédito junto à população.

    O seu noticiário vem sendo encarado, a cada dia, com reservas pelas pessoas que usam a massa cinzenta para pensar. E nesse ritmo não vai demorar muito para começar a enfrentar as mesmas dificuldades da revista Veja, que vive os seus estertores justamente pelo desrespeito aos seus leitores, ainda hoje enganados com matérias distorcidas por conta dos seus interesses políticos e econômicos.

    Como dizia Confúcio: “Pode-se enganar parte do povo todo o tempo. Pode-se enganar todo o povo durante algum tempo. Mas ninguém consegue enganar todo o povo todo o tempo”.

    Fonte: Brasil 247

    http://www.vermelho.org.br/noticia/245264-6

  42. Barões da Mídia

    Notícias distorcidas, fatos escondidos, interesses políticos e particulares dos barões da mídia à frente dos interesses do país. Precisamos de uma Lei de Médios, construída no debate popular e que seja portadora de um novo tempo, verdadeiramente democrático, nos meios de “Comunicação” do 
    Brasil.

  43. “A partir de agora, a

    “A partir de agora, a propaganda oficial está proibida, e o noticiário terá que tratar igualmente os candidatos, o que dará mais espaço aos de oposição e reduzirá a exposição da presidente, que busca a reeleição”( Merval Pereira – O Globo).

    http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/145761/Merval-slogan-da-Copa-%C3%A9-equivocado-e-povo-vai-voltar-%C3%A0-realidade.htm?acid=1334585&ls-acm0=10

    É muito cinismo, cara de pau e desfaçatez.

    O que se observa na velha mídia é uma overdose de oposicionismo. É um massacre diário promovido pelo noticiário enviezado e por opiniões desonestas como essa do colunista do jornal dos Marinhos. Ao contrário do que diz esse senhor, a obrigação legal de isonomia dá a Dilma direito ao contraditório, negado diuturnamente a ela. Os oposicionistas midiáticos terão que ser equilibrados a forceps.

    Mas somente com a campanha eleitoral gratuita, a candidata conseguirá contar a verdade que é escamoteada e deturpada pela cobertura tendenciosa do cartel midiático.

    Os grupos midiáticos não estão à altura do país, mas seus colunistas estão à altura do papel imposto por seus patrões, ou seja, cumprem direitinho o papel sujo.

     

  44. a  história da imprensa

    a  história da imprensa brasileira sempre teve essa característica conservadora submissa aos interesses ecobnômicos e financeiros dos grandes grupos ligados preferencialmente aos ingleses e depois norte-americanos. ,

    os grandes donos da mídia sempre foram entreguistas, sempre viveram das verbas publicitárias governamentais em todas as esferas – municipais, estaduais, federais,usando a chantagem como norma de atuação  para conseguirem manipular interesses – quem trabalhou em jhornal conheceu as famosas listas negras desses donos da mídia  nas quais devem estar atualmente todos os movimentos sociais e pólíticos progressistas que eles chamam de populistas.

     ajudaram a derrubar,o governo getulista , derrubaram jango, era o tempo do famiogerado lacerda,o corvo, hoje são os urubólogos que prevêem diariamente catástrofes que nunca acontecem porque são mentirosos, falseiam informações e, por incrível que  pareça, mantém seus cargos e postos por causa disso e não pela dita imparcialidad que supostamente dizem defender e praticar.

    o problema maior é que estes senhores fazem as leis conforme sues intreresses e com o tempo acabaram criando um costume arraigado nas instituições, que submetem-se a seus interesses porque representam (in)justamente os interesses do  capital.

    como disseram já alguns comentaristas, talvez a melhor saída fosse acabar com essas verbas públicas dwestinadas á essas seis famílias que dominam a mídia brasileira, mas isso dependeria de um aperfeiçoamento democrático que precisa ser  construído politicamente, para que tenhamos uma maioria no congresso, por exemplo, que pudesse mudar essa realidade atual…

  45. O pig é criminoso

    E se tivessemos uma imprensa honesta? Há anos estes senhores e seus vassalos fazem tudo contra o país. A desinformação é o seu objetivo e sempre para a destruição, para o pior, para o nefasto.

    Não há nada de oposição ao governo, seria perfeitamente aceitável, mas o deserviço ao país com a desinformação e deformação de valores. Lembro a quem acha que eles são apenas oposição política, que eles destruiram a oposição que como resultado não tem nenhum político de relevo neste país. A oposição, destruida pela mídia com seu apoio podre, tem que apontar alguem que recebeu 300.000 do marcus valério como candidato de um estado de relevo simplesmete porque não tem ninguem mais apara pontar, por exemplo.

    A mídia ataca o governo mas destroi a política e até a oposição. Faz da justiça uma vítima triste e constrangida. Cria idiotas políticos  e alguns monstros entre aqueles que a lêem. Destroi qualquer espírito empresarial que depende de esperança e otimismo.

    A copa foi apenas um pequeno exemplo, foi apenas um crime pego em fragrante, mas muito pequeno em relação ao todo.

    O que seria este país se tivessemos jornais, mesmo de oposição? Uma potência.

  46. Concordo plenamente, como

    Concordo plenamente, como explicar o salário do Galvão Bueno de R$5.000.00,00 É Falta de respeito até com os demais profissionais, agora que paga é quem compra os produtos anunciado na globo, evidente mais caros. 

  47. “A informação correta é

    “A informação correta é elemento central não apenas para a democracia como para o mercado. “

    Esse é um ponto importante, ao menos para o empresariado sério, que produz, que trabalha, que tem o departamento financeiro como meio, não como fim.

    Basta ver o que ocorre com a bolsa frente às teses escolhidas ou mesmo plantadas pela mídia. Oscilações, instabilidade, especulação desenfreada, descasamento profundo entre valor patrimonial e valor de face. Não há referencial fidedigno para se contrapor à boataria, à histeria, ao argumento de autoridade.

    Tomem-se as ações da Petrobras como exemplo de vítimas do deserto jornalístico em que estamos vivendo; apesar de problemas existirem, não se justifica uma queda tão acentuada, sobretudo com os recordes sucessivos do pré-sal e as perspectivas que a empresa tem, o que só se explica pela campanha difamatória, distorção e sonegação de informações.

    De modo geral, o senso comum difundido das “decisões econômicas racionais” não se sustenta porque:

    1- Toda decisão tem limites temporais e espaciais, que são relacionados: não se tem todo o tempo do mundo para decidir (e no mercado, esse tempo é menor ainda), bem como nossa percepção espacial não é infinita (decidimos consoante aquilo que temos conhecimento);

    2- Quanto mais subsídios se tem, quanto mais informação está disponível, mais complexas se tornam as decisões, alcançando um limite de processamento da mente humana, ainda que assistida por computador. Torna-se impossível ponderar tudo objetivamente, sem que alguma subjetividade se imponha;

    3- O ser humano não é um autômato, levando em conta muitos aspectos extra-econômicos, traços de personalidade e mesmo questões inconscientes em suas decisões, assim como “argumentos de autoridade”. Da mesma forma, somos imediatistas, nossa apreciação do tempo não é linear: o futuro vale menos que o presente, ainda que saibamos que aquele um dia será o presente;

    4- Existe a desonestidade: não há apenas impossibilidade teórica de se alcançar uma decisão “perfeita” (ainda que presente uma informação correta e todas as condições favoráveis), mas, para piorar, muitos trabalham para sabotar a melhor decisão que seja viável pelas circunstâncias.

    Embora o investimento seja um jogo de soma positiva, a especulação é, na melhor das hipóteses, um jogo de soma zero. Certamente negativa em relação àquele primeiro. Qualquer um que deseje combatê-la tem que defender o acesso à informação correta, como requisito necessário, embora não suficiente, para se tomar as melhores decisões, que promovam o maior ganho coletivo. Fatos e dados, estatísticas e prognósticos são matéria de interesse público, não podendo continuar sendo monopólio de poucos.

     

  48. São chapa-branca

    A mídia no brasil é praticamente 100% chapa-branca (TVs e jornais). Faz o jogo de quem esta no poder, e morre de medo de criticar. Se faz uma critica é no melhor (ou pior) politicamente correto que existe.

    É de vomitar. Realmente liberdade de imprensa no brasil é piada. 

    • Tu queres dizer no estado de

      Tu queres dizer no estado de  são paulo e nos demais estados governados pela oposição ao governo federal,não é mesmo?

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