Para ex-chanceleres, Ernesto Araújo sai derrotado de veto à embaixador na ONU

"É uma derrota muito expressiva, um sinal político inequívoco", afirmou o ex-ministro das Relações Exteriores nos governos de Collor e FHC, Celso Lafer

Foto: Divulgação

Jornal GGN – O indicado pelo ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para ocupar a cadeira permanente do Brasil na ONU, como delegado em Genebra, foi rejeitado pelo Senado. Trata-se de uma clara derrota do Itamaraty, comandado por Ernesto, e de como vem posicionando o Brasil internacionalmente.

Em debate promovido pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), especialistas e ex-chanceleres do país criticaram Ernesto Araújo e viram na rejeição do Senado um “recado político”.

“Ninguém levantou a voz para defender. Silêncio absoluto. Eu acho que isso indica um recado político. É uma indicação do humor político do Senado em relação à política externa brasileira”, disse Aloysio Nunes, que foi ministro de Temer.

“É uma derrota muito expressiva, um sinal político inequívoco”, afirmou o ex-ministro das Relações Exteriores nos governos de Collor e FHC, Celso Lafer.

Abaixo, a íntegra do debate:

 

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