As características e os tratamentos do transtorno bipolar

Enviado por Cláudio José

Do Brasil 247

 

Todos nós temos nossos altos e baixos, mas no transtorno bipolar eles são mais graves. Os sintomas dessa doença podem prejudicar seu trabalho e desempenho escolar, prejudicar seus relacionamentos e atrapalhar sua vida diária. Embora o problema seja tratável, muitas pessoas não reconhecem os sinais de alerta e não obtêm a ajuda de que necessitam. Uma vez que o transtorno bipolar tende a piorar sem tratamento, é importante aprender como são os sintomas. Reconhecer o problema é o primeiro passo para melhorar.

Por: Equipe Oásis

O transtorno bipolar (também conhecido como psicose maníaco-depressiva) provoca mudanças graves no humor, na energia, nos pensamentos e no comportamento – dos picos de mania, em um extremo para os pontos baixos de depressão, no outro. Mais do que apenas um bom ou mau humor fugaz, os ciclos do transtorno bipolar duram dias, semanas ou meses. E ao contrário de oscilações comuns de humor, as mudanças no transtorno bipolar são tão intensas que interferem em sua capacidade de atuar.

Durante um episódio de mania, uma pessoa pode impulsivamente sair de um emprego, gastar enormes quantias em cartões de crédito ou se sentir refeita depois de dormir duas horas. Durante um episódio depressivo, a mesma pessoa pode se sentir muito cansada para sair da cama e cheia de autoaversão e desesperança sobre estar desempregada e com dívidas.

As causas do transtorno bipolar não são totalmente compreendidas, mas muitas vezes parecem ser hereditárias. O primeiro episódio de mania ou depressão do transtorno bipolar geralmente ocorre na adolescência ou no início da fase adulta. Os sintomas podem ser sutis e confusos; muitas pessoas com transtorno bipolar são negligenciadas ou mal diagnosticadas, o que resulta em sofrimento desnecessário. Mas com tratamento adequado e apoio, você pode levar uma vida rica e gratificante.

Mitos e fatos sobre o transtorno bipolar

Mito: As pessoas com transtorno bipolar não podem melhorar ou levar uma vida normal.

Fato: Muitas pessoas com transtorno bipolar têm carreiras de sucesso, vida familiar feliz e relacionamentos satisfatórios. Viver com transtorno bipolar é um desafio, mas, com o tratamento, habilidades saudáveis para enfrentar o problema e um sistema de suporte sólido, você pode viver plenamente enquanto administra seus sintomas.

Mito: As pessoas com transtorno bipolar oscilam entre mania e depressão.

Fato: Algumas pessoas alternam episódios extremos de mania e depressão, mas a maioria fica com mais frequência deprimida do que maníaca. A mania também pode ser tão leve que passa despercebida. Pessoas com transtorno bipolar também podem passar longos períodos sem sintomas.

Mito: O transtorno bipolar afeta apenas o humor.

Fato: O transtorno bipolar afeta também seu nível de energia, julgamento, memória, concentração, apetite, sono, desejo sexual e autoestima. Além disso, o transtorno bipolar tem sido associado à ansiedade, ao abuso de substâncias e a problemas de saúde como diabetes, doenças cardíacas, enxaqueca e pressão arterial elevada.

Mito: Afora tomar a medicação, não há nada que você possa fazer para controlar o transtorno bipolar.

Fato: Embora a medicação seja a base do tratamento, a terapia e estratégias de autoajuda também desempenham papéis importantes. Você pode ajudar a controlar os sintomas fazendo exercícios regularmente, dormindo o suficiente, comendo direito, monitorando seu estado de espírito, mantendo o estresse em nível mínimo e cercando-se de pessoas que o apoiam.

Sinais e sintomas do transtorno bipolar

Fonte: NIMH

O transtorno bipolar pode ser muito diferente em pessoas diferentes. Os sintomas variam muito em padrão, gravidade e frequência. Algumas pessoas são mais propensas à mania ou à depressão, enquanto outras oscilam igualmente entre os dois tipos de episódios. Alguns têm variações frequentes de humor, enquanto outros as experimentam pouco ao longo da vida.

Há quatro tipos de episódios de humor no transtorno bipolar: mania, hipomania, depressão e episódios mistos. Cada tipo de episódio de humor no transtorno bipolar tem um único conjunto de sintomas.

Sinais e sintomas de mania

Na fase maníaca do transtorno bipolar, sentimentos de energia multiplicada, criatividade e euforia são comuns. As pessoas que experimentam um episódio maníaco frequentemente falam a mil por hora, dormem muito pouco e são hiperativas. Elas também podem se sentir todo-poderosas, invencíveis ou destinadas à grandeza.

A pessoa na fase de mania se sente bem no início, mas tende a perder seu controle. Ela muitas vezes se comporta de forma imprudente durante um episódio maníaco: desperdiça as economias em jogos de azar, envolve-se em atividades sexuais impróprias ou faz investimentos financeiros tolos, por exemplo. Ela também pode ficar com raiva, irritada e agressiva – provocando brigas, atacando os outros quando eles não concordam com seus planos e repreendendo quem critica seu comportamento. Algumas pessoas até entram em delírio ou começam a ouvir vozes.

Sintomas da hipomania

A hipomania é uma forma menos grave de mania. Pessoas em estado hipomaníaco sentem-se eufóricas, dinâmicas e produtivas, mas são capazes de tocar adiante sua vida cotidiana e nunca perder o contato com a realidade. Para outros, pode parecer que as pessoas com hipomania estão simplesmente em um estado de bom humor invulgar. No entanto, a hipomania pode resultar em decisões ruins que prejudicam relacionamentos, carreiras e reputações. Além disso, ela muitas vezes se agrava a ponto de chegar à mania severa ou é seguida por um grande episódio depressivo.

Os sinais e sintomas de mania mais comuns incluem:

Sentir-se extraordinariamente “alto” e otimista ou extremamente irritado

Crenças irrealistas, grandiosas sobre os próprios poderes ou habilidades

Dormir muito pouco, mas sentir-se extremamente dinâmico

Falar tão rapidamente que os outros não conseguem acompanhá-lo

Saltar rapidamente de uma ideia para a seguinte

Distração elevada, incapacidade de se concentrar

Julgamento prejudicado e impulsividade

Agir de forma imprudente, sem pensar nas consequências

Delírios e alucinações (em casos graves)

Sinais e sintomas de depressão bipolar

No passado, a depressão bipolar foi mesclada com a depressão comum, mas um número crescente de pesquisas sugere que há diferenças significativas entre as duas, especialmente quando se trata de tratamentos recomendados. Os antidepressivos não ajudam a maioria das pessoas com depressão bipolar. Na verdade, há um risco de que esses remédios podem fazer o transtorno bipolar piorar – deflagrando a mania ou a hipomania, provocando rápidas oscilações entre os estados de humor ou interferindo em outros medicamentos estabilizadores do humor.

Apesar de muitas semelhanças, alguns sintomas são mais comuns na depressão bipolar do que na depressão regular. Por exemplo, a depressão bipolar é mais suscetível de envolver irritabilidade, culpa, alterações de humor imprevisíveis e sentimentos de inquietação. Pessoas com depressão bipolar também tendem a mover-se e a falar devagar, dormir muito e ganhar peso. Além disso, elas são mais propensas a desenvolver depressão psicótica – a condição em que perdem contato com a realidade e experimentam grande deficiência no trabalho e nas atividades sociais.

 

Os sintomas mais comuns da depressão bipolar incluem:

Sentir-se sem esperança, triste ou vazio

Irritabilidade

Incapacidade de sentir prazer

Fadiga ou perda de energia

Lentidão física e mental

Mudanças de peso ou no apetite

Problemas do sono

Problemas de concentração e memória

Sentimentos de inutilidade ou culpa

Pensamentos de morte ou suicídio

Sinais e sintomas de um episódio misto

Um episódio misto de transtorno bipolar apresenta sintomas de mania ou hipomania e depressão. Os sinais mais comuns de um episódio misto incluem depressão combinada com agitação, irritabilidade, ansiedade, insônia, distração e pensamentos rápidos. Essa combinação de alta energia e baixo-astral tende a resultar em um risco particularmente elevado de suicídio.

As diferentes faces do transtorno bipolar

Transtorno Bipolar I (mania ou episódio misto) – Essa é a forma maníaco-depressiva clássica da doença, caracterizada por pelo menos um episódio maníaco ou episódio misto. Geralmente – mas nem sempre – ela também envolve pelo menos um episódio de depressão.

Transtorno Bipolar II (hipomania e depressão) – Nesse caso, a pessoa não experimenta episódios maníacos completos. Em vez disso, a doença envolve episódios de hipomania e depressão grave.

Ciclotimia (hipomania e depressão leve) – A ciclotimia é uma forma mais branda do transtorno bipolar, que consiste em mudanças de humor cíclicas. No entanto, os sintomas são menos graves do que na mania ou na depressão severas.

Tratamento para transtorno bipolar

Se você detectar os sintomas da depressão bipolar em si mesmo ou em outra pessoa, não espere para obter ajuda. Ignorar o problema não fará ele ir embora; na verdade, é quase certo que ele piore. Viver com transtorno bipolar não tratado pode levar a problemas em tudo, da carreira aos relacionamentos e à saúde. Diagnosticar o problema o mais cedo possível e tratar-se pode ajudar a prevenir essas complicações.

Se você reluta em procurar tratamento porque gosta da forma que se sente quando está maníaco, lembre-se de que a energia e a euforia vêm com um preço. A mania e a hipomania frequentemente se tornam destrutivas, prejudicando você e as pessoas ao seu redor.

Noções básicas de tratamento de transtorno bipolar

O transtorno bipolar requer tratamento de longo prazo. Uma vez que ele é uma doença crônica e com recidivas, é importante continuar o tratamento mesmo quando você está se sentindo melhor. A maioria das pessoas com transtorno bipolar precisa de medicação para prevenir novos episódios e ficar livre dos sintomas.

O tratamento não se resume à medicação. Sozinho, o remédio em geral não basta para controlar totalmente os sintomas do transtorno bipolar. A estratégia de tratamento mais eficaz envolve uma combinação de medicamentos, terapia, mudanças de estilo de vida e apoio social.

É melhor trabalhar com um psiquiatra experiente. O transtorno bipolar é uma condição complexa. O diagnóstico pode ser complicado e o tratamento é muitas vezes difícil. Por razões de segurança, a medicação deve ser acompanhada de perto. Um psiquiatra especializado em tratamento de transtorno bipolar pode ajudá-lo a navegar por esses mares revoltos.

 

Autoajuda para o transtorno bipolar

Embora lidar com o transtorno bipolar nem sempre seja fácil, ele não deve conduzir sua vida. Mas, para administrá-lo com sucesso, você tem de fazer escolhas inteligentes. Seu estilo de vida e seus hábitos diários têm um impacto significativo em seu humor.

Informe-se. Saiba o máximo que puder sobre o transtorno bipolar. Quanto mais você souber, melhor será sua contribuição para a própria recuperação.

Mantenha o estresse sob controle. Evite situações de alto estresse, mantenha um equilíbrio saudável no trabalho e na vida cotidiana e experimente técnicas de relaxamento, como meditação, ioga ou respiração profunda.

Procure apoio. É importante ter pessoas para quem você pode ligar em busca de ajuda e encorajamento. Tente montar um grupo de apoio ou conversar com um amigo de confiança. Procurar contato não é um sinal de fraqueza e não vai dizer que você é um fardo para os outros. Na verdade, a maioria dos amigos ficará lisonjeada, porque você confia neles o suficiente para procurá-los, e isso só vai fortalecer seu relacionamento.

Faça escolhas saudáveis​​. Dormir, comer e ter hábitos de exercício saudáveis pode ajudar a estabilizar seu humor. Manter um horário de sono regular é particularmente importante.

Monitore seu humor. Fique atento em relação aos seus sintomas e observe sinais de que seu humor está fugindo do controle, para poder parar o problema no nascedouro.

Transtorno bipolar e suicídio

A fase depressiva do transtorno bipolar é frequentemente muito grave, e o suicídio é um importante fator de risco. Na verdade, as pessoas que sofrem de transtorno bipolar são mais propensas a tentar o suicídio do que aqueles que sofrem de depressão regular. Além disso, as tentativas de suicídio tendem a ser mais letais.

O risco de suicídio é ainda maior em pessoas com transtorno bipolar que têm episódios frequentes de depressão, episódios mistos, histórico de abuso de álcool ou de drogas, histórico de suicídio na família ou início precoce da doença.

Os sinais de aviso de suicídio incluem:

Falar sobre morte, automutilação ou suicídio

Sentir-se sem esperança ou desamparado

Sentir-se inútil ou como um fardo para os outros

Agir de forma imprudente, como se a pessoa tivesse um “desejo de morte”

Pôr assuntos em ordem ou dizer adeus

Procurar armas ou pílulas que poderiam ser usadas ​​para cometer suicídio

Importante

É muito importante levar quaisquer pensamentos ou conversas de suicídio a sério. Se você ou alguém de que gosta é suicida, entre em contato com instituições como o Centro de Valorização da Vida (CVV, site cvv.org.br), que atende pelo fone 141 (ou, dependendo da região, por números específicos), por chat, Skype, e-mail ou visita pessoal. Dependendo do país onde estiver, consulte Befrienders Worldwide (befrienders.org) para encontrar uma linha de apoio local.

Causas e gatilhos do transtorno bipolar

O transtorno bipolar não tem causa única. Parece que algumas pessoas são geneticamente predispostas à doença, mas nem todos com vulnerabilidade hereditária desenvolvem a doença, o que indica que os genes não são a única causa. Alguns estudos de imagem cerebral mostram mudanças físicas no cérebro de pessoas com transtorno bipolar. Outras pesquisas apontam para desequilíbrios de neurotransmissores, funcionamento anormal da tiroide, distúrbios do ritmo circadiano e altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse.

Acredita-se que fatores ambientais e psicológicos externos também estão relacionados ao desenvolvimento do transtorno bipolar. Esses fatores externos são chamados gatilhos. Os gatilhos podem desencadear novos episódios de mania ou depressão ou piorar os sintomas existentes. No entanto, muitos episódios de transtorno bipolar ocorrem sem um gatilho óbvio.

Estresse – Os eventos estressantes podem desencadear o transtorno bipolar em uma pessoa geneticamente vulnerável. Esses eventos tendem a envolver mudanças repentinas ou drásticas – tanto boas como más –, como casar, ir para uma faculdade fora da sua cidade, perder um ente querido, ser demitido ou mudar-se.

Abuso de substâncias – Embora não cause transtorno bipolar em si, o abuso de substâncias pode provocar um episódio e piorar a evolução da doença. Drogas como a cocaína, o ecstasy e as anfetaminas podem desencadear a mania, enquanto o álcool e os tranquilizantes podem desencadear a depressão.

Medicação – Certos remédios, sobretudo antidepressivos, podem desencadear mania. Outras drogas que podem causar mania incluem remédios sem tarja para resfriado, inibidores de apetite, cafeína, corticosteroides e medicamentos para a tiroide.

Mudanças sazonais – Os episódios de mania e depressão seguem muitas vezes um padrão sazonal. Episódios de mania são mais comuns no verão, e episódios depressivos, no outono, no inverno e na primavera.

Privação do sono – A perda de sono – mesmo que seja pequena, como cortar algumas horas de descanso – pode desencadear um episódio de mania.

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

12 comentários

  1. Depressão bipolar

    Os sintomas mais comuns da depressão bipolar incluem:

    Sentir-se sem esperança, triste ou vazio

    Irritabilidade

    Incapacidade de sentir prazer

    Fadiga ou perda de energia

    Lentidão física e mental

    Mudanças de peso ou no apetite

    Problemas do sono

    Problemas de concentração e memória

    Sentimentos de inutilidade ou culpa

    Pensamentos de morte ou suicídio

     

    Socorro! Estou nesta situação há um mês e não consigo sair dela.

    • .

      Maílson, não necessariamente isso implica dizer que você esteja acometido de bipolaridade. Depressões episódicas e até reincidentes não são raridades. O mais importante é você conversar com um especialista, até porque se informará e poderá enfrentar seus problemas melhor preparado, seja qual for o diagnóstico.

  2. Ser bipolar consciente.
    Tinha preconceito em aceitar o problema e tomar medicamentos, pois queria ter o domínio do meu estado de espírito por conta própria. Mas o uso de medicamentos tem me trazido grande alívio e não fico sem, pois consigo ter uma maior estabilidade emocional. É uma opção por não sofrer e nem fazer outros sofrerem. Hoje vejo com naturalidade o uso dos medicamentos, sem qualquer efeito colateral perceptível, é simplesmente como viver normal, o que pra mim é uma grande vitória! Ótimo texto. Força e coragem pra quem se encontra nessa situação. Com o uso do medicamento a coisa se torna menor do que parece.

  3. Quase dez anos de

    Quase dez anos de bipolaridade e toneladas de carboítium, as vezes continuo tendo pensamentos e ações autodestrutivas, só consigo amenizar a minha dor estando juntinho, apaixonado, e dividindo minhas alegrias e tristeza com a minha esposa e amiga . 

     

    • Importante essa contribuição do Cláudio José

      Segundo já li, 80% da população mundial são portadoras de algum trantorno da mente. Algumas em grau incipiente, onde são chamados de geniosos ou muito tímidos. É importante sim, verificar  mudanças de comportamento ( como isolamento e ou muita euforia) em jovens de 15 anos e também na idade dos 25 aos 30 anos, quando um transtorno mais grave pode aparecer. Todos esses transtornos são identificados como PSICOSES, e antipisicóticos devem ser administrados. O importante é saber que há controle, a pessoa pode levar sua vida normal, desde que encare que, possivelmente , terá que tratar-se para o resto da vida, assim como procedem os diabéticos. O único inconveniente, é que por vezes, o doente não aceita o tratamento pois não tem a percepção de seu comportamento incongruente, das crenças que passou a assumir e também as possíveis atitudes bizarras.

      • Atualmente eu encaro o meu

        Atualmente eu encaro o meu problema com naturalidade, mas cheguei a sofrer demaaiis, a minha falecida mãe sofria e a morte dela foi causada por uma crise .

        Meu tio também sofria do mesmo problema, mas na época ninguem notava o problema dele, minha mãe ainda tentamos um tratamento .

        Além de tratamento psicoterápico com carbolitium , depakote etc…, graças a Deus tenho uma esposa maravilhosa e que sempre procura me dá uma levantada (conversando muito e me trazendo alegrias inovadoras, tipo conhecer novos lugares ).

         

                                      Abraço !!

        • A importância da família.

          Parabéns pela esposa que você tem, Antonio Carlos!  Além de procurar sempre distrações, como conhecer novos lugares, sempre que possa faça caminhadas ao ar livre e, se possível sob o sol. Enquanto caminha faça exercícios de respiração. Inspire devagar enchendo os pulmões e dilatando o abdomem. Ao expirar vagarosamente vá contraindo o abdomem. É um maravilhoso exercício. Coloquei um comentário há pouco, que esclarece alguns problemas similares que são de origem do nosso sistema endócrino.  Abraços para você e esposa! 

      • Um Alerta !!!!

        Muitos desses trantornos são provenientes do sistema endócrino. Um hipertireoidismo sem tratamento pode tornar o paciente psicótico. O mesmo vale para o hipotireodismo. A longo prazo com interrupção do tratamento, também pode acarretar a depressão ( mixidema ). E mais: É importante a verificação das glândulas suprarenais. A hiperfunção das adrenais (suprarenais), pode provocar alteração da personalidade, síndrome do pânico, distimia, depressão psicótica e síndrome delirante com alucinações visuais e auditivas. Existem exames feitos por um bom endocrinologista clínico, que pode verificar como está a correlação hipotálamo/ hipófise/ suprarenal. Nem todo caso de depressão e psicoses estão afetos ao psiquiatra. É sempre bom conferir.

        PS:Uma grande deficiência de vitamina D também causa depressão.    

  4. Parabéns pela

    Parabéns pela publicação.

    Para nós que convivemos com pessoas “bipolares” na família, como  é o meu caso, esse post traz muita informação, ajudando a combater o preconceito.

  5. certa vez, num curso breve

    certa vez, num curso breve proferido pelo médico e psicanalista Fabio Landa, judeu-brasileiro radicado na França, este relatou – para ilustrar certa cultura psicanalítica da moda e seus achismos em voga – o modo característico qualificativo de uma pessoa up-to-date ter se apresentado para outra, numa reunião social lá em Paris:

    “Muito prazer, sou fulano de tal, bipolar!”

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome