Como a Fiocruz se preparou para a guerra do coronavirus antes do governo acordar

Os grandes avanços ocorridos na política pública em vinte anos e os cortes de verbas, que se ampliaram nos últimos 3 ou 4 anos, e ameaçam sucatear o setor, em um momento decisivo da saúde pública do país.

Na entrevista à TV GGN, o Coordenador de Vigilância e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rivaldo Venâncio, conta como o instituto se preparou para a guerra da coronavirus.

Explica o papel dos laboratórios de referência e a forma de atuação coordenada dos demais laboratórios, liderados pela Fiocruz, e dentro da estrutura do SUS (Sistema Único de Saúde). Explica também a coordenação da Organização Panamericana de Saúde e da Organização Mundial de Saúde, e a cooperação entre países, essencial para o desenvolvimento da vacina.

Mostra também os grandes avanços ocorridos na política pública em vinte anos e os cortes de verbas, que se ampliaram nos últimos 3 ou 4 anos, e ameaçam sucatear o setor, em um momento decisivo da saúde pública do país.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora