Covid-19 – Balanço de momento: 7,8 milhões de casos, 430 mil mortes e 3,7 milhões de altas, por Felipe A. P. L. Costa

Levando em conta as estatísticas obtidas na tarde deste domingo (14/6), eis um balanço da situação mundial

Covid-19 – Balanço de momento: 7,8 milhões de casos, 430 mil mortes e 3,7 milhões de altas.

por Felipe A. P. L. Costa [*]

Este artigo atualiza os números a respeito da pandemia da Covid-19 divulgados em artigo anterior (aqui).

Levando em conta as estatísticas obtidas na tarde deste domingo (14/6) [1], eis um balanço da situação mundial:

(A) Em números absolutos, os 20 países [2] mais afetados concentram agora 82% dos casos (de um total de 7.840.408) e 87% das mortes (de um total de 431.236) [3]. Os números continuam a escalar, mas a um ritmo declinante. Em termos globais, muitos países já passaram pelo topo da curva e estão a descer o outro lado do morro [4].

(B) Entre esses 20 países, a taxa de letalidade caiu de 6,1% para 5,8%. A taxa brasileira caiu de 5,3% para 5%. (Peru e Chile, os dois outros países da América do Sul que estão no topo da lista, têm taxas de letalidade mais baixas: 2,9% e 1,8%, respectivamente.)

(C) Nesses 20 países, 3,04 milhões de indivíduos receberam alta, o que corresponde a 47% dos casos. China (94%) e Alemanha (92%) seguem liderando os percentuais de recuperação. Em escala global, 3,74 milhões de indivíduos já receberam alta.

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Notas.

[*] Para detalhes e informações sobre o livro mais recente do autor, O que é darwinismo (2019), inclusive sobre o modo de aquisição por via postal, faça contato pelo endereço [email protected]. Para conhecer outros livros e artigos, ver aqui.

[1] Cabe observar que certos países atualizam suas estatísticas uma única vez ao longo do dia; outros atualizam duas vezes ou mais. Estou a acompanhar as estatísticas mundiais em dois painéis, Mapping 2019-nCov (Johns Hopkins University, EUA) e Worldometer: Coronavirus (Dadax, EUA).

[2] Os 20 primeiros países da lista podem ser arranjados em cinco grupos: (a) Acima de 2 milhões de casos – Estados Unidos; (b) Entre 500 mil e 1 milhão – Brasil e Rússia; (c) Entre 200 e 500 mil – Índia, Reino Unido, Espanha, Itália e Peru; (d) Entre 100 e 200 mil – França, Alemanha, Irã, Turquia, Chile, México, Paquistão, Arábia Saudita e Canadá; e (e) Entre 75 e 100 mil – Bangladesh, China e Catar.

[3] Os dois percentuais seguem caindo, uma indicação de que a pandemia segue ganhando força em outros lugares. Embora tenham se acalmado em vários países, as estatísticas estão a escalar em muitos outros (e.g., Índia, Arábia Saudita, Paquistão, Bangladesh). Nas Américas, além de EUA e Brasil, as estatísticas que mais chamam a atenção neste momento são as de Peru, Chile e México. Dois dos nossos vizinhos (Paraguai e Uruguai), em compensação, estariam entre os bons exemplos – ver aqui.

[4] Para uma introdução ao estudo dos padrões de crescimento, ver as duas primeiras partes do artigo ‘Corpos, gentes, epidemias e… dívidas’ (aqui e aqui). Para detalhes sobre o comportamento da pandemia em escala mundial e nacional, ver a coletânea A pandemia e a lenta agonia de um país desgovernado.

 

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