Os Zanotto, entre a cloroquina e a tragédia do Osasco Plaza

O biologista Paolo Zanotto, que acaba de se notabilizar como defensor da cloroquina, é filho de Ilka Marinho Zanotto, prestigiada crítica de teatro do Estadão em priscas eras.

E irmão de Marcelo Zagotto, que administrava o Shopping Osasco Plaza, da família, na época do infausto episódio da explosão que deixou quarenta mortos. Os Zagotto foram alvos de uma campanha implacável da mídia, no padrão das coberturas de manada que caracterizavam – e ainda caracterizam – a cobertura.

Os Zagotto distribuíram um dossiê na época, mostrando que a responsabilidade maior era da companhia de gás que instalou os equipamentos.

Foi em vão. Depois que a mídia encasqueta com uma tese, nem ressurreição dos mortos a fará mudar de opinião.

Como sempre ocorreu nesses episódios, fiquei na posição de divulgador solidário da versão da família. Mais tarde, o Superior Tribunal de Justiça os absolveu, após se constatar que a empresa de gás foi informada antes e nao tomou as providências necessárias.

Antes de aderir à cloroquina, Zagotto aderiu à extrema direita. Seus colegas das Faculdades Álvaro Penteado já se espantavam com suas tertúlias com o filósofo Luiz Felipe Pondé.

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