Presidente do Conass avalia “risco real” de ter vacina e não agulha e seringa

"É uma vergonha sermos referência mundial em imunização e estarmos tão atrasados em relação à vacinação contra a Covid-19", disse Carlos Eduardo Lula

Presidente do Conass, Carlos Eduardo Lula - Foto: Reprodução/Redes

Jornal GGN – O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Eduardo Lula, admitiu que “corremos o risco real de termos vacina e não termos agulhas e seringas”.

Segundo o presidente do Conass, é obrigação do governo federal comprar os insumos. “É uma vergonha sermos referência mundial em imunização e estarmos tão atrasados em relação à vacinação contra a Covid-19”, concluiu.

A declaração foi dada nesta quarta (30), após a licitação do governo federal só conseguir menos de 3% do total, ou 7,9 milhões de um total de 331,2 milhões que necessita de agulhas e seringas para o programa de imunização da população contra a Covid-19.

“Corremos o risco real de termos vacina e não termos agulhas e seringas suficientes”, afirmou o representante do Conass.

Segundo ele, o Ministério da Saúde deve “urgentemente reunir a indústria nacional para saber como proceder”. Na avaliação de Carlos Eduardo Lula, uma das medidas de coordenação da pasta do governo Bolsonaro poderia ser aplicar “medidas drásticas”, como “a proibição de exportação” de agulhas e seringas para garantir estoque nacional.

Com informações de O Globo.

 

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